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  • Vivo derruba preço da fibra 1 Gb/s para R$ 200 e enfrenta Claro e Nio no mercado de internet superveloz

    Vivo derruba preço da fibra 1 Gb/s para R$ 200 e enfrenta Claro e Nio no mercado de internet superveloz

    A guerra dos 1 Gb/s: Vivo corta preço e acirra disputa no setor de fibra ótica

    A Vivo surpreendeu o mercado ao reduzir o preço de sua conexão de internet fibra ótica de 1 Gb/s de R$ 300 para R$ 200 — queda de 33% válida desde os últimos dias de junho de 2026. Com a medida, a operadora se aproxima da Claro, que já oferecia o mesmo serviço por R$ 199,90 mensais, e amplia o confronto com a Nio, que pratica R$ 145 para a mesma velocidade.

    A decisão da Vivo, revelada com exclusividade pelo Tecnoblog, coloca em xeque o posicionamento da TIM, ainda líder em preço com seu TIM Ultra Fibra a R$ 99 — o mais barato do país para 1 Gb/s. A redução da Vivo representa não apenas uma estratégia comercial agressiva, mas um reflexo da crescente competição no segmento de banda larga superveloz, que atrai cada vez mais consumidores insatisfeitos com a estagnação dos preços nos últimos anos.

    Por que a Vivo mexeu nos preços agora?

    A Vivo não divulgou oficialmente os motivos da redução, nem respondeu aos pedidos de esclarecimento até o fechamento desta matéria. Especialistas do setor, no entanto, apontam três fatores possíveis: a necessidade de reter clientes diante da expansão da Claro em regiões antes dominadas pela marca, a pressão por inovação tecnológica para acompanhar a crescente demanda por velocidades superiores a 300 Mb/s (patamar atual da maioria dos contratos) e, sobretudo, a estratégia de ocupar espaços deixados pela TIM em mercados onde a operadora não atua com preços baixos.

    O que muda para os consumidores?

    Para quem busca a máxima performance na internet residencial, a queda de preço da Vivo é uma notícia positiva. Uma conexão de 1 Gb/s — ideal para famílias com múltiplos dispositivos conectados, jogos online em 4K ou transmissões simultâneas — agora está mais acessível, mesmo que ainda acima do valor praticado pela TIM. A diferença entre R$ 200 e R$ 99, no entanto, pode ser justificada pela cobertura geográfica: enquanto a TIM foca em capitais e grandes cidades, a Vivo e a Claro ampliam suas redes de fibra ótica para municípios menores, oferecendo uma alternativa onde a infraestrutura da líder de mercado ainda é limitada.

    O teto da Vivo: até onde a guerra de preços pode chegar?

    A conexão de 1 Gb/s representa o limite atual da Vivo em termos de velocidade para planos residenciais. Embora seja uma oferta atrativa, especialistas questionam se a redução de preço é sustentável a longo prazo, especialmente diante da pressão por investimentos em infraestrutura e pela crescente demanda por velocidades ainda maiores — como 2 Gb/s ou 10 Gb/s, já testadas em outros países. A pergunta que fica é: até quando as operadoras brasileiras conseguirão manter essa guerra de preços sem comprometer a qualidade do serviço ou a saúde financeira do setor?

  • TIM Play chega ao mercado com planos de R$ 9,90 a R$ 89,90 para disputar audiência com Vivo e Claro

    TIM Play chega ao mercado com planos de R$ 9,90 a R$ 89,90 para disputar audiência com Vivo e Claro

    Nova plataforma desafia gigantes do setor

    A TIM ingressou oficialmente no mercado de streaming no Brasil com o lançamento do TIM Play em 1º de julho de 2026, uma plataforma que combina conteúdos sob demanda, canais ao vivo e opções para locação de filmes, posicionando-se diretamente contra as soluções já estabelecidas pela Vivo e Claro. A estratégia reflete a crescente movimentação das operadoras de telecomunicações para diversificar suas receitas em um cenário de saturação do mercado de banda larga e móvel.

    Planos variam de R$ 9,90 a R$ 89,90

    A TIM Play disponibiliza três faixas de assinatura: o plano Básico (R$ 9,90/mês) foca em filmes sob demanda; o Standard (R$ 29,90/mês) inclui 16 canais abertos; e o Premium (R$ 89,90/mês) oferece 62 canais fechados, além de conteúdos exclusivos. Segundo Thompson Gomes, chefe de marketing da TIM, a proposta é oferecer uma experiência mais completa aos consumidores, integrando telecomunicações e entretenimento em um único ecossistema.

    Parceria técnica e acessibilidade multiplataforma

    O desenvolvimento do TIM Play contou com a parceria da Mileto, empresa responsável pela extinta Oi TV, responsável pela infraestrutura tecnológica da plataforma. A solução está disponível para clientes da operadora, mas também pode ser acessada por não-assinantes da TIM por meio de app para celular (Android e iOS), computadores e smart TVs das principais marcas. A empresa não divulgou detalhes sobre a integração com os serviços de telecom da TIM, como a possibilidade de descontos para clientes da operadora.

    Concorrência acirrada no setor de streaming

    O lançamento do TIM Play ocorre em um momento de alta competitividade no mercado de streaming no Brasil, onde gigantes como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video já dominam a preferência do público. A Vivo (com a Vivo Play) e a Claro (com a Claro TV+) também apostam em plataformas similares, oferecendo pacotes que combinam internet, TV por assinatura e serviços digitais. A estratégia da TIM, no entanto, destaca-se pela segmentação de preços e pela integração com sua base de clientes de telecomunicações, o que pode atrair consumidores insatisfeitos com os altos custos das plataformas tradicionais.