Tag: Anatel

  • Chery lança cão robótico e humanoide no Brasil com homologação da Anatel ainda em 2026

    Chery lança cão robótico e humanoide no Brasil com homologação da Anatel ainda em 2026

    Robôs com certificações internacionais chegam ao mercado brasileiro

    A Chery International confirmou que sua divisão de robótica AiMOGA desembarcará no Brasil no último trimestre de 2026, trazendo dois produtos inovadores: o cão robótico Argos e o humanoide Mornine. Ambos já obtiveram homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), garantindo sua operação no país, além de certificações europeias.

    Mornine: atendimento e vendas nas concessionárias

    O robô humanoide Mornine será integrado ao atendimento das concessionárias Omoda & Jaecoo, atuando como assistente em showrooms. Além disso, o produto será comercializado diretamente ao público, marcando a estreia da AiMOGA no mercado brasileiro. A tecnologia por trás do dispositivo inclui inteligência artificial avançada e modelos de linguagem (LLMs), permitindo interações autônomas e respostas personalizadas.

    Argos: o cão robótico da AiMOGA

    O Argos, por sua vez, é um robô com formato de cão projetado para aplicações residenciais ou comerciais. Com autonomia e capacidade de interação, o dispositivo se soma à oferta de robôs domésticos que ganham espaço no mercado global. A chegada desses produtos reforça a aposta da Chery em soluções de robótica integrada a ecossistemas automotivos.

  • Dyson CamJet: escova de dentes com câmera e jatos automáticos chega ao mercado com tecnologias pioneiras

    Dyson CamJet: escova de dentes com câmera e jatos automáticos chega ao mercado com tecnologias pioneiras

    A Dyson está prestes a lançar sua primeira escova de dentes elétrica, a CamJet, que combina tecnologias inovadoras para oferecer uma limpeza bucal mais precisa e automatizada. Segundo imagens obtidas pelo Tecnoblog, o dispositivo inclui uma câmera posicionada próxima à cabeça da escova, capaz de detectar quando o usuário está entre dois dentes e disparar um jato de líquido automaticamente — uma abordagem inédita no segmento de higiene oral.

    Tecnologias integradas e homologação recente

    A CamJet é equipada com conectividade Wi-Fi 4, Bluetooth LE e NFC, permitindo sincronização com aplicativos e atualizações de firmware. A homologação pela Anatel, concedida na última sexta-feira (01/08), confirma a conformidade do produto com os padrões brasileiros de telecomunicações, um passo crucial para seu lançamento no país. O preço, como esperado para produtos Dyson, deve ser elevado, alinhado ao posicionamento premium da marca.

    Uma década de expectativa e concorrência acirrada

    Rumores sobre a entrada da Dyson no mercado de escovas de dentes elétricas circulam há cerca de 10 anos. Com a CamJet, a empresa busca disputar espaço com gigantes como Oral-B, Philips e Xiaomi, que já dominam o segmento com dispositivos que combinam escovação elétrica e conectividade. A presença de uma câmera e um sistema de limpeza automatizado, no entanto, pode oferecer uma vantagem competitiva significativa, transformando a rotina de higiene bucal em um processo guiado por inteligência artificial.

    O que esperar da Dyson CamJet?

    Embora o lançamento oficial ainda não tenha sido anunciado, a expectativa é que a CamJet seja lançada como parte do portfólio de dispositivos inovadores da Dyson, que já inclui aspiradores de pó potentes e ventiladores sem pás. O produto promete não apenas limpar os dentes, mas também oferecer dados detalhados sobre a escovação por meio de seu aplicativo integrado, potencialmente redefinindo os padrões de saúde bucal no mercado de luxo.

  • Tecno Pova Curve 2 5G chega ao Brasil com bateria de 8.000 mAh e tela AMOLED de 144 Hz

    Tecno Pova Curve 2 5G chega ao Brasil com bateria de 8.000 mAh e tela AMOLED de 144 Hz

    Anatel libera comercialização do Tecno Pova Curve 2 5G

    O Tecno Pova Curve 2 5G acaba de receber homologação da Anatel, autorizando sua venda no mercado brasileiro. O modelo se destaca por uma bateria de 8.000 mAh — uma das maiores do segmento — e uma tela AMOLED curva com taxa de atualização de 144 Hz, ideal para quem busca desempenho gráfico aliado à durabilidade.

    Especificações técnicas e lançamento

    O smartphone é equipado com o processador MediaTek Dimensity 7100, combinado com até 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. O carregamento rápido de 45 W promete recarregar a bateria em tempo reduzido, enquanto o design curvo da tela AMOLED oferece uma experiência visual imersiva. Até o momento, a Tecno não confirmou a data do lançamento oficial no Brasil, mas a homologação da Anatel já sinaliza a chegada iminente do dispositivo.

    Estratégia da Tecno no mercado brasileiro

    A homologação do Tecno Pova Curve 2 5G ocorre em um momento em que a marca chinesa busca expandir sua presença no Brasil, regularizando gradativamente seus aparelhos junto à agência reguladora. Com um foco em smartphones intermediários que apostam em baterias de alta capacidade, a Tecno pode se tornar uma opção competitiva frente a marcas já consolidadas no mercado nacional.

  • Lenovo prepara tablet estilo Surface para o Brasil: confira specs do X13 Detachable Gen 1

    Lenovo prepara tablet estilo Surface para o Brasil: confira specs do X13 Detachable Gen 1

    Um concorrente direto ao Surface no mercado brasileiro

    Após a homologação pela Anatel na última terça-feira (28/07), o Lenovo ThinkPad X13 Detachable Gen 1 se posiciona como uma opção nacional ao tradicional Microsoft Surface. O dispositivo combina produtividade e portabilidade com um design modular que lembra o concorrente internacional, incluindo suporte traseiro para inclinação, teclado destacável e compatibilidade com caneta ativa sensível à pressão.

    Especificações técnicas: potência em um formato slim

    O tablet dispõe de uma tela IPS de 13 polegadas com resolução 2880 x 1920 pixels, proporcionando imagens nítidas para trabalho ou entretenimento. No coração do aparelho, a Lenovo oferece processadores Intel Core Ultra 5 ou 7 Series 3, combinados com até 64 GB de RAM e armazenamento SSD de 256 GB a 1 TB. Esses componentes sugerem um desempenho robusto para tarefas como edição de vídeo, multitarefas intensas ou uso profissional prolongado.

    Futuro incerto: quando desembarcará e por quanto?

    Apesar da homologação já estar oficializada, a Lenovo ainda não anunciou datas de lançamento ou preços para o Brasil. O mercado aguarda definições que podem influenciar diretamente a estratégia de quem busca um dispositivo 2-em-1 premium sem depender de importações. A novidade, contudo, reforça a tendência de convergência entre tablets e notebooks no segmento corporativo e criativo.

  • Starlink já é o 13º maior provedor de internet fixa no Brasil e avança sobre Claro e Vivo nas áreas rurais

    Starlink já é o 13º maior provedor de internet fixa no Brasil e avança sobre Claro e Vivo nas áreas rurais

    A Starlink não é mais uma promessa no mercado brasileiro de internet: tornou-se o 13º maior provedor de banda larga fixa do país em 29 de julho de 2026, com 791 mil assinantes — número que a própria empresa projeta ultrapassar 1 milhão em breve.

    Expansão acelerada nas áreas rurais

    O crescimento da Starlink é mais expressivo nas regiões rurais, onde já detém 9,34% de participação de mercado, superando Claro (6,52%) e Vivo (5,4%). Essa vantagem reflete a capacidade da tecnologia de satélite de levar conectividade a locais onde a infraestrutura de fibra óptica ainda é escassa ou inexistente.

    Desafios em velocidade e concorrência

    Embora a Starlink ofereça velocidades médias de 149,5 Mb/s à noite e 90,6 Mb/s durante o dia, ainda fica atrás das redes de fibra óptica das concorrentes em termos de performance. Mesmo assim, a empresa ganha espaço pela abrangência territorial e pela capacidade de atender a públicos antes desassistidos, como produtores rurais e pequenas comunidades.

    Presença urbana e futuro do setor

    Nos grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, a Starlink já acumula uma base relevante de assinantes, demonstrando que sua estratégia não se limita a regiões remotas. Com a ampliação da malha de satélites e a redução de custos, o serviço deve continuar a pressionar as gigantes do setor, forçando Claro e Vivo a investirem em alternativas para não perderem participação.

  • Meta lança terceira geração de óculos inteligentes no Brasil: entenda o que muda

    Meta lança terceira geração de óculos inteligentes no Brasil: entenda o que muda

    A terceira geração dos óculos inteligentes da Meta conquistou homologação da Anatel no dia 16 de julho, abrindo caminho para vendas no Brasil. Os dispositivos, desenvolvidos em parceria com a EssilorLuxottica, incluem câmeras de 12 megapixels, conectividade Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3.

    Modelos aprovados e fabricação chinesa

    A lista homologada contempla os Meta Adventurer (duas versões), Meta Fury, Meta Starfire Kylie Edition e dois modelos ainda não anunciados oficialmente. Todos são produzidos pela Goertek, com fábricas no Vietnã e na China, reforçando a estratégia global da marca.

    Incertezas sobre preços e lançamento

    Embora a certificação da Anatel permita a comercialização, a Meta não divulgou preços ou data de estreia no país. A empresa também não se pronunciou sobre os novos dispositivos quando procurada por veículos especializados.

  • Starlink no celular no Brasil: veja quais modelos já podem usar internet via satélite (e o que falta para funcionar)

    Starlink no celular no Brasil: veja quais modelos já podem usar internet via satélite (e o que falta para funcionar)

    Tecnologia Direct-to-Device: o que mudou com a decisão da Anatel

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu o sinal verde para a Starlink e outras empresas oferecerem internet via satélite diretamente em smartphones, sem a necessidade de antenas externas. Essa modalidade, chamada de Direct-to-Device (D2D), promete revolucionar a conectividade em regiões remotas ou com cobertura precária, onde hoje o sinal das operadoras é inexistente ou instável.

    No entanto, a decisão da Anatel não garante acesso imediato ao serviço. O usuário precisa de um aparelho compatível, além da adesão das operadoras brasileiras e atualizações técnicas nos sistemas operacionais. Até 13 de julho de 2026, nenhum celular no mercado nacional oferece suporte nativo a esse recurso, mas fabricantes já estão em processo de homologação.

    Como verificar se seu celular já é compatível (ou estará em breve)

    Até o momento, a lista de aparelhos homologados para a tecnologia D2D ainda não foi publicada pela Anatel ou pela GSMA (associação global de operadoras). No entanto, especialistas apontam que os principais candidatos são os modelos lançados a partir de 2024, com chips 5G avançados e capacidade de processamento compatível. Marcas como Samsung, Apple, Xiaomi e Motorola já trabalham em parcerias com operadoras para viabilizar o serviço.

    Para conferir se o seu celular entrará na lista, siga estes passos:

    • Consulte o fabricante: Empresas como Starlink e operadoras brasileiras (Claro, Vivo, TIM, entre outras) devem divulgar atualizações oficiais nos próximos meses. A Apple, por exemplo, já anunciou que o iPhone 15 e modelos posteriores terão suporte à tecnologia.
    • Verifique atualizações do sistema: O Android 15 e o iOS 18 já incluem estruturas para integração com satélites, mas é necessário aguardar a liberação por parte das fabricantes e operadoras.
    • Fique atento às homologações: A Anatel deve publicar, até o final de 2026, uma lista oficial de aparelhos e operadoras autorizadas a operar com D2D no Brasil.

    O que falta para a Starlink no celular virar realidade no Brasil

    A tecnologia existe, mas o acesso depende de uma cadeia complexa de fatores:

    • Operadoras: As empresas de telecomunicações precisam fechar parcerias com provedores de satélite (como a Starlink) e investir em infraestrutura terrestre para viabilizar o serviço.
    • Regulamentação técnica: A Anatel ainda está definindo normas específicas para a comercialização, incluindo limites de potência dos sinais e proteção de dados dos usuários.
    • Preço e cobertura: Embora a Starlink já ofereça planos nos EUA e Europa, não há previsão de valores ou áreas cobertas no Brasil. Especialistas estimam que o serviço possa custar entre R$ 50 e R$ 200 por mês, dependendo da região.
    • Demanda do consumidor: Sem um ecossistema claro, muitos usuários podem hesitar em investir em um aparelho compatível sem garantia de funcionamento imediato.

    O que os especialistas dizem sobre o futuro da conectividade via satélite

    Para Max Ferreira, analista de mobilidade da ClickNews, a Starlink no celular tem potencial para reduzir a desigualdade digital no Brasil, mas depende de um esforço coordenado entre fabricantes, operadoras e governo. “A tecnologia já é uma realidade em outros países, mas aqui o desafio é adaptar o modelo às nossas dimensões continentais e à burocracia regulatória“. Ele destaca que, mesmo com os entraves, a tendência é que o serviço comece a ser testado em 2026, com expansão gradual até 2027.

    Já a GSMA Brasil, em nota recente, afirmou que as operadoras estão em fase de testes com satélites de baixa órbita (LEO), mas ainda não há previsão para lançamento comercial. “O usuário deve esperar pelo menos até 2027 para ver opções consistentes no mercado“, declarou um porta-voz.

    Conclusão: vale a pena esperar ou trocar de celular agora?

    Se o seu objetivo é ter internet via satélite no celular, a recomendação atual é aguardar. Até julho de 2026, não há nenhum modelo 100% pronto para rodar a tecnologia no Brasil, e forçar uma atualização ou troca de aparelho pode resultar em incompatibilidade. A melhor estratégia é monitorar os anúncios oficiais da Starlink, das operadoras e da Anatel, além de verificar se o seu fabricante já anunciou suporte para D2D nos próximos lançamentos.

    Enquanto isso, a conectividade tradicional (4G/5G) segue como a opção mais estável — e a Starlink no celular, por enquanto, é uma promessa que ainda depende de muitos ‘se’s.

  • Oi vende telefonia fixa por R$ 60,1 milhões: Método Telecom assume orelhões e emergência em novo capítulo da recuperação judicial

    Oi vende telefonia fixa por R$ 60,1 milhões: Método Telecom assume orelhões e emergência em novo capítulo da recuperação judicial

    Venda judicial encerra disputa por telefonia fixa

    A Oi formalizou na manhã de sábado (11/07) a venda de sua unidade de telefonia fixa para a Método Telecom por R$ 60,1 milhões, conforme anunciado pela operadora em recuperação judicial. O negócio, definido em leilão judicial pela Unidade Produtiva Isolada (UPI) Oi Serviços Telefônicos, superou a oferta da Sercomtel e marca um passo crucial no plano de alívio financeiro da empresa.

    Infraestrutura e serviços sob nova gestão

    A transação, ainda sujeita à aprovação da Anatel e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), transfere à Método Telecom a gestão de números de emergência (190, 192 e 193), orelhões e toda a infraestrutura de transmissão da Oi. A conclusão do processo, no entanto, depende de etapas judiciais e regulatórias que podem adiar a efetivação do acordo.

    Recuperação judicial em ritmo acelerado

    A aprovação da venda pela Justiça do Rio de Janeiro em abril, seguida pela assinatura do contrato, reforça a estratégia da Oi de reduzir passivos e otimizar recursos. A operadora, que enfrenta restrições de caixa desde 2025, busca com esta e outras medidas garantir sua sustentabilidade a longo prazo.

  • Vivo Anti Spam: solução contra telemarketing vira alvo de dez processos na Anatel

    Vivo Anti Spam: solução contra telemarketing vira alvo de dez processos na Anatel

    A Vivo desenvolveu o Vivo Anti Spam, uma tecnologia projetada para barrar chamadas de telemarketing e evitar aborrecimentos aos clientes. Lançada inicialmente como um serviço pago de R$ 9,90 mensais, a ferramenta utiliza algoritmos avançados para identificar e bloquear chamadas suspeitas diretamente na rede, impedindo que o telefone sequer toque.

    Polêmica no setor: bloqueio afeta até serviços essenciais

    A iniciativa, embora elogiada por muitos usuários, gerou uma série de reclamações junto à Anatel. Dez processos administrativos já estão em andamento contra a Vivo, acusada de dificultar o acesso a números da operadora por outras empresas do setor. O problema atinge até serviços públicos, como atendimentos de saúde e emergências, cujas chamadas são bloqueadas indevidamente.

    Defesa da Vivo vs. críticas das concorrentes

    A Vivo argumenta que o Vivo Anti Spam é uma resposta necessária ao excesso de chamadas indesejadas, que muitas vezes sequer são identificadas corretamente. No entanto, concorrentes como Claro, Tim e Oi contestam o método, alegando que a tecnologia da Vivo estaria sendo aplicada de forma agressiva, sem critérios transparentes. A Anatel investiga se houve excessos ou violações das normas de interconexão.

    O que vem pela frente?

    Enquanto a Anatel não define um posicionamento definitivo, a polêmica tende a se intensificar. A Vivo mantém o serviço ativo, mas a pressão regulatória pode forçar ajustes na ferramenta. Para os consumidores, a dúvida persiste: até que ponto tecnologias de segurança digital podem interferir em direitos básicos, como o acesso a serviços essenciais?

  • Anatel aprova Oppo Reno 16 com queda de hardware: entenda as diferenças entre Brasil e China

    Anatel aprova Oppo Reno 16 com queda de hardware: entenda as diferenças entre Brasil e China

    A fabricante chinesa Oppo teve mais um de seus produtos liberado para comercialização no Brasil pela Anatel na última sexta-feira (26/06), conforme registros oficiais analisados com exclusividade pelo Tecnoblog. O Oppo Reno 16, identificado pelo código CPH2865, já está apto para ser vendido no país, mas traz consigo uma surpresa nada agradável para os consumidores brasileiros.

    De Dimensity 8500 Super para Snapdragon 7 Gen 4: o que mudou no hardware?

    Enquanto o modelo internacional do Reno 16 é lançado com o processador Snapdragon 7 Gen 4 — considerado inferior ao Dimensity 8500 Super usado na China — a diferença não se limita apenas ao chip. O aparelho brasileiro também chega com menos memória RAM e um sensor principal de imagem 50 MP, substituindo os 200 MP presentes no modelo chinês. Essas alterações refletem uma estratégia comum de adaptação de preços, mas que pode impactar diretamente a experiência do usuário.

    Bateria menor e carregamento rápido: o que esperar do Reno 16 no Brasil?

    Ainda que o Oppo Reno 16 nacional mantenha uma bateria de 6.000 mAh e suporte a carregamento rápido de 80 W, a versão chinesa já havia deixado claro que o Brasil receberia uma configuração menos potente em alguns aspectos. A homologação da Anatel, entretanto, não revela detalhes sobre o preço de lançamento ou disponibilidade, mas sugere que a fabricante deve apostar em preços competitivos para atrair consumidores em um mercado cada vez mais disputado.

    Oppo Reno 16: vale a pena esperar pela versão chinesa?

    Para quem busca o máximo de performance e recursos avançados — como o sensor de 200 MP e o processador Dimensity 8500 Super — a versão chinesa do Reno 16 pode ser uma opção mais atraente. No entanto, a homologação brasileira indica que o modelo internacional deve chegar em breve, possivelmente com preços mais acessíveis. A pergunta que fica é: até que ponto as diferenças de hardware justificam uma eventual espera ou compra imediata?