Tag: Anatel

  • Samsung prepara lançamento do Galaxy Z Fold 8 Wide no Brasil: tela larga e 5G confirmados

    Samsung prepara lançamento do Galaxy Z Fold 8 Wide no Brasil: tela larga e 5G confirmados

    A Samsung está a um passo de lançar mais um membro em sua linha de smartphones dobráveis no Brasil. Na quarta-feira (24/06), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou o Galaxy Z Fold 8 Wide, modelo SM-F971B, que promete uma experiência diferenciada com tela mais larga — justificada pelo próprio nome da versão.

    O que esperar do novo dobrável da Samsung?

    O Galaxy Z Fold 8 Wide não se limita a um design distinto. Segundo os dados de homologação, o dispositivo chega com conectividade robusta: 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC, UWB e carregamento sem fio reverso. A bateria, dividida em dois módulos (EB-BF971DAY e EB-BF972DAY), soma 4.660 mAh de capacidade nominal — alinhada aos rumores que circulavam desde o início do ano.

    Linha de lançamentos 2026: Fold, Flip e agora Wide

    A Samsung mantém sua estratégia de diversificar opções no segmento premium. Além do Z Fold 8 Wide, a fabricante deve apresentar em julho o Galaxy Z Flip 8 e o Fold 8 Ultra, formando uma tríade de dobráveis que reforça a aposta da marca em inovação e personalização. A expectativa é que o trio chegue ao mercado brasileiro com preços escalonados, atendendo desde entusiastas até usuários que buscam o topo da linha.

    Por que a tela larga faz a diferença?

    Diferentemente dos modelos tradicionais Fold, que priorizam proporções equilibradas, o Wide aposta em uma tela interna mais alongada — semelhante ao formato de tablets compactos. Essa escolha pode atrair profissionais que utilizam o dispositivo para multitarefas ou consumidores que buscam uma experiência de entretenimento imersiva, com mais espaço para apps e conteúdos em modo landscape.

  • Anatel fecha acordo com marketplaces para banir minicelulares não homologados

    Anatel fecha acordo com marketplaces para banir minicelulares não homologados

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fechou acordo ontem (23/06) com sete dos maiores marketplaces brasileiros para eliminar anúncios de minicelulares não homologados. A medida visa combater a comercialização de dispositivos que, além de irregulares, são frequentemente associados à comunicação clandestina em presídios.

    Minicelulares: proibidos desde 2017 e com riscos técnicos

    Os aparelhos, que imitam designs clássicos como o Nokia 3310, são comercializados ilegalmente no Brasil há quase uma década. Segundo a Anatel, os minicelulares não passam por testes de segurança — como níveis de radiação, integridade de baterias e riscos elétricos — o que pode expor usuários a perigos desconhecidos. A proibição foi estabelecida em maio de 2017, mas a fiscalização enfrentava obstáculos pela facilidade de venda online.

    Marketplaces assumem compromisso de ‘tolerância zero’

    Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu, Casas Bahia, Carrefour e Temu aderiram ao acordo, comprometendo-se a remover imediatamente qualquer anúncio de minicelulares não homologados. A fiscalização será automatizada e baseada em listas atualizadas da Anatel, que incluem modelos identificados como irregulares. Empresas que descumprirem o acordo poderão enfrentar sanções administrativas.

    Impacto para consumidores e segurança pública

    Além dos riscos técnicos, os minicelulares são ferramentas recorrentes em esquemas de comunicação dentro de presídios, segundo relatórios de segurança pública. A medida da Anatel pode reduzir a oferta desses dispositivos, mas especialistas alertam para a necessidade de ações coordenadas entre plataformas, autoridades e fabricantes de telefones legais para evitar brechas no mercado.

  • Sexta-feira 20: Como identificar se o carregador do iPhone é original em 6 passos simples

    Sexta-feira 20: Como identificar se o carregador do iPhone é original em 6 passos simples

    A busca por carregadores originais de iPhone ganhou ainda mais relevância nesta terça-feira, 23 de junho de 2026, após casos recorrentes de danos a baterias por acessórios inadequados. Segundo especialistas, a autenticidade não pode ser garantida apenas pela embalagem, mas exige uma análise minuciosa em pontos específicos do produto.

    O selo da Anatel e o acabamento: os primeiros sinais de alerta

    Um carregador original de iPhone deve exibir, de imediato, o selo da Anatel — ausente em praticamente todas as falsificações. Além disso, o acabamento plástico precisa ser impecável, sem rebarbas ou imperfeições visíveis. Qualquer irregularidade nessa etapa já é um forte indicativo de produto não autorizado.

    Marcações a laser e número de série: a prova definitiva

    A Apple utiliza marcações a laser precisas em seus acessórios. Ao analisar o carregador, verifique se os caracteres estão nítidos e bem definidos. Outro passo crucial é comparar o número de série impresso no acessório com aquele presente na caixa do produto. Discrepâncias entre esses dados são um sinal claro de falsificação.

    O lacre da embalagem: um detalhe que não pode passar despercebido

    O lacre pull-tab, aquela fita destacável na parte traseira da embalagem, deve estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola ou rasgos. Caso contrário, há grandes chances de o produto ter sido violado ou ser uma réplica de alta qualidade. Vale lembrar que o mercado paralelo já oferece falsificações quase idênticas, o que torna essa etapa indispensável na verificação.

    Por que evitar carregadores falsos? O preço pode sair caro

    Além do risco imediato de danificar a bateria do iPhone, o uso de carregadores não originais pode comprometer a segurança do usuário. Em casos extremos, acessórios de baixa qualidade já foram associados a superaquecimento e até incêndios. Investir em um produto genuíno não é apenas uma questão de garantia, mas de proteção ao dispositivo e ao patrimônio.