Tag: Kardian

  • Dacia Sandero Stepway europeu estreia com híbrido de 158 cv e desafia Kardian: 0 a 100 km/h em 8,3 s

    Dacia Sandero Stepway europeu estreia com híbrido de 158 cv e desafia Kardian: 0 a 100 km/h em 8,3 s

    Ainda distante do Brasil desde o encerramento da produção do Stepway em 2025, o Sandero tem vivido uma nova fase na Europa, onde a renovação da geração e a chegada de tecnologias híbridas redefinem seu papel no segmento de compactos aventureiros.

    Um híbrido pleno no DNA do Sandero Stepway

    O conjunto Hybrid 155, herdado da atual geração do Renault Clio, marca uma virada radical para o modelo. Composto por um motor 1.8 a gasolina (109 cv) acoplado a um propulsor elétrico de 49 cv, o sistema entrega 158 cv combinados — superando os 150 cv do antigo Sandero RS brasileiro, movido a etanol.

    Desempenho e eficiência: o dualismo que impressiona

    Com peso de 1.341 kg em ordem de marcha, o Sandero Stepway híbrido acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos, apenas 0,3 s atrás do ex-RS nacional. Seu diferencial, no entanto, está na eficiência: emissões de apenas 100 g/km de CO₂, um patamar que coloca o modelo em sintonia com as exigências ambientais do Velho Continente.

    Transmissão e consumo: o que muda na prática?

    O sistema é gerenciado por um câmbio automático Multi-Mode específico, otimizado para o funcionamento híbrido. Embora não tenham sido divulgados dados de consumo real, a combinação de motor térmico eficiente e eletrificação deve resultar em valores competitivos — uma vantagem clara frente aos rivais tradicionais do segmento, como o Toyota Yaris ou o Corolla.

    O que isso significa para o mercado brasileiro?

    Apesar de não haver previsão de chegada do Sandero híbrido ao Brasil, a estreia europeia serve como termômetro para as expectativas dos consumidores locais. O Kardian, atualmente o único híbrido flex disponível no país, tem enfrentado críticas por sua potência limitada (144 cv). O Sandero Stepway europeu, com 158 cv e sistema similar aos Toyota, poderia reacender a discussão sobre a adoção de híbridos no mercado nacional — especialmente se a Renault optar por trazer a tecnologia para cá.

  • Renault acelera estratégia no Brasil: mini-Duster com patente registrada em julho de 2026

    A Renault não apenas anunciou, mas já protegeu juridicamente o futuro mini-Duster no Brasil. Na última quarta-feira (15/07/2026), a marca francesa protocolou junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o registro de patente de imagens do modelo compacto, que promete ser uma versão reduzida do tradicional Duster e deve chegar ao mercado em meados de 2027.

    Proteção antecipada contra cópias

    O registro no INPI segue uma prática comum no setor automotivo, especialmente para evitar que concorrentes desenvolvam modelos semelhantes aproveitando o conceito apresentado pela Renault. A empresa, no entanto, tem agido com notável agilidade: menos de cinco meses após o anúncio global do mini-Duster, já assegura sua propriedade intelectual no país. Com menos de 4 metros de comprimento, o modelo deve inicialmente priorizar mercados como a Índia antes de expandir para outras regiões, incluindo o Brasil.

    Tecnologia herdada do Kardian

    O mini-Duster, apelidado internamente de Bridger, será construído sobre a plataforma modular RGMP Small, mesma base utilizada pelo compacto Kardian brasileiro. Essa arquitetura, que compartilha princípios com a CMF-B (usada em diversos modelos da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi), já foi desenvolvida para atender às rigorosas normas europeias de segurança — um sinal de que o veículo pode trazer inovações técnicas para o segmento B no mercado nacional.

    O que esperar do modelo

    Com foco no segmento de SUVs urbanos, o Bridger promete ser uma alternativa mais acessível e compacta dentro da linha da Renault. Ainda não há detalhes sobre motorização ou preços, mas a estratégia da marca deixa claro: o mini-Duster não é apenas um projeto futuro, mas uma realidade em andamento, com proteção legal já assegurada no Brasil antes mesmo do lançamento global.

  • Renault avança com ‘mini-Duster’: Bridger recebe patente e pode chegar ao Brasil

    Renault avança com ‘mini-Duster’: Bridger recebe patente e pode chegar ao Brasil

    A Renault deu mais um passo rumo à produção do Bridger, o ‘mini-Duster’ urbano que promete disputar espaço no segmento de SUVs compactos. Em 25 de maio de 2026, a marca registrou no Instituto Indiano de Propriedade Intelectual (IPO) um pedido de patente de desenho industrial, uma etapa crucial antes do lançamento comercial. O documento, curiosamente categorizado como ‘Jogos e Brinquedos’, sugere que a fabricante já testa miniaturas em escala para avaliar o design final.

    Plataforma compartilhada com o Kardian: sinergia entre modelos

    O Bridger é construído sobre a plataforma modular RGMP Small, mesma base do compacto Kardian, lançado recentemente. Essa estratégia permite à Renault reduzir custos de desenvolvimento e acelerar a produção, aproveitando componentes já validados. A empresa não confirmou datas para o lançamento, mas o projeto, inicialmente focado no mercado indiano, já demonstra ambição global — inclusive o Brasil, onde SUVs compactos como o Duster dominam as vendas.

    Design robusto e tendência do segmento

    O esboço revelado na patente mostra um SUV de linhas retas e aparência ‘quadradinha’, alinhado à preferência dos consumidores por modelos com visual agressivo e utilitário. A dianteira exibe faróis estreitos com luzes de LED dispostas na diagonal, enquanto a carroceria destaca para-lamas marcados, ampla área envidraçada e linha de cintura elevada — características que reforçam a robustez sem abrir mão de praticidade. A semelhança com o conceito apresentado em março de 2026 é notável, exceto por ajustes sutis em detalhes como rodas e para-choques.

    Futuro incerto, mas promissor

    Embora a patente seja um sinal claro de que o Bridger caminha para a produção, a Renault ainda não detalhou preços, motorizações ou estratégia de mercado. Especialistas avaliam que o modelo poderia preencher uma lacuna entre o Kwid (ainda produzido na Índia) e o Duster, com potencial para atrair jovens e famílias. A aposta em uma versão ‘brinquedo’ para testes de design também indica que a marca busca feedback antes de definir o visual final — uma prática comum em projetos de inovação.