Tag: Honda

  • Honda CVT: por que filtros do câmbio não precisam de troca preventiva?

    Honda CVT: por que filtros do câmbio não precisam de troca preventiva?

    Três sistemas de proteção contra partículas no CVT

    O câmbio CVT da Honda utiliza três componentes para reter impurezas geradas durante o uso: um filtro interno, um filtro acoplado ao trocador de calor e um ímã instalado no cárter. Segundo a fabricante, esses elementos são classificados como ‘long life’, ou seja, não possuem prazo definido para substituição, pois foram projetados para operar durante toda a vida útil da transmissão.

    Comparação com transmissões convencionais

    Diferentemente de algumas caixas automáticas tradicionais, que exigem trocas periódicas de filtros como parte da manutenção preventiva, o CVT da Honda não recomenda essa prática. A ausência de prazos para substituição desses componentes está diretamente ligada ao conceito de redução de custos de manutenção para o consumidor, uma vez que a transmissão só seria aberta em casos de reparos internos.

    Manutenção: quando agir?

    A única ocasião em que os filtros do CVT podem ser substituídos é durante uma desmontagem da caixa, geralmente necessária em situações de falhas ou desgastes internos. Até lá, a engenharia da Honda assegura que o sistema de filtragem mantém sua eficiência, eliminando a necessidade de intervenções preventivas desnecessárias.

  • Honda expande linha de motos em 2026: veja preços que vão de R$ 10,6 mil a R$ 300 mil

    Honda expande linha de motos em 2026: veja preços que vão de R$ 10,6 mil a R$ 300 mil

    Portfólio completo para todos os perfis de motociclistas

    A Honda consolida sua posição como a fabricante líder no mercado brasileiro de motocicletas em 31 de julho de 2026, oferecendo uma ampla gama de modelos que atendem desde o consumidor que busca o primeiro veículo até os entusiastas de alta performance. A diversidade de categorias, que inclui desde utilitárias até esportivas de alta cilindrada, é acompanhada por uma tabela de preços que inicia em R$ 10.588 e ultrapassa os R$ 300 mil nos modelos premium.

    Estratificação de preços por categoria: do econômico ao premium

    A linha de entrada e as utilitárias da Honda destacam-se pela relação custo-benefício, com valores que começam em R$ 10.588 para a Pop 110i ES, ideal para transporte urbano diário. Já os modelos da série CG 160 apresentam variações de preço conforme a configuração, indo de R$ 17.350 na versão Start até R$ 21.270 na edição especial 50 Anos, que comemora meio século de presença no Brasil.

    Scooters e crossover urbanos: praticidade com estilo

    Para quem prioriza conforto e praticidade em trajetos curtos, a linha de scooters e crossovers urbanos da Honda oferece opções que combinam design moderno e eficiência. Os valores, embora não detalhados na íntegra, integram a tabela de preços públicos sugeridos (PPS) à vista e sem frete, atualizada para o segundo semestre de 2026.

    Impacto no mercado e poder de escolha do consumidor

    A amplitude de preços reflete não apenas a diversidade de modelos, mas também a estratégia da Honda em manter-se competitiva em todos os segmentos. Enquanto os modelos de entrada atendem à demanda por acessibilidade, as opções topo de linha reforçam o apelo aos consumidores dispostos a investir em performance e tecnologia embarcada, consolidando a marca como referência no setor.

  • Honda Ridgeline 2029: nova geração chega com visual robusto e promessa de conforto reforçado

    Honda Ridgeline 2029: nova geração chega com visual robusto e promessa de conforto reforçado

    A Honda revelou ontem a primeira imagem-teaser da nova Ridgeline, confirmando que a terceira geração da picape está em desenvolvimento e deve chegar ao mercado em 2029, encerrando um ciclo iniciado em 2016 com o atual modelo. A fabricante já adiantou que o novo projeto trará um visual “ainda mais robusto”, alinhado à identidade do SUV Passport, sem, no entanto, revelar detalhes técnicos ou mecânicos.

    Plataforma monobloco: o segredo da Honda para picapes brasileiras

    Ainda que a Ridgeline nunca tenha sido comercializada oficialmente no Brasil, sua evolução reforça a estratégia da Honda em apostar no conceito de picapes construídas sobre plataforma monobloco, que privilegia conforto, dirigibilidade e versatilidade — atributos cada vez mais valorizados no mercado nacional, onde modelos como a Ford Ranger e a Toyota Hilux dominam, mas com foco crescente em refinamento.

    O que esperar da Ridgeline 2029?

    Por enquanto, a fabricante mantém segredo absoluto sobre as inovações da nova geração. O teaser divulgado exibe apenas a silhueta da carroceria, mas a Honda já sinalizou que o design será mais agressivo e robusto, possivelmente incorporando elementos de modernidade sem perder a robustez necessária para o segmento de picapes. A expectativa é que o modelo mantenha a essência da atual Ridgeline, que já se destaca pela utilização de chassis monobloco — uma escolha incomum em picapes tradicionais, mas que garante melhor comportamento em estrada e menor vibração.

  • XRE300 Sahara 2027 chega com controle de tração inédito na categoria; preços e detalhes da trail da Honda

    XRE300 Sahara 2027 chega com controle de tração inédito na categoria; preços e detalhes da trail da Honda

    Pacote de segurança e refinamento na nova geração

    A Honda apresentou a XRE300 Sahara 2027 com atualizações focadas em segurança e experiência de pilotagem. O modelo estreia o controle de tração HSTC (Honda Selectable Torque Control), sistema que regula a aderência da roda traseira em superfícies escorregadias, além de ganhar imobilizador HISS e melhorias na ciclística. O quadro de instrumentos e o conjunto de iluminação também foram aperfeiçoados.

    Motor e versões mantêm a essência da trail

    A XRE Sahara 2027 preserva o motor monocilíndrico flex de 293,5 cm³, mesmo conjunto da CRF 250F, e segue disponível nas versões Standard, Rally e Adventure. O lançamento reforça a aposta da marca em motocicletas de uso misto, com vendas previstas para meados de agosto e preços entre R$ 31.855 e R$ 33.665.

    Controle de tração amplia diferenciais na categoria

    Até então exclusivo de modelos de maior cilindrada da Honda, o HSTC chega à XRE300 Sahara como recurso inédito na categoria. O sistema atua em situações de baixa aderência, reduzindo a perda de tração durante acelerações, o que eleva o patamar de segurança das trails médias no mercado brasileiro.

  • Honda abandona SUV elétrico nos EUA e corta projetos com Chevrolet após dois anos de prejuízos

    Honda abandona SUV elétrico nos EUA e corta projetos com Chevrolet após dois anos de prejuízos

    A Honda comunicou, nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026, que interromperá a produção do Prologue — seu único veículo 100% elétrico disponível nos Estados Unidos — após o término do ano-modelo 2026. A decisão marca o encerramento definitivo de um projeto que, em dois anos de comercialização, não conseguiu se destacar no mercado, registrando vendas 50% inferiores às projeções iniciais.

    Fim de uma parceria e de uma aposta arriscada

    A descontinuação do Prologue não apenas encerra a produção do modelo, mas também põe um ponto final na colaboração entre a Honda e a Chevrolet, fabricante do chassi e parceira na distribuição do veículo. O utilitário elétrico, desenvolvido em conjunto com a GM, não conseguiu se diferenciar em um segmento já dominado por concorrentes consolidados, como o Tesla Model Y e o Ford Mustang Mach-E.

    Demanda em queda e perda de incentivos fiscais

    A virada de estratégia da Honda reflete um cenário mais amplo no mercado norte-americano. Desde o início de 2026, a demanda por veículos elétricos puros desacelerou significativamente, impulsionada pela redução de créditos fiscais federais — que chegavam a até US$ 7.500 por unidade — e pelo aumento da competitividade dos híbridos, preferidos por consumidores que buscam equilíbrio entre eficiência e custo. A empresa registrou prejuízos recorrentes com seus projetos elétricos, levando ao cancelamento de outras iniciativas, incluindo a parceria com a Sony para desenvolvimento de EVs.

    Híbridos e combustão retornam ao centro da estratégia

    Com o recuo no segmento elétrico, a Honda reafirmou seu foco em tecnologias híbridas e veículos a combustão, especialmente em mercados como o Brasil e os EUA, onde a infraestrutura de recarga ainda é limitada. A fabricante deve acelerar o lançamento de novos modelos híbridos nos próximos anos, enquanto reavalia sua participação no segmento de EVs de longo alcance nos EUA.

  • Honda domina 65% do mercado: Honda lidera vendas de motos no 1º semestre de 2026 com 1,17 milhão de emplacamentos

    Honda domina 65% do mercado: Honda lidera vendas de motos no 1º semestre de 2026 com 1,17 milhão de emplacamentos

    Crescimento de 14,1% no setor: 1,17 milhão de motos emplacadas em 6 meses

    O mercado brasileiro de motocicletas encerrou o primeiro semestre de 2026 com um volume recorde: 1.174.459 unidades 0 km emplacadas entre janeiro e junho, segundo dados da Fenabrave. O resultado representa um crescimento de 14,1% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram licenciadas 1.029.291 motos. O ritmo acelerado de vendas reforça a expansão do segmento, impulsionado pela alta demanda em serviços de delivery e pela retomada econômica.

    Honda mantém liderança absoluta: 65,73% do mercado em 2026

    A fabricante japonesa consolidou sua hegemonia no setor, somando 771.943 emplacamentos no período, o equivalente a 65,73% de participação. A dominância da Honda é ainda mais expressiva quando comparada à segunda colocada: a Yamaha, com 160.937 unidades (13,70%), e a Shineray, com 73.669 motos (6,27%), completam o pódio. Juntas, as três marcas respondem por 85,7% do mercado nacional.

    Shineray e Mottu: surpresas no top 5 com foco em nichos

    A Shineray, que já havia se destacado em 2025, manteve a terceira posição ao emplacar 73.669 unidades, enquanto a Mottu surpreendeu ao fechar o top 5 com 55.590 motos vendidas (4,73%). O sucesso da marca se deve principalmente à Sport 110i, modelo amplamente adotado por plataformas de delivery. Já a Avelloz, com 18.853 unidades (1,61%), fechou o grupo das cinco maiores.

    Bajaj e Royal Enfield: disputas acirradas fora do top 5

    A Bajaj, que recentemente lançou a Dominar NS400Z no Brasil por R$ 26.900, ocupou a sexta posição com 17.996 emplacamentos, superando a Royal Enfield (17.138 unidades). A Triumph e a BMW também figuram no ranking, mas com volumes menores, refletindo estratégias de mercado mais segmentadas. A diversificação de modelos e preços tem sido uma tendência entre as fabricantes para atender desde o consumidor final até o segmento corporativo.

  • Honda desenvolve motor híbrido flex exclusivo para o Brasil: tecnologia nacional chega aos compactos sem aumentar preço

    Honda desenvolve motor híbrido flex exclusivo para o Brasil: tecnologia nacional chega aos compactos sem aumentar preço

    Na manhã de segunda-feira, 13 de julho de 2026, a Honda revelou à imprensa um projeto inédito: um sistema híbrido leve (MHEV) exclusivo para o mercado brasileiro, desenvolvido em suas instalações no país. A inovação, ainda em fase de testes técnicos e comerciais, tem como objetivo equipar os modelos compactos da marca — City, HR-V e WR-V — sem impactar significativamente o preço final dos veículos, ao contrário do que ocorre com os híbridos da Toyota no Brasil.

    Motor 1.5 recebe reforço elétrico sem grandes mudanças estruturais

    A aposta da Honda recai sobre o atual motor 1.5 aspirado, que entrega 126 cv e 15,5 kgfm. O sistema híbrido leve, que pode operar em 12V ou 48V, atuará como um assistente de força, fornecendo energia extra em situações como partidas de semáforos e retomadas de velocidade — momentos de maior gasto de combustível no motor a combustão. A tecnologia dispensa o uso de baterias pesadas e caras, mantendo a simplicidade e o custo-benefício.

    Diferencial competitivo: eficiência sem dependência de importações

    Enquanto outros fabricantes apostam em sistemas híbridos importados ou elétricos puros, a Honda opta por uma solução local e modular, alinhada à estratégia de nacionalização de componentes. A validação comercial ainda depende de ajustes, mas o projeto sinaliza um movimento estratégico para o setor automotivo brasileiro, onde a eficiência energética ganha relevância diante dos novos padrões de emissões e da pressão por veículos mais sustentáveis — mesmo que ainda movidos a combustível fóssil.

  • Honda: ex-executivos tentaram derrubar CEO após primeiro prejuízo em 70 anos

    Honda: ex-executivos tentaram derrubar CEO após primeiro prejuízo em 70 anos

    A Honda enfrentou uma crise silenciosa nos bastidores. Em 11 de junho de 2026, a montadora japonesa já carrega o peso de seu primeiro prejuízo anual em quase sete décadas, mas o que poucos sabem é que os ex-executivos da empresa não pouparam esforços para pressionar pela saída do atual CEO, Toshihiro Mibe.

    O estopim da revolta: prejuízo histórico e estratégia questionada

    Segundo reportagem da Reuters publicada na última quarta-feira (10/6), um grupo de ex-dirigentes da Honda se reuniu no final de 2025 para compilar uma lista de críticas contra Mibe. A insatisfação não era apenas com os números vermelhos — que quebraram uma sequência ininterrupta de lucros desde 1957 — mas também com a direção estratégica adotada pelo executivo.

    Os ex-executivos, que ocuparam cargos-chave na empresa, alegavam que Mibe estaria priorizando iniciativas como patrocínios esportivos e projetos de mobilidade duvidosa, enquanto ignorava demandas urgentes do mercado chinês, principal fonte de receita da Honda. A China, atualmente, é o maior mercado da companhia, mas enfrenta crescente concorrência de fabricantes locais.

    Veículos elétricos: o plano que afundou

    A situação se agravou após a Honda anunciar, no início de 2026, o cancelamento de três modelos elétricos em desenvolvimento e a revisão de sua meta de eletrificação total até 2040. A decisão, inédita na história da empresa, refletiu não apenas dificuldades técnicas, mas também uma mudança de rota forçada pela realidade do mercado.

    O protótipo Afeela 2026 15, apresentado recentemente como um dos carros-símbolo da nova era elétrica da Honda, agora parece um projeto em risco. Com a empresa recuando em sua ambição de dominar o segmento, a confiança no CEO Mibe tornou-se alvo de questionamentos internos.

    Moral abalada e clientes ignorados?

    Além das críticas à estratégia comercial, o resumo das discussões vazadas pela Reuters revelou acusações de que Mibe não estaria ouvindo as demandas dos clientes nem os feedbacks da equipe. Em abril de 2026, comentários públicos do executivo teriam gerado descontentamento entre funcionários, afetando o moral da corporação.

    A pressão por mudanças, no entanto, esbarra em um cenário de incerteza. Enquanto a Honda tenta equilibrar sua transição energética com a manutenção de seus negócios tradicionais, a pergunta que fica é: até quando o atual comando resistirá à tempestade?

  • Honda Pop 110i ES vs. Biz 125 ES: qual a melhor opção para 2027?

    Honda Pop 110i ES vs. Biz 125 ES: qual a melhor opção para 2027?

    A Honda renova suas motos mais vendidas em 2027

    No último dia 31 de maio de 2026, a Honda apresentou as atualizações para a linha 2027 de suas motos populares no Brasil: a Pop 110i ES e a Biz 125 ES. Ambas compartilham o câmbio semiautomático de quatro marchas e a ausência do manete de embreagem, mas oferecem propostas distintas de uso e desempenho.

    Motor e cilindrada: o que muda entre as duas?

    A Honda padronizou a arquitetura dos motores, agora ambos de curso longo e projetados para entregar torque em baixas rotações. No entanto, as cilindradas de 109,5 cm³ (Pop 110i ES) e 123,9 cm³ (Biz 125 ES) definem o ritmo de cada uma. Enquanto a Pop 110i ES atinge 8,4 cv a 7.250 rpm e torque máximo de 0,945 kgf.m a 5.000 rpm, a Biz 125 ES entrega 9,53 cv a 7.500 rpm e torque de 1,03 kgf.m a 6.000 rpm. A Biz também se destaca pelo sistema Flex exclusivo, permitindo uso de etanol.

    Qual escolher pelo preço?

    A decisão deve considerar o perfil do piloto. A Pop 110i ES é ideal para quem busca economia no consumo e manutenção, além de ser mais leve e ágil para o trânsito urbano. Já a Biz 125 ES oferece maior potência e torque, sendo mais adequada para viagens ou para quem precisa de um pouco mais de resposta em aceleração, especialmente com o uso de etanol.

    Conclusão: inovação sem perder a essência

    As atualizações da Honda para 2027 mantêm a simplicidade e praticidade das duas motos, mas a escolha entre a Pop 110i ES e a Biz 125 ES deve ser feita com base no uso diário e no orçamento. Enquanto a Pop 110i ES é perfeita para quem prioriza custo-benefício, a Biz 125 ES se destaca para quem busca um pouco mais de performance sem abrir mão da confiabilidade.

  • Japão mira Mercosul: acordo pode derrubar preços de carros japoneses na América do Sul

    Japão mira Mercosul: acordo pode derrubar preços de carros japoneses na América do Sul

    Em um movimento que pode redefinir o mercado automotivo sul-americano, o Japão anunciou a intenção de iniciar em junho as negociações de um acordo de parceria econômica com o Mercosul. A proposta central é a redução de tarifas para importação de carros e autopeças japonesas, uma estratégia para aumentar a competitividade das montadoras locais frente ao recente acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE).

    O jogo de xadrez comercial por trás da iniciativa

    Para o Japão, o acordo não se limita ao setor automotivo. O país busca equilibrar a balança comercial após o tratado Mercosul-UE, que já privilegia produtos europeus no bloco. Além disso, a parceria estratégica inclui acesso a recursos energéticos e minerais críticos — como lítio e terras raras —, essenciais para a cadeia de produção de veículos elétricos e tecnologias avançadas. A Toyota, Honda e Nissan, gigantes do setor, figuram como potenciais maiores beneficiadas pela redução de custos.

    Um passo em meio a pressões globais

    A iniciativa deve ser anunciada durante a cúpula do G7, na França, em um momento em que o Japão reforça sua presença em mercados emergentes. A estratégia faz parte de um plano mais amplo para diversificar suas exportações e reduzir a dependência de parceiros tradicionais, como a China e os Estados Unidos. Para o Mercosul, além da atração de investimentos, a redução de tarifas poderia tornar os veículos japoneses mais acessíveis aos consumidores sul-americanos — um movimento que poderia pressionar a indústria local a modernizar sua produção.