Tag: MP do Frete

  • Agro se mobiliza e MP do Frete é ajustada no Congresso em 15 de julho de 2026

    Agro se mobiliza e MP do Frete é ajustada no Congresso em 15 de julho de 2026

    A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) formalizou, nesta quarta-feira (15 de julho de 2026), seu reconhecimento pelos ajustes promovidos na Medida Provisória nº 1.343/2026 durante a tramitação no Congresso Nacional. A iniciativa, que impacta diretamente o custo do transporte de cargas — especialmente do agronegócio — foi viabilizada graças à articulação da senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da bancada no Senado, e ao empenho do presidente Davi Alcolumbre em garantir a apreciação da matéria antes da perda de vigência.

    Equilíbrio entre transporte justo e sustentabilidade do agro

    A FPA destacou que os aperfeiçoamentos no texto da MP buscam conciliar uma política de remuneração adequada aos transportadores com a mitigação de impactos sobre os custos de insumos e alimentos, pilares da segurança alimentar brasileira. A senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, foi responsável por costurar consensos entre segmentos do transporte e do agronegócio, evitando distorções que afetassem a competitividade do setor.

    Senado garante celeridade ao processo

    O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, também foi elogiado pela FPA por sua atuação decisiva em agilizar a votação da medida, que estava prestes a perder eficácia. A aprovação do texto ajustado evitou um vazio regulatório que poderia ter elevado ainda mais os preços dos alimentos, já pressionados pela volatilidade dos custos logísticos.

    A FPA reafirmou, ao final da nota, seu compromisso com uma política de transporte que assegure tanto a justa remuneração dos caminhoneiros quanto a saúde do setor agropecuário, reconhecido como vetor da economia nacional.

  • Caminhoneiros iniciam greve nacional para forçar Senado a votar MP do Frete antes de 16 de julho

    Caminhoneiros iniciam greve nacional para forçar Senado a votar MP do Frete antes de 16 de julho

    Paralisia nacional em defesa do piso mínimo do frete

    A categoria dos caminhoneiros deu início, nesta segunda-feira (13 de julho de 2026), a uma mobilização nacional que já provoca reflexos em corredores logísticos essenciais para a economia brasileira. O movimento, que inclui paralisações em portos e rodovias estratégicas como o Porto de Santos (SP), Goiás, Bahia e interior paulista, tem como alvo principal o Senado Federal, instado a votar a Medida Provisória nº 1.343 antes de seu vencimento, em 16 de julho.

    MP do Frete: o que está em jogo?

    A medida provisória, considerada vital pela categoria, consolida a política de piso mínimo do frete e outras reivindicações históricas negociadas com o Governo Federal. Caso não seja aprovada até a data limite, a MP perderá a validade, comprometendo ganhos conquistados após longas negociações e ameaçando a estabilidade do setor.

    Impactos imediatos e pressão política

    Os reflexos da mobilização já são sentidos em terminais portuários e vias de escoamento de cargas, com relatos de filas e atrasos em distribuidores como o complexo de Santos, o maior porto da América Latina. A categoria, representada por sindicatos, argumenta que a não aprovação da medida poderia desestabilizar ainda mais o setor, já pressionado por custos operacionais e judicializações recorrentes.

    Consequências além do 16 de julho

    A expiração da MP 1.343 não apenas invalida os termos pactuados, mas abre margem para novos conflitos trabalhistas e prejuízos ao agronegócio, setor diretamente dependente da logística rodoviária. A urgência do Senado em pautar a votação reflete não apenas a demanda da categoria, mas também o risco de um colapso em cadeias produtivas críticas para o PIB nacional.