Tag: streaming

  • Roku eleva preços nos EUA até US$ 50 por escassez global de chips, mas mantém valores no Brasil

    Roku eleva preços nos EUA até US$ 50 por escassez global de chips, mas mantém valores no Brasil

    A Roku implementou aumentos significativos nos preços de seus aparelhos nos Estados Unidos, com reajustes que podem chegar a US$ 50 por unidade — cerca de R$ 255 na cotação direta. A justificativa da empresa está na crescente demanda por componentes eletrônicos, especialmente chips de memória RAM e armazenamento, impulsionada pela expansão acelerada de data centers dedicados à inteligência artificial.

    Impacto nos modelos americanos e estabilidade brasileira

    Nos EUA, cinco produtos sofreram ajustes: o Streaming Stick subiu de US$ 29,99 para US$ 39,99, enquanto o Streaming Stick Plus saltou de US$ 39,99 para US$ 59,99. Modelos mais avançados, como o Streaming Stick 4K e o Roku Ultra, tiveram aumentos ainda mais expressivos, indo de US$ 49,99 para US$ 79,99 e de US$ 99,99 para US$ 149,99, respectivamente.

    Diferencial do mercado brasileiro

    No Brasil, a Roku mantém preços estáveis desde o lançamento dos dois modelos disponíveis na loja oficial: o Streaming Stick (R$ 289,99) e o Streaming Stick Plus (R$ 349,99). A estratégia da empresa parece priorizar a competitividade local, mesmo diante do cenário global de escassez de componentes.

  • Bezos exige radicalização em IA: Prime Video deve virar laboratório de comandos de voz e conteúdo personalizado

    Bezos exige radicalização em IA: Prime Video deve virar laboratório de comandos de voz e conteúdo personalizado

    Amazon mira no futuro do streaming com inteligência artificial

    Jeff Bezos não está satisfeito com meras atualizações no Prime Video. Em mais uma demonstração de que a Amazon quer liderar a revolução da IA no entretenimento, o fundador da empresa exige que a plataforma de streaming se torne um laboratório de recursos inovadores. Segundo relatos internos, a proposta inclui integração total com a assistente virtual Alexa, transformando a busca em um processo por comandos de voz e sugestões hiperpersonalizadas.

    Projeto Lighthouse: a resposta à insatisfação de Bezos

    A pressão de Bezos sobre a equipe liderada por Mike Hopkins, chefe do Prime Video, resultou no lançamento do ‘Projeto Lighthouse’. A iniciativa, ainda em sigilo, busca substituir a interface tradicional do serviço por uma experiência onde algoritmos definem não apenas o que o usuário assiste, mas como interage com a plataforma. A meta é clara: fazer do streaming um reflexo do poderio tecnológico da Amazon na era da inteligência artificial.

    Mais de 200 milhões de assinantes no centro da transformação

    Com uma base de assinantes maior que a população do Brasil, o Prime Video se torna um campo de testes ideal para a Amazon. A reformulação não se limita a funcionalidades técnicas: a ideia é criar uma vitrine onde a IA não apenas auxilie, mas prediga as preferências do usuário, sugerindo trilhas de conteúdo e até personalizando trilhas sonoras. Se bem-sucedido, o modelo poderá redefinir os padrões do mercado de streaming nos próximos anos.

  • Deezer supera marca histórica: 50% dos uploads diários são músicas geradas por IA

    Deezer supera marca histórica: 50% dos uploads diários são músicas geradas por IA

    A Deezer revelou que, pela primeira vez desde sua fundação, as músicas produzidas integralmente por inteligência artificial já representam a maioria dos uploads diários na plataforma. Segundo dados atualizados nesta terça-feira, 21 de julho de 2026, a média de 90 mil faixas sintéticas enviadas diariamente ultrapassou a marca de 50% do total de conteúdos postados.

    Tecnologia contra fraudes: a resposta da Deezer ao avanço da IA

    A empresa anunciou que passará a remover automaticamente conteúdos identificados como fraudes de reprodução, além de faixas que não registram nenhuma execução há mais de seis meses. A decisão visa combater a manipulação de métricas, que prejudica tanto os artistas quanto a transparência do ecossistema de streaming.

    A IA no centro da revolução musical: o que vem por aí?

    O CEO da Deezer destacou que a plataforma já conta com sistemas capazes de rastrear e classificar conteúdos gerados por IA, embora não tenha detalhado os critérios técnicos. Com o crescimento exponencial desse tipo de produção, a iniciativa sinaliza um novo capítulo na indústria fonográfica, onde a autenticidade dos royalties e a qualidade do catálogo entram no radar das empresas de tecnologia.

  • Apple Music e Apple One têm reajuste no Brasil: veja os novos valores a partir de julho de 2026

    Apple Music e Apple One têm reajuste no Brasil: veja os novos valores a partir de julho de 2026

    Reajuste atinge novos e antigos assinantes

    A Apple implementou reajustes nos preços do Apple Music e do Apple One no Brasil a partir de julho de 2026, refletindo o aumento dos custos de licenciamento de conteúdo. Os novos valores já estão em vigor para novos usuários e serão aplicados automaticamente aos assinantes atuais no próximo ciclo de cobrança.

    Novo preço do Apple Music Individual

    O plano Individual do Apple Music, que antes custava R$ 19,90, agora é cobrado a R$ 23,90 por mês. Essa alta de 20% acompanha a tendência global da Apple em ajustar preços para compensar os custos crescentes com direitos autorais e licenças.

    Apple One Individual se mantém estável

    Diferentemente do Apple Music, o plano Individual do Apple One permanece com o preço de R$ 42,90, sem alterações. O pacote, que inclui Apple Music, Apple TV+ e Apple Arcade, segue como opção atrativa para quem busca múltiplos serviços da marca em um único plano.

    Impacto nos consumidores e estratégia da Apple

    O reajuste afeta diretamente o bolso dos brasileiros que utilizam os serviços de streaming da Apple. Enquanto a empresa argumenta que os aumentos são necessários para manter a qualidade do conteúdo, usuários podem buscar alternativas como Spotify ou YouTube Music, que já oferecem preços semelhantes ou até inferiores. A estratégia da Apple reflete uma busca por equilíbrio entre rentabilidade e retenção de assinantes em um mercado cada vez mais competitivo.

  • Netflix mantém estratégia premium no Brasil: testes grátis ficam de fora mesmo após expansão global

    Netflix mantém estratégia premium no Brasil: testes grátis ficam de fora mesmo após expansão global

    A Netflix, que já testou modelos gratuitos em diversos países, optou por manter o Brasil fora dessa estratégia mesmo após seis anos sem oferecer períodos promocionais. Em fevereiro de 2020, a empresa justificou ao Tecnoblog que buscava “novas formas de atrair novos assinantes e promover o serviço no país”, mas desde então não houve mudanças na política local.

    Fim de uma era: o teste grátis que durou pouco

    Até 2020, assinantes brasileiros podiam explorar o vasto catálogo da Netflix — com títulos como La Casa de Papel, Stranger Things e The Witcher — sem pagar durante o primeiro mês. A estratégia, embora comum em outras regiões, foi descontinuada no Brasil há mais de 6 anos, sem previsão de retorno.

    Receita em primeiro lugar: o que mudou desde 2020

    A decisão de não oferecer testes gratuitos no Brasil alinha-se às recentes estratégias da Netflix para aumentar a receita. Em 2023, a plataforma implementou o bloqueio de compartilhamento de contas entre perfis de diferentes domicílios e lançou planos com anúncios, visando monetizar melhor sua base de usuários. Enquanto mercados como Índia (14 dias) e Espanha retomam os incentivos, o Brasil permanece como exceção — um reflexo da maturidade do mercado local e da priorização de receita recorrente.

  • TIM estreia Ultracombo: planos unificados de fibra e celular a partir de R$ 89,99

    TIM estreia Ultracombo: planos unificados de fibra e celular a partir de R$ 89,99

    Pacotes híbridos unem fibra e celular em um só plano

    A TIM introduziu os planos Ultracombo, uma solução que combina internet residencial por fibra óptica (TIM Ultrafibra) com serviços móveis (TIM Black) em um único pacote. A novidade chega primeiro a localidades selecionadas, como São Paulo, com preços a partir de R$ 89,99 por mês, incluindo 500 Mb/s de velocidade e 65 GB de dados móveis.

    Diferenciais e opções de streaming

    Os pacotes mais completos incluem assinaturas de serviços como Paramount+ ou Globoplay (dependendo da região) e Deezer, além de priorizar a integração entre os serviços fixos e móveis da operadora. A oferta busca fidelizar clientes com uma experiência unificada, reduzindo a necessidade de contratar serviços separados.

    Disponibilidade restrita e expansão futura

    Por enquanto, os planos Ultracombo estão limitados a algumas cidades, mas a TIM pode expandir a cobertura nos próximos meses. A estratégia reflete a tendência do mercado de oferecer pacotes integrados, alinhados à demanda por conveniência e economia em serviços de telecomunicações.

  • Spotify amplia controle parental para usuários gratuitos: como funciona e quem já pode usar

    Spotify amplia controle parental para usuários gratuitos: como funciona e quem já pode usar

    Nesta quarta-feira, 15 de julho de 2026, o Spotify anunciou a expansão do controle parental para contas gratuitas, uma medida que reforça o compromisso da plataforma com a segurança de crianças e adolescentes nos mercados internacionais.

    A nova ferramenta: perfis monitorados sem assinatura

    Pais e responsáveis agora podem criar perfis separados para crianças dentro da própria conta do Spotify, aplicando filtros de conteúdo e bloqueios de artistas ou músicas específicas. A funcionalidade, inicialmente restrita a assinantes pagantes, passa a ser acessível também aos usuários do plano gratuito em países como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, França, Alemanha e Países Baixos.

    Como funciona o controle parental da plataforma

    Ao ativar a conta monitorada, o responsável define quais gêneros, artistas ou canções devem ser bloqueados, além de restringir recomendações inadequadas. A criança utiliza um perfil próprio, mas com limites pré-estabelecidos, oferecendo uma camada de segurança sem a necessidade de migrar para o Spotify Kids — aplicativo voltado exclusivamente ao público infantil.

    Diferença entre a nova ferramenta e o Spotify Kids

    Enquanto o Spotify Kids é um aplicativo independente com conteúdo pré-selecionado e interface simplificada, a conta monitorada integra-se ao serviço principal. Isso significa que a criança acessa as mesmas playlists e funcionalidades básicas, mas com restrições aplicadas pelo adulto. No Brasil, a opção já existe desde julho de 2025, mas ainda é exclusiva para assinantes.

    Por que a mudança importa

    Com mais de 600 milhões de usuários ativos, o Spotify busca equilibrar a experiência de streaming com a segurança de menores. A ampliação do controle parental gratuito pode incentivar famílias a adotarem a plataforma mesmo sem planos pagos, ao mesmo tempo em que pressiona concorrentes como Apple Music e YouTube a aprimorarem suas próprias ferramentas de moderação.

  • Nubank restringe acesso gratuito à HBO Max: clientes terão que pagar R$ 4,90 após período promocional

    Nubank restringe acesso gratuito à HBO Max: clientes terão que pagar R$ 4,90 após período promocional

    Fim da gratuidade prolongada no HBO Max para clientes Nubank

    A partir de agora, os clientes do Nubank Ultravioleta e Nubank+ que utilizam o benefício do HBO Max precisam se preparar para uma mudança significativa. O acesso gratuito ao plano Básico com Anúncios da HBO Max continua disponível, mas por um período limitado — entre seis e doze meses, dependendo da data de adesão ao benefício.

    Taxa extra de R$ 4,90 entra em vigor após período promocional

    Após o término da bonificação, os usuários terão que arcar com uma taxa mensal de R$ 4,90 para manter o serviço de streaming. Vale lembrar que o HBO Max oferece planos pagos que variam de R$ 29,90 a R$ 55,90 por mês, dependendo das características escolhidas, como resolução 4K e número de dispositivos simultâneos.

    Trajetória do benefício: de grátis a restrito

    O acesso à HBO Max fazia parte dos privilégios do Nubank Ultravioleta desde 2024, sem nenhum custo adicional. No entanto, em abril de 2026 — há três meses, segundo a data-base de hoje (8 de julho de 2026) —, o Nubank começou a comunicar aos clientes que o benefício gratuito seria gradualmente reduzido. A decisão reflete uma estratégia de readequação de custos diante do crescente número de assinaturas vinculadas ao cartão.

    Impacto para os usuários e alternativas

    Os clientes afetados pela mudança agora precisam avaliar se vale a pena continuar pagando a taxa extra de R$ 4,90 ou buscar outras opções de entretenimento. Para quem não quiser arcar com o valor adicional, alternativas como serviços de streaming concorrentes ou até mesmo a migração para um plano HBO Max independente podem ser consideradas. A medida reforça a tendência de bancos e fintechs de reavaliar benefícios que antes eram oferecidos sem restrições.

  • TIM Play chega ao mercado com planos de R$ 9,90 a R$ 89,90 para disputar audiência com Vivo e Claro

    TIM Play chega ao mercado com planos de R$ 9,90 a R$ 89,90 para disputar audiência com Vivo e Claro

    Nova plataforma desafia gigantes do setor

    A TIM ingressou oficialmente no mercado de streaming no Brasil com o lançamento do TIM Play em 1º de julho de 2026, uma plataforma que combina conteúdos sob demanda, canais ao vivo e opções para locação de filmes, posicionando-se diretamente contra as soluções já estabelecidas pela Vivo e Claro. A estratégia reflete a crescente movimentação das operadoras de telecomunicações para diversificar suas receitas em um cenário de saturação do mercado de banda larga e móvel.

    Planos variam de R$ 9,90 a R$ 89,90

    A TIM Play disponibiliza três faixas de assinatura: o plano Básico (R$ 9,90/mês) foca em filmes sob demanda; o Standard (R$ 29,90/mês) inclui 16 canais abertos; e o Premium (R$ 89,90/mês) oferece 62 canais fechados, além de conteúdos exclusivos. Segundo Thompson Gomes, chefe de marketing da TIM, a proposta é oferecer uma experiência mais completa aos consumidores, integrando telecomunicações e entretenimento em um único ecossistema.

    Parceria técnica e acessibilidade multiplataforma

    O desenvolvimento do TIM Play contou com a parceria da Mileto, empresa responsável pela extinta Oi TV, responsável pela infraestrutura tecnológica da plataforma. A solução está disponível para clientes da operadora, mas também pode ser acessada por não-assinantes da TIM por meio de app para celular (Android e iOS), computadores e smart TVs das principais marcas. A empresa não divulgou detalhes sobre a integração com os serviços de telecom da TIM, como a possibilidade de descontos para clientes da operadora.

    Concorrência acirrada no setor de streaming

    O lançamento do TIM Play ocorre em um momento de alta competitividade no mercado de streaming no Brasil, onde gigantes como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video já dominam a preferência do público. A Vivo (com a Vivo Play) e a Claro (com a Claro TV+) também apostam em plataformas similares, oferecendo pacotes que combinam internet, TV por assinatura e serviços digitais. A estratégia da TIM, no entanto, destaca-se pela segmentação de preços e pela integração com sua base de clientes de telecomunicações, o que pode atrair consumidores insatisfeitos com os altos custos das plataformas tradicionais.

  • TV Time fecha as portas após 15 anos: app de rastreio de séries sai do ar em 15 de julho

    TV Time fecha as portas após 15 anos: app de rastreio de séries sai do ar em 15 de julho

    O TV Time, um dos aplicativos mais populares entre os fãs de séries e cinema para acompanhar lançamentos e organizar maratonas, será encerrado definitivamente no dia 15 de julho de 2026. A decisão da Whip Media, empresa responsável pela plataforma desde seu lançamento em 2011, coloca fim a uma ferramenta que acumulou uma comunidade global de mais de 26,4 milhões de usuários.

    Brasil entre os principais mercados do app

    Segundo dados da Appfigures, o Brasil está entre os quatro países com maior volume de acessos ao TV Time, ao lado de Estados Unidos, França e Itália. A plataforma se tornou referência para quem buscava organizar episódios, descobrir novas produções ou simplesmente registrar sua jornada de maratona — funcionalidade que agora será descontinuada.

    Exportação de dados é a última chance para os usuários

    Para amenizar o impacto, a Whip Media disponibilizou uma ferramenta de exportação de dados dentro do app, permitindo que os usuários salvem suas listas e histórico antes do desligamento total. Após o dia 15 de julho, o TV Time será removido das lojas App Store e Google Play, encerrando oficialmente suas operações.

    O que vem depois? Alternativas ao TV Time

    Com o fechamento do aplicativo, os cerca de 26 milhões de usuários — incluindo os brasileiros — precisarão buscar alternativas para substituir suas funcionalidades. Plataformas como Trakt, Letterboxd ou até mesmo planilhas personalizadas já são citadas por fãs como possíveis substitutos, embora nenhuma ofereça a mesma integração com serviços de streaming e bancos de dados de séries e filmes.