Tag: híbridos

  • Carros híbridos em acidentes: a classificação de danos não depende da tecnologia

    Carros híbridos em acidentes: a classificação de danos não depende da tecnologia

    Sem privilégios para híbridos: como as seguradoras avaliam danos em acidentes

    Contrariando crenças populares, colisões envolvendo veículos híbridos não resultam automaticamente em classificação de ‘média monta’ nos boletins de ocorrência. Segundo o corretor de seguros Ettore Loreto, especialista do setor, não existe qualquer norma ou circular que trate híbridos de forma distinta dos demais automóveis, sejam eles a gasolina, diesel ou eletricidade.

    O que define a categoria do sinistro?

    A determinação da gravidade do acidente — leve, média ou perda total — está diretamente ligada à extensão dos danos físicos ao veículo, e não à sua tecnologia de propulsão. Sistemas de alta tensão em híbridos, por exemplo, não são considerados fatores de risco adicional em colisões leves, desde que não haja comprometimento estrutural que exija intervenção especializada.

    Por que a confusão persiste?

    O mito da ‘média monta automática’ em híbridos pode surgir da associação equivocada entre a complexidade técnica desses veículos e a suposta vulnerabilidade a danos. No entanto, as seguradoras seguem protocolos padronizados, baseados em laudos periciais que avaliam danos estéticos, mecânicos e estruturais — independentemente da fonte de energia do carro.

  • Move Brasil amplia acesso a veículos sustentáveis: seminovos elétricos e híbridos entram no programa a partir de 2024

    Move Brasil amplia acesso a veículos sustentáveis: seminovos elétricos e híbridos entram no programa a partir de 2024

    O programa Move Brasil, criado para incentivar a adoção de veículos sustentáveis, passou a incluir modelos seminovos a partir de 2024. A decisão, anunciada pelo Governo Federal no dia 26 de julho de 2026, permite que motoristas de aplicativo e taxistas adquiram automóveis elétricos ou híbridos flex com até dois anos de uso, desde que respeitem o teto de preço de R$ 150 mil.

    Critérios técnicos e público-alvo

    Os veículos elegíveis devem priorizar tecnologias de menor emissão e contar com pouco tempo de uso. Para participar do programa, motoristas de aplicativo (como Uber e 99) precisam comprovar cadastro ativo há pelo menos 12 meses e ter realizado ao menos 100 corridas no período. Já os taxistas devem apresentar licenças e registros municipais válidos.

    Objetivo: acelerar a transição para frotas verdes

    A medida busca reduzir as barreiras de acesso a veículos sustentáveis, especialmente para profissionais que enfrentam dificuldades para financiar um carro zero-quilômetro. Segundo especialistas, a inclusão de seminovos no Move Brasil pode impulsionar a modernização das frotas individuais de passageiros, alinhando-se às metas de descarbonização do setor.

  • Toyota e Uber selam aliança para impulsionar frota de híbridos na Europa até 2026

    Toyota e Uber selam aliança para impulsionar frota de híbridos na Europa até 2026

    Aliança estratégica para eletrificação do transporte por aplicativo

    A Toyota Motor Europe e a Uber anunciaram, nesta quarta-feira (22 de julho de 2026), uma parceria para acelerar a transição para veículos de baixas e zero emissões na frota europeia da plataforma. O acordo prevê a disponibilização de modelos híbridos e elétricos da Toyota para motoristas e parceiros de frota da Uber, com o objetivo de ampliar a adoção de soluções mais eficientes e sustentáveis no setor de mobilidade compartilhada.

    Vantagens competitivas dos híbridos Toyota no mercado europeu

    Os modelos híbridos da Toyota já são amplamente utilizados por profissionais de aplicativos na Europa há anos, devido ao seu baixo consumo, confiabilidade e custos operacionais reduzidos. Agora, a aliança busca explorar essa consolidação no mercado, oferecendo aos motoristas novas opções de migração para veículos mais ecológicos e economicamente viáveis. A parceria também deve impulsionar a demanda por soluções de mobilidade sustentável entre os usuários da plataforma.

    Impacto imediato no cenário europeu de transporte

    Com a iniciativa, as duas empresas buscam não apenas aumentar a frota de veículos eletrificados na Europa, mas também estabelecer um novo padrão para o setor de transporte por aplicativo, alinhado às metas ambientais da União Europeia. A colaboração deverá resultar em uma expansão significativa da presença de carros híbridos e elétricos nas ruas europeias até o final de 2026, com benefícios tanto para os motoristas quanto para o meio ambiente.

  • BYD lança campanha relâmpago com até R$ 15 mil de desconto em elétricos e híbridos na próxima semana

    BYD lança campanha relâmpago com até R$ 15 mil de desconto em elétricos e híbridos na próxima semana

    Descontos agressivos em elétricos e híbridos

    A BYD inicia nesta sexta-feira (24/07) a campanha 48 Horas Eletrizantes, que promete descontos de até R$ 15 mil em seus modelos 100% elétricos e híbridos plug-in. A ação, válida até sábado (25/07), aplica abatimentos diretos nos preços de tabela e reduz taxas de financiamento em toda a rede de concessionárias do Brasil.

    Modelos em promoção e valores

    Entre os destaques estão o BYD Dolphin GS, que cai de R$ 149.990 para R$ 139.990 (desconto de R$ 10 mil), e o Song Pro GS 2027, SUV híbrido produzido na Bahia, que também tem R$ 10 mil de redução (de R$ 199.990 para R$ 189.990). O King, outro modelo estratégico da fábrica de Camaçari (BA), também faz parte da lista de beneficiados.

    Benefícios adicionais

    A campanha ainda inclui a entrega gratuita de carregadores portáteis para compradores de híbridos, como o Song Pro, durante o período promocional. A estratégia reforça o apelo da marca no mercado brasileiro, que tem visto crescimento na demanda por veículos elétricos e híbridos nos últimos meses.

  • Honda abandona SUV elétrico nos EUA e corta projetos com Chevrolet após dois anos de prejuízos

    Honda abandona SUV elétrico nos EUA e corta projetos com Chevrolet após dois anos de prejuízos

    A Honda comunicou, nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026, que interromperá a produção do Prologue — seu único veículo 100% elétrico disponível nos Estados Unidos — após o término do ano-modelo 2026. A decisão marca o encerramento definitivo de um projeto que, em dois anos de comercialização, não conseguiu se destacar no mercado, registrando vendas 50% inferiores às projeções iniciais.

    Fim de uma parceria e de uma aposta arriscada

    A descontinuação do Prologue não apenas encerra a produção do modelo, mas também põe um ponto final na colaboração entre a Honda e a Chevrolet, fabricante do chassi e parceira na distribuição do veículo. O utilitário elétrico, desenvolvido em conjunto com a GM, não conseguiu se diferenciar em um segmento já dominado por concorrentes consolidados, como o Tesla Model Y e o Ford Mustang Mach-E.

    Demanda em queda e perda de incentivos fiscais

    A virada de estratégia da Honda reflete um cenário mais amplo no mercado norte-americano. Desde o início de 2026, a demanda por veículos elétricos puros desacelerou significativamente, impulsionada pela redução de créditos fiscais federais — que chegavam a até US$ 7.500 por unidade — e pelo aumento da competitividade dos híbridos, preferidos por consumidores que buscam equilíbrio entre eficiência e custo. A empresa registrou prejuízos recorrentes com seus projetos elétricos, levando ao cancelamento de outras iniciativas, incluindo a parceria com a Sony para desenvolvimento de EVs.

    Híbridos e combustão retornam ao centro da estratégia

    Com o recuo no segmento elétrico, a Honda reafirmou seu foco em tecnologias híbridas e veículos a combustão, especialmente em mercados como o Brasil e os EUA, onde a infraestrutura de recarga ainda é limitada. A fabricante deve acelerar o lançamento de novos modelos híbridos nos próximos anos, enquanto reavalia sua participação no segmento de EVs de longo alcance nos EUA.

  • Toyota Hilux 2028 chega em testes ao Brasil: picape ganha versões híbrida e elétrica para 2027

    Toyota Hilux 2028 chega em testes ao Brasil: picape ganha versões híbrida e elétrica para 2027

    Protótipo camuflado confirma desenvolvimento avançado

    A Toyota Hilux 2028 já está em testes no Brasil, conforme flagrado por imagens publicadas pelo site Guru dos Carros. Um protótipo camuflado da picape foi avistado no interior de São Paulo, comprovando que o desenvolvimento regional está em ritmo acelerado.

    Lançamento comercial previsto para 2027

    O lançamento comercial do modelo, produzido na Argentina, está programado para o início de 2027. O adiamento em relação a outros mercados, como o asiático, deve-se à necessidade de adequação na fábrica de Zárate, que receberá novos ferramentais e matrizes de estamparia nos próximos meses.

    Inovações prometidas: híbrida, elétrica e tecnologia

    A nova Hilux chegará com motorização híbrida leve (MHEV) a partir do segundo trimestre de 2027, além de uma versão 100% elétrica. O visual e o interior serão totalmente renovados, com tela multimídia de 12,3 polegadas, maior conectividade, melhorias estruturais, recalibração de suspensão e novos sistemas de segurança. A nova geração do SW4 também está confirmada para a região.

  • GWM Haval H7 chega à Europa no 4º trimestre de 2026: o novo SUV que desafia Tiguan e RAV4

    GWM Haval H7 chega à Europa no 4º trimestre de 2026: o novo SUV que desafia Tiguan e RAV4

    A GWM acelera sua estratégia de internacionalização com o lançamento oficial do Haval H7 na Europa, marcado para o quarto trimestre de 2026. O novo SUV, que já tem passagem prevista pelo Brasil, chega ao mercado europeu em um momento de forte demanda por modelos versáteis, capazes de atender tanto ao uso urbano quanto a aventuras off-road.

    Um design quebra-moldes: robustez e referências clássicas

    O Haval H7 abandona a linguagem aerodinâmica do H6 para adotar um estilo “caixote”, com linhas retas e proporções robustas. Inspirado em modelos como o Land Rover Defender e o Mercedes-Benz Classe G, o visual transmite solidez e robustez, alinhando-se à tendência de SUVs com identidade visual marcante. Essa abordagem o aproxima mais do irmão maior, o H9, do que de outros modelos da linha Haval.

    Multi-energia: opções para todos os perfis

    O novo SUV chega ao mercado europeu com três opções de motorização: híbrido pleno, plug-in híbrido (PHEV) e a gasolina. Essa estratégia reflete a crescente demanda por veículos que ofereçam flexibilidade, seja para quem busca eficiência no dia a dia ou para quem prioriza autonomia em viagens longas. A estreia comercial está prevista para outubro de 2026, quando o modelo enfrentará concorrentes como o Volkswagen Tiguan e o Toyota RAV4.

    E o Brasil? O Haval H7 também deve desembarcar por aqui

    Além da Europa, a GWM já sinalizou que o Haval H7 terá sua estreia comercial no Brasil, embora ainda não tenha divulgado datas ou preços. A chegada do modelo ao mercado nacional reforça a aposta da marca em expandir sua linha de SUVs, que já conta com opções como o H6 e o H9. Com sua proposta de design diferenciado e versatilidade de motorização, o H7 promete ser uma alternativa interessante em um segmento cada vez mais competitivo.

  • De HEV a BEV: o dicionário definitivo das tecnologias de carros elétricos para você não errar na hora de comprar

    De HEV a BEV: o dicionário definitivo das tecnologias de carros elétricos para você não errar na hora de comprar

    Do motor a combustão à eletricidade: como os carros evoluíram em 20 anos

    No último domingo, 12 de julho de 2026, os concessionários brasileiros já registravam quase 20% de vendas de veículos elétricos ou híbridos, um salto significativo em relação a anos anteriores. Essa transformação reflete não apenas uma tendência global, mas também a urgência por soluções menos poluentes em um país que ainda depende fortemente de combustíveis fósseis. Por trás desses números, no entanto, há um universo de siglas que definem tecnologias distintas — algumas revolucionárias, outras meras estratégias de marketing.

    EV e BEV: os elétricos puros que dominam o futuro

    Quando se fala em EV (Electric Vehicle) ou BEV (Battery Electric Vehicle), estamos diante dos carros 100% elétricos, cujas baterias são recarregadas na tomada ou em estações de carregamento rápido. A diferença entre os termos é mínima: o BEV é um subgrupo do EV, mas ambos dispensam qualquer tipo de motor a combustão. No Brasil, modelos como o BYD Dolphin e o Tesla Model 3 já mostram que a autonomia — que pode superar 500 km em alguns casos — é o grande atrativo. Contudo, o custo inicial ainda é um entrave para muitos consumidores.

    HEV, MHEV e os híbridos que enganam o consumidor

    Os HEV (Hybrid Electric Vehicle) são os híbridos tradicionais, como o Toyota Corolla Hybrid, que combinam um motor a combustão com um pequeno motor elétrico. A bateria se recarrega sozinha, sem a necessidade de plugar na tomada — um recurso útil, mas que não reduz significativamente o consumo de gasolina. Já os MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle) são uma versão ainda mais discreta dos híbridos: o motor elétrico atua como um “empurrão” para o motor a combustão, economizando até 15% de combustível, mas sem oferecer autonomia elétrica real. Muitos especialistas classificam essas tecnologias como “marketing verde”, já que não representam uma transição efetiva para a eletrificação.

    PHEV e REEV: os híbridos que prometem o melhor dos dois mundos

    Os PHEV (Plug-in Hybrid Electric Vehicle), como o Ford Escape PHEV, vão além: permitem que o motorista viaje até 50 km apenas com eletricidade, graças a baterias maiores que podem ser recarregadas na tomada. Já os REEV (Range Extender Electric Vehicle) são uma categoria menos comum, onde um pequeno motor a combustão atua apenas como gerador para recarregar as baterias quando necessário — como no BMW i3 REx. Ambos oferecem uma transição suave para quem ainda teme a autonomia limitada dos BEV, mas exigem mais atenção na hora da compra, já que nem todos os modelos entregam o que prometem.

    FCEV: o futuro do hidrogênio que ainda engatinha no Brasil

    Por fim, os FCEV (Fuel Cell Electric Vehicle) utilizam células de combustível para gerar eletricidade a partir de hidrogênio. Embora sejam promissores — com emissões zero e recarga rápida em minutos — essa tecnologia ainda é um sonho distante no Brasil. Hoje, apenas protótipos como o Toyota Mirai circulam por aqui, e a falta de infraestrutura de abastecimento mantém os FCEV restritos a nichos. Para os próximos anos, a expectativa é que os BEV e PHEV sigam dominando o mercado, enquanto o hidrogênio ganha espaço em aplicações comerciais, como caminhões e ônibus.

    Como escolher? Depende do seu bolso e do seu estilo de direção

    Se o seu objetivo é reduzir emissões sem abrir mão da praticidade, um PHEV pode ser a melhor opção. Para quem tem condições de investir em carregadores residenciais e quer zero emissões, os BEV são imbatíveis. Já quem busca apenas economia de combustível sem grandes mudanças na rotina pode se contentar com um HEV ou MHEV — desde que entenda que a eletrificação real é limitada. Independentemente da escolha, uma coisa é certa: o futuro do setor automotivo já chegou ao Brasil, e ignorar essas siglas pode custar caro no longo prazo.

  • Ford recua: 66 mil híbridos nos EUA são chamados de volta por falta de barulho

    Ford recua: 66 mil híbridos nos EUA são chamados de volta por falta de barulho

    A montadora Ford emitiu na última quarta-feira (8 de julho de 2026) um recall abrangendo 66 mil veículos híbridos nos Estados Unidos devido a uma falha crítica no sistema de alerta acústico (AVAS). A interrupção intermitente do ruído gerado pelos carros em modo elétrico e em baixas velocidades — situação comum em estacionamentos ou condomínios — pode colocar em risco pedestres e ciclistas, que dependem do barulho para identificar a aproximação dos automóveis.

    Veículos afetados e escopo da falha

    O chamado para revisão atinge dois modelos específicos: 18.242 unidades do Ford Explorer Hybrid (anos 2025 a 2027) e 48.141 unidades do Lincoln Nautilus Hybrid (2024 a 2027). Segundo documentos encaminhados pela Ford à National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), a irregularidade decorre de um problema no processamento do áudio, que desativa temporariamente o AVAS quando o veículo está abaixo de 30 km/h e operando no modo elétrico.

    Contexto e exigência legal

    Nos EUA, a legislação federal exige que veículos híbridos e elétricos emitam ruídos artificiais em baixas velocidades para alertar pedestres — uma medida de segurança implementada após estudos indicarem que o silêncio desses automóveis aumenta o risco de atropelamentos. A falha identificada pela Ford viola essa norma, expondo a fabricante a sanções e, principalmente, a possíveis acidentes evitáveis. Até o momento, não há relatos de vítimas relacionadas ao defeito, mas a NHTSA já classificou o chamado como prioritário.

    Impacto no Brasil e prevenção

    Curiosamente, nenhum dos modelos afetados é comercializado no Brasil, onde a legislação local não obriga a emissão de ruídos artificiais em veículos elétricos ou híbridos. Ainda assim, especialistas recomendam que proprietários de híbridos no país verifiquem junto às concessionárias se seus veículos estão sujeitos a recalls semelhantes, caso tenham sido importados ou fabricados com especificações internacionais. A Ford não descartou futuras chamadas para corrigir o defeito em outras linhas, reforçando a necessidade de atenção aos avisos da NHTSA.

  • Imposto de importação de elétricos e híbridos atinge teto de 35%: o que muda para o consumidor?

    Imposto de importação de elétricos e híbridos atinge teto de 35%: o que muda para o consumidor?

    A partir de 1º de julho de 2026, os carros elétricos e híbridos importados passaram a enfrentar a alíquota máxima de 35% no imposto de importação, unificando a taxação para todos os modelos eletrificados que chegam ao Brasil. A decisão marca o encerramento de um processo iniciado há uma década, quando os veículos elétricos e híbridos desfrutavam de incentivos fiscais com alíquotas reduzidas — chegando a 10% para elétricos puros e 12% para híbridos em 2016.

    Fim de uma era de incentivos: como chegamos até aqui?

    A escalada dos tributos ocorreu em quatro etapas, projetadas para dar previsibilidade ao setor automotivo. Em julho de 2024, as alíquotas já haviam subido para 25% (híbridos convencionais), 20% (híbridos plug-in) e 18% (elétricos). Em julho de 2025, os valores avançaram para 30%, 28% e 25%, respectivamente. Agora, com a alíquota unificada em 35%, o Brasil alinha-se à política da Organização Mundial do Comércio, encerrando um ciclo de transição que buscava equilibrar estímulos à eletromobilidade com a proteção da indústria nacional.

    Impacto no bolso do consumidor: o que esperar?

    A elevação dos impostos deve refletir diretamente no preço final dos veículos importados, tornando modelos como o Tesla Model 3, BYD Dolphin ou Toyota RAV4 Plug-in Hybrid ainda mais caros. Para especialistas, a medida pode desestimular a importação de elétricos e híbridos, favorecendo a produção local de modelos similares. No entanto, a indústria nacional ainda enfrenta desafios para atender à demanda crescente por veículos eletrificados, o que pode limitar opções no mercado.

    Programa Mover: entre estímulos e restrições

    O Programa Mover, responsável pela transição dos tributos, foi criado para incentivar a produção de veículos mais limpos, mas agora prioriza a competitividade da indústria brasileira. Com a alíquota máxima em vigor, o governo sinaliza que o foco é atrair investimentos para fábricas nacionais, reduzindo a dependência de importações. A decisão, porém, gera debate sobre os impactos na transição energética do país e na acessibilidade dos veículos elétricos.