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  • Memórias RAM sob pressão: alta de 40% já em 2026 e crise deve durar até 2028

    Memórias RAM sob pressão: alta de 40% já em 2026 e crise deve durar até 2028

    Crise dos chips se aprofunda: mercado de RAM em colapso até 2028

    O mercado de memórias RAM enfrenta uma tempestade perfeita. Segundo o analista Ethan Tan, ex-executivo da Samsung na China, o preço dos chips deve subir pelo menos 40% até o final de 2026, com novas altas previstas para os trimestres seguintes. As fabricantes Samsung, Micron e SK Hynix, que juntas registraram crescimento de 85,8% no último ano, estão entre as principais beneficiadas por esse cenário, mas os consumidores pagarão a conta.

    Timeline do desastre: quando os preços vão parar?

    As projeções, divulgadas pelo Jefferies Equity Research, indicam que o terceiro trimestre fiscal de 2026 será o gatilho para a primeira onda de aumentos. Tan prevê uma alta adicional de cerca de 30% no trimestre seguinte, com a tendência de valorização se estendendo por todo o ano de 2027. A única luz no fim do túnel: uma possível estabilização do mercado só deve ocorrer em 2028 — um alívio que, para muitos, chega tarde demais.

    O que isso significa para o consumidor?

    Produtos de hardware, como PCs e consoles, já vinham sofrendo com a escalada de preços nos últimos meses. Com a RAM — componente essencial para qualquer dispositivo moderno — encarecendo em ritmo acelerado, a pressão sobre o bolso do usuário final deve aumentar ainda mais. Fabricantes de eletrônicos e montadoras de computadores já sinalizam repasses de custos, o que pode inviabilizar upgrades ou até mesmo a compra de novos equipamentos.

    Por que os preços não param de subir?

    A crise dos chips, que já dura anos, tem raízes em múltiplos fatores: desde a guerra comercial entre EUA e China até problemas na cadeia de produção e escassez de matérias-primas. O analista Tan reforça que o atual cenário é ainda mais pessimista do que as previsões anteriores do Jefferies Equity Research, o que sugere que a indústria pode estar subestimando a gravidade da situação.

  • Preço das memórias RAM dispara: alta de 40% já em 2026 e crise se estende até 2028

    Preço das memórias RAM dispara: alta de 40% já em 2026 e crise se estende até 2028

    Crise global de chips empurra preços para patamares históricos

    Os consumidores e fabricantes de computadores devem preparar o bolso: o analista Ethan Tan, ex-executivo da Samsung na China, projeta um aumento de pelo menos 40% nos preços das memórias RAM a partir do terceiro trimestre de 2026. A tendência, já observada nos últimos meses, deve se intensificar com uma nova alta de aproximadamente 30% no trimestre seguinte, mantendo a pressão sobre o setor até 2027. A estabilização do mercado só é prevista para 2028, segundo dados do Jefferies Equity Research.

    Fabricantes se beneficiam enquanto mercado afunda

    Enquanto os preços sobem, os três maiores players do setor — Samsung, Micron e SK Hynix — registraram um crescimento de 85,8% em seus resultados. A crise, que afeta desde chips de memória até componentes para placas de vídeo, reflete gargalos na cadeia global de semicondutores, agravados por fatores como a demanda crescente por IA e a escassez de insumos. Para o consumidor final, isso significa não apenas o encarecimento de memórias RAM, mas também de produtos como processadores, GPUs e até smartphones.

    O que esperar dos próximos meses?

    A escalada de preços deve se refletir rapidamente nos lançamentos de hardware. Fabricantes de computadores e periféricos já estudam ajustes nos preços de produtos para o segundo semestre de 2026, enquanto varejistas enfrentam pressões para manter estoques. Analistas alertam que, caso a crise persista, os impactos podem se estender para outros componentes eletrônicos, como SSDs e placas-mãe, criando um efeito dominó no mercado de tecnologia.

  • Lenovo decreta: alta nos preços de memórias RAM e NAND é o ‘novo normal’ até pelo menos 2028

    Lenovo decreta: alta nos preços de memórias RAM e NAND é o ‘novo normal’ até pelo menos 2028

    Demanda por IA derruba estoques e dispara preços de chips

    A escalada nos preços de memórias RAM e NAND, diagnosticada pela Lenovo no evento ISC 2026, não é passageira. Segundo a fabricante, a combinação entre o crescimento acelerado da inteligência artificial — que exige mais data centers — e a incapacidade da indústria de acompanhar a demanda elevou os custos a um patamar sem volta. A apresentação da empresa, realizada na última quarta-feira (24/06), exibiu gráficos comparativos que deixam claro: estamos diante de um novo normal, onde os valores não devem retornar aos níveis de 2025.

    Fabricantes já repassam custos, e o consumidor paga a conta

    Empresas como Apple e Microsoft já ajustaram seus preços em produtos que dependem desses componentes, como notebooks e consoles. A Lenovo reforçou que a crise, apelidada de ‘RAMageddon’, deve perdurar pelo menos até 2028 — mas, na prática, não há previsão de término. A apresentação da fabricante destacou que a produção de chips DRAM e Flash NAND não consegue acompanhar o ritmo acelerado da demanda, especialmente com a expansão das aplicações de IA, que consomem quantidades massivas de memória.

    O que esperar daqui para frente?

    Para os consumidores, a notícia é ruim: os preços de módulos de memória RAM e armazenamento devem permanecer altos, impactando diretamente o custo de dispositivos eletrônicos. Para as empresas, a lição é clara: é preciso diversificar fornecedores e investir em inovação para mitigar os efeitos dessa crise prolongada. Enquanto isso, o mercado aguarda por sinais de que a indústria consiga, algum dia, equilibrar oferta e demanda — algo que, pelo menos até junho de 2026, não está no horizonte.