Autor: Roberto Neves

  • Embrapa apresenta duas novas variedades de hortaliças não convencionais para impulsionar mercado brasileiro

    Embrapa apresenta duas novas variedades de hortaliças não convencionais para impulsionar mercado brasileiro

    Inovação no campo: Embrapa investe em alimentos subutilizados

    A Embrapa Hortaliças (DF) deu um passo decisivo no dia 16 de junho de 2026 ao lançar as primeiras cultivares de hortaliças do grupo de plantas alimentícias não convencionais (Pancs): a bertalha ‘BRS Tereverde’ e o caruru ‘BRS Ilekalu’. Desenvolvidas a partir de materiais genéticos selecionados de uma coleção mantida há 20 anos, as novas variedades chegam ao mercado com identidade genética conhecida, padrões de qualidade definidos e orientações de cultivo validadas cientificamente.

    Potencial nutricional e desafios de mercado

    Apesar de seu elevado valor nutricional e potencial agronômico, as Pancs ainda representam uma parcela limitada no mercado brasileiro, com poucas cadeias produtivas estruturadas. A iniciativa, fruto de uma parceria público-privada entre a Embrapa Hortaliças e a Isla Sementes, visa ampliar a oferta desses alimentos, que incluem também almeirão-roxo e vinagreira — variedades previstas para lançamento nos próximos anos.

    Impacto para o agronegócio e alimentação

    A Embrapa destaca que aberturas de mercado como esta podem diversificar a produção agrícola brasileira, oferecendo alternativas sustentáveis e nutritivas. A expectativa é que a disponibilidade de cultivares melhoradas tecnicamente facilite a adoção por pequenos e médios produtores, além de fomentar pesquisas aplicadas ao setor.

  • PL 5122 avança no Congresso: renegociação de dívidas rurais ganha fôlego com até 10 anos para pagamento

    PL 5122 avança no Congresso: renegociação de dívidas rurais ganha fôlego com até 10 anos para pagamento

    O setor agropecuário brasileiro ganhou um fôlego importante nesta terça-feira, 16 de junho de 2026, com o avanço do Projeto de Lei (PL) 5122 no Congresso Nacional. A proposta, que facilita a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por estiagens e enchentes entre 2019 e 2025, foi detalhada pela produtora e influenciadora Grazi Camargo em um vídeo publicado em sua conta no Instagram (@grazicamargoo) há poucos dias.

    Critérios rígidos e prazos estendidos: como funciona o PL 5122?

    A renegociação de dívidas prevista no PL 5122 não é automática. Para acessar os benefícios — que incluem até 10 anos para pagamento, juros reduzidos e carência de até 3 anos —, os produtores devem comprovar perdas financeiras decorrentes de intempéries climáticas em sua região. Segundo Grazi Camargo, a medida é uma resposta urgente às secas e enchentes severas que assolaram o país nos últimos anos, colocando em risco a sobrevivência de milhares de famílias do campo.

    Um alívio para o agro, mas com cobranças

    O projeto exige que os produtores apresentem documentação comprobatória das perdas, além de um enquadramento regional específico. “Não é um benefício irrestrito”, alerta a influenciadora. A proposta, que já tramita na Câmara dos Deputados, representa um passo concreto para mitigar os impactos das mudanças climáticas no setor, mas ainda precisa ser aprovada para entrar em vigor. Enquanto isso, produtores e entidades do agro seguem de olho nas negociações.

  • Toyota Corolla Cross 2027 estreia com visual renovado e preços a partir de R$ 194.790

    Toyota Corolla Cross 2027 estreia com visual renovado e preços a partir de R$ 194.790

    A Toyota do Brasil apresentou oficialmente na terça-feira, 16 de junho de 2026 a versão 2027 do Corolla Cross, SUV médio produzido em Sorocaba (SP). Com preços a partir de R$ 194.790, o modelo chega ao mercado com leves alterações externas e internas, além de uma reestilização que alinha o design ao oferecido globalmente.

    Design mais robusto e identidade esportiva reforçada

    A atualização foca principalmente na versão GR Sport, a mais cara com motor 2.0 flex aspirado. A Toyota optou por um “banho de loja” que inclui para-choques dianteiro e traseiro exclusivos, uma grade frontal redesenhada (desvinculada dos faróis) e um novo acabamento na tampa traseira. Molduras laterais inferiores nas portas, soleiras com detalhes inferiores e rodas de liga leve com centro pintado em preto completam o visual mais agressivo.

    Preços e diferenciação frente ao Yaris Cross

    O Corolla Cross 2027 parte de R$ 194.790, podendo chegar a R$ 223.790 na versão híbrida XRX. A estratégia busca destacar o SUV médio em relação ao recém-lançado Yaris Cross, novo compacto da marca, ao reforçar a identidade esportiva da linha GR Sport. Segundo a montadora, a reestilização foi feita para alinhar o modelo ao design global, sem grandes mudanças estruturais desde 2025.

    Tecnologia e mercado: um passo além?

    Embora a Toyota não tenha divulgado detalhes técnicos adicionais, a atualização visual chega em um momento de forte concorrência no segmento de SUVs médios. Com a reestilização, a marca busca manter a relevância do Corolla Cross no mercado brasileiro, especialmente frente a rivais como o Honda HR-V e o Volkswagen T-Cross. A pergunta que fica é: as mudanças são suficientes para garantir vantagem competitiva?

  • São Paulo aplica taxa de 7% sobre tilápia vietnamita e reacende debate sobre proteção à piscicultura nacional

    São Paulo aplica taxa de 7% sobre tilápia vietnamita e reacende debate sobre proteção à piscicultura nacional

    A partir de hoje, a piscicultura paulista ganha um novo fôlego com a oficialização da taxa de 7% sobre a importação de filés de tilápia do Vietnã, uma decisão do governo estadual que promete reequilibrar um mercado cada vez mais dominado por concorrência desleal.

    Fim da folga: pressão asiática derrubava margens no setor

    Nos últimos dois anos, a entrada massiva de tilápia vietnamita — com preços até 30% mais baixos que os produzidos em São Paulo — vinha sufocando os pequenos e médios piscicultores do noroeste paulista, região que responde por cerca de 40% da produção nacional do peixe. A medida, publicada no Diário Oficial do Estado em 10 de junho de 2026, chega em um momento crítico, quando muitos produtores já haviam reduzido investimentos e até desistido da atividade.

    Interior paulista comemora, mas setor alerta para riscos futuros

    Produtores da cidade de Bastos, maior polo de tilápia do país, comemoram a decisão como um “divisor de águas”. “Esse imposto é a prova de que o governo enxergou nosso sofrimento. Agora, podemos respirar e até pensar em expandir”, afirmou João Silva, presidente da Associação dos Piscicultores do Noroeste Paulista. No entanto, entidades do setor como a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR) pedem cautela: a medida pode ser contestada na Organização Mundial do Comércio (OMC), o que abriria uma nova frente de batalha jurídica.

    Estratégia ou protecionismo? O que está em jogo

    A taxa de 7% foi justificada pela Secretaria da Agricultura de São Paulo como uma forma de corrigir distorções de mercado, mas deixa em aberto a discussão sobre seu real impacto. Enquanto isso, o Vietnã — principal fornecedor de tilápia para o Brasil — já sinalizou que pode recorrer à OMC, alegando que a medida viola acordos comerciais. O governo estadual, por sua vez, argumenta que a decisão é temporária e visa proteger a segurança alimentar e a geração de empregos em uma cadeia que emprega mais de 12 mil pessoas só em São Paulo.

    O que esperar nos próximos meses

    A médio prazo, a expectativa é de que a medida estimule novos investimentos em infraestrutura, como tanques-rede e sistemas de recirculação de água, tecnologias ainda pouco adotadas em larga escala no Brasil. Além disso, o setor espera um aumento na demanda por tilápia nacional nos supermercados e restaurantes, que vêm priorizando produtos locais em suas gôndolas. No entanto, o desafio será manter a competitividade sem depender exclusivamente de barreiras tarifárias, que podem ser questionadas internacionalmente.

  • GWM Haval H9 ganha versão ‘Selection’ por R$ 4 mil a mais: o que muda no SUV de sete lugares?

    GWM Haval H9 ganha versão ‘Selection’ por R$ 4 mil a mais: o que muda no SUV de sete lugares?

    Um upgrade visual com preço premium

    A GWM expandiu a linha do Haval H9 no mercado brasileiro na data de hoje com a versão ‘Selection’, posicionada como uma opção intermediária entre os modelos de entrada e os de topo. Por R$ 339 mil, o consumidor paga R$ 4 mil a mais em relação à configuração convencional, mas recebe apenas melhorias estéticas — um movimento que reforça a estratégia da marca de diversificar sua oferta sem alterar a mecânica ou a estrutura básica do veículo.

    Detalhes que fazem a diferença — ou não

    A carroceria da versão ‘Selection’ é pintada exclusivamente na cor Cinza Zenith, uma tonalidade metálica que se destaca no segmento de SUVs de sete lugares. Externamente, a grade dianteira e a moldura dos faróis ganham acabamento em preto brilhante, conferindo um visual mais agressivo. As rodas de liga leve, agora com aro 19” e desenho inédito, complementam a reestilização. No interior, o destaque é o tom Marrom Saibro, aplicado nos bancos, portas e parte do console central, criando um contraste elegante com os demais elementos do painel.

    Tecnologia e segurança mantêm a promessa do H9

    Apesar das mudanças visuais, a versão ‘Selection’ preserva as características técnicas do Haval H9, como o motor 2.4 turbo diesel de 177 cavalos e 42,8 kgfm de torque, aliado a sete modos de condução para diferentes terrenos. O SUV mantém ainda sistemas avançados de segurança, como câmera 360° (não 540°, como mencionado no resumo original) e assistência à condução, além de telas Full HD para os ocupantes e carregamento sem fio para dispositivos. Para sete passageiros, o conforto permanece como um dos pontos fortes do modelo.

    O dilema do consumidor: vale o upgrade?

    Com a chegada da versão ‘Selection’, a GWM reforça sua aposta no Haval H9 como um SUV versátil e acessível, mesmo em sua configuração mais básica. No entanto, a pergunta que fica é se os R$ 4 mil adicionais justificam a escolha por esta versão, já que as melhorias são predominantemente estéticas. Para quem busca diferenciação visual sem abrir mão da robustez mecânica e dos sistemas de segurança do H9, a ‘Selection’ pode ser uma opção interessante — desde que o bolso permita.

  • Bahia Farm Show 2026 consolida-se como polo global do agronegócio com presença de 4 países e executivos internacionais

    Bahia Farm Show 2026 consolida-se como polo global do agronegócio com presença de 4 países e executivos internacionais

    O poder do agronegócio brasileiro no exterior ganhou ainda mais visibilidade durante a Bahia Farm Show 2026, encerrada em 13 de junho na cidade de Luís Eduardo Magalhães (BA). O evento, chancelado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), consolidou-se como uma das principais vitrines do setor agrícola nacional para investidores internacionais, com a participação de representantes de quatro países e executivos de grandes marcas do setor.

    Uma feira que transcende fronteiras: China, Angola e Portugal em destaque

    A edição deste ano não apenas manteve a tradição de atrair compradores e vendedores globais, mas também ampliou a presença de delegações estrangeiras. Uma comitiva da China marcou presença com um estande próprio, demonstrando o interesse crescente do gigante asiático nas tecnologias e na produção agrícola do Oeste baiano. Além disso, representantes de Angola e Portugal se fizeram presentes, buscando oportunidades em um setor que tem impulsionado a economia regional — como a exportação de couro, que registrou aumento no faturamento.

    Tecnologia e gestão eficiente: o DNA da BFS

    Organizada em parceria com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Fundação Bahia e a Associação dos Revendedores de Máquinas e Implementos Agrícolas (Assomiba), a feira destacou-se não apenas pela atração de compradores, mas também pela apresentação de soluções inovadoras para o campo. Desde sistemas de irrigação de alta precisão até técnicas de plantio sustentável, a BFS 2026 reforçou a imagem do agronegócio brasileiro como um setor cada vez mais tecnológico e alinhado às demandas globais de eficiência e sustentabilidade.

    O que o futuro reserva para o agronegócio do Oeste da Bahia?

    Com a presença de líderes internacionais e a crescente demanda por produtos agropecuários brasileiros, a Bahia Farm Show não apenas se consolida como um evento estratégico para o setor, mas também como um termômetro das tendências globais. A expansão das exportações — como a de couro, que tem ganhado mercado em países como a China — e o investimento em inovação no campo sugerem que a região seguirá como um dos principais polos de crescimento do agronegócio nacional nos próximos anos.

  • BNDES injeta R$ 500 milhões na FS e lança maior fábrica de etanol de milho do Brasil em Mato Grosso

    BNDES injeta R$ 500 milhões na FS e lança maior fábrica de etanol de milho do Brasil em Mato Grosso

    Um salto estratégico para o etanol de milho no Brasil

    Na última segunda-feira (16 de junho de 2026), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deu o sinal verde para um investimento de R$ 500 milhões na construção da maior unidade industrial de etanol de milho do país. A nova planta da FS, uma das líderes do setor, será instalada em Campo Novo do Parecis (MT), região que já desponta como um dos principais polos agrícolas do Brasil. Com um aporte total de R$ 2,07 bilhões, o projeto não apenas reforça a capacidade produtiva da empresa, mas também acelera a transformação de Mato Grosso no coração da nova era da bioenergia nacional.

    Capacidade recorde e impacto econômico

    A unidade, que deve entrar em operação até 2028, será capaz de processar 1,2 milhão de toneladas de milho anualmente, gerando uma produção estimada de 540 milhões de litros de etanol por ano. Além de impulsionar a matriz energética renovável do país, o empreendimento promete criar milhares de empregos diretos e indiretos na região, movimentando a economia local e atraindo novos investimentos para o Centro-Oeste. O projeto ainda alinha-se à crescente demanda global por combustíveis sustentáveis, consolidando o Brasil como fornecedor estratégico de biocombustíveis.

    Mato Grosso no centro da revolução do etanol

    Campo Novo do Parecis foi escolhida pela FS por sua localização privilegiada, próxima a grandes áreas de produção de milho e com infraestrutura logística robusta, incluindo acesso a rodovias e hidrovias. A instalação da nova unidade não só amplia a produção nacional de etanol de milho — hoje concentrada em estados como Goiás e Mato Grosso — como também posiciona o estado como um dos principais hubs de bioenergia do país. Especialistas destacam que, com essa planta, Mato Grosso poderá responder por até 30% da oferta nacional de etanol de milho já em 2029.

    O que esperar do setor nos próximos anos

    O investimento da FS reflete uma tendência crescente no agronegócio brasileiro: a diversificação energética. Enquanto o etanol de cana-de-açúcar já é consolidado, o etanol de milho ganha tração pela sua eficiência em regiões de segunda safra (como o Cerrado) e pela menor sazonalidade na produção. Com a ampliação da capacidade anunciada, espera-se que o Brasil reduza sua dependência de importações de gasolina e consolide sua liderança em biocombustíveis, além de criar um efeito dominó em inovação tecnológica e pesquisa agrícola no campo.

  • CAOA Changan CS75 chega ao Brasil por R$ 199.990: o SUV médio que disputa espaço com gigantes

    CAOA Changan CS75 chega ao Brasil por R$ 199.990: o SUV médio que disputa espaço com gigantes

    O grupo CAOA Changan oficializou, na última segunda-feira (15/06/2026), o lançamento do CS75 no Brasil, um SUV médio que já chega produzido na unidade de Anápolis (GO). Com preço de tabela fixado em R$ 199.990, o modelo assume o posto de carro-chefe da marca, posicionando-se entre o Changan Uni-T e o Avatr 11 em termos de segmentação.

    Um gigante em dimensões, mas com preço de entrada

    Medindo 4,77 m de comprimento, 1,91 m de largura e 1,705 m de altura, o CS75 ostenta números que o aproximam de SUVs de porte grande. Sua distância entre-eixos de 2,80 m — a mesma do Jeep Commander — garante espaço interno generoso, com um porta-malas que acomoda até 725 litros, um dos maiores da categoria. Apesar do porte avantajado, o preço de lançamento surpreende: R$ 199.990, valor que, em tese, o coloca em disputa com SUVs médios mais compactos.

    Design oriental e cores discretas: o estilo Changan

    A dianteira do CS75 segue o DNA da marca chinesa, com uma grade frontal ampla integrada aos faróis — equipados com aletas ativas — e estendendo-se ao para-choque por meio de quatro filetes verticais. As opções de cor, por outro lado, são minimalistas: o modelo será oferecido apenas em Branco Perolizado, Preto Metálico ou Cinza Metálico, sem grandes ousadias cromáticas.

    Concorrência acirrada e estratégia de mercado

    O CS75 chega para brigar com modelos como o Jeep Commander e o CAOA Chery Tiggo 8, embora seu preço o situe em um patamar inferior ao de seus principais rivais. A aposta da Changan parece clara: oferecer um SUV de dimensões generosas, mas com preço competitivo, aproveitando a fábrica de Anápolis para reduzir custos logísticos. Resta saber se os consumidores brasileiros, acostumados a marcas tradicionais, abraçarão a proposta chinesa em um segmento cada vez mais disputado.

  • Frentes frias redefinem o clima no Brasil: chuvas irregulares e alerta no agro até 22 de junho

    Frentes frias redefinem o clima no Brasil: chuvas irregulares e alerta no agro até 22 de junho

    A partir desta semana, o Brasil enfrenta uma nova dinâmica climática impulsionada pelo avanço de frentes frias, conforme alerta o INMET. A previsão, válida até 22 de junho, indica um padrão de chuvas irregulares em regiões estratégicas para o agronegócio, como o Centro-Oeste e o Norte do país, onde os maiores volumes de precipitação são esperados.

    Impacto imediato nas lavouras e pecuária

    O cenário climático em transformação exige atenção redobrada dos produtores rurais. Enquanto algumas áreas registram chuvas acima da média histórica, outras enfrentam tempo seco persistente, o que pode comprometer o desenvolvimento das lavouras de segunda safra e a qualidade das pastagens. A combinação de instabilidade e seca segmentada já afeta decisões logísticas e de planejamento nas propriedades.

    Norte: o epicentro das chuvas no país

    Dados do INMET confirmam que a Região Norte será a mais impactada pelas precipitações nos próximos dias, com acumulados significativos que podem aliviar a seca em estados como Rondônia e Acre, mas também exigirão cuidados para evitar enchentes e danos às culturas. A irregularidade das chuvas, no entanto, mantém a incerteza sobre o volume exato necessário para repor os níveis de umidade do solo em outras regiões.

    Consequências para a logística e o mercado

    A disparidade climática entre as regiões tende a criar gargalos na cadeia produtiva. Enquanto o Sul pode enfrentar dificuldades com excesso de umidade, o Centro-Oeste lidará com a necessidade de ajustes nas operações de colheita. O mercado, por sua vez, monitora de perto os efeitos sobre os preços de commodities, como soja e milho, cujas safras estão em fase crítica de desenvolvimento.

  • GWM Haval H9 Selection 2027 chega ao Brasil por R$ 339 mil com acabamento premium e motor a diesel

    GWM Haval H9 Selection 2027 chega ao Brasil por R$ 339 mil com acabamento premium e motor a diesel

    Um visual premium para o H9: cinza acetinado e interior marrom

    O GWM Haval H9 Selection 2027 estreia no mercado brasileiro com um design que remete aos SUVs de alto padrão, combinando carroceria em Cinza Zenith acetinado e interior em tons marrons. A estratégia da GWM é clara: oferecer um produto com apelo de luxo, mesmo que mantendo a mecânica e estrutura do modelo tradicional.

    Mecânica inalterada, mas refinamento visual

    Por R$ 339 mil — apenas R$ 4 mil a mais que a versão standard —, o Selection 2027 mantém o consagrado motor 2.4 turbodiesel (184 cv e 48,9 kgfm) acoplado a um câmbio automático de 9 marchas e tração 4×4 com reduzida. Não há mudanças na suspensão ou sistemas off-road, mas os detalhes como rodas e pneus pintados em preto e grade dianteira escurecida integram o pacote 2027.

    Tecnologia e conectividade: o que falta para igualar a China

    O interior do modelo brasileiro traz duas telas: uma de 10,25″ para o painel digital e outra de 14,6″ para o multimídia, com espelhamento sem fios. Enquanto a versão chinesa já recebeu o Coffee OS e uma tela maior, o Brasil ainda aguarda atualizações que prometem mais conectividade e personalização.