Tag: IA generativa

  • Google Earth ganha IA para criar imagens de lugares reais a partir de mapas 3D

    Google Earth ganha IA para criar imagens de lugares reais a partir de mapas 3D

    Ferramenta de IA transforma mapas 3D em imagens realistas

    O Google Earth agora permite que usuários criem imagens personalizadas a partir de estruturas tridimensionais reais, graças à integração do modelo Nano Banana 2. A funcionalidade, anunciada em 30 de julho de 2026, possibilita aplicações como simulações urbanísticas, reconstruções históricas e infográficos diretamente na interface do serviço.

    Disponibilidade e custos da nova função

    A geração de imagens por IA já está acessível globalmente, com limites variando conforme o plano escolhido. O pacote Pro Avançado, que oferece acesso ilimitado, tem custo de US$ 150 (aproximadamente R$ 760). A novidade reforça os investimentos da empresa na versão web do Google Earth, enquanto a versão para desktop será descontinuada em 2027.

    Impacto na plataforma e futuro do Earth

    A adição da ferramenta “Criar imagem” alinha-se à estratégia do Google de priorizar a versão online da plataforma. Especialistas destacam que a integração de IA pode expandir o uso do Google Earth além da visualização de mapas, tornando-se uma ferramenta poderosa para profissionais de arquitetura, história e planejamento urbano.

  • ChatGPT bloqueia imitações de autores vivos por questões de direitos autorais

    ChatGPT bloqueia imitações de autores vivos por questões de direitos autorais

    A OpenAI implementou restrições no ChatGPT que impedem a reprodução direta de estilos de autores vivos, uma resposta crescente às críticas sobre a violação de direitos autorais por parte de IAs generativas. Desde 28 de julho de 2026, quando usuários solicitam textos no estilo de escritores como Stephen King ou J.K. Rowling, a ferramenta passa a descrever traços literários do autor — como “horror atmosférico em cidades pequenas” — sem imitar sua voz ou estilo exato.

    Mudança estratégica ou limitação técnica?

    Enquanto o ChatGPT mantém a capacidade de gerar textos com características semelhantes ao autor solicitado, a recusa em reproduzir fielmente o estilo demarca uma linha ética e legal. Outros modelos, como o Gemini (Google) e o Claude (Anthropic), ainda permitem imitações literárias sem restrições explícitas, o que reacende debates sobre o uso de obras protegidas para treinamento de IA.

    Impacto para criadores e usuários

    A medida pode reduzir processos judiciais contra desenvolvedores de IA, mas também limita ferramentas para escritores, pesquisadores e entusiastas da literatura. A decisão da OpenAI reflete um movimento crescente em 2026 para alinhar tecnologias generativas a regulamentações de propriedade intelectual, embora ainda não haja consenso sobre como equilibrar inovação e direitos autorais no ecossistema da IA.

  • Meta lança selo gratuito de verificação no Facebook: como obter e onde aparece

    Meta lança selo gratuito de verificação no Facebook: como obter e onde aparece

    Autenticação gratuita contra perfis falsos

    A Meta introduziu nesta sexta-feira (24/07) o *Facebook Verified*, um selo de verificação gratuito que atesta a autenticidade de perfis por meio de uma selfie. A iniciativa busca combater a disseminação de perfis falsos e conteúdos gerados por inteligência artificial, embora a empresa enfatize que o selo não endossa ou valida a confiabilidade dos usuários.

    Onde o selo aparece e como obtê-lo

    O *Facebook Verified* será exibido em locais como o *Marketplace*, seção *Namoro*, *Grupos* e no perfil do usuário. A verificação será implementada gradualmente nos posts do *Feed*. Para obter o selo, o usuário deve enviar uma selfie, que será comparada com imagens já publicadas no perfil. O processo é distinto do *Meta Verified*, serviço pago que oferece recursos adicionais.

    Diferencial em relação ao Meta Verified

    Enquanto o *Meta Verified* é um serviço pago com benefícios extras, o *Facebook Verified* é uma medida de segurança gratuita focada exclusivamente na autenticação de identidade. A Meta reforça que a verificação não garante a confiabilidade do usuário, apenas atesta que o perfil pertence a uma pessoa real.

  • Google rebatiza NotebookLM como Gemini Notebook: o que muda na IA de estudos e organização de dados?

    Google rebatiza NotebookLM como Gemini Notebook: o que muda na IA de estudos e organização de dados?

    Da estreia como ‘Project Tailwind’ ao sucesso global

    O que começou como um projeto experimental no Google I/O 2023, sob o codinome Project Tailwind, transformou-se em uma das aplicações de IA generativa mais adotadas do mercado. O Google revelou que o NotebookLM — agora chamado Gemini Notebook — já é utilizado por 30 milhões de pessoas e 600 mil organizações, um número que surpreendeu até mesmo seus criadores. A plataforma, focada em auxiliar estudantes e profissionais na organização de dados e pesquisas, ganhou tração rápida graças à sua capacidade de sintetizar informações de forma intuitiva e personalizada.

    Novidades: execução de código e limites do free tier

    A principal inovação anunciada é a integração de um ambiente seguro de execução de código em nuvem, permitindo que usuários realizem análises de dados ou automatizem tarefas diretamente na plataforma. No entanto, esse recurso — assim como outros avançados da IA do Google — ficará restrito aos assinantes do Google AI Ultra e clientes corporativos do Workspace. A versão gratuita, embora robusta, não incluirá essa funcionalidade, mantendo-se como uma opção acessível para quem busca organização básica e geração de insights.

    Por que a mudança de nome?

    O rebranding para Gemini Notebook não é apenas cosmético. O Google sinaliza com a alteração uma maior integração entre a ferramenta e a linha de produtos Gemini, unificando a identidade da IA generativa da empresa. Especialistas apontam que a decisão pode facilitar a adoção em ambientes corporativos, onde a marca Gemini já é reconhecida por sua performance em tarefas complexas. Para os usuários, a mudança promete mais consistência: afinal, o NotebookLM já utilizava modelos da família Gemini, mas agora o nome reflete essa sinergia de forma explícita.

  • Vivo oferece 6 meses de Adobe Express Premium grátis: como resgatar e o que o plano inclui

    Vivo oferece 6 meses de Adobe Express Premium grátis: como resgatar e o que o plano inclui

    A Vivo ampliou seu portfólio de benefícios nesta semana ao firmar uma parceria com a Adobe para disponibilizar acesso gratuito ao Adobe Express Premium a seus clientes. A oferta, válida a partir de hoje, inclui seis meses de uso do plano premium da plataforma de edição de conteúdo, que combina ferramentas de IA generativa com recursos tradicionais de design.

    Adobe Express Premium: edição de conteúdo com IA integrada

    O Adobe Express Premium não é um substituto para softwares como Photoshop ou Illustrator, mas sim uma solução online especializada em criação rápida de conteúdo visual para redes sociais, apresentações e documentos. Entre seus diferenciais, destacam-se:

    • Edição multiformato: ferramentas integradas para manipulação de fotos, vídeos e documentos;
    • Banco de modelos premium: acesso a mais de 100 mil templates personalizáveis;
    • Créditos mensais para IA: possibilita a geração de imagens, textos e designs via inteligência artificial;
    • Armazenamento em nuvem: sincronização entre dispositivos para trabalho colaborativo.

    Como resgatar o benefício na Vivo

    Para ativar os seis meses gratuitos do Adobe Express Premium, os clientes da Vivo devem acessar o aplicativo da operadora e procurar pela seção “Benefícios”. O processo é semelhante ao resgate de outras vantagens oferecidas pela empresa, como descontos em serviços parceiros. Após a ativação, o usuário receberá um e-mail da Adobe com instruções para configurar a conta e começar a utilizar a plataforma.

    Diferencial da parceria: foco em criadores de conteúdo

    Ao contrário de outras promoções que priorizam descontos em hardware ou serviços de streaming, a Vivo direciona seu benefício para um público cada vez mais relevante: criadores de conteúdo digitais. Com o crescimento do marketing de influência e da produção de conteúdo para redes sociais, ferramentas como o Adobe Express se tornam essenciais para profissionais que buscam agilidade e qualidade sem a complexidade de softwares avançados.

    Segundo analistas do setor, iniciativas como essa reforçam a estratégia da Vivo de fidelizar clientes por meio de vantagens exclusivas, especialmente em um mercado onde a diferenciação é cada vez mais disputada. A parceria com a Adobe também posiciona a operadora como facilitadora de ferramentas inovadoras, alinhadas às demandas do mercado digital atual.

  • OpenAI revoluciona produtividade com ChatGPT Work: IA assume projetos completos e integra Teams e Slack

    OpenAI revoluciona produtividade com ChatGPT Work: IA assume projetos completos e integra Teams e Slack

    Novo agente da OpenAI promete automatizar projetos inteiros com autonomia

    A OpenAI deu mais um passo rumo à automação corporativa com o lançamento do ChatGPT Work, apresentado oficialmente em 09 de julho de 2026. Diferente dos assistentes convencionais, esse novo agente foi projetado para executar atividades complexas sem supervisão constante, desde a compilação de dados até a geração de relatórios prontos para uso.

    Integração nativa com ecossistemas empresariais

    O ChatGPT Work se destaca por sua capacidade de conectar arquivos, aplicativos e ferramentas de colaboração — como Microsoft Teams e Slack — de forma transparente. Basta ao usuário definir um objetivo amplo, como “preparar uma apresentação de vendas” ou “analisar o desempenho trimestral”, e o agente orquestra todas as etapas necessárias: coleta de dados, geração de insights e até a formatação final do material.

    GPT-5.6 e novo app para desktop reforçam a aposta da OpenAI

    A estreia do ChatGPT Work não veio sozinha. A OpenAI também liberou ao público o GPT-5.6, uma atualização dos modelos de linguagem que promete maior precisão em tarefas técnicas, e um aplicativo unificado para desktop que unifica ChatGPT, Work e Codex em uma única interface. Essa convergência sinaliza uma estratégia clara: transformar o ChatGPT em uma plataforma de produtividade integral, não apenas uma ferramenta de perguntas e respostas.

    Impacto no mercado de IA corporativa

    Analistas do setor veem no ChatGPT Work um divisor de águas para empresas que buscam reduzir custos operacionais. Ao assumir tarefas repetitivas — como organização de dados, elaboração de emails ou até mesmo a criação de slides — o agente pode liberar profissionais para focarem em atividades estratégicas. No entanto, especialistas já alertam para desafios: segurança de dados e personalização de workflows serão críticos para adoção em larga escala.

  • Meta testa óculos com IA que gravam tudo ao redor: como funciona e riscos da ‘superpercepção’

    Meta testa óculos com IA que gravam tudo ao redor: como funciona e riscos da ‘superpercepção’

    Óculos da Meta com IA: gravação constante e ‘memória artificial’

    Em uma nova investida no mercado de dispositivos vestíveis, a Meta estaria testando um protótipo de óculos inteligentes com inteligência artificial que grava áudio e tira fotos automaticamente, segundo reportagem do Financial Times publicada nesta semana. O recurso, apelidado internamente de super sensing (superpercepção), tem como objetivo criar uma espécie de ‘memória artificial’ para os usuários, armazenando informações do cotidiano — como conversas, localização de objetos ou detalhes de reuniões — para posterior consulta via assistente de IA.

    Como o ‘super sensing’ funcionaria na prática

    Os registros não seriam salvos localmente nos óculos, mas enviados diretamente para os servidores da Meta AI, onde passariam por processamento em tempo real. A estratégia busca mitigar riscos legais e de privacidade, ao evitar que dados sensíveis permaneçam armazenados no dispositivo. Entre as funcionalidades prometidas, o sistema poderia responder a perguntas como ‘onde deixei minhas chaves?’ ou ‘o que foi dito na reunião de ontem?’, integrando-se ao ecossistema de assistentes virtuais da empresa.

    Investimentos da Meta em óculos inteligentes desde 2021

    A Meta vem apostando fortemente em óculos com IA desde 2021, quando lançou parcerias com a Ray-Ban para modelos com câmera e microfone. Agora, com o *super sensing*, a empresa dá um passo adiante ao transformar os dispositivos em ferramentas de captura onipresentes. Especialistas, no entanto, já alertam para potenciais controvérsias, especialmente em ambientes onde a gravação constante pode ferir leis de privacidade ou causar desconforto social.

    Privacidade em xeque: quem controla os dados?

    A abordagem da Meta — centralizar os registros na nuvem — divide opiniões. Por um lado, facilita a atualização de modelos de IA e reduz a carga computacional dos óculos. Por outro, reacende debates sobre vigilância corporativa e o uso de dados pessoais por gigantes da tecnologia. A empresa não comentou oficialmente o projeto, mas a revelação chega em um momento em que reguladores globais intensificam fiscalizações sobre inteligência artificial e dispositivos conectados.

  • OpenAI lança GPT-5.6 e GPT-Live após Trump liberar restrições: modelos Sol, Luna e Terra chegam ao público

    OpenAI lança GPT-5.6 e GPT-Live após Trump liberar restrições: modelos Sol, Luna e Terra chegam ao público

    Fim das barreiras: Trump cede e libera GPT-5.6

    A OpenAI finalmente poderá distribuir ao público geral os novos modelos de IA GPT-5.6 e GPT-Live, após o governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, remover as restrições que limitavam seu acesso. A decisão, anunciada hoje (08/07), encerra um período de cerca de duas semanas em que apenas clientes selecionados tinham permissão para testar as tecnologias.

    Três modelos para diferentes finalidades

    A família GPT-5.6 chega ao mercado com três variantes: Sol, Luna e Terra. Cada um foi projetado para funções específicas: Sol foca em trabalhos científicos, Luna em codificação avançada e Terra em soluções para cibersegurança. A diversificação busca atender desde pesquisadores até desenvolvedores e profissionais de TI.

    GPT-Live: a voz da próxima geração

    Além dos modelos de texto, a OpenAI introduz o GPT-Live, uma ferramenta inovadora capaz de gerar vozes com qualidade próxima à humana. O lançamento será gradual, com distribuição escalonada para garantir estabilidade e ajustes técnicos. Especialistas já especulam que essa tecnologia pode revolucionar aplicações como assistentes virtuais e dublagens automáticas.

    Contexto: um marco regulatório

    A liberação dos modelos segue um movimento paralelo da Anthropic, que também desbloqueou o acesso ao Claude Fable 5 após pressões do governo Trump. As restrições haviam sido impostas no início de julho por alegações de segurança nacional, sob o argumento de que versões avançadas de IA poderiam ser usadas para desinformação ou ataques cibernéticos. A decisão de hoje sinaliza uma mudança de postura, possivelmente alinhada a uma estratégia de normalização do uso comercial dessas tecnologias.

    O que muda para os usuários?

    A partir de amanhã (09/07), qualquer pessoa com acesso à plataforma da OpenAI poderá experimentar os novos modelos. A expectativa é de um aumento significativo na demanda, especialmente por parte de empresas de tecnologia e startups que dependem de IA para inovação. Analistas preveem que a competição entre OpenAI e Anthropic deve se intensificar, com possíveis reflexos nos preços e na qualidade dos serviços oferecidos.

  • Meta AI no Instagram: entenda como sua imagem pode ser usada em criações de IA sem aviso

    Meta AI no Instagram: entenda como sua imagem pode ser usada em criações de IA sem aviso

    A Meta expandiu seu ecossistema de inteligência artificial com o lançamento do Muse Image, um modelo capaz de gerar imagens realistas a partir de prompts — e, agora, também a partir de conteúdos públicos do Instagram. Desde a última quarta-feira (8 de julho), contas públicas de maiores de 18 anos tiveram a configuração padrão ativada para permitir que suas fotos, vídeos e *reels* sejam utilizados como base para criações automatizadas.

    A funcionalidade, que já está em operação em outros mercados, ainda não chegou ao Brasil. No entanto, especialistas já alertam para os riscos: não há notificação quando alguém usa sua imagem para gerar uma nova arte, e mesmo a mudança de perfil para privado não remove as criações já feitas. Em um exemplo prático, um usuário poderia inserir um prompt como “cartão de aniversário com a foto de [seu nome]” e a IA geraria uma imagem personalizada — sem que você soubesse ou pudesse intervir.

    Como a Meta AI acessa seus dados e o que muda com a nova política

    O acesso ao conteúdo público é autorizado automaticamente pela Meta, conforme as políticas de privacidade da plataforma. Para bloquear essa funcionalidade antes que ela chegue ao país, o usuário precisa tomar duas medidas:

    • Revisar as configurações de privacidade: Garanta que sua conta esteja privada (embora isso não impeça futuras gerações, apenas limita o acesso inicial).
    • Desativar o uso de dados para IA: Na seção de “Configurações avançadas”, procure por opções como “Permitir uso de conteúdo para treinamento de IA” e desative-as.

    O que diz a Meta sobre o uso de imagens na IA?

    Em comunicado oficial, a empresa afirmou que o recurso foi desenvolvido para “promover criatividade e personalização” no Instagram. No entanto, a falta de transparência sobre o uso de perfis públicos — especialmente sem consentimento explícito — já gerou críticas de especialistas em proteção de dados. A ausência de notificações reforça a vulnerabilidade dos usuários, que podem ter sua imagem vinculada a conteúdos sem qualquer controle.

    Riscos além do Brasil: o que esperar quando a função chegar?

    Enquanto o Brasil aguarda o lançamento, outros países já relatam casos de uso indevido, como deepfakes de celebridades ou manipulação de imagens para disseminação de *fake news*. A advogada especializada em direito digital, Dra. Ana Luiza Machado, alerta: “A legislação brasileira ainda não acompanha a velocidade das inovações em IA. Usuários devem se antecipar e ajustar suas configurações o quanto antes para evitar danos à reputação”.

    Para quem já utiliza o Instagram, a recomendação é clara: verifique agora suas permissões e prepare-se para desativar o compartilhamento de dados caso a ferramenta chegue por aqui. Afinal, na era da IA generativa, a privacidade não é mais uma opção — é uma batalha diária.

  • Meta lança Muse Image: IA de geração de imagens chega ao AI, WhatsApp e Instagram

    Meta lança Muse Image: IA de geração de imagens chega ao AI, WhatsApp e Instagram

    A Meta deu mais um passo firme na corrida pela inteligência artificial generativa ao lançar, na última segunda-feira (06/07), o Muse Image, um modelo de IA especializado em geração e edição de imagens. A novidade chega com a promessa de transformar a forma como usuários e anunciantes interagem com as plataformas da empresa, integrando-se diretamente ao Meta AI, WhatsApp e Instagram.

    Muse Image: o que muda para usuários e marcas?

    O Muse Image não é apenas mais um gerador de imagens. Segundo a Meta, ele permite a criação de imagens a partir de descrições textuais, edição de elementos em fotos de perfis públicos do Instagram e até a aplicação de efeitos personalizados. Para anunciantes, a ferramenta será disponibilizada como parte do serviço Advantage Plus, possibilitando a geração de anúncios com maior agilidade e criatividade.

    Desempenho nos benchmarks: como o Muse Image se compara?

    Em testes comparativos, o Muse Image demonstrou superioridade frente a concorrentes como o Nano Banana 2 do Google, ficando atrás apenas do GPT Image 2 da OpenAI, líder do segmento. A Meta destaca que o novo modelo foi desenvolvido para oferecer alta qualidade visual, com variações precisas e ajustes de estilo mais naturais — uma evolução em relação às primeiras gerações de ferramentas de IA para imagem.

    Meta Superintelligence Lab: a aposta da gigante em IA

    O Muse Image é a segunda inovação do Meta Superintelligence Lab, laboratório dedicado à IA liderado por Alexandr Wang. Em abril, o braço da empresa estreou com o Muse Spark, focado em geração de texto. Agora, com o lançamento do modelo de imagem, a Meta reforça sua estratégia de integrar IA avançada em todas as suas plataformas, visando não só os usuários finais, mas também o mercado publicitário e de negócios digitais.