Nesta quarta-feira, 15 de julho de 2026, o Spotify anunciou a expansão do controle parental para contas gratuitas, uma medida que reforça o compromisso da plataforma com a segurança de crianças e adolescentes nos mercados internacionais.
A nova ferramenta: perfis monitorados sem assinatura
Pais e responsáveis agora podem criar perfis separados para crianças dentro da própria conta do Spotify, aplicando filtros de conteúdo e bloqueios de artistas ou músicas específicas. A funcionalidade, inicialmente restrita a assinantes pagantes, passa a ser acessível também aos usuários do plano gratuito em países como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, França, Alemanha e Países Baixos.
Como funciona o controle parental da plataforma
Ao ativar a conta monitorada, o responsável define quais gêneros, artistas ou canções devem ser bloqueados, além de restringir recomendações inadequadas. A criança utiliza um perfil próprio, mas com limites pré-estabelecidos, oferecendo uma camada de segurança sem a necessidade de migrar para o Spotify Kids — aplicativo voltado exclusivamente ao público infantil.
Diferença entre a nova ferramenta e o Spotify Kids
Enquanto o Spotify Kids é um aplicativo independente com conteúdo pré-selecionado e interface simplificada, a conta monitorada integra-se ao serviço principal. Isso significa que a criança acessa as mesmas playlists e funcionalidades básicas, mas com restrições aplicadas pelo adulto. No Brasil, a opção já existe desde julho de 2025, mas ainda é exclusiva para assinantes.
Por que a mudança importa
Com mais de 600 milhões de usuários ativos, o Spotify busca equilibrar a experiência de streaming com a segurança de menores. A ampliação do controle parental gratuito pode incentivar famílias a adotarem a plataforma mesmo sem planos pagos, ao mesmo tempo em que pressiona concorrentes como Apple Music e YouTube a aprimorarem suas próprias ferramentas de moderação.
