Tag: Tecnologia

  • DeepMind propõe: EUA devem liderar órgão global para controlar IAs avançadas antes de lançamentos

    DeepMind propõe: EUA devem liderar órgão global para controlar IAs avançadas antes de lançamentos

    Proposta mira modelos de fronteira e riscos globais

    O chefe do Google DeepMind, Demis Hassabis, sugeriu que os EUA assumam a liderança de um órgão internacional capaz de avaliar e, se necessário, adiar o lançamento de sistemas avançados de IA antes de sua implementação. Segundo Hassabis, a medida é urgente para conter potenciais impactos negativos em segurança, economia e desinformação, classificados por ele como riscos críticos para a sociedade.

    EUA já regulam IA internamente, mas falta coordenação global

    O governo norte-americano já impôs restrições a modelos de IA desenvolvidos por empresas locais, como a suspensão temporária de lançamentos pela Anthropic e OpenAI. No entanto, Hassabis argumenta que uma abordagem coordenada em nível internacional é essencial para evitar lacunas regulatórias. A proposta, apresentada em artigo no LinkedIn, destaca a necessidade de um sistema que possa “recomendar pausas estratégicas” em tecnologias que apresentem riscos incontroláveis.

    Modelos de fronteira: o que está em jogo?

    Os chamados modelos de fronteira são sistemas de IA capazes de realizar tarefas complexas, como prever comportamentos humanos em larga escala ou manipular informações com alto grau de precisão. Hassabis não detalhou critérios específicos para definir quais modelos seriam alvo da fiscalização, mas indicou que a entidade teria poder para intervir antes mesmo de produtos chegarem ao público, um mecanismo semelhante ao adotado pela FDA para medicamentos nos EUA.

    Críticas e desafios à proposta

    A ideia de uma regulação centralizada levanta debates sobre soberania tecnológica e competição geopolítica. Enquanto Hassabis defende que os EUA têm a expertise necessária para liderar o processo, especialistas questionam se um único país — ou bloco — deveria deter tal autoridade. Além disso, a viabilidade de uma entidade global, capaz de impor regras a nações e corporações, permanece incerta diante das tensões comerciais entre EUA, China e União Europeia.

  • WhatsApp anuncia backup próprio: 2 GB grátis e planos pagos até 1 TB

    WhatsApp anuncia backup próprio: 2 GB grátis e planos pagos até 1 TB

    Na última terça-feira, 14 de julho de 2026, o WhatsApp deu um passo importante para libertar os usuários iOS da obrigatoriedade do iCloud nos backups. Segundo apurado pelo WABetaInfo, uma versão de teste do aplicativo para iOS já implementa um sistema de armazenamento próprio, identificado em builds experimentais distribuídas via TestFlight.

    A disputa pelo controle dos seus dados

    Até então, a única opção para usuários de iPhone era confiar no iCloud Apple para preservar suas conversas, fotos e vídeos compartilhados pelo WhatsApp. Agora, a plataforma oferece uma alternativa direta: backups diretamente nos servidores do WhatsApp, com 2 GB de capacidade gratuita. Para quem precisa de mais espaço, os planos pagos começam em US$ 0,99 por mês, fornecendo 50 GB de armazenamento, escalando até 1 TB.

    Por que isso importa?

    Além da comodidade de não depender de um ecossistema fechado, a mudança pode reduzir custos para quem já utiliza múltiplos serviços em nuvem. Especialistas em segurança digital também destacam que a opção oferece maior controle sobre dados sensíveis, ainda que a privacidade dependa da robustez dos servidores do WhatsApp. A novidade, embora ainda em fase beta, sinaliza uma tendência de plataformas centralizarem serviços antes terceirizados, como já ocorreu com armazenamento de mídias e pagamentos.

    O que vem pela frente?

    Ainda não há previsão para o lançamento oficial do recurso ao público geral. O WhatsApp, propriedade da Meta, não se pronunciou oficialmente sobre a implementação, mas a presença do menu em versões de teste sugere que a funcionalidade deve chegar em breve — possivelmente antes do final de 2026, levando em conta o ritmo de atualizações da plataforma.

  • Samsung Galaxy A27 5G chega ao Brasil com tela 120 Hz e câmera de 50 MP por R$ 2.299

    Samsung Galaxy A27 5G chega ao Brasil com tela 120 Hz e câmera de 50 MP por R$ 2.299

    Tela Super AMOLED e performance 5G

    O Galaxy A27 5G chega ao mercado brasileiro com um display Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução FHD+ e taxa de atualização de até 120 Hz — ideal para quem busca fluidez em jogos e navegação. Além disso, o aparelho suporta redes 5G, alinhando-se às tendências de conectividade no país.

    Câmeras e armazenamento

    O conjunto fotográfico traseiro é composto por três lentes, com destaque para a câmera principal de 50 MP. O dispositivo oferece ainda opções de memória RAM de 6 GB ou 8 GB, combinadas a 128 GB de armazenamento interno, expansível via cartão microSD.

    Bateria e recarga

    A bateria de 5.000 mAh promete autonomia prolongada, enquanto o carregador de 25 W permite recargas rápidas. O sistema operacional Android 16 com One UI 8.5 garante uma experiência atualizada e otimizada.

    Preços e lançamento

    Os valores iniciam em R$ 2.299 para a versão de 6 GB de RAM, chegando a R$ 2.799 na configuração com 8 GB. O Galaxy A27 5G foi anunciado em junho de 2026 na República Tcheca e agora chega ao Brasil como mais uma opção acessível para o público 5G.

  • Dispositivos à prova d’água ou resistência militar? Entenda os limites reais dos padrões IP, ATM e MIL-STD

    Dispositivos à prova d’água ou resistência militar? Entenda os limites reais dos padrões IP, ATM e MIL-STD

    Se você já se perguntou se aquele smartphone anunciado como “resistente à água” sobreviveria a um mergulho acidental, a resposta depende menos da propaganda e mais do padrão de certificação que ele carrega. Na última terça-feira, 14 de julho de 2026, especialistas reforçam que normas como IP, ATM e MIL-STD — amplamente citadas em especificações técnicas — têm limites claros e, em muitos casos, são mal interpretadas pelos consumidores.

    IP: Vedação contra poeira e água, mas não imunidade

    O padrão IP (Ingress Protection) é o mais comum em dispositivos eletrônicos. Ele classifica a resistência a poeira (primeiro dígito) e água (segundo dígito) em uma escala de 0 a 8 ou 9, respectivamente. Por exemplo, um smartphone com certificação IP68 é considerado à prova d’água em mergulhos profundos, mas atenção: isso não significa que ele é invulnerável. O desgaste natural, como o acúmulo de suor ou a degradação das vedações com o tempo, pode reduzir sua eficácia.

    ATM: Pressão hidrostática, mas com ressalvas

    Já o padrão ATM (Atmosferas) é menos conhecido, mas igualmente importante. Ele mede a pressão que um dispositivo pode suportar em metros de profundidade. Um smartwatch com certificação 5 ATM, por exemplo, é projetado para resistir a pressões de até 50 metros, mas isso não garante que ele sobreviverá a impactos ou quedas durante o uso. Além disso, testes mostram que muitos dispositivos perdem parte dessa resistência após exposição prolongada a água salgada ou cloro.

    MIL-STD: Resistência extrema, mas não para uso cotidiano

    O padrão MIL-STD (Military Standard) é o mais rigoroso, testando dispositivos em condições extremas como choque, vibração, temperaturas extremas e imersão prolongada. Smartphones militares, como os usados por forças armadas, passam por testes de queda de até 1,2 metro em concreto. No entanto, esse padrão é caro e raramente aplicado a dispositivos de consumo. Mesmo assim, muitos fabricantes usam o termo de forma genérica para transmitir uma ideia de robustez que pode não corresponder à realidade.

    O que os fabricantes não contam: desgaste inevitável

    Independentemente do padrão, especialistas da última terça-feira, 14 de julho de 2026, destacam que nenhum selo de resistência é permanente. Vedações se desgastam, testes são realizados em condições ideais e, na prática, quedas, impactos ou exposição a produtos químicos podem comprometer a integridade do dispositivo muito antes do esperado. Por isso, a recomendação é clara: verifique as especificações técnicas, mas não se baseie apenas nelas para julgar a durabilidade real do seu aparelho.

  • Spotify enfrenta instabilidade global nesta manhã: aplicativos não carregam e usuários relatam lentidão

    Spotify enfrenta instabilidade global nesta manhã: aplicativos não carregam e usuários relatam lentidão

    Falha afeta desktop e navegador simultaneamente

    O Spotify enfrenta uma instabilidade global nesta manhã de terça-feira (14/07), com relatos de lentidão e incapacidade de carregar a página inicial em aplicativos para desktop e navegadores. Segundo dados do DownDetector, o pico de reclamações ocorreu por volta das 9h, com uma queda gradual nos registros de falhas após esse horário.

    Problema não se limita ao Brasil; usuários internacionais também relatam instabilidade

    A falha não está restrita a um único país: usuários no Brasil, Estados Unidos e em outros territórios compartilharam experiências semelhantes nas redes sociais. Mensagens como “o Spotify tá fora do ar?” e “por que você cai?” viralizaram, enquanto a conta oficial do Spotify no X (antigo Twitter) não se pronunciou sobre o ocorrido até o momento.

    DownDetector indica recuperação gradual, mas sem confirmação oficial

    Os gráficos do DownDetector mostram um pico de reclamações às 9h, seguido de uma queda acentuada nos relatos de instabilidade. No entanto, até o momento, a empresa não emitiu comunicado oficial sobre a causa ou a resolução do problema. Em situações como essa, a lentidão pode estar relacionada a atualizações, sobrecarga de servidores ou falhas internas.

  • Instagram Plus estreia com recursos de personalização e privacidade: tudo que você precisa saber sobre a assinatura

    Instagram Plus estreia com recursos de personalização e privacidade: tudo que você precisa saber sobre a assinatura

    Nova assinatura do Instagram promete revolucionar a experiência do usuário

    Em um movimento para monetizar recursos há muito tempo aguardados pelos usuários, o Instagram lançou hoje, 13 de julho de 2026, o Instagram Plus, uma assinatura mensal que desbloqueia funcionalidades exclusivas de personalização, controle de conteúdo e interações. A estreia da plataforma chega em um momento em que a rede social enfrenta crescente concorrência de plataformas como TikTok e Threads, que já oferecem recursos avançados de edição e engajamento.

    Personalização em destaque: bio, posts e interações sob medida

    A assinatura permite que os usuários customizem elementos-chave de seus perfis. Entre as novidades, estão fontes personalizadas para a bio, que possibilitam uma identidade visual única, e a possibilidade de fixar até seis posts no topo do perfil — o dobro do limite padrão da rede social. Além disso, a funcionalidade de pré-visualização anônima de stories promete atrair aqueles que buscam controlar o acesso ao seu conteúdo sem bloquear seguidores indesejados.

    Controle e priorização: como o Instagram Plus gerencia suas publicações

    Outro diferencial é a priorização de posts, que coloca automaticamente as publicações mais recentes ou engajadas no topo do feed dos seguidores. A assinatura também inclui a opção de programar posts com até 48 horas de antecedência, uma funcionalidade há muito solicitada por criadores de conteúdo e marcas. Para usuários que buscam otimizar sua presença digital, esses recursos representam um salto na estratégia de conteúdo.

    Privacidade e anonimato: o que muda para os usuários?

    Um dos recursos mais controversos — e potencialmente atrativos — é a visualização anônima de stories. Enquanto o Instagram tradicional já permite que os criadores saibam quem visualizou suas stories, o Plus oferece a opção de esconder a própria visualização quando o usuário assiste ao conteúdo alheio. Essa funcionalidade pode ser um atrativo para quem deseja monitorar concorrentes ou simplesmente evitar interações indesejadas, mas levanta questões sobre transparência e ética na plataforma.

    Valor e concorrência: o Instagram Plus vale a pena?

    Com preço ainda não divulgado oficialmente (a plataforma apenas menciona que será “competitivo”), o Instagram Plus chega em um momento em que outras redes sociais já exploram modelos de assinatura. O Twitter Blue, por exemplo, oferece recursos similares há anos, enquanto plataformas como Snapchat e TikTok já testam versões premium de suas ferramentas. Para usuários casuais, a assinatura pode parecer excessiva, mas para criadores, empresas e influenciadores, os benefícios em termos de controle e personalização podem justificar o investimento. Resta saber se o modelo será suficiente para fidelizar usuários em um mercado cada vez mais disputado.

  • Premiados e líderes tech soam alerta global: IA pode superar Revolução Industrial em impacto

    Premiados e líderes tech soam alerta global: IA pode superar Revolução Industrial em impacto

    Uma aliança inusitada de mentes brilhantes e gigantes da tecnologia está soando o alarme sobre o futuro da inteligência artificial. Em carta aberta divulgada hoje, mais de 200 economistas, pesquisadores e executivos — entre eles 16 laureados com o Prêmio Nobel e nomes como Eric Schmidt (ex-CEO do Google) e Jack Boss (cofundador da Anthropic) — alertam que a IA não é apenas uma ferramenta de transformação, mas um fenômeno capaz de redefinir a civilização em uma velocidade jamais vista.

    A IA como divisor de águas: entre o progresso e o caos

    O documento, intitulado “We Must Act Now” (“Nós devemos agir agora”), não se limita a previsões genéricas. Os signatários destacam que, caso não sejam implementadas medidas regulatórias e estratégicas imediatas, a IA poderá desencadear desemprego em massa, desequilíbrios econômicos e até mesmo ameaças existenciais. Por outro lado, ressaltam os potenciais benefícios: otimização de processos industriais, avanços em medicina personalizada e elevação dos padrões de vida globais.

    O que está em jogo?

    A carta não é um manifesto vazio. Com apenas 88 palavras e três pontos claros, ela sintetiza o consenso entre os especialistas: a IA já está aqui, mas seu impacto será exponencial. Os riscos incluem a concentração de poder nas mãos de poucas empresas, a obsolescência de profissões inteiras e a possibilidade de sistemas autônomos escaparem do controle humano. Já as oportunidades envolvem desde a automação de tarefas repetitivas até a solução de problemas globais, como mudanças climáticas e fome.

    Quem assina embaixo?

    A lista de signatários é um Who’s Who da ciência e da tecnologia. Além de Schmidt e Boss, destacam-se nomes como Stuart Russell (pioneiro em IA da Universidade da Califórnia), Daniel Kahneman (Nobel de Economia em 2002) e Emmanuelle Charpentier (Nobel de Química em 2020). A diversidade de áreas reforça o caráter transversal do alerta: não é apenas um problema de engenheiros ou políticos, mas de toda a sociedade.

  • Copilot ganha ferramenta para diagnosticar lentidão no Windows 11

    Copilot ganha ferramenta para diagnosticar lentidão no Windows 11

    Diagnóstico inteligente contra travamentos

    A Microsoft anunciou, em caráter experimental, uma nova funcionalidade para o Copilot: o PC Insights. A ferramenta utiliza inteligência artificial para monitorar em tempo real o consumo de CPU, GPU, RAM e armazenamento do Windows 11, gerando relatórios que ajudam os usuários a identificar aplicativos ou processos responsáveis pela lentidão do sistema.

    Leitura, não intervenção

    Diferentemente de ferramentas tradicionais de otimização, o PC Insights opera apenas em modo somente leitura. Isso significa que não fecha programas, não altera configurações do sistema ou encerra processos automaticamente. A abordagem é reativa: oferece informações claras para que o usuário — ou um técnico — tome as decisões necessárias, evitando danos por ações precipitadas.

    Consumo de recursos: o lado oculto do Copilot

    Em máquinas com hardware limitado, o próprio Copilot pode se tornar parte do problema. Sua interface baseada em navegador, que requer uma versão dedicada do Microsoft Edge, chega a consumir até 1 GB de RAM em operação. Para equipamentos com menos de 8 GB de memória, isso pode agravar a lentidão, exigindo atenção redobrada na hora de ativar ou desativar o assistente.

    Disponibilidade gradual nos EUA

    A Microsoft está liberando o PC Insights em fases para usuários nos Estados Unidos, com previsão de expansão global ainda não confirmada. A implementação segue o padrão de atualizações do Windows 11, que incluem melhorias contínuas baseadas em feedback da comunidade. Para verificar se a funcionalidade chegou ao seu dispositivo, basta acessar o Copilot e buscar pela opção “PC Insights” na aba de perguntas sobre desempenho.

  • Waze revoluciona navegação no Brasil: modo para motos, IA com Gemini e personalização chegam nesta segunda (13)

    Waze revoluciona navegação no Brasil: modo para motos, IA com Gemini e personalização chegam nesta segunda (13)

    Modo Moto: navegação desenhada para duas rodas

    O destaque do lançamento é o Modo Moto, uma funcionalidade inédita que ajusta automaticamente a rota para motociclistas, considerando variáveis como inclinação de subidas, curvas perigosas e rotas alternativas mais fluidas. A inteligência por trás do recurso mapeou mais de 5 milhões de quilômetros de vias brasileiras para garantir precisão, especialmente em grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, onde a malha viária é complexa.

    Gemini no Waze: rotas que ‘pensam’ com você

    A integração com o Google Gemini permite que a plataforma sugira trajetos não apenas baseados em trânsito, mas também em preferências do usuário. Por exemplo: se você costuma parar em postos de combustível específicos ou evitar pedágios, o sistema aprende com seus hábitos e adapta as sugestões. A IA também identifica padrões de deslocamento — como viagens recorrentes para o trabalho — para oferecer alertas personalizados, como atrasos em obras ou eventos.

    Personalização em alta: do visual ao prático

    Os usuários agora podem customizar a interface do aplicativo com temas exclusivos e escolher quais informações aparecem na tela principal, como câmeras de fiscalização ou postos de emergência. Além disso, a função ‘Viagens em Grupo’ — que sincroniza rotas entre múltiplos dispositivos — chega ao Brasil com suporte a até 5 participantes, facilitando encontros ou deslocamentos compartilhados.

    Por que o Brasil é estratégico para o Waze

    Com 590 milhões de viagens mensais e a maior comunidade de usuários da América Latina, o Brasil é um laboratório para o Waze. A empresa destaca que 70% das atualizações no app vêm de dados colaborativos — como relatos de acidentes ou obras — fornecidos pelos próprios motoristas. Essa base ativa permite que recursos como o Modo Moto sejam refinados rapidamente, com feedbacks em tempo real.

    Disponibilidade: quem acessa primeiro?

    Os novos recursos começam a ser liberados nesta segunda-feira (13) para Android e iOS, mas alguns itens — como a personalização avançada — terão cronograma escalonado. Já o Modo Moto e a IA com Gemini estarão disponíveis para 100% dos usuários até o final de julho. Parte das funcionalidades ficará restrita ao programa Beta inicialmente, priorizando usuários que optam por testar versões experimentais.

  • Waze estreia modo exclusivo para motos e IA integrada com Gemini: veja como funciona

    Waze estreia modo exclusivo para motos e IA integrada com Gemini: veja como funciona

    Navegação 2.0: Waze se adapta às motos com precisão inédita

    O Waze deu um passo significativo rumo à personalização ao lançar, nesta segunda-feira (13/07), um modo exclusivo para motociclistas. Diferente das rotas tradicionais — desenvolvidas para carros —, o novo recurso calcula trajetos considerando a dinâmica das motos, como curvas, velocidade média e caminhos alternativos menos congestionados. Segundo a empresa, o Brasil está entre os primeiros países a receber a atualização, que promete entregar estimativas de chegada mais assertivas para os usuários de duas rodas.

    Gemini no Waze: IA que conversa e otimiza sua viagem

    A integração com o Google Gemini promete transformar a interação com o aplicativo. Agora, os usuários podem buscar destinos por comando de voz natural, como “Leve-me ao Parque Ibirapuera evitando avenidas principais” ou reportar incidentes no trânsito apenas descrevendo a situação. Gai Berkovich, vice-presidente do Waze, esclareceu em coletiva que a IA não interfere na definição de rotas ou na avaliação de segurança, funções ainda reservadas às contribuições da comunidade e aos algoritmos próprios da plataforma.

    Berkovich também destacou que o Brasil abriga a maior comunidade de usuários do Waze no mundo, o que deve acelerar a adoção dos novos recursos. A atualização já está disponível para download em dispositivos Android, iOS, Android Auto e Apple CarPlay, mas a liberação pode ocorrer em ondas, como é comum em lançamentos do gênero.

    O que muda (e o que não muda) para os motociclistas

    Embora a navegação para motos seja a grande novidade, a inteligência artificial do Gemini atende a todos os usuários. A IA atua como um assistente virtual, facilitando buscas complexas ou multitarefa durante a condução. No entanto, Berkovich reforçou que a definição das rotas continua baseada em dados reais da comunidade — como acidentes, obras ou fiscalizações — e nos modelos de machine learning treinados para priorizar eficiência e segurança. Para os motociclistas, a diferença é a adaptação do cálculo às particularidades das duas rodas, excluindo vias inadequadas ou trajetos com baixa mobilidade para motos.