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  • GWM Poer P30 Pro 2027 estreia como a picape média mais barata do Brasil por R$ 205 mil

    GWM Poer P30 Pro 2027 estreia como a picape média mais barata do Brasil por R$ 205 mil

    Nova estratégia da GWM para conquistar mercado de picapes médias

    A GWM Poer P30 Pro 2027 foi lançada oficialmente na última quarta-feira, 5 de agosto de 2026, como a picape média mais barata do Brasil, com preço de R$ 205 mil. A estratégia da marca chinesa é oferecer uma alternativa mais acessível dentro da linha Poer, focada em consumidores que priorizam custo-benefício e capacidade de carga sem equipamentos supérfluos.

    Equipamentos reduzidos, mas manutenção de recursos essenciais

    A versão Pro mantém o motor 2.4 turbodiesel, a tração 4×4 e o pacote ADAS 2, garantindo segurança e desempenho para uso fora de estrada. No entanto, a GWM eliminou itens como multimídia de maior porte e câmera 360°, além de adotar rodas de aço de 18 polegadas em substituição às de liga leve da configuração Trail. O design externo também foi simplificado, com linhas mais sóbrias.

    Diferencial de preço frente à concorrência

    A Poer P30 Pro se destaca no mercado ao competir diretamente com modelos como a Fiat Titano Endurance, vendida a R$ 238.490. Mesmo com a redução de equipamentos, a picape chinesa mantém vantagem competitiva em preço, posicionando-se como opção atrativa para quem busca uma caminhonete média sem gastar com itens de luxo. Com o lançamento, a linha Poer agora conta com três configurações disponíveis no Brasil.

  • Fiat domina julho com 49 mil unidades e GWM estreia no top 10 do mercado automotivo

    Fiat domina julho com 49 mil unidades e GWM estreia no top 10 do mercado automotivo

    O mercado automotivo brasileiro fechou julho de 2026 com um desempenho histórico, consolidando a Fiat como líder absoluta pelo 67º mês consecutivo. Segundo dados oficiais da Fenabrave, foram emplacadas 265.695 unidades — 212.691 automóveis e 53.004 comerciais leves —, um crescimento de 15,54% na comparação anual e de 2,01% em relação a junho (260.445 unidades).

    Fiat mantém hegemonia, Volkswagen e Chevrolet completam pódio

    A marca italiana emplacou 49.026 unidades em julho, reforçando sua liderança no setor. A Volkswagen, com 41.956 unidades, e a Chevrolet, com 29.224, completaram o top 3. A GWM, entretanto, chamou atenção ao estrear no top 10 do ranking, pela primeira vez na história, com um volume expressivo de vendas.

    Demanda aquecida e programas governamentais impulsionam mercado

    O presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, destacou que o mercado tem se beneficiado de fatores como a renovação de frota, a demanda por mobilidade e os incentivos do Programa Carro Sustentável. O acumulado dos sete primeiros meses de 2026 atingiu 1.624.740 unidades vendidas, um salto de 19,33% em relação ao mesmo período de 2025 (1.361.546 unidades).

    Julho registra terceiro melhor resultado da história

    O volume de emplacamentos em julho de 2026 foi o terceiro maior da série histórica, atrás apenas de julho de 2023 e 2024. A alta demanda reflete não só o momento econômico favorável, mas também a estratégia das montadoras em expandir ofertas e facilitar o acesso a novos modelos, especialmente em segmentos de maior volume como varejo e comerciais leves.

  • GWM aposta no hidrogênio verde: caminhão de 544 cv deve chegar ao Brasil ainda em 2026

    GWM aposta no hidrogênio verde: caminhão de 544 cv deve chegar ao Brasil ainda em 2026

    Primeiro abastecimento com hidrogênio verde no país

    Nesta semana, a GWM realizou o primeiro abastecimento de hidrogênio verde em seu caminhão no Brasil, marcando o início de testes operacionais na Bahia. A operação ocorreu no Senai Cimatec, em Camaçari, e representa um passo crucial para a consolidação da GWM Hydrogen no mercado nacional.

    Meta agressiva para o mercado brasileiro

    A fabricante chinesa projeta faturar R$ 20 milhões com a venda de caminhões a hidrogênio ainda em 2026, com expectativa de expandir para R$ 200 milhões em 2027. O Brasil surge como base principal da tecnologia fora da matriz chinesa, segundo a estratégia da empresa.

    Caminhão com 544 cv e autonomia de 500 km

    O modelo oferece 544 cavalos de potência, 500 km de autonomia e maior capacidade de carga útil. Além disso, a GWM disponibilizará opções de retrofit para caminhões a diesel e veículos zero-quilômetro, visando atrair frotas interessadas na transição energética.

  • GWM Haval H7 chega ao Brasil ainda em 2026: SUV chinês de linhas quadradas mira expansão agressiva no mercado nacional

    GWM Haval H7 chega ao Brasil ainda em 2026: SUV chinês de linhas quadradas mira expansão agressiva no mercado nacional

    A GWM não perde tempo após o lançamento do Ora 5 no Brasil: a marca chinesa prepara a chegada do Haval H7, um SUV que promete preencher um nicho estratégico no mercado nacional entre os modelos H6 (compacto) e H9 (grande). Com linhas quadradas que se aproximam do estilo Tank da marca, o novo veículo já foi flagrado em testes pela Zona Oeste de São Paulo — inclusive em frente a uma concessionária BYD, sinalizando movimento agressivo no setor.

    Design robusto e identidade visual marcante

    O Haval H7 adota uma linguagem estética que tem se tornado tendência entre as marcas chinesas: frontal alto, faróis retangulares de LED proeminentes e uma silhueta lateral com para-lamas salientes. As proteções plásticas pretas fosco nas portas e caixas de roda reforçam sua proposta off-road, diferenciando-o claramente do H6 e aproximando-o do H9. Essa abordagem não apenas atende ao gosto do consumidor atual, mas também posiciona o modelo como uma opção versátil para quem busca robustez.

    Dimensões equilibradas para competir no segmento médio

    Com 4,80 metros de comprimento — cerca de 12 cm maior que o H6 e 20 cm menor que o H9 —, 1,95 m de largura, 2,81 m de entre-eixos e 1,84 m de altura, o Haval H7 busca um equilíbrio entre espaço e manobrabilidade. Essas medidas sugerem um SUV adequado para famílias, mas com porte suficiente para aventuras leves, um nicho cada vez mais explorado pelas montadoras chinesas no Brasil.

    Estratégia de expansão da GWM no Brasil

    O lançamento do H7 comprova a intenção da GWM de consolidar sua presença no mercado nacional, após o sucesso inicial do Ora 5. Ao apostar em um portfólio diversificado — com modelos que variam de compactos a SUVs de maior porte —, a marca busca atrair diferentes perfis de consumidores, desde o público urbano até aqueles que valorizam a capacidade off-road. A chegada do H7 ainda em 2026 deve intensificar a concorrência no segmento de SUVs médios, dominado atualmente por marcas como Hyundai, Kia e Toyota.

  • GWM lança promoção agressiva no Wey 07: taxa zero ou R$ 25 mil de bônus para fechar negócio

    GWM lança promoção agressiva no Wey 07: taxa zero ou R$ 25 mil de bônus para fechar negócio

    Ataque promocional da GWM: Wey 07 fica mais acessível com taxa zero e bônus elevado

    A GWM Brasil colocou no mercado uma das promoções mais agressivas do segmento premium em 2026, disponível exclusivamente este fim de semana (18 e 19 de julho), para alavancar as vendas do Wey 07. O SUV chinês, que tem preço tabelado de R$ 429 mil, agora pode ser adquirido com duas opções principais: financiamento com taxa zero de juros ou um bônus de R$ 25 mil na valorização do veículo usado na troca.

    Condições para taxa zero: entrada alta e prazos longos

    Quem optar pelo parcelamento sem juros precisará desembolsar uma entrada de 60% do valor (cerca de R$ 257,4 mil) e financiar o restante em 36 prestações iguais. Já os interessados na versão 2027 do SUV enfrentam regras mais rígidas: para obter taxa zero, a entrada continua em 60%, mas o número de parcelas cai para 24. O bônus na troca, por sua vez, diminui para R$ 20 mil — mesmo valor oferecido na edição especial Wey 07 Dark Edition 2027, que custa R$ 432 mil e exige entrada de R$ 259,2 mil.

    Dimensões e proposta do Wey 07: um gigante premium

    Com mais de 5 metros de comprimento (5.156 mm) e um entre-eixos de 3.050 mm, o Wey 07 se destaca por sua carroceria do tipo 2+2+2, com poltronas individuais nas duas fileiras traseiras. Seu porta-malas oferece 239 litros com todos os assentos em uso ou impressionantes 1.040 litros com a terceira fileira rebatida, posicionando-o como um dos maiores SUVs de sua faixa de preço no mercado brasileiro.

  • GWM Haval H7 chega à Europa no 4º trimestre de 2026: o novo SUV que desafia Tiguan e RAV4

    GWM Haval H7 chega à Europa no 4º trimestre de 2026: o novo SUV que desafia Tiguan e RAV4

    A GWM acelera sua estratégia de internacionalização com o lançamento oficial do Haval H7 na Europa, marcado para o quarto trimestre de 2026. O novo SUV, que já tem passagem prevista pelo Brasil, chega ao mercado europeu em um momento de forte demanda por modelos versáteis, capazes de atender tanto ao uso urbano quanto a aventuras off-road.

    Um design quebra-moldes: robustez e referências clássicas

    O Haval H7 abandona a linguagem aerodinâmica do H6 para adotar um estilo “caixote”, com linhas retas e proporções robustas. Inspirado em modelos como o Land Rover Defender e o Mercedes-Benz Classe G, o visual transmite solidez e robustez, alinhando-se à tendência de SUVs com identidade visual marcante. Essa abordagem o aproxima mais do irmão maior, o H9, do que de outros modelos da linha Haval.

    Multi-energia: opções para todos os perfis

    O novo SUV chega ao mercado europeu com três opções de motorização: híbrido pleno, plug-in híbrido (PHEV) e a gasolina. Essa estratégia reflete a crescente demanda por veículos que ofereçam flexibilidade, seja para quem busca eficiência no dia a dia ou para quem prioriza autonomia em viagens longas. A estreia comercial está prevista para outubro de 2026, quando o modelo enfrentará concorrentes como o Volkswagen Tiguan e o Toyota RAV4.

    E o Brasil? O Haval H7 também deve desembarcar por aqui

    Além da Europa, a GWM já sinalizou que o Haval H7 terá sua estreia comercial no Brasil, embora ainda não tenha divulgado datas ou preços. A chegada do modelo ao mercado nacional reforça a aposta da marca em expandir sua linha de SUVs, que já conta com opções como o H6 e o H9. Com sua proposta de design diferenciado e versatilidade de motorização, o H7 promete ser uma alternativa interessante em um segmento cada vez mais competitivo.

  • GWM reforça motor do Fusca elétrico para 201 cv e mira vendas abaixo do esperado

    GWM reforça motor do Fusca elétrico para 201 cv e mira vendas abaixo do esperado

    Aposta em performance não convenceu o mercado

    A GWM acendeu um alerta vermelho ao lançar o Ora Ballet Cat, clone elétrico do Fusca, em julho de 2022. Com design retrô que rendeu polêmica e elogios, o modelo não decolou: até junho de 2026, foram comercializadas apenas 8.523 unidades. A fabricante chinesa agora aposta em uma atualização técnica para reverter o desempenho fraco.

    Motor mais potente e nova identidade

    A GWM registrou junto ao Ministério da Indústria e Tecnologia da China (MIIT) uma versão atualizada do modelo, com motor elétrico de 201 cv — um salto de 32 cavalos em relação aos 169 cv originais. A velocidade máxima também foi elevada para 180 km/h, mas o design, inspirado no Fusca, permanece inalterado. Outra mudança estratégica em estudo é a adoção do nome Ora 6, alinhando o modelo à linha de veículos elétricos da marca.

    Marketing em xeque: o que deu errado?

    O Ora Ballet Cat nasceu com apelo nostálgico e apelo visual forte, atraindo curiosidade, mas não vendas. Especialistas do setor automotivo apontam que o preço elevado, a estética controversa e a concorrência acirrada no segmento de elétricos podem ter freado o interesse dos consumidores. A GWM agora tenta resgatar o modelo com um pacote de atualizações e uma revisão na estratégia de comunicação, buscando ampliar o público-alvo além dos entusiastas do design retrô.

  • BYD domina mercado de carros eletrificados no Brasil: 40% das vendas no 1º semestre de 2026

    BYD domina mercado de carros eletrificados no Brasil: 40% das vendas no 1º semestre de 2026

    BYD lidera com 40% do mercado de eletrificados

    A marca chinesa BYD consolidou sua liderança no segmento de veículos eletrificados no Brasil ao emplacar 99.075 unidades no primeiro semestre de 2026, segundo dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico). Desse total, 58.144 foram elétricos puros e 40.931 híbridos plug-in, representando uma fatia de 40,4% do mercado nacional de eletrificados — que atingiu 244.961 emplacamentos no período.

    GWM e Toyota completam o pódio, mas com estratégias distintas

    A GWM, segunda colocada com 26.161 unidades, segue uma estratégia mista: enquanto emplacou apenas 1.970 elétricos, sua linha de híbridos PJEV (14.863 unidades) e híbridos-plenos (9.328) garantiu presença no mercado. Já a Toyota, terceira colocada com 24.989 emplacamentos, apostou quase exclusivamente em híbridos-plenos, refletindo sua expertise histórica no segmento.

    Eletrificação acelera, mas mercado ainda é dominado por estrangeiras

    O crescimento de 59,4% na participação de eletrificados em relação ao ano anterior (11,2% em 2025) sinaliza uma transformação acelerada no setor automotivo brasileiro. No entanto, a dependência de marcas como BYD e GWM — ambas chinesas — levanta debates sobre diversificação da oferta e políticas públicas para incentivar a produção local de tecnologias limpas.

  • GWM Tank 300 ganha versão híbrida plug-in com 200 km de autonomia elétrica e LiDAR para off-road

    GWM Tank 300 ganha versão híbrida plug-in com 200 km de autonomia elétrica e LiDAR para off-road

    Revolução no visual: nome ‘TANK’ ganha destaque na grade do SUV

    O novo GWM Tank 300 estreia com uma identidade visual renovada. O logotipo anterior, composto pelas letras ‘T’ e ‘U’, deu lugar ao nome ‘TANK’ estampado em destaque na grade frontal. O para-choque mantém o aspecto robusto típico dos veículos off-road, com parafusos aparentes e pontos de ancoragem para reboque — detalhes que reforçam sua vocação para trilhas.

    Tecnologia e eficiência: LiDAR e chassi adaptado para trilhas

    Além das mudanças estéticas, o modelo incorpora um sensor LiDAR, que promete aprimorar a segurança e a capacidade de navegação em terrenos desafiadores. O chassi foi reprojetado para reduzir o balanço dianteiro, melhorando os ângulos de entrada e o desempenho off-road. Essas inovações são acompanhadas por uma configuração híbrida plug-in, focada em eficiência energética.

    Autonomia elétrica de até 200 km: o que esperar da nova versão

    A GWM ainda não divulgou todas as especificações completas do Tank 300 híbrido plug-in, mas já confirmou uma autonomia elétrica de até 200 km no ciclo WLTC. A combinação de motor elétrico e combustão deve oferecer uma transição suave entre os modos, ideal para quem busca desempenho tanto na cidade quanto em aventuras fora de estrada.

    Mercado automotivo: a aposta da GWM no nicho de SUVs robustos

    O Tank 300 chega em um momento em que o mercado de SUVs off-road e híbridos vem crescendo no Brasil. Com tecnologia avançada e design agressivo, a GWM busca se consolidar como uma alternativa aos modelos tradicionais de marcas estabelecidas. A estreia do novo modelo reforça a estratégia da fabricante de investir em veículos adaptados às demandas do consumidor brasileiro.

  • GWM investe R$ 10 bilhões e constrói segunda fábrica no ES para produzir Ora 5 e modelos multienergia

    GWM investe R$ 10 bilhões e constrói segunda fábrica no ES para produzir Ora 5 e modelos multienergia

    A nova era industrial da GWM no litoral capixaba

    A GWM deu um passo decisivo para consolidar sua presença no mercado brasileiro ao confirmar, em 30 de junho de 2026, a construção de uma segunda fábrica em Aracruz (ES). O complexo, orçado para operar até 2032 com um investimento de R$ 10 bilhões, promete não apenas diversificar a produção local, mas também redefinir a logística da marca no país.

    Ora 5 lidera a produção, mas a fábrica será multienergia

    A estreia da unidade será com o Ora 5, SUV elétrico recentemente lançado no Brasil. Contudo, a inovação está na proposta industrial: trata-se da primeira plataforma da GWM capaz de fabricar veículos a combustão, híbridos e elétricos simultaneamente. Essa flexibilidade, segundo a empresa, evita a ociosidade de maquinário em momentos de queda na demanda por modelos 100% elétricos, permitindo ajustes rápidos na produção.

    Logística otimizada e 9 mil empregos no Espírito Santo

    O local foi escolhido estrategicamente. Aracruz abriga um porto já utilizado pela GWM para receber veículos prontos e kits de montagem enviados para Iracemápolis (SP). A nova fábrica eliminará o transporte de peças entre estados, reduzindo custos e prazos. Além disso, o projeto prevê a geração de 9 mil empregos diretos, impactando economicamente a região litorânea do Espírito Santo.

    O que esperar até 2032?

    Com a expansão, a GWM reforça seu compromisso com o mercado brasileiro, apostando em uma matriz energética diversificada. Enquanto o Ora 5 estreia como carro-chave, a capacidade multienergia da fábrica sugere um futuro onde a transição para veículos elétricos será gradual — sem interromper a produção tradicional. A estratégia alinha-se a tendências globais, mas com foco na realidade local.