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  • Modo Fácil do Android: como ativar e personalizar em Samsung e Realme para facilitar o uso

    Modo Fácil do Android: como ativar e personalizar em Samsung e Realme para facilitar o uso

    Desde que a Samsung e a Realme começaram a incorporar o Modo Fácil em seus dispositivos Android, a acessibilidade ganhou um aliado importante para usuários que enfrentam dificuldades visuais ou motoras. Lançado como parte das configurações de acessibilidade do sistema, o recurso simplifica a interface ao ampliar elementos visuais, aumentar o contraste e reduzir a poluição visual, tornando smartphones mais fáceis de usar no dia a dia.

    O que muda quando o Modo Fácil é ativado?

    Ao ativar o Modo Fácil, o sistema operacional aplica uma série de ajustes automáticos na tela, como:

    • Ícones e textos com tamanhos ampliados;
    • Botões de comando mais visíveis e distanciados;
    • Contraste reforçado para facilitar a leitura;
    • Layout simplificado, com menos elementos visuais desnecessários.

    Esses recursos são especialmente úteis para idosos, pessoas com baixa visão ou dificuldades motoras, além de quem prefere uma experiência mais minimalista e menos sobrecarregada. No entanto, a disponibilidade do Modo Fácil depende diretamente da interface customizada de cada fabricante — enquanto Samsung e Realme já o oferecem, marcas como Motorola e Xiaomi ainda não o implementaram em seus modelos.

    Passo a passo: como ativar e desativar no Samsung

    Em dispositivos Samsung, o processo é simples e pode ser feito em poucos segundos. Veja como:

    1. Acesse as Configurações do celular (ícone de engrenagem).
    2. Toque em “Acessibilidade”.
    3. Selecione “Modo Fácil”.
    4. Ative a opção “Usar Modo Fácil”.
    5. Para ajustar o nível de ampliação ou contraste, toque em “Personalizar”.

    Para desativar, basta seguir o mesmo caminho e desmarcar a opção. Vale lembrar que, em alguns modelos, o Modo Fácil pode ser ativado rapidamente através do painel de notificações, dependendo da versão do One UI.

    Realme: onde encontrar a função?

    Na Realme, o procedimento é semelhante, mas pode variar ligeiramente conforme a versão do Realme UI. Geralmente, o caminho é:

    1. Abra Configurações.
    2. Vá até “Acessibilidade”.
    3. Selecione “Modo Fácil” e ative o recurso.

    Assim como na Samsung, é possível personalizar o nível de ampliação e contraste. A Realme também permite que o usuário defina atalhos para ativar ou desativar o modo rapidamente, facilitando o acesso em situações de necessidade.

    Por que nem todos os Androids têm o Modo Fácil?

    A ausência do Modo Fácil em dispositivos de outras fabricantes, como Motorola ou Xiaomi, está diretamente ligada às suas interfaces personalizadas (Xiaomi HyperOS ou Motorola My UX). Enquanto a Samsung e a Realme optaram por integrar o recurso nativamente em suas versões do Android, outras marcas ainda não o adotaram — ou o fizeram de forma limitada em modelos específicos.

    Para quem busca uma alternativa, existem aplicativos de terceiros, como o Big Launcher ou Simple Launcher, que oferecem soluções semelhantes, embora com menos integração ao sistema. No entanto, a praticidade do Modo Fácil nativo continua sendo a melhor opção para quem precisa de acessibilidade imediata.

  • Google passa a incluir backups do Android no limite do Drive a partir de julho de 2026

    Google passa a incluir backups do Android no limite do Drive a partir de julho de 2026

    O Google anunciou que, a partir de 7 de julho de 2026, todos os dados de backup do Android passarão a ser contabilizados no limite de armazenamento do Google Drive. Até então, apenas fotos, vídeos e arquivos em MMS eram considerados; agora, também entram na conta dados de aplicativos, histórico de chamadas e mensagens SMS.

    O que muda para os usuários?

    A atualização não altera a forma como o backup funciona, mas expande o escopo do que é mensurado. Antes, muitos usuários sequer notavam o impacto no armazenamento, já que apenas mídias visuais e textos em MMS eram registrados. Com a novidade, o volume de dados pode crescer, ainda que de forma discreta, segundo a empresa.

    Impacto mínimo, mas atenção necessária

    Em comunicado oficial, o Google assegurou que a mudança resultará em um aumento médio de apenas 40 MB no uso de espaço. Para a maioria dos usuários, isso não deve gerar transtornos, mas quem já opera próximo ao limite de 15 GB (plano gratuito) ou de assinaturas pagas deve ficar atento. A plataforma também sinalizou que, em breve, permitirá a seleção individual de apps para backup, dando mais controle sobre o que é salvo na nuvem.

    Por que a mudança?

    A decisão reflete uma tendência do Google de unificar critérios de armazenamento, evitando distorções como a de apps que geram backups volumosos sem serem contabilizados. A medida alinha-se ainda à crescente dependência dos usuários em soluções nativas de backup, especialmente em mercados emergentes onde o Android domina. Com o anúncio, a empresa reforça seu compromisso com a segurança dos dados, mesmo que o ajuste seja incremental.

  • Justiça europeia põe fim a 6 anos de batalha: Google deve pagar R$ 25 bilhões por abuso no Android

    Justiça europeia põe fim a 6 anos de batalha: Google deve pagar R$ 25 bilhões por abuso no Android

    Multa histórica após seis anos de litígio

    Na última quinta-feira (02/07), o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) selou uma das maiores derrotas judiciais do Google ao manter a multa de 4,1 bilhões de euros (cerca de R$ 25 bilhões) aplicada pela Comissão Europeia em 2018. A decisão põe fim ao último recurso apresentado pela Alphabet, controladora do Google, encerrando uma batalha judicial que se arrastava desde 2018.

    Android usado como ferramenta de monopólio

    A penalidade foi mantida porque, segundo os reguladores europeus, o Google abusou de sua posição dominante no mercado de buscas ao impor restrições aos fabricantes de dispositivos Android, sufocando a concorrência. A estratégia incluía exigir a pré-instalação do Google Search e Google Chrome em troca de licenças para a Play Store, o que, segundo a Comissão, limitava as opções dos consumidores e prejudicava rivais como a Microsoft.

    Nuvens escuras sobre o futuro da Play Store

    Além da multa histórica, a Comissão Europeia já abriu novas frentes contra o Google. Uma das investigações em andamento foca nas regras da Play Store, que, segundo críticos, imporiam condições abusivas a desenvolvedores e cobranças excessivas (até 30% sobre transações). Outra linha de apuração analisa se a empresa favorece seus próprios serviços de notícias em detrimento de veículos independentes nos resultados de busca.

    Consequências para o ecossistema tecnológico

    A decisão do TJUE não apenas reforça a postura agressiva da União Europeia contra práticas monopolistas de big techs, como também envia um recado claro a outras empresas do setor. Para o Google, a multa representa um golpe financeiro e de imagem, mas a maior ameaça pode vir das mudanças estruturais impostas pela Comissão Europeia, que incluem a abertura do Android para concorrentes e a revisão de suas políticas na Play Store. O desfecho ainda pode inspirar reguladores de outros blocos, como o Brasil e os EUA, a adotarem medidas semelhantes.

  • Google alerta: mudanças na UE podem facilitar cibercrimes contra dados de busca e Android

    Google alerta: mudanças na UE podem facilitar cibercrimes contra dados de busca e Android

    Na última quarta-feira, 1º de julho de 2026, a gigante tecnológica Google emitiu um comunicado alertando sobre potenciais vulnerabilidades em cibersegurança decorrentes de mudanças na regulamentação europeia. A preocupação central está no Digital Markets Act, lei que visa aumentar a competitividade no setor de tecnologia, mas que, segundo a empresa, pode ter efeitos colaterais perigosos.

    O que muda com a nova legislação da UE?

    A proposta do Digital Markets Act obriga empresas dominantes, como o Google, a compartilhar dados de mecanismos de busca e sistemas operacionais, como o Android, com concorrentes menores. A intenção é democratizar o mercado, mas Heather Adkins, vice-presidente de Engenharia de Segurança da empresa, destaca um risco iminente: “A abertura desses dados pode facilitar ataques cibernéticos, expondo informações sensíveis de usuários e detalhes operacionais críticos”.

    Riscos concretos para usuários e empresas

    Segundo Adkins, hackers poderiam explorar essas brechas para acessar pesquisas relacionadas a cibersegurança — como buscas por vulnerabilidades ou ferramentas de proteção — e até mesmo dados internos do Android. A vulnerabilidade não se limita a vazamentos: ataques direcionados a sistemas operacionais e mecanismos de busca tornariam-se mais frequentes e sofisticados.

    A medida também contraria os esforços globais de privacidade, como o GDPR, que já impõe restrições rígidas ao compartilhamento de dados na UE. Especialistas em cibersegurança ouvidos pela imprensa destacam que, sem salvaguardas adicionais, a lei poderia criar um efeito dominó de exposição, beneficiando grupos maliciosos.

    Google pressiona por ajustes na legislação

    Em resposta, o Google já sinalizou que pode buscar alterações no texto final da lei para minimizar os riscos. A empresa argumenta que, sem proteções claras, a abertura compulsória de dados — especialmente em áreas como saúde digital ou finanças — poderia levar a ataques em massa ou espionagem industrial. A discussão ganha urgência diante do crescente número de ciberataques registrados em 2026, com prejuízos superiores a US$ 1 trilhão globalmente, segundo relatórios recentes.

  • Clicks Communicator: a primeira demo do celular Android com teclado físico estilo BlackBerry é lançada nesta terça-feira

    Clicks Communicator: a primeira demo do celular Android com teclado físico estilo BlackBerry é lançada nesta terça-feira

    Um retrocesso com modernidade: o Communicator chega com teclado físico no estilo BlackBerry

    Na última terça-feira (30 de junho de 2026), a Clicks surpreendeu ao lançar a primeira demonstração real do Communicator, um celular Android que resgata o icônico teclado físico alfanumérico da linha BlackBerry. Até então, o dispositivo era apenas uma promessa apresentada na CES 2026, no início do ano. Agora, um vídeo oficial revela seu funcionamento, embora ainda em estágio de desenvolvimento.

    Design e hardware: equilíbrio entre nostalgia e inovação

    O Communicator mantém a essência dos antigos smartphones de teclado, mas com um toque contemporâneo. Sua tela AMOLED de 4 polegadas, com resolução de 1200×1080 pixels, oferece imagens nítidas, enquanto a câmera traseira de 50 megapixels promete qualidade fotográfica superior. A bateria de 4.450 mAh, segundo a fabricante, deve garantir autonomia suficiente para um dia intenso de uso.

    Lançamento previsto para o último trimestre de 2026, com preço de US$ 499

    A Clicks já definiu a data de estreia do Communicator para o último trimestre de 2026, com um preço inicial estimado em US$ 499. O dispositivo se diferencia por seu formato mais largo, devido ao teclado físico, mas mantém um design ergonomicamente ajustado para uso com uma ou duas mãos. Resta saber se o mercado aceitará a volta do teclado físico em plena era de telas touch.

  • Motorola prepara Edge 70 Max com recarga sem fio Qi2 de alta potência para fechar a linha

    Motorola prepara Edge 70 Max com recarga sem fio Qi2 de alta potência para fechar a linha

    Qi2 chega ao portfólio Motorola com Edge 70 Max

    O mercado de smartphones ganhou mais um candidato ao carregamento sem fio de alta performance. O Motorola Edge 70 Max (XT2611), recém-certificado pelo Wireless Power Consortium (WPC), estreia com suporte ao Qi2 2.5 W — padrão lançado na CES 2023 e já adotado por gigantes como Google e Samsung. A informação, vazada pelo Android Authority, confirma que o modelo está em fase avançada de desenvolvimento, embora a fabricante ainda não tenha anunciado oficialmente o lançamento ou divulgado especificações completas.

    Posicionamento no mercado e concorrência direta

    O Edge 70 Max deve fechar a linha Edge 70, atualmente liderada pelo Edge 70 Pro — lançado recentemente. Sem detalhes sobre processador, câmeras ou preço, a estratégia da Motorola parece clara: competir em inovação técnica, especialmente em um segmento onde a recarga sem fio ainda é um diferencial. A certificação do WPC, entretanto, não elucida se o aparelho trará outras novidades, como baterias de maior capacidade ou telas de alta taxa de atualização.

    Oportunidade ou risco para a Motorola?

    Apesar do atraso na adoção do Qi2 — padrão já consolidado entre os principais fabricantes —, a Motorola pode aproveitar o momento para conquistar usuários que priorizam conectividade e praticidade. Contudo, a falta de transparência sobre as especificações técnicas deixa dúvidas: o Edge 70 Max será realmente superior ao Edge 70 Pro? Ou se limitará a um upgrade incremental? A ausência de confirmação oficial da marca reforça a necessidade de aguardar anúncios formais para avaliar seu real impacto no setor.

  • TIM inova na América do Sul: transferência de eSIM entre Android e iPhone vira realidade

    TIM inova na América do Sul: transferência de eSIM entre Android e iPhone vira realidade

    Liberdade sem limites para trocar de celular

    A TIM anunciou nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, uma revolução nos planos de telefonia móvel: pela primeira vez na América do Sul, os usuários podem transferir perfis de eSIM entre dispositivos Android e iPhone sem barreiras. Até então, as operadoras brasileiras restringiam essa funcionalidade a migrações dentro do mesmo ecossistema — como de iPhone antigo para novo ou de Android velho para um modelo mais recente.

    Tecnologia aberta e pioneira

    A solução utiliza o Entitlement Server como plataforma orquestradora, alinhada aos padrões da GSMA para Android e a uma especificação proprietária da Apple nos iPhones. Segundo a TIM, a inovação foi validada em parceria com fabricantes e visa dar autonomia aos consumidores na hora de trocar de aparelho, independentemente do sistema operacional. Por enquanto, a funcionalidade está restrita a iPhones (desde iOS 16.5) e smartphones da Motorola, mas a operadora não descarta ampliações futuras.

    O que muda para o usuário?

    Quem optava por trocar de iPhone para Android — ou vice-versa — precisava recorrer a soluções alternativas, como a conversão física do chip ou a contratação de um novo plano. Agora, basta acessar a página oficial da TIM dedicada à transferência de eSIM, seguir os passos e concluir o processo em minutos. A medida reforça a tendência de integração entre plataformas, mesmo em um mercado historicamente fragmentado como o brasileiro.

  • WhatsApp estreia ponto verde para identificar contatos online no Android

    WhatsApp estreia ponto verde para identificar contatos online no Android

    O WhatsApp está aprimorando a forma como os usuários identificam quando seus contatos estão disponíveis para conversar. Na última atualização beta do aplicativo para Android, foi implementado um ponto verde sobre a foto de perfil dos contatos que estão online, uma alteração que promete agilizar a comunicação dentro da plataforma.

    Mudança que simplifica a interação

    A nova funcionalidade chega para complementar a área de contatos do WhatsApp, atualmente em reformulação. Até então, o app já exibia a palavra “online” abaixo do nome de um contato quando este estava ativo, mas apenas dentro da tela de conversação. Agora, o ponto verde aparece diretamente na foto de perfil, dispensando a necessidade de abrir uma conversa para verificar a disponibilidade.

    Inovação alinha o WhatsApp a padrões consolidados

    Essa abordagem não é inédita no mercado. Em diversos serviços de mensageria e redes sociais, o ponto verde já é um símbolo universal para indicar que alguém está conectado e apto a responder. Ao adotar esse padrão, o WhatsApp reforça sua intenção de tornar a experiência do usuário mais fluida e alinhada às expectativas do mercado.

    O que esperar daqui para frente?

    Ainda não há previsão oficial para o lançamento da atualização para todos os usuários. No entanto, a implementação na versão beta sugere que a novidade deve chegar ao público geral em breve, possivelmente como parte de uma das próximas atualizações do aplicativo. Enquanto isso, usuários do iOS e demais plataformas aguardam para saber se a funcionalidade será estendida a outros sistemas operacionais.