Tag: Meta

  • WhatsApp global trava: aplicativo cai com falhas ao redor do mundo sem explicação

    WhatsApp global trava: aplicativo cai com falhas ao redor do mundo sem explicação

    Um apagão global atingiu o WhatsApp na tarde desta segunda-feira (3 de agosto de 2026), bloqueando milhões de usuários sem explicação imediata. A interrupção, relatada inicialmente por brasileiros e replicada em outras localidades, impediu o envio de mensagens e o acesso a quaisquer funções do aplicativo.

    Falta de comunicação da Meta agrava a instabilidade

    Desde o início dos relatos, por volta das 12h46, não houve comunicado oficial da Meta — dona do WhatsApp — esclarecendo a causa ou a extensão do problema. A dependência do serviço para comunicação pessoal e profissional torna a situação ainda mais crítica, especialmente em regiões onde o aplicativo é a principal plataforma de interação.

    Usuários migram para alternativas enquanto aguardam resolução

    Plataformas como Telegram e Signal registraram um aumento expressivo no número de acessos em resposta à queda do WhatsApp. No entanto, a migração é limitada para quem depende de grupos ou contatos exclusivos no aplicativo bloqueado. Sem previsão de retorno, a incerteza permanece sobre quando os serviços serão restabelecidos.

  • Idec aciona ANPD e MPF contra abusos com óculos inteligentes no Brasil

    Idec aciona ANPD e MPF contra abusos com óculos inteligentes no Brasil

    O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) protocolou nesta terça-feira, 28 de julho de 2026, um pedido formal para investigar possíveis abusos envolvendo o uso de óculos inteligentes no Brasil. A associação acionou a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Ministério Público Federal (MPF) após relatos de filmagens não autorizadas com os dispositivos.

    Óculos smart viram câmeras ocultas, segundo Idec

    A entidade aponta que os aparelhos, cada vez mais comuns em armações convencionais, estariam sendo usados como ferramentas de vigilância ilegal. Denúncias recentes incluem casos de gravações sem consentimento em ambientes privados, como consultórios médicos e espaços públicos. Em junho, um ginecologista foi preso em Salvador (BA) sob suspeita de ter filmado uma paciente com um óculos smart da Meta.

    Mercado em expansão e riscos à privacidade

    A demanda por óculos inteligentes segue em alta: projeções indicam que as vendas globais podem ultrapassar 13,6 milhões de unidades até o final de 2026, com a Meta dominando 76,1% do segmento. Desde o lançamento da primeira linha Ray-Ban Meta em 2023, os dispositivos ganharam popularidade entre criadores de conteúdo — mas também chamaram atenção pelos riscos à privacidade.

    O que dizem os especialistas?

    O Idec defende que a ausência de regulamentação específica no Brasil permite que fabricantes e usuários explorem lacunas legais, facilitando o uso indevido. A organização exige que as autoridades apurem as denúncias e estabeleçam normas claras para o uso desses dispositivos, incluindo sinalização obrigatória e penalidades para infrações.

  • Apple adia óculos inteligentes para 2027 por riscos à privacidade

    Apple adia óculos inteligentes para 2027 por riscos à privacidade

    Privacidade em xeque: Apple recua no lançamento

    A Apple decidiu adiar o lançamento de seus óculos inteligentes para 2027, um movimento estratégico para evitar os mesmos problemas de privacidade que a Meta enfrenta com seus dispositivos. A decisão reflete a cautela da empresa em relação à coleta de dados e à segurança de informações pessoais, especialmente diante da crescente fiscalização sobre tecnologias wearable.

    Meta como referência indesejada

    Os óculos inteligentes da Meta, que já enfrentam críticas por permitirem gravações não autorizadas, serviram de alerta para a Apple. A gigante de Cupertino optou por revisar seus planos, incluindo a implementação de recursos avançados de segurança nos sensores, câmeras e sistemas de IA integrados aos dispositivos.

    O que mudou no cronograma

    Originalmente, a Apple previa anunciar os óculos ainda em 2026, possivelmente durante o lançamento do iPhone 18 Pro ou do modelo dobrável. Agora, a expectativa é que o produto seja apresentado apenas na próxima WWDC, com comercialização prevista para 2027. A estratégia busca alinhar o lançamento a um contexto de maior maturidade tecnológica e regulatória.

  • Meta lança selo gratuito de verificação no Facebook: como obter e onde aparece

    Meta lança selo gratuito de verificação no Facebook: como obter e onde aparece

    Autenticação gratuita contra perfis falsos

    A Meta introduziu nesta sexta-feira (24/07) o *Facebook Verified*, um selo de verificação gratuito que atesta a autenticidade de perfis por meio de uma selfie. A iniciativa busca combater a disseminação de perfis falsos e conteúdos gerados por inteligência artificial, embora a empresa enfatize que o selo não endossa ou valida a confiabilidade dos usuários.

    Onde o selo aparece e como obtê-lo

    O *Facebook Verified* será exibido em locais como o *Marketplace*, seção *Namoro*, *Grupos* e no perfil do usuário. A verificação será implementada gradualmente nos posts do *Feed*. Para obter o selo, o usuário deve enviar uma selfie, que será comparada com imagens já publicadas no perfil. O processo é distinto do *Meta Verified*, serviço pago que oferece recursos adicionais.

    Diferencial em relação ao Meta Verified

    Enquanto o *Meta Verified* é um serviço pago com benefícios extras, o *Facebook Verified* é uma medida de segurança gratuita focada exclusivamente na autenticação de identidade. A Meta reforça que a verificação não garante a confiabilidade do usuário, apenas atesta que o perfil pertence a uma pessoa real.

  • Meta lança terceira geração de óculos inteligentes no Brasil: entenda o que muda

    Meta lança terceira geração de óculos inteligentes no Brasil: entenda o que muda

    A terceira geração dos óculos inteligentes da Meta conquistou homologação da Anatel no dia 16 de julho, abrindo caminho para vendas no Brasil. Os dispositivos, desenvolvidos em parceria com a EssilorLuxottica, incluem câmeras de 12 megapixels, conectividade Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3.

    Modelos aprovados e fabricação chinesa

    A lista homologada contempla os Meta Adventurer (duas versões), Meta Fury, Meta Starfire Kylie Edition e dois modelos ainda não anunciados oficialmente. Todos são produzidos pela Goertek, com fábricas no Vietnã e na China, reforçando a estratégia global da marca.

    Incertezas sobre preços e lançamento

    Embora a certificação da Anatel permita a comercialização, a Meta não divulgou preços ou data de estreia no país. A empresa também não se pronunciou sobre os novos dispositivos quando procurada por veículos especializados.

  • Meta enfrenta ação judicial: ex-funcionários acusam IA de direcionar demissões injustas

    Meta enfrenta ação judicial: ex-funcionários acusam IA de direcionar demissões injustas

    Algoritmo de IA supostamente ‘marcou’ profissionais vulneráveis nos cortes

    Em um processo judicial movido em 14 de julho de 2026, 26 ex-empregados da Meta acusam a empresa de ter utilizado uma ferramenta de inteligência artificial para selecionar funcionários a serem demitidos durante os layoffs recentes. Segundo os reclamantes, o software teria priorizado cortes entre trabalhadores com deficiências ou que haviam tirado licenças médicas, um padrão que sugere viés discriminatório.

    Meta rebate acusações: ‘decisões foram humanas’

    A empresa, contudo, nega qualquer responsabilidade automatizada nos processos seletivos. Em nota enviada na mesma data do processo, um porta-voz afirmou que “o gerenciamento de pessoal e as decisões organizacionais são tomadas por pessoas, não por IA”. A justificativa, entretanto, não convenceu os ex-funcionários, que alegam que a produtividade e o uso de tokens de IA — métricas quantitativas — foram usados para justificar os desligamentos.

    Implicações legais e éticas da prática

    Se comprovado, o caso pode redefinir os limites da utilização de algoritmos em recursos humanos, especialmente em grandes corporações. Especialistas em direito trabalhista e ética em IA já sinalizam que a Meta pode enfrentar não apenas indenizações, mas também regulamentações mais rígidas sobre transparência em sistemas automatizados. A discussão ganha ainda mais relevância em um cenário onde ferramentas de IA são cada vez mais integradas a processos decisórios críticos.

  • WhatsApp anuncia backup próprio: 2 GB grátis e planos pagos até 1 TB

    WhatsApp anuncia backup próprio: 2 GB grátis e planos pagos até 1 TB

    Na última terça-feira, 14 de julho de 2026, o WhatsApp deu um passo importante para libertar os usuários iOS da obrigatoriedade do iCloud nos backups. Segundo apurado pelo WABetaInfo, uma versão de teste do aplicativo para iOS já implementa um sistema de armazenamento próprio, identificado em builds experimentais distribuídas via TestFlight.

    A disputa pelo controle dos seus dados

    Até então, a única opção para usuários de iPhone era confiar no iCloud Apple para preservar suas conversas, fotos e vídeos compartilhados pelo WhatsApp. Agora, a plataforma oferece uma alternativa direta: backups diretamente nos servidores do WhatsApp, com 2 GB de capacidade gratuita. Para quem precisa de mais espaço, os planos pagos começam em US$ 0,99 por mês, fornecendo 50 GB de armazenamento, escalando até 1 TB.

    Por que isso importa?

    Além da comodidade de não depender de um ecossistema fechado, a mudança pode reduzir custos para quem já utiliza múltiplos serviços em nuvem. Especialistas em segurança digital também destacam que a opção oferece maior controle sobre dados sensíveis, ainda que a privacidade dependa da robustez dos servidores do WhatsApp. A novidade, embora ainda em fase beta, sinaliza uma tendência de plataformas centralizarem serviços antes terceirizados, como já ocorreu com armazenamento de mídias e pagamentos.

    O que vem pela frente?

    Ainda não há previsão para o lançamento oficial do recurso ao público geral. O WhatsApp, propriedade da Meta, não se pronunciou oficialmente sobre a implementação, mas a presença do menu em versões de teste sugere que a funcionalidade deve chegar em breve — possivelmente antes do final de 2026, levando em conta o ritmo de atualizações da plataforma.

  • Meta lança Instagram Plus: como assinar e cancelar o plano premium em 2026

    Meta lança Instagram Plus: como assinar e cancelar o plano premium em 2026

    O que oferece o Instagram Plus em 2026?

    O novo plano premium da Meta, disponível desde o último dia 9 de julho, inclui funcionalidades exclusivas como maior alcance orgânico para publicações, visualização anônima de perfis e Stories com 48 horas de duração — o dobro do limite padrão. Além disso, o pacote adiciona ferramentas avançadas de segmentação de contatos e personalizações de perfil e ícone do app, conforme anunciado pela rede social.

    Passo a passo para assinar o Instagram Plus

    A assinatura é feita diretamente pelo aplicativo, vinculada à sua conta na loja de aplicativos do dispositivo (App Store ou Google Play). Siga os passos abaixo:

    1. Abra o Instagram no celular e toque na sua foto de perfil, localizada no canto inferior direito da tela.
    2. Acesse o menu de configurações clicando no ícone de três linhas () no canto superior direito.
    3. Desça até a seção “Assinaturas” e selecione “Instagram Plus”.
    4. Leia os termos e condições, então clique em “Obter oferta” ou “Assinar” para ativar o plano.
    5. Confirme os dados de cobrança e finalize a transação via biometria ou senha da loja de apps.

    Como cancelar a assinatura do Instagram Plus?

    Para interromper o serviço, o usuário deve acessar a mesma seção “Assinaturas” dentro do Instagram ou gerenciar a assinatura diretamente na App Store (iOS) ou Google Play Store (Android). A alteração só terá efeito após o ciclo de faturamento corrente, conforme política da Meta.

    Críticas e expectativas em torno do novo plano

    O lançamento do Instagram Plus ocorre em um momento de pressão por monetização da Meta, que enfrenta quedas de engajamento em sua principal rede social. Especialistas avaliam que as ferramentas de segmentação e alcance premium podem atrair creators e pequenas empresas, mas alertam para o risco de fragmentação da experiência do usuário — já que apenas assinantes terão acesso a recursos avançados. No Brasil, o plano ainda está em fase de testes, sem previsão de expansão global imediata.

  • Instagram estuda barrar conteúdos de IA para quem não quer ver, diz Mosseri

    Instagram estuda barrar conteúdos de IA para quem não quer ver, diz Mosseri

    Na última sexta-feira, 10 de julho de 2026, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, admitiu que a plataforma deve evoluir para atender às preferências dos usuários em relação aos conteúdos gerados por inteligência artificial (IA). Em entrevista ao podcast de Lenny Rachitsky, ele afirmou que o algoritmo da rede social precisa ser aprimorado para identificar e evitar a recomendação de vídeos e imagens produzidos por IA àqueles que não demonstram interesse neles.

    Algoritmo deve aprender a rejeitar conteúdos indesejados de IA

    Mosseri esclareceu que a Meta, empresa controladora do Instagram, não pretende eliminar completamente os conteúdos de IA da plataforma, mas sim ajustar seus sistemas de recomendação para que eles sejam menos exibidos a usuários que não os consomem. A ideia é que o próprio algoritmo aprenda a reconhecer as preferências individuais e, assim, personalize o feed de forma mais assertiva.

    Meta explora soluções como certificação de conteúdos reais

    Além da customização algorítmica, a empresa já estuda outras iniciativas, como a criação de um espaço dedicado exclusivamente a conteúdos gerados por IA e a implementação de selos de autenticidade para facilitar a identificação de materiais produzidos por humanos. Essas medidas buscam atender à crescente demanda por transparência em um ecossistema digital cada vez mais dominado por ferramentas de IA.

    Crescimento da IA nas redes sociais exige respostas rápidas

    Nos últimos anos, os conteúdos gerados por inteligência artificial inundaram as redes sociais, mas ainda não há uma ferramenta simples para escondê-los. A fala de Mosseri reflete a pressão por soluções que conciliem inovação tecnológica e experiência do usuário, um equilíbrio que a Meta tenta alcançar sem prejudicar o engajamento na plataforma.

  • Meta testa óculos com IA que gravam tudo ao redor: como funciona e riscos da ‘superpercepção’

    Meta testa óculos com IA que gravam tudo ao redor: como funciona e riscos da ‘superpercepção’

    Óculos da Meta com IA: gravação constante e ‘memória artificial’

    Em uma nova investida no mercado de dispositivos vestíveis, a Meta estaria testando um protótipo de óculos inteligentes com inteligência artificial que grava áudio e tira fotos automaticamente, segundo reportagem do Financial Times publicada nesta semana. O recurso, apelidado internamente de super sensing (superpercepção), tem como objetivo criar uma espécie de ‘memória artificial’ para os usuários, armazenando informações do cotidiano — como conversas, localização de objetos ou detalhes de reuniões — para posterior consulta via assistente de IA.

    Como o ‘super sensing’ funcionaria na prática

    Os registros não seriam salvos localmente nos óculos, mas enviados diretamente para os servidores da Meta AI, onde passariam por processamento em tempo real. A estratégia busca mitigar riscos legais e de privacidade, ao evitar que dados sensíveis permaneçam armazenados no dispositivo. Entre as funcionalidades prometidas, o sistema poderia responder a perguntas como ‘onde deixei minhas chaves?’ ou ‘o que foi dito na reunião de ontem?’, integrando-se ao ecossistema de assistentes virtuais da empresa.

    Investimentos da Meta em óculos inteligentes desde 2021

    A Meta vem apostando fortemente em óculos com IA desde 2021, quando lançou parcerias com a Ray-Ban para modelos com câmera e microfone. Agora, com o *super sensing*, a empresa dá um passo adiante ao transformar os dispositivos em ferramentas de captura onipresentes. Especialistas, no entanto, já alertam para potenciais controvérsias, especialmente em ambientes onde a gravação constante pode ferir leis de privacidade ou causar desconforto social.

    Privacidade em xeque: quem controla os dados?

    A abordagem da Meta — centralizar os registros na nuvem — divide opiniões. Por um lado, facilita a atualização de modelos de IA e reduz a carga computacional dos óculos. Por outro, reacende debates sobre vigilância corporativa e o uso de dados pessoais por gigantes da tecnologia. A empresa não comentou oficialmente o projeto, mas a revelação chega em um momento em que reguladores globais intensificam fiscalizações sobre inteligência artificial e dispositivos conectados.