Tag: motocicletas

  • Bajaj bate recorde histórico em julho e dispara no mercado de motos brasileiro

    Bajaj bate recorde histórico em julho e dispara no mercado de motos brasileiro

    Marca indiana supera recorde anterior e acelera participação no mercado brasileiro

    A Bajaj fechou julho de 2026 com o melhor mês de vendas desde o início de suas operações no Brasil, emplacando 3.371 motocicletas. O volume representa um crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2025 e superou o recorde anterior de 3.350 unidades, atingido em março deste ano. Com o resultado, a fabricante indiana assumiu a quinta posição no mercado brasileiro de motocicletas, consolidando uma trajetória de expansão acelerada em 2026.

    Crescimento acumulado no ano reforça tendência de alta

    Nos primeiros sete meses de 2026, a Bajaj já emplacou 21.366 motocicletas, um salto de 52% em comparação com as 14.035 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado. Desde dezembro de 2022, quando iniciou as vendas no país, a marca ultrapassou a marca simbólica de 65 mil unidades comercializadas, atingindo 65.301 motocicletas licenciadas.

    Fábrica de Manaus e estratégia de portfólio impulsionam resultados

    A fabricante credita o avanço à ampliação do portfólio de modelos, ao fortalecimento da rede de concessionárias e ao aumento gradual da capacidade produtiva da unidade de Manaus (AM). A estratégia tem sido central para atender à crescente demanda por motocicletas no mercado nacional, especialmente em segmentos competitivos.

  • Honda expande linha de motos em 2026: veja preços que vão de R$ 10,6 mil a R$ 300 mil

    Honda expande linha de motos em 2026: veja preços que vão de R$ 10,6 mil a R$ 300 mil

    Portfólio completo para todos os perfis de motociclistas

    A Honda consolida sua posição como a fabricante líder no mercado brasileiro de motocicletas em 31 de julho de 2026, oferecendo uma ampla gama de modelos que atendem desde o consumidor que busca o primeiro veículo até os entusiastas de alta performance. A diversidade de categorias, que inclui desde utilitárias até esportivas de alta cilindrada, é acompanhada por uma tabela de preços que inicia em R$ 10.588 e ultrapassa os R$ 300 mil nos modelos premium.

    Estratificação de preços por categoria: do econômico ao premium

    A linha de entrada e as utilitárias da Honda destacam-se pela relação custo-benefício, com valores que começam em R$ 10.588 para a Pop 110i ES, ideal para transporte urbano diário. Já os modelos da série CG 160 apresentam variações de preço conforme a configuração, indo de R$ 17.350 na versão Start até R$ 21.270 na edição especial 50 Anos, que comemora meio século de presença no Brasil.

    Scooters e crossover urbanos: praticidade com estilo

    Para quem prioriza conforto e praticidade em trajetos curtos, a linha de scooters e crossovers urbanos da Honda oferece opções que combinam design moderno e eficiência. Os valores, embora não detalhados na íntegra, integram a tabela de preços públicos sugeridos (PPS) à vista e sem frete, atualizada para o segundo semestre de 2026.

    Impacto no mercado e poder de escolha do consumidor

    A amplitude de preços reflete não apenas a diversidade de modelos, mas também a estratégia da Honda em manter-se competitiva em todos os segmentos. Enquanto os modelos de entrada atendem à demanda por acessibilidade, as opções topo de linha reforçam o apelo aos consumidores dispostos a investir em performance e tecnologia embarcada, consolidando a marca como referência no setor.

  • Suzuki V-Strom 250 2027 estreia no Japão com farol Full LED e ajustes no ABS; modelo pode inspirar alternativas nacionais

    Suzuki V-Strom 250 2027 estreia no Japão com farol Full LED e ajustes no ABS; modelo pode inspirar alternativas nacionais

    A nova geração da Suzuki V-Strom 250: menos é mais

    A montadora japonesa Suzuki revelou, no último dia 23 de julho, a V-Strom 250 2027 com mudanças pontuais, mas estratégicas, para um modelo já consolidado no mercado asiático. A atualização mais notável é a adoção de iluminação Full LED na dianteira, substituindo o farol halógeno anterior. A medida, embora simples, amplia a segurança em condições noturnas e alinha o modelo às expectativas modernas de iluminação automotiva.

    Refinamentos no sistema de frenagem e paleta de cores

    Além da iluminação, a V-Strom 250 2027 recebeu ajustes no módulo do sistema ABS, visando uma resposta mais precisa em situações de frenagem. A Suzuki também introduziu novas opções de cores para o modelo, mantendo a proposta minimalista e funcional que caracteriza a linha. A mecânica, por sua vez, segue inalterada, com foco em robustez para uso diário e viagens de longa distância — um diferencial que já atrai consumidores no exterior.

    Ausência no Brasil e potencial para o mercado nacional

    Apesar de ser um sucesso em países asiáticos graças à sua simplicidade e custo de manutenção acessível, a V-Strom 250 2027 não será comercializada no Brasil. Por aqui, a Suzuki prioriza modelos de maior cilindrada na linha V-Strom, como a 650 e a 1050. No entanto, com a crescente demanda por motocicletas crossover de entrada — sobretudo aquelas na faixa de 250 cm³ e 300 cm³ — o modelo japonês surge como uma alternativa teórica, especialmente para motociclistas em busca de um veículo ágil e econômico para o dia a dia ou aventuras leves.

    O que esperar do futuro das adventure bikes no Brasil?

    A decisão da Suzuki de não trazer a V-Strom 250 para o Brasil reflete uma estratégia clara de posicionamento no mercado, mas também deixa uma lacuna para modelos de entrada na categoria. Com a popularização de culturas como o enduro e o adventure, é possível que outras fabricantes explorem essa fatia, oferecendo opções mais acessíveis e com foco em praticidade. Enquanto isso, os consumidores brasileiros seguem dependendo de importações ou modelos de cilindrada limitada, como a Honda CB 500X e a Kawasaki Versys 300X.

  • Yamaha XMax 300 Connected 2027 chega com novidades de design e conectividade no Brasil

    Yamaha XMax 300 Connected 2027 chega com novidades de design e conectividade no Brasil

    Renovação estética sem perder a essência

    A Yamaha lançou no Brasil a XMax 300 Connected 2027, scooter premium que mantém seu conjunto mecânico e eletrônico consagrado, mas estreia novas opções de cores e um design atualizado. O modelo preserva a identidade visual da marca com iluminação Full LED e a assinatura em formato de “X”, consolidando-se como a opção topo de linha da fabricante no segmento de scooters urbanas.

    Tecnologia e garantias que acompanham o investimento

    A XMax 2027 chega às concessionárias com quatro anos de garantia de fábrica e um programa de revisões com preço fixo, reforçando a estratégia da Yamaha de oferecer tranquilidade ao consumidor. Além disso, o pacote tecnológico e de conectividade do modelo anterior é mantido, assegurando praticidade para trajetos urbanos e viagens.

    Cores e preço: o que mudou para 2027

    Para a nova edição, a Yamaha introduziu três novas cores: Titanium Black (Preto Fosco), Racing Blue (Azul Metálico) e Volcano Red (Vermelho Metálico). O preço sugerido é de R$ 38.690, sem incluir frete, e o modelo já está disponível em 615 pontos de venda autorizados em todo o país.

    Diferenciais que mantêm a XMax na liderança do segmento

    O conjunto óptico permanece com projetores e setas em LED, mantendo a proposta de visibilidade e estilo da marca. Com essas atualizações, a XMax 300 Connected 2027 reforça sua posição como uma das scooters mais completas do mercado brasileiro, combinando design atraente, tecnologia embarcada e confiabilidade mecânica.

  • Honda domina 65% do mercado: Honda lidera vendas de motos no 1º semestre de 2026 com 1,17 milhão de emplacamentos

    Honda domina 65% do mercado: Honda lidera vendas de motos no 1º semestre de 2026 com 1,17 milhão de emplacamentos

    Crescimento de 14,1% no setor: 1,17 milhão de motos emplacadas em 6 meses

    O mercado brasileiro de motocicletas encerrou o primeiro semestre de 2026 com um volume recorde: 1.174.459 unidades 0 km emplacadas entre janeiro e junho, segundo dados da Fenabrave. O resultado representa um crescimento de 14,1% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram licenciadas 1.029.291 motos. O ritmo acelerado de vendas reforça a expansão do segmento, impulsionado pela alta demanda em serviços de delivery e pela retomada econômica.

    Honda mantém liderança absoluta: 65,73% do mercado em 2026

    A fabricante japonesa consolidou sua hegemonia no setor, somando 771.943 emplacamentos no período, o equivalente a 65,73% de participação. A dominância da Honda é ainda mais expressiva quando comparada à segunda colocada: a Yamaha, com 160.937 unidades (13,70%), e a Shineray, com 73.669 motos (6,27%), completam o pódio. Juntas, as três marcas respondem por 85,7% do mercado nacional.

    Shineray e Mottu: surpresas no top 5 com foco em nichos

    A Shineray, que já havia se destacado em 2025, manteve a terceira posição ao emplacar 73.669 unidades, enquanto a Mottu surpreendeu ao fechar o top 5 com 55.590 motos vendidas (4,73%). O sucesso da marca se deve principalmente à Sport 110i, modelo amplamente adotado por plataformas de delivery. Já a Avelloz, com 18.853 unidades (1,61%), fechou o grupo das cinco maiores.

    Bajaj e Royal Enfield: disputas acirradas fora do top 5

    A Bajaj, que recentemente lançou a Dominar NS400Z no Brasil por R$ 26.900, ocupou a sexta posição com 17.996 emplacamentos, superando a Royal Enfield (17.138 unidades). A Triumph e a BMW também figuram no ranking, mas com volumes menores, refletindo estratégias de mercado mais segmentadas. A diversificação de modelos e preços tem sido uma tendência entre as fabricantes para atender desde o consumidor final até o segmento corporativo.

  • Waze estreia modo exclusivo para motos e IA integrada com Gemini: veja como funciona

    Waze estreia modo exclusivo para motos e IA integrada com Gemini: veja como funciona

    Navegação 2.0: Waze se adapta às motos com precisão inédita

    O Waze deu um passo significativo rumo à personalização ao lançar, nesta segunda-feira (13/07), um modo exclusivo para motociclistas. Diferente das rotas tradicionais — desenvolvidas para carros —, o novo recurso calcula trajetos considerando a dinâmica das motos, como curvas, velocidade média e caminhos alternativos menos congestionados. Segundo a empresa, o Brasil está entre os primeiros países a receber a atualização, que promete entregar estimativas de chegada mais assertivas para os usuários de duas rodas.

    Gemini no Waze: IA que conversa e otimiza sua viagem

    A integração com o Google Gemini promete transformar a interação com o aplicativo. Agora, os usuários podem buscar destinos por comando de voz natural, como “Leve-me ao Parque Ibirapuera evitando avenidas principais” ou reportar incidentes no trânsito apenas descrevendo a situação. Gai Berkovich, vice-presidente do Waze, esclareceu em coletiva que a IA não interfere na definição de rotas ou na avaliação de segurança, funções ainda reservadas às contribuições da comunidade e aos algoritmos próprios da plataforma.

    Berkovich também destacou que o Brasil abriga a maior comunidade de usuários do Waze no mundo, o que deve acelerar a adoção dos novos recursos. A atualização já está disponível para download em dispositivos Android, iOS, Android Auto e Apple CarPlay, mas a liberação pode ocorrer em ondas, como é comum em lançamentos do gênero.

    O que muda (e o que não muda) para os motociclistas

    Embora a navegação para motos seja a grande novidade, a inteligência artificial do Gemini atende a todos os usuários. A IA atua como um assistente virtual, facilitando buscas complexas ou multitarefa durante a condução. No entanto, Berkovich reforçou que a definição das rotas continua baseada em dados reais da comunidade — como acidentes, obras ou fiscalizações — e nos modelos de machine learning treinados para priorizar eficiência e segurança. Para os motociclistas, a diferença é a adaptação do cálculo às particularidades das duas rodas, excluindo vias inadequadas ou trajetos com baixa mobilidade para motos.

  • Mercado de motos: vendas recuam em junho com Honda dominando 80% do Top 10

    Mercado de motos: vendas recuam em junho com Honda dominando 80% do Top 10

    Queda sazonal e dominância da Honda no mercado

    Os dados da Fenabrave mostram que junho de 2026 fechou com 194.200 motocicletas licenciadas no Brasil, volume 1,79% menor que os 197.737 emplacamentos registrados em maio. Embora a retração seja leve, ela sinaliza uma possível acomodação do setor após o pico de vendas do mês anterior, comum em períodos de transição entre estações.

    A Honda consolidou sua hegemonia no segmento, respondendo por mais de 125 mil unidades licenciadas — um número impressionante que representa cerca de 64% do mercado total. A estratégia da marca japonesa, ancorada em modelos como a CG 160 (líder isolada com 46 mil emplacamentos) e a Biz 125, mantém a fabricante na liderança há mais de uma década, com oito dos dez modelos mais vendidos em junho pertencendo à sua linha.

    Yamaha perde fôlego no Top 10; novatas tentam espaço

    A Yamaha, segunda colocada com 25.569 unidades, teve apenas um modelo entre os dez mais vendidos — a Factor 125, que ocupou a oitava posição. A marca, tradicional no segmento, viu sua participação no ranking reduzida frente à concorrência agressiva de Shineray e Mottu, que brigaram pela terceira posição com meras duas unidades de diferença (11.047 vs. 11.045 emplacamentos).

    Já a CFMoto, em seu primeiro mês de operações no Brasil, emplacou 463 motocicletas em junho, um número modesto que reflete os desafios de uma marca nova em um mercado dominado por gigantes consolidados. Enquanto isso, a Mottu Sport 110i surpreendeu ao entrar no Top 5, consolidando a estratégia da startup de focar em modelos acessíveis e parcerias com revendas.

    Concentração de mercado e tendências para o segundo semestre

    A concentração de vendas em poucos modelos e marcas não é uma novidade, mas chama atenção em junho: oito das dez motocicletas mais emplacadas pertencem à Honda, enquanto as demais vagas do Top 10 são disputadas por marcas que apostam em preços competitivos ou nichos específicos. A queda nas vendas da Yamaha, embora pontual, pode ser um reflexo de uma estratégia de portfólio menos agressiva frente às concorrentes.

    Para o segundo semestre de 2026, a expectativa é de estabilidade com possível crescimento impulsionado por programas de incentivo ao crédito e pela chegada do verão, período tradicionalmente forte para o setor. No entanto, a dependência de poucos modelos — especialmente a CG 160 — mantém o mercado vulnerável a mudanças bruscas na demanda ou em políticas econômicas.

  • CFMoto esgota segundo lote de 500 motos em 4 minutos: demanda explode no Brasil

    CFMoto esgota segundo lote de 500 motos em 4 minutos: demanda explode no Brasil

    A CFMoto consolidou sua presença no Brasil com um feito impressionante: o segundo lote de aproximadamente 500 motocicletas foi esgotado em meros quatro minutos, segundo dados da fabricante. O desempenho superou as expectativas iniciais e reforça a forte aceitação dos modelos da marca chinesa entre os consumidores brasileiros.

    Demanda recorde e expansão imediata

    Cada lote disponibilizado pela CFMoto — composto por cerca de 500 unidades — tem sido absorvido rapidamente pelo mercado, um reflexo direto da estratégia agressiva da marca em conquistar o nicho de motocicletas médias e custom no país. A empresa já anunciou ajustes na capacidade produtiva de sua fábrica em Manaus (AM), com foco em aumentar gradualmente o volume de unidades nos próximos lotes para evitar novos episódios de escassez.

    Diversificação da linha e atrativos técnicos

    A estreia brasileira da CFMoto começou com quatro modelos distintos, incluindo as custom 450 CL-C e 450 CL-C Bobber, ambas equipadas com motor bicilíndrico de 449 cm³, capaz de entregar 43,7 cv e 4,2 kgfm de torque. Essas características técnicas, aliadas a um design moderno e preços competitivos, têm sido determinantes para o sucesso inicial da marca no mercado nacional.

    Cenário promissor, mas desafios à frente

    O ritmo acelerado das vendas sinaliza um potencial de crescimento significativo para a CFMoto no Brasil, mas também impõe desafios logísticos e de escala. A fabricante precisa equilibrar a expansão produtiva com a manutenção da qualidade, enquanto a concorrência — especialmente no segmento custom — intensifica suas estratégias de marketing para não perder espaço para a chinesa em ascensão.

  • Bajaj supera 60 mil motos produzidas no Brasil e comemora dois anos de fábrica em Manaus

    Bajaj supera 60 mil motos produzidas no Brasil e comemora dois anos de fábrica em Manaus

    A Bajaj, fabricante indiana de motocicletas, alcançou um marco histórico em sua operação brasileira ao ultrapassar a marca de 60 mil unidades produzidas em sua fábrica localizada em Manaus (AM). Até o dia 30 de junho de 2026, a unidade já havia fabricado 60.357 motocicletas, segundo dados divulgados pela própria empresa.

    A expansão acelerada desde a inauguração

    A comemoração não é apenas pelo volume de produção, mas também pelos dois anos de operação da planta, inaugurada em 25 de junho de 2024. A fábrica, primeira da Bajaj fora da Índia, tem sido um pilar estratégico para a marca no Brasil, impulsionando sua participação no mercado nacional. Em menos de dois anos, a unidade já se estabeleceu entre as cinco maiores fabricantes de motocicletas do país, um feito que reflete a rápida expansão da Bajaj no território brasileiro.

    Investimentos que dobraram a capacidade produtiva

    Quando a fábrica iniciou suas operações, sua capacidade anual era de 20 mil motocicletas. Contudo, a Bajaj não parou por aí. Em 2025, a empresa anunciou um aporte adicional de US$ 10 milhões, elevando sua capacidade instalada para 48 mil unidades por ano. Esse movimento não apenas acompanhou a demanda crescente, mas também reforçou a competitividade da marca no competitivo mercado brasileiro de duas rodas.

    Produção em sistema CKD e consolidação no mercado

    A unidade de Manaus opera sob o sistema CKD (Completely Knocked Down), uma estratégia que permite maior flexibilidade na montagem local e reduz custos logísticos. Desde sua inauguração, a fábrica tem sido fundamental para a Bajaj não apenas produzir, mas também se adaptar às nuances do mercado brasileiro, garantindo agilidade e eficiência em sua cadeia produtiva.

  • Indústria de motos no Brasil registra segundo melhor ano da história em 2026: são 932 mil unidades produzidas

    Indústria de motos no Brasil registra segundo melhor ano da história em 2026: são 932 mil unidades produzidas

    Street domina com mais da metade da produção nacional

    Os dados divulgados pela Abraciclo revelam que, entre janeiro e maio de 2026, as fabricantes do Polo Industrial de Manaus (AM) produziram 932.522 motocicletas, volume 10,1% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2025. Em maio, sozinho, o setor entregou 186.714 unidades, crescimento de 8,2% na comparação anual e avanço de 1,3% sobre abril de 2026.

    Demanda em alta impulsiona toda a cadeia produtiva

    A entidade atribui o resultado à continuidade do aquecimento do mercado brasileiro por motocicletas, que tem gerado investimentos e empregos não apenas nas montadoras, mas em toda a cadeia de duas rodas. A categoria Street segue como carro-chefe: no acumulado do ano, foram 476.422 unidades produzidas, representando 51,1% do total nacional.

    Manaus mantém protagonismo no setor

    O Polo Industrial de Manaus, principal hub de produção de motocicletas do Brasil, reforça sua importância estratégica para o setor. A fábrica da Honda, uma das maiores do complexo, é destaque na produção, com imagens de sua unidade em 2025 ilustrando a capacidade operacional do segmento.