Tag: Yamaha

  • Yamaha XMax 300 Connected 2027 chega com novidades de design e conectividade no Brasil

    Yamaha XMax 300 Connected 2027 chega com novidades de design e conectividade no Brasil

    Renovação estética sem perder a essência

    A Yamaha lançou no Brasil a XMax 300 Connected 2027, scooter premium que mantém seu conjunto mecânico e eletrônico consagrado, mas estreia novas opções de cores e um design atualizado. O modelo preserva a identidade visual da marca com iluminação Full LED e a assinatura em formato de “X”, consolidando-se como a opção topo de linha da fabricante no segmento de scooters urbanas.

    Tecnologia e garantias que acompanham o investimento

    A XMax 2027 chega às concessionárias com quatro anos de garantia de fábrica e um programa de revisões com preço fixo, reforçando a estratégia da Yamaha de oferecer tranquilidade ao consumidor. Além disso, o pacote tecnológico e de conectividade do modelo anterior é mantido, assegurando praticidade para trajetos urbanos e viagens.

    Cores e preço: o que mudou para 2027

    Para a nova edição, a Yamaha introduziu três novas cores: Titanium Black (Preto Fosco), Racing Blue (Azul Metálico) e Volcano Red (Vermelho Metálico). O preço sugerido é de R$ 38.690, sem incluir frete, e o modelo já está disponível em 615 pontos de venda autorizados em todo o país.

    Diferenciais que mantêm a XMax na liderança do segmento

    O conjunto óptico permanece com projetores e setas em LED, mantendo a proposta de visibilidade e estilo da marca. Com essas atualizações, a XMax 300 Connected 2027 reforça sua posição como uma das scooters mais completas do mercado brasileiro, combinando design atraente, tecnologia embarcada e confiabilidade mecânica.

  • Yamaha lança motos Fazer FZ15 Deadpool e Crosser Wolverine em série limitada no Festival do Japão 2026

    Yamaha lança motos Fazer FZ15 Deadpool e Crosser Wolverine em série limitada no Festival do Japão 2026

    A Yamaha inova mais uma vez ao unir duas paixões do público jovem: motos e super-heróis. Nesta sexta-feira, 10 de julho de 2026, a marca japonesa anunciou o lançamento das motocicletas Fazer FZ15 ABS Connected Deadpool e Crosser Z ABS Wolverine, duas edições limitadas que serão comercializadas durante o Festival do Japão 2026, realizado entre os dias 10 e 12 de julho em São Paulo (SP).

    Série limitada com apenas 500 unidades cada

    Cada modelo contará com apenas 500 unidades produzidas, garantindo exclusividade aos colecionadores e fãs. A pré-venda já está disponível a partir desta sexta-feira, com entrega prevista para agosto de 2026. O preço público sugerido é de R$ 23.490 (sem frete), acompanhado de três anos de garantia e programa de revisões.

    Inspiração em Deadpool e Wolverine

    As motocicletas recebem grafismos exclusivos baseados nos personagens da Marvel. A Fazer FZ15 Deadpool traz referências ao uniforme, cinto, símbolo e logotipo do anti-herói, enquanto a Crosser Wolverine homenageia o mutante com detalhes que remetem às suas características icônicas. Ambas mantêm a estrutura urbana e tecnológica das versões originais, como o sistema ABS Connected.

    Parceria estratégica entre Yamaha e Marvel

    A colaboração entre as duas marcas teve início em 2019 e já resultou em 11 edições especiais de motocicletas. A estratégia visa aproximar o universo das duas rodas da cultura pop, atraindo consumidores mais jovens e fãs de quadrinhos, cinema e games. Segundo a Yamaha, a iniciativa reforça a conexão emocional com o público, combinando performance e estilo.

  • Mercado de motos: vendas recuam em junho com Honda dominando 80% do Top 10

    Mercado de motos: vendas recuam em junho com Honda dominando 80% do Top 10

    Queda sazonal e dominância da Honda no mercado

    Os dados da Fenabrave mostram que junho de 2026 fechou com 194.200 motocicletas licenciadas no Brasil, volume 1,79% menor que os 197.737 emplacamentos registrados em maio. Embora a retração seja leve, ela sinaliza uma possível acomodação do setor após o pico de vendas do mês anterior, comum em períodos de transição entre estações.

    A Honda consolidou sua hegemonia no segmento, respondendo por mais de 125 mil unidades licenciadas — um número impressionante que representa cerca de 64% do mercado total. A estratégia da marca japonesa, ancorada em modelos como a CG 160 (líder isolada com 46 mil emplacamentos) e a Biz 125, mantém a fabricante na liderança há mais de uma década, com oito dos dez modelos mais vendidos em junho pertencendo à sua linha.

    Yamaha perde fôlego no Top 10; novatas tentam espaço

    A Yamaha, segunda colocada com 25.569 unidades, teve apenas um modelo entre os dez mais vendidos — a Factor 125, que ocupou a oitava posição. A marca, tradicional no segmento, viu sua participação no ranking reduzida frente à concorrência agressiva de Shineray e Mottu, que brigaram pela terceira posição com meras duas unidades de diferença (11.047 vs. 11.045 emplacamentos).

    Já a CFMoto, em seu primeiro mês de operações no Brasil, emplacou 463 motocicletas em junho, um número modesto que reflete os desafios de uma marca nova em um mercado dominado por gigantes consolidados. Enquanto isso, a Mottu Sport 110i surpreendeu ao entrar no Top 5, consolidando a estratégia da startup de focar em modelos acessíveis e parcerias com revendas.

    Concentração de mercado e tendências para o segundo semestre

    A concentração de vendas em poucos modelos e marcas não é uma novidade, mas chama atenção em junho: oito das dez motocicletas mais emplacadas pertencem à Honda, enquanto as demais vagas do Top 10 são disputadas por marcas que apostam em preços competitivos ou nichos específicos. A queda nas vendas da Yamaha, embora pontual, pode ser um reflexo de uma estratégia de portfólio menos agressiva frente às concorrentes.

    Para o segundo semestre de 2026, a expectativa é de estabilidade com possível crescimento impulsionado por programas de incentivo ao crédito e pela chegada do verão, período tradicionalmente forte para o setor. No entanto, a dependência de poucos modelos — especialmente a CG 160 — mantém o mercado vulnerável a mudanças bruscas na demanda ou em políticas econômicas.