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  • Google corta acesso da Meta ao Gemini após estouro de capacidade contratada

    Google corta acesso da Meta ao Gemini após estouro de capacidade contratada

    Contrato de IA afogado por demanda interna

    Na última sexta-feira (27/06/2026), o Google impôs restrições ao uso do Gemini pela Meta após a empresa de Mark Zuckerberg exceder os limites de capacidade de processamento contratados. A medida, reportada pelo Financial Times, afeta diretamente ferramentas internas da Meta que dependiam da IA para funções como geração de código, operação de chatbots e auxílio em tarefas de moderação.

    Gemini supera Llama em eficiência, mas custo é alto

    Apesar dos investimentos massivos da Meta no modelo proprietário Llama, executivos da empresa admitiram ao FT que o Gemini apresentou desempenho superior em algumas funções internas. A contratação do sistema da concorrente, no entanto, esbarrou nos limites contratuais — um reflexo do uso intensivo de IA generativa em escala corporativa.

    Meta diversifica, mas paga o preço da superalocação

    A Meta não depende exclusivamente de seus próprios modelos de IA. Além do Llama, a empresa utiliza soluções terceirizadas como o Claude (da Anthropic) para tarefas similares. A limitação imposta pelo Google, no entanto, expõe um problema recorrente no setor: a dificuldade de prever e dimensionar o uso real de ferramentas de IA em ambientes corporativos, onde a demanda por processamento pode flutuar drasticamente.