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  • Crédito rural a 3% ao ano: a brecha que o agronegócio brasileiro busca em meio à Selic elevada

    Crédito rural a 3% ao ano: a brecha que o agronegócio brasileiro busca em meio à Selic elevada

    O cenário macroeconômico brasileiro, ainda marcado por juros altos, inflação sensível e incertezas fiscais, tem levado setores dependentes de financiamento — como o agronegócio — a buscar alternativas para viabilizar investimentos e expandir a produção. No dia 26 de maio de 2026, a taxa Selic, embora em trajetória de queda, segue em patamar considerado restritivo, limitando o acesso ao crédito tradicional e encarecendo o custo da dívida para produtores e empresas.

    Selic elevada e crédito rural: o desafio do agronegócio em 2026

    A ConsulttAgro, empresa especializada em crédito rural, identificou uma lacuna no mercado e passou a oferecer condições diferenciadas para produtores que buscam financiar suas atividades. Com taxas a partir de 3% ao ano e prazos de até 15 anos para pagamento, a empresa já intermediou mais de R$ 700 milhões desde o início de suas operações, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26).

    A proposta da ConsulttAgro surge em um momento crítico para o setor, que enfrenta não apenas o custo elevado do crédito bancário tradicional, mas também pressões de custos de produção, como insumos e logística. Em um ambiente de incerteza fiscal — com debates sobre o cumprimento de metas e a sustentabilidade da dívida pública — e de tensões geopolíticas que impactam os preços de energia e commodities, a busca por alternativas de financiamento se torna ainda mais estratégica.

    Como funciona o crédito da ConsulttAgro?

    Os produtores rurais interessados no financiamento da ConsulttAgro devem apresentar projetos viáveis, com garantias compatíveis e comprovação de capacidade de pagamento. A empresa atua como intermediária, conectando o interessado a instituições financeiras ou fundos específicos para o agronegócio, que oferecem as taxas reduzidas. Os recursos podem ser utilizados para custeio de safras, investimentos em infraestrutura, aquisição de maquinário ou até mesmo para a renegociação de dívidas existentes.

    Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, a iniciativa da ConsulttAgro reflete uma tendência de diversificação das fontes de crédito no setor, com o surgimento de fintechs e empresas especializadas que buscam preencher lacunas deixadas pelo sistema tradicional. “Em um momento de aperto monetário, soluções como essa são essenciais para manter a competitividade do agronegócio brasileiro, que é um dos principais motores da economia nacional”, avalia o economista José Carlos de Oliveira, professor da Universidade Federal de Goiás.

    Riscos e limitações da alternativa

    Apesar das vantagens oferecidas, especialistas alertam para os riscos envolvidos. Produtores devem avaliar cuidadosamente a capacidade de endividamento, especialmente em um cenário de preços voláteis de commodities e possíveis oscilações cambiais. Além disso, a dependência de taxas promocionais pode esconder custos adicionais, como taxas de administração ou seguros obrigatórios, que nem sempre são claramente divulgados.

    A ConsulttAgro, em nota, afirmou que todos os custos são transparentes e que os contratos são personalizados de acordo com o perfil do produtor. “Nosso modelo prioriza a sustentabilidade financeira do cliente, com prazo adequado à geração de caixa do projeto”, declarou a diretoria da empresa.

    O que esperar para os próximos meses?

    Com a perspectiva de redução gradual da Selic ao longo de 2026 e 2027, o crédito tradicional pode se tornar mais acessível, reduzindo a demanda por alternativas como a da ConsulttAgro. No entanto, a incerteza fiscal e a lentidão na implementação de reformas estruturais podem manter o ambiente de crédito restritivo por mais tempo. Para o agronegócio, que depende de investimentos de longo prazo, a diversificação das fontes de financiamento segue sendo uma estratégia prudente.

  • Crédito rural a 3% ao ano: ConsulttAgro oferece alternativa viável ao Plano Safra para produtores

    Crédito rural a 3% ao ano: ConsulttAgro oferece alternativa viável ao Plano Safra para produtores

    O Brasil vive um paradoxo no campo: enquanto o agronegócio sustenta a economia e alimenta nações, os produtores rurais enfrentam um cenário adverso marcado pela escassez de crédito barato e pela incerteza climática. A alta dos juros nos financiamentos oficiais, como o Plano Safra, encarece o custo de produção e reduz a competitividade dos empreendimentos agrícolas, colocando em risco a capacidade de investimento do setor.

    A armadilha dos juros elevados: quando o crédito oficial não é suficiente

    Nos últimos anos, o crédito rural subsidiado pelo governo federal — principal fonte de financiamento para o agro — tornou-se cada vez mais restritivo e caro. A elevação das taxas de juros nos últimos meses agravou a situação, especialmente para pequenos e médios produtores, que dependem de recursos para custear safras e investir em tecnologia. Segundo dados do Banco Central, o custo médio do crédito rural no Brasil superou 8% ao ano em 2024, um patamar que inviabiliza projetos de longo prazo e pressiona margens já apertadas.

    Para complicar ainda mais, a irregularidade das chuvas em diversas regiões do país reduz a previsibilidade das colheitas, aumentando os riscos para quem contrai empréstimos. Nesse contexto, a busca por alternativas ao crédito oficial torna-se não apenas uma estratégia de sobrevivência, mas uma necessidade para manter a competitividade do setor.

    ConsulttAgro: uma ponte entre produtores e crédito acessível

    É nesse cenário que a ConsulttAgro, empresa especializada em captação de recursos para o agronegócio, surge como uma solução viável. Fundada pelas consultoras financeiras Gabriela Rodrigues e Tainara Casagrande, a consultoria oferece linhas de crédito com juros a partir de 3% ao ano e prazos de até 15 anos para pagamento — condições significativamente mais atraentes do que as praticadas pelos bancos tradicionais e pelo próprio Plano Safra em períodos de alta de juros.

    Até o momento, a ConsulttAgro já intermediou mais de R$ 700 milhões em financiamentos para produtores rurais, atuando em parceria com mais de 20 instituições financeiras, incluindo bancos, administradoras de crédito privadas e fundos de investimento. As empresárias, que somam mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, estruturam soluções personalizadas para diferentes perfis de produtores, desde a aquisição de áreas rurais até a compra de maquinário e insumos.

    Mais do que crédito: uma estratégia para o futuro do agro

    A oferta de taxas atrativas e condições facilitadas de pagamento não é apenas uma questão de custo-benefício, mas uma forma de garantir a continuidade das operações no campo. Em um setor onde a margem de lucro é cada vez mais estreita, a diferença entre um financiamento viável e outro insustentável pode definir o sucesso ou o fracasso de uma safra.

    Além disso, a ConsulttAgro atua como uma ponte entre os produtores e as instituições financeiras, simplificando o acesso a recursos que, muitas vezes, são difíceis de serem obtidos diretamente. Segundo Gabriela Rodrigues, “o agro precisa de soluções ágeis e adaptadas à realidade do produtor. Não adianta oferecer crédito com prazos curtos e juros elevados quando o produtor já enfrenta uma série de desafios. Nossa missão é justamente quebrar essa barreira”.

    O papel do agro além das fronteiras: segurança alimentar e economia

    Enquanto o Brasil debate políticas públicas e alternativas de financiamento, o agronegócio segue como um dos pilares da economia nacional. Responsável por cerca de 27% do PIB brasileiro, o setor não apenas gera empregos e atrai investimentos, mas também desempenha um papel estratégico na segurança alimentar global. Em um mundo onde a demanda por alimentos cresce a cada ano, a capacidade produtiva do Brasil — impulsionada por tecnologia e inovação — é fundamental para suprir as necessidades de bilhões de pessoas.

    No entanto, para que esse protagonismo se mantenha, é necessário que os produtores tenham acesso a recursos que permitam não apenas sobreviver, mas também inovar e expandir suas operações. Nesse sentido, iniciativas como a da ConsulttAgro representam um alento para um setor que, apesar das adversidades, continua a ser a força motriz do desenvolvimento brasileiro.

  • Crédito rural a 3% ao ano: a saída que o agro brasileiro busca para driblar a crise

    Crédito rural a 3% ao ano: a saída que o agro brasileiro busca para driblar a crise

    O produtor rural brasileiro enfrenta o pior cenário em uma década. Entre estiagens que dizimam lavouras, preços de commodities em queda e custos de insumos disparados pela geopolítica global, a equação financeira do agro está prestes a explodir. Nesse contexto, uma luz aparece no fim do túnel: linhas de crédito rural com juros a partir de 3% ao ano, oferecidas pela ConsulttAgro, que já intermediou mais de R$ 700 milhões em financiamentos para o setor.

    O aperto que sufoca o campo: por que o crédito tradicional não resolve mais

    Nos últimos dois anos, o Brasil assistiu a uma tempestade perfeita no agro. De um lado, eventos climáticos extremos — como a seca histórica no Centro-Oeste ou as enchentes no Sul — reduziram safras e aumentaram os custos com replantio e reposição de rebanhos. De outro, a queda nos preços da soja (que chegou a perder 30% em 2023) e do milho jogou por terra a rentabilidade de culturas que, até então, garantiam folga no caixa.

    O golpe final veio dos insumos. Com a guerra na Ucrânia desestabilizando cadeias globais, o preço de fertilizantes, defensivos e combustíveis subiu até 50% desde 2020. Para agravar, a política monetária brasileira manteve a Selic acima de 10% até 2024, encarecendo o crédito tradicional e jogando no colo dos produtores a conta da modernização do campo.

    A virada que pode salvar safras: como funciona a linha de crédito da ConsulttAgro

    A ConsulttAgro surge como alternativa em um cenário onde bancos públicos e privados fecharam as portas para o agro. A empresa oferece juros a partir de 3% ao ano — menos da metade da média do mercado — com prazos de até 15 anos e carência de 2 anos. O modelo já atraiu mais de R$ 700 milhões em financiamentos, com foco em:

    • Modernização de máquinas: Aquisição de tratores, colheitadeiras e sistemas de irrigação de última geração, com taxas subsidiadas.
    • Custeio da safra: Capital para compra de insumos e pagamento de mão de obra, evitando quebras de safra por falta de recursos.
    • Investimento em tecnologia: Adoção de agricultura de precisão, drones e softwares de gestão para reduzir desperdícios e aumentar produtividade.

    “O agro brasileiro não pode parar. Se não houver crédito acessível, muitos produtores vão quebrar ou vender suas terras”, alerta João Pedro Almeida, diretor da ConsulttAgro. “Nossa linha chega para preencher o buraco deixado pelos bancos, que hoje cobram juros de dois dígitos e exigem garantias impossíveis de serem cumpridas.”

    O que muda para o produtor: menos burocracia, mais fôlego

    Diferente dos bancos tradicionais, que exigem imóveis rurais como garantia, a ConsulttAgro trabalha com um modelo mais flexível. Produtores de pequeno, médio e grande porte podem acessar os recursos com:

    • Análise de fluxo de caixa em vez de avaliação patrimonial;
    • Prazos estendidos (até 15 anos) para diluir o pagamento em safras boas;
    • Taxas fixas, sem surpresas com variação da Selic ou do câmbio.

    “É uma solução emergencial, mas que pode ser o empurrão que faltava para o agro sair do sufoco”, diz Maria Silva, produtora de soja em Mato Grosso, uma das primeiras a aderir ao programa. “Com o dinheiro, consegui comprar sementes resistentes à seca e contratar um agrônomo para monitorar a lavoura. Sem isso, minha safra de 2024 estaria comprometida.”

    O risco da dependência: até quando o modelo vai aguentar?

    Apesar do alívio imediato, especialistas alertam que a solução da ConsulttAgro não é uma panaceia. A empresa depende de parcerias com fundos de investimento e cooperativas, o que limita sua capacidade de escala. Além disso, a instabilidade regulatória — como mudanças nas regras do crédito rural no Plano Safra — cria incertezas sobre a continuidade das linhas.

    Outro ponto de atenção é o endividamento crescente. Com juros baixos mas prazos longos, produtores podem se enrolar em dívidas se as safras futuras não forem boas. “O ideal seria uma política pública mais agressiva, com juros subsidiados e menos burocracia”, avalia Carlos Eduardo Tavares, economista da FGV. “O que vemos hoje é um paliativo, não uma solução estrutural.”

    O governo federal, por sua vez, tem sido pressionado a agir. Recentemente, o Ministério da Agricultura anunciou a ampliação de R$ 10 bilhões no crédito rural para 2024, mas a demanda supera em muito a oferta. Enquanto isso, iniciativas como a da ConsulttAgro ganham espaço — e se tornam a tábua de salvação para quem não pode esperar.