Tag: automação

  • Chery lança cão robótico e humanoide no Brasil com homologação da Anatel ainda em 2026

    Chery lança cão robótico e humanoide no Brasil com homologação da Anatel ainda em 2026

    Robôs com certificações internacionais chegam ao mercado brasileiro

    A Chery International confirmou que sua divisão de robótica AiMOGA desembarcará no Brasil no último trimestre de 2026, trazendo dois produtos inovadores: o cão robótico Argos e o humanoide Mornine. Ambos já obtiveram homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), garantindo sua operação no país, além de certificações europeias.

    Mornine: atendimento e vendas nas concessionárias

    O robô humanoide Mornine será integrado ao atendimento das concessionárias Omoda & Jaecoo, atuando como assistente em showrooms. Além disso, o produto será comercializado diretamente ao público, marcando a estreia da AiMOGA no mercado brasileiro. A tecnologia por trás do dispositivo inclui inteligência artificial avançada e modelos de linguagem (LLMs), permitindo interações autônomas e respostas personalizadas.

    Argos: o cão robótico da AiMOGA

    O Argos, por sua vez, é um robô com formato de cão projetado para aplicações residenciais ou comerciais. Com autonomia e capacidade de interação, o dispositivo se soma à oferta de robôs domésticos que ganham espaço no mercado global. A chegada desses produtos reforça a aposta da Chery em soluções de robótica integrada a ecossistemas automotivos.

  • Google lança no Brasil o Gemini Spark: IA pessoal 24h para automatizar tarefas

    Google lança no Brasil o Gemini Spark: IA pessoal 24h para automatizar tarefas

    O Google expandiu para o Brasil o Gemini Spark, um agente de inteligência artificial pessoal projetado para funcionar 24 horas por dia, automatizando tarefas cotidianas sem necessidade de supervisão constante. Lançado nesta sexta-feira (31/07), o serviço se integra ao ecossistema do Google — como Gmail, Docs e Planilhas — para executar atividades como organizar reservas de voos e hotéis, revisar faturas de cartão de crédito ou até mesmo redigir rascunhos de respostas.

    Automação sem limites: como o Spark funciona

    O Gemini Spark opera em segundo plano, recebendo comandos pré-programados e executando-os de forma autônoma. Por exemplo, um usuário pode configurá-lo para adicionar automaticamente dados de reservas a uma planilha ou analisar gastos mensais em cartões. Diferente de assistentes convencionais, o Spark não exige que o aplicativo permaneça aberto ou que o usuário monitore o processo.

    Disponibilidade restrita aos planos premium

    O serviço está acessível apenas para assinantes dos planos AI Ultra (R$ 779,90/mês) e AI Pro (R$ 96,99/mês). O lançamento no Brasil chega meses após o anúncio do Spark durante o Google I/O 2026, realizado em maio deste ano, quando a empresa destacou o potencial da ferramenta para aumentar a produtividade de profissionais e gestores.

    Impacto no mercado de IA e automação

    A chegada do Gemini Spark ao Brasil reforça a estratégia do Google de popularizar agentes de IA capazes de substituir tarefas repetitivas. Com a crescente demanda por automação em ambientes corporativos e pessoais, a ferramenta pode se tornar um diferencial para quem busca otimizar tempo e reduzir erros manuais. No entanto, o alto custo dos planos premium levanta questionamentos sobre acessibilidade em um mercado ainda em consolidação.

  • BYD acelera corrida por robôs humanoides: primeira estreia prevista para agosto na China

    BYD acelera corrida por robôs humanoides: primeira estreia prevista para agosto na China

    A BYD deu mais um passo firme na revolução da robótica ao anunciar o lançamento de seu primeiro robô humanoide para agosto de 2026, segundo comunicado oficial publicado em seu perfil dedicado ao BYD Zhengzhou Di Space, um espaço de inovação da marca na China.

    Robô com foco em interação, não em força bruta

    Diferente dos robôs industriais convencionais, o novo modelo da BYD deve priorizar habilidades de comunicação e interação com clientes, segundo detalhes divulgados. Um teaser publicado na rede social WeChat não revelou especificações técnicas, mas destacou a capacidade do equipamento de se integrar ao ambiente de lojas físicas — um movimento estratégico para humanizar a experiência de compra em um mercado cada vez mais automatizado.

    Projeto nasceu em 2024, mas acelera agora

    As bases do desenvolvimento foram lançadas há dois anos, quando a vice-presidente executiva da BYD, Stella Li, confirmou em junho de 2025 — durante participação em um talk show chinês — que a empresa já trabalhava em uma equipe dedicada exclusivamente à inteligência artificial e robótica. A aposta reflete a crescente onda de inovação no setor, impulsionada pela China, que lidera pesquisas globais em automação avançada.

    China domina a nova era dos humanoides

    O timing não é coincidência: em novembro de 2025, o governo chinês já sinalizava apoio à robótica humanoide como uma das prioridades tecnológicas nacionais, alinhada à estratégia de transformar o país em um polo de IA e automação até o final da década. Com a BYD entrando nessa disputa, o mercado deve ver uma aceleração de lançamentos competitivos nos próximos meses, com aplicações que vão desde o varejo até serviços personalizados.

  • Gemini no trabalho: apenas 3% dos usos são para automação massiva, revela estudo do Google

    Gemini no trabalho: apenas 3% dos usos são para automação massiva, revela estudo do Google

    No último domingo (26/07/2026), o Google divulgou dados que desafiam o receio de que a inteligência artificial esteja substituindo postos de trabalho em larga escala. Segundo a análise de 14,65 milhões de interações com o Gemini em plataformas corporativas, a ferramenta é predominantemente utilizada em tarefas pontuais e consultas rápidas, e não em automações massivas.

    IA como ferramenta, não como substituta

    A pesquisa revelou que apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação de processos inteiros, enquanto 75% das interações são para tarefas específicas e consultas simples. Além disso, 86% das interações ocorrem fora do ambiente de trabalho, indicando que a IA ainda é vista como um recurso complementar.

    O que o estudo diz sobre o futuro do trabalho

    Os dados sugerem que, ao menos por enquanto, a IA não está eliminando empregos, mas sim otimizando rotinas. Profissionais de diversas áreas ainda utilizam o Gemini para agilizar pesquisas, redigir esboços ou analisar dados — funções que não substituem, mas potencializam a produtividade humana. O estudo reforça a ideia de que a tecnologia, quando bem aplicada, atua como uma extensão das capacidades humanas, e não como uma ameaça direta.

  • Meta lança Muse Spark 1.1: a IA que disputa a liderança em programação com preço agressivo

    Meta lança Muse Spark 1.1: a IA que disputa a liderança em programação com preço agressivo

    Um novo player no mercado de IA para desenvolvedores

    A Meta deu mais um passo para consolidar sua posição no competitivo mercado de inteligência artificial com o lançamento do Muse Spark 1.1, modelo especializado em programação, raciocínio lógico e automação de tarefas. Anunciado oficialmente às 16h36 (horário de Brasília) desta quinta-feira (09/07), o novo sistema representa uma evolução significativa em relação à versão inicial apresentada em abril, com foco em agentes autônomos capazes de operar com mínima intervenção humana.

    Diferente dos modelos tradicionais de IA, que atuam como assistentes pontuais, o Muse Spark 1.1 é projetado para executar funções completas — como navegação na web sem supervisão e processamento automatizado de dados — com maior eficiência e custo reduzido. Segundo a empresa, a nova versão reduz a lacuna técnica em relação a concorrentes como GitHub Copilot, DeepMind e Anthropic, que já dominam o segmento de IA para programação.

    Menor custo e integração com ecossistema da Meta

    Um dos principais diferenciais do Muse Spark 1.1 é seu modelo de precificação agressivo, que, segundo a Meta, tornaria o uso mais acessível para desenvolvedores e empresas. Ainda não há testes independentes que comprovem seu desempenho em larga escala, mas a empresa já sinaliza que o modelo será integrado gradualmente a plataformas como WhatsApp, Instagram e Facebook, ampliando seu alcance além dos ambientes de desenvolvimento.

    Embora a versão 1.1 esteja disponível inicialmente apenas para desenvolvedores nos Estados Unidos, a Meta já trabalha em uma estratégia global que pode redefinir como softwares são criados nos próximos anos. A aposta em agentes autônomos — sistemas capazes de tomar decisões e executar tarefas complexas sem supervisão constante — pode acelerar a adoção de IA em setores como automação de escritórios, análise de dados e até mesmo desenvolvimento de aplicativos.

    O que esperar do futuro da IA para programação?

    A chegada do Muse Spark 1.1 levanta questões sobre como a Meta planeja competir com gigantes como Microsoft (dona do GitHub Copilot) e Google (que integrou IA ao Android Studio). A empresa não divulgou benchmarks comparativos, mas especialistas já especulam se o modelo conseguirá superar limitações de versões anteriores, como alucinações em código gerado automaticamente e dependência excessiva de supervisão humana.

    Para desenvolvedores, a grande expectativa é a redução de custos sem perda de qualidade. Caso o Muse Spark 1.1 cumpra o prometido, a Meta pode se tornar uma alternativa viável para startups e pequenas empresas que buscam ferramentas de IA para otimizar workflows de programação. Já para usuários finais, a integração com aplicativos do Meta ainda é um mistério, mas a possibilidade de assistentes de IA mais inteligentes e autônomos no dia a dia não pode ser descartada.

  • Low-code: a revolução que está transformando o desenvolvimento de software em 2026

    Low-code: a revolução que está transformando o desenvolvimento de software em 2026

    No cenário tecnológico de 2026, marcado pela exigência de entrega ágil e redução de custos operacionais, o low-code se consolida como uma das principais tendências do setor de TI. Essa metodologia, que utiliza interfaces visuais para abstrair a complexidade da programação tradicional, permite que empresas e profissionais sem formação técnica especializada desenvolvam soluções funcionais em questão de dias — ou até horas.

    Como o low-code acelera a inovação sem perder a segurança?

    Diferentemente dos métodos convencionais, que exigem meses de desenvolvimento e equipes multidisciplinares, as plataformas low-code operam com blocos pré-configurados. O usuário constrói aplicações arrastando componentes como formulários, botões e lógica condicional, enquanto o sistema gerencia automaticamente bancos de dados, APIs e regras de negócio. Essa automação reduz drasticamente o tempo de lançamento, mas não compromete a robustez: é possível integrar scripts personalizados para demandas específicas, garantindo flexibilidade sem abrir mão da governança técnica.

    De portais corporativos a apps consumer: onde o low-code já faz diferença

    Em 6 de julho de 2026, empresas de diversos segmentos já adotam low-code para resolver problemas antes considerados complexos. No setor público, por exemplo, prefeituras utilizam a tecnologia para criar sistemas de gestão de processos internos com interfaces intuitivas. Já no varejo, varejistas desenvolvem aplicativos mobile para fidelização de clientes em tempo recorde. Até mesmo startups de saúde usam low-code para prototipar soluções de telemedicina, testando hipóteses antes de investir em desenvolvimento tradicional.

    O futuro do desenvolvimento: low-code vs. programação tradicional

    Embora o low-code não substitua completamente a programação clássica — especialmente para sistemas críticos ou com requisitos de performance extrema —, ele redefine o papel dos desenvolvedores. Agora, profissionais de TI podem focar em otimizar arquiteturas e integrar soluções avançadas, enquanto equipes de negócios ganham autonomia para criar suas próprias ferramentas. A consequência? Um ecossistema mais colaborativo, onde a inovação deixa de ser exclusividade dos departamentos de tecnologia.

    Exemplos práticos de plataformas low-code em 2026

    Entre as ferramentas mais populares atualmente estão:

    • Microsoft Power Platform: amplamente adotada por empresas que já utilizam o ecossistema Microsoft, permitindo criar fluxos de trabalho, aplicativos e dashboards com integração nativa ao Office 365 e Azure.
    • OutSystems: ideal para aplicações empresariais, oferece alta escalabilidade e suporte a múltiplas linguagens de programação para personalizações avançadas.
    • Bubble: a plataforma citada na imagem da matéria original, famosa por permitir o desenvolvimento de aplicativos web complexos sem uma linha de código escrita manualmente.
  • Ford recua: IA falha em controle de qualidade e empresa recontrata 300 inspetores experientes

    Ford recua: IA falha em controle de qualidade e empresa recontrata 300 inspetores experientes

    Ainda em junho de 2026, a Ford admitiu que a inteligência artificial não conseguiu substituir com eficiência o trabalho de inspetores de qualidade experientes, forçando a empresa a reintegrar mais de 300 profissionais demitidos nos últimos meses. A virada estratégica coloca em xeque a automação em setores onde a precisão humana é insubstituível — pelo menos por enquanto.

    O fracasso da automação e o retorno dos especialistas

    Segundo relatos da Bloomberg, a IA implantada pela Ford para avaliar componentes automotivos não atingiu os padrões de qualidade exigidos, resultando em defeitos não detectados e retrabalhos dispendiosos. A solução encontrada pela montadora foi recontratar os inspetores veteranos, cujas habilidades — desenvolvidas ao longo de décadas — se mostraram indispensáveis para garantir a excelência dos veículos.

    “A ferramenta é tão boa quanto os dados que a alimentam”

    Charles Poon, vice-presidente de engenharia de hardware da Ford, reconheceu que a IA é poderosa, mas depende de informações de alta qualidade para funcionar. “Inteligência artificial é uma ferramenta fantástica, mas ela é tão boa quanto as informações que você usa para treiná-la”, declarou. A fala não apenas justifica o retrocesso da empresa, mas também sinaliza um novo papel para os profissionais recontratados: eles não só retomarão suas funções como também treinarão tanto equipes quanto sistemas automatizados.

    O que isso diz sobre o futuro do trabalho?

    A experiência da Ford reforça uma tendência crescente: a IA, embora promissora, ainda enfrenta barreiras quando aplicada a tarefas que exigem discernimento humano, criatividade ou interpretação de contextos complexos. Enquanto empresas ao redor do mundo apostam em automação para cortar custos, casos como este servem de alerta para os riscos de subestimar a expertise humana — especialmente em setores críticos como o automobilístico.

  • JD.com anuncia substituição de 700 mil entregadores por robôs até 2026: automação avança na China

    JD.com anuncia substituição de 700 mil entregadores por robôs até 2026: automação avança na China

    A gigante chinesa do e-commerce JD.com revelou que a substituição de entregadores humanos por robôs de delivery é inevitável. Segundo o fundador e conselheiro da empresa, Richard Liu, a automação deve ocorrer mais cedo ou mais tarde, em um movimento que reflete a aceleração tecnológica no setor logístico.

    Planos de transição e preocupações sociais

    Para mitigar os impactos da substituição, a JD.com anunciou parcerias com cerca de 120 escolas para oferecer treinamentos aos trabalhadores afetados. A estratégia busca realocar esses profissionais em novas áreas, embora a escala da mudança — 700 mil postos de trabalho — levante questionamentos sobre a viabilidade de recolocação em massa.

    Automação em um mercado em transformação

    Liu fez o anúncio durante o Fórum de CEOs da APEC, realizado em junho de 2026, destacando que a China já conta com 320 milhões de trabalhadores autônomos, incluindo entregadores, motoristas de aplicativo e temporários. A automação, no entanto, não se limita ao delivery: fábricas e centros de distribuição também têm adotado robôs para otimizar operações.

    Consequências para o mercado de trabalho

    A fala de Liu ecoa um debate global sobre os efeitos da automação. Enquanto empresas buscam eficiência, governos e sociedade precisam lidar com a redução de empregos tradicionais. A JD.com, embora promova a transição, não detalhou prazos específicos para a substituição total dos entregadores.

  • Chevrolet Sonic 2027: A revolução tecnológica por trás do novo SUV na fábrica de Gravataí

    Chevrolet Sonic 2027: A revolução tecnológica por trás do novo SUV na fábrica de Gravataí

    Uma fábrica que redefiniu a indústria automotiva brasileira

    A unidade da General Motors em Gravataí, inaugurada em julho de 2000, não é apenas uma das mais antigas do país — é um laboratório de inovação onde cada detalhe é projetado para a eficiência máxima. Com a chegada do Chevrolet Sonic 2027, o complexo gaúcho marca o início de uma nova era, após um investimento de R$ 1,2 bilhão em modernização. A planta, que já produziu quase 5 milhões de veículos, incluindo lendas como o Celta e o Onix, agora ostenta o título de uma das fábricas mais tecnológicas da América Latina.

    Do conceito à linha de produção: a engenharia por trás do Sonic

    A transformação de Gravataí começou muito antes do lançamento do Sonic. A GM implementou o conceito de *smart factory*, onde robôs, inteligência artificial e sistemas digitais trabalham em perfeita sincronia. Cada etapa da produção é monitorada em tempo real, e a linha de montagem é projetada para interromper automaticamente se algum defeito for detectado — um recurso que garante padrões de qualidade inigualáveis. Com capacidade para produzir 63 carros por hora, ou um veículo a cada 55 segundos, a fábrica opera no limite da eficiência industrial.

    A automação não se limita à montagem. Na unidade, fornecedores estratégicos operam dentro do complexo em um modelo de condomínio industrial, eliminando etapas logísticas e acelerando a entrega de componentes. Essa integração vertical reduz custos e aumenta a agilidade, permitindo que a GM responda rapidamente às demandas do mercado sul-americano. O Sonic 2027, desenvolvido especificamente para o consumidor da região, é o primeiro grande fruto desse ecossistema moderno.

    Tecnologia e sustentabilidade: o DNA da nova fábrica

    A revolução em Gravataí vai além da produtividade. A planta é uma das poucas no mundo a operar com certificação *Zero Aterro*, reciclando 100% dos resíduos industriais gerados. Atualmente, quase 60% da energia consumida pela fábrica vem de fontes renováveis, um compromisso ambiental que alinha a GM aos padrões globais de ESG. Além disso, a automação reduz drasticamente o consumo de recursos, enquanto sistemas de IA otimizam o uso de materiais e energia em cada etapa do processo.

    Outro diferencial é a adoção de câmeras inteligentes e algoritmos preditivos que previnem falhas antes mesmo de ocorrerem. Esses sistemas analisam padrões de desgaste em equipamentos e ajustam a produção automaticamente, minimizando paradas não planejadas. Segundo dados internos da GM, a eficiência energética da fábrica melhorou em 22% desde 2020, enquanto a produtividade cresceu 18% — números que colocam Gravataí no patamar das fábricas mais avançadas do grupo.

    Sonic 2027: o carro que nasceu de uma fábrica inteligente

    O Chevrolet Sonic 2027 não é apenas um novo modelo; é o resultado direto da modernização de Gravataí. Desenvolvido com foco no mercado sul-americano, o SUV compacto incorpora tecnologias como sistemas de assistência à condução, conectividade 5G e materiais reciclados em sua composição. A GM optou por um design modular, permitindo que a fábrica produza diferentes versões do modelo — desde a versão básica até as versões mais equipadas — sem perder eficiência.

    Os engenheiros da GM destacam que o Sonic foi projetado para ser versátil, atendendo tanto ao consumidor urbano quanto àqueles que buscam um carro familiar robusto. O modelo chega em um momento crucial, quando o segmento de SUVs compactos representa mais de 30% das vendas de veículos novos no Brasil. Com preços competitivos e uma rede de distribuição fortalecida, a Chevrolet espera repetir o sucesso do Onix, mas com a vantagem de uma produção otimizada e sustentável.

    Legado e futuro: Gravataí como modelo global

    A trajetória de Gravataí é um estudo de como a indústria automotiva pode se reinventar. De fábrica de carros populares como o Prisma a unidade de ponta tecnológica, o complexo gaúcho serve de inspiração para outras plantas da GM ao redor do mundo. Em 2023, a unidade foi reconhecida pela montadora como uma das referências em inovação, recebendo investimentos adicionais para expandir sua capacidade produtiva em 20%.

    Para o futuro, a GM já estuda a implementação de robôs autônomos e realidade aumentada na linha de montagem, além de ampliar o uso de energia solar. Com o Sonic 2027, a Chevrolet não apenas renova sua linha de produtos no Brasil — ela reafirma Gravataí como um dos pilares da estratégia global da empresa, provando que a união entre tecnologia, sustentabilidade e eficiência é o caminho para a indústria automotiva do século XXI.