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  • Zurich lança seguro para Apple Watch no Brasil: proteção contra roubo, furto e danos a partir de R$ 40/mês

    Zurich lança seguro para Apple Watch no Brasil: proteção contra roubo, furto e danos a partir de R$ 40/mês

    A Zurich Seguros inaugurou no mercado brasileiro um seguro digital voltado para relógios inteligentes, com foco inicial nos Apple Watch. Lançado nesta quinta-feira, 16 de julho de 2026, o serviço oferece planos a partir de R$ 40,02/mês (na contratação anual) e cobre os modelos SE 3, Series 10 e Series 11, tanto novos quanto usados.

    Cobertura ampliada em dois pacotes

    O seguro opera em duas modalidades: Econômico e Completo. A primeira garante proteção contra roubo e furto, enquanto a segunda adiciona cobertura para danos acidentais — como quedas ou exposição a líquidos. Os valores variam conforme o modelo do relógio, conforme tabela divulgada pela seguradora:

    Preços por modelo: de R$ 40 a R$ 139/mês

    Os custos mensais são definidos com base no valor de mercado do aparelho e incluem descontos para contratação anual (parcelada em 12 vezes sem juros). Veja os valores mínimos e máximos por modelo:

    • Apple Watch SE 3: R$ 40,02 a R$ 64,49/mês
    • Apple Watch Series 10: R$ 52,15 a R$ 100,49/mês
    • Apple Watch Series 11: R$ 66,70 a R$ 139,49/mês

    Diferencial frente à concorrência

    Embora a Porto Seguro já ofereça proteção para smartwatches (incluindo Apple Watch) com valores definidos por cotação individual, a Zurich se destaca pela previsibilidade de preços e pela contratação totalmente digital — sem necessidade de análise de risco prévia. A expansão para outros fabricantes de relógios inteligentes, como Samsung ou Garmin, está prevista, mas ainda não tem data para estrear.

    Por que apostar em um seguro específico para smartwatches?

    A crescente popularidade dos relógios inteligentes — que já ultrapassaram a marca de 50 milhões de unidades vendidas no Brasil em 2025 — torna esses dispositivos alvos frequentes de roubos e acidentes. Segundo dados da Federação Nacional de Seguros (FenSeg), os sinistros envolvendo smartwatches cresceram 32% no primeiro semestre de 2026, impulsionados pelo alto valor de revenda dos aparelhos e pela falta de proteção nativa contra perdas.