Tag: transmissão automática

  • T-Cross 2027 estreia no Brasil com câmbio de 8 marchas e preço a partir de R$ 119.990

    T-Cross 2027 estreia no Brasil com câmbio de 8 marchas e preço a partir de R$ 119.990

    Nova transmissão AQ300 promete maior eficiência e conforto

    A Volkswagen estreou oficialmente no Brasil, na última quarta-feira (5 de agosto de 2026), a linha T-Cross 2027, que traz como principal inovação a adoção da transmissão automática AQ300 de oito marchas nas versões equipadas com o motor 200 TSI 1.0 turbo. A mudança substitui o câmbio de seis velocidades anterior, prometendo melhor desempenho, redução no consumo de combustível e mais suavidade nas trocas de marcha. Segundo a fabricante, o sistema foi calibrado especificamente para o motor, que entrega até 128 cv de potência.

    Mais equipamentos e novo pacote Urban para a versão de entrada

    Além da transmissão, toda a linha T-Cross 2027 ganha mais itens de série, elevando o padrão de equipamentos. A versão Sense, de entrada, recebe pela primeira vez o pacote Urban, que inclui detalhes como rodas de liga-leve de 16 polegadas, maçanetas na cor do veículo e opções de cores exclusivas. As versões intermediárias e topo de linha também foram atualizadas, com destaque para o painel digital de 10,25 polegadas e o sistema de infoentretenimento com tela de 10 polegadas.

    Liderança de vendas reforçada no primeiro semestre

    O lançamento ocorre após um primeiro semestre de 2026 em que o T-Cross manteve a liderança entre os SUVs compactos no Brasil. Em junho, o modelo registrou 11.752 emplacamentos, o maior volume mensal já alcançado por um utilitário esportivo no mercado nacional. A estratégia da Volkswagen com a atualização técnica e equipamentos reforça a aposta em um produto competitivo dentro de um segmento cada vez mais disputado.

  • Honda CVT: por que filtros do câmbio não precisam de troca preventiva?

    Honda CVT: por que filtros do câmbio não precisam de troca preventiva?

    Três sistemas de proteção contra partículas no CVT

    O câmbio CVT da Honda utiliza três componentes para reter impurezas geradas durante o uso: um filtro interno, um filtro acoplado ao trocador de calor e um ímã instalado no cárter. Segundo a fabricante, esses elementos são classificados como ‘long life’, ou seja, não possuem prazo definido para substituição, pois foram projetados para operar durante toda a vida útil da transmissão.

    Comparação com transmissões convencionais

    Diferentemente de algumas caixas automáticas tradicionais, que exigem trocas periódicas de filtros como parte da manutenção preventiva, o CVT da Honda não recomenda essa prática. A ausência de prazos para substituição desses componentes está diretamente ligada ao conceito de redução de custos de manutenção para o consumidor, uma vez que a transmissão só seria aberta em casos de reparos internos.

    Manutenção: quando agir?

    A única ocasião em que os filtros do CVT podem ser substituídos é durante uma desmontagem da caixa, geralmente necessária em situações de falhas ou desgastes internos. Até lá, a engenharia da Honda assegura que o sistema de filtragem mantém sua eficiência, eliminando a necessidade de intervenções preventivas desnecessárias.