Autor: Roberto Neves

  • Certificações sustentáveis tornam carne brasileira até 40% mais valiosa em mercados globais

    Certificações sustentáveis tornam carne brasileira até 40% mais valiosa em mercados globais

    Do peso à procedência: a nova moeda da pecuária brasileira

    Na última quarta-feira (03/06/2026), o mercado de proteínas animais global deixou claro: não basta produzir carne em escala. É preciso provar que ela nasceu sob critérios de sustentabilidade. Em um contexto onde o Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR) e a pressão por critérios ESG (Ambiental, Social e Governança) dominam as negociações, os selos de certificação — antes vistos como diferenciais — se tornaram passaportes obrigatórios para os mercados mais lucrativos.

    Lucro depende de conformidade: como selos agregam valor

    Dados do setor revelam que, em 2026, a pecuária brasileira alcançou um divisor de águas: a commodity cedeu espaço ao produto de valor agregado. Produtores que aderem a certificações como Rainforest Alliance, ProTerra, ou Carbono Neutro registram aumento médio de 30% a 40% no preço da arroba, segundo levantamento da Associação Brasileira de Pecuária Sustentável (ABPS). A lógica é simples: grandes compradores europeus e asiáticos pagam mais por carne que comprova origem em áreas não desmatadas e com gestão socioambiental transparente.

    EUDR e ESG: o duo que reconfigura a cadeia

    O EUDR, em vigor desde dezembro de 2024, exige que toda carne exportada para a UE comprove origem livre de desmatamento após dezembro de 2020. Já os critérios ESG, cada vez mais exigidos por fundos de investimento, analisam desde emissões de CO₂ até condições de trabalho nos frigoríficos. Juntos, eles formam uma barreira não tarifária que elimina da competição quem não se adequar. Para o analista de mercado João Silva, da consultoria Agro Vision, “as certificações são hoje o principal ativo intangível da pecuária brasileira, tão valiosas quanto os rebanhos”.

    Risco de exclusão: quem não se certificar ficará para trás

    O prejuízo de ignorar essas exigências não é apenas financeiro. Em 2025, gigantes como JBS e BRF já registraram perdas de contratos milionários com clientes europeus por falta de documentação. Além disso, bancos internacionais passaram a exigir certificações para liberar crédito aos frigoríficos. “Quem não se adequar até 2027 enfrentará um apagão comercial, especialmente na Europa e nos EUA”, alerta Silva. A China, segundo maior importador de carne brasileira, também começa a cobrar selos de rastreabilidade, seguindo o mesmo caminho.

    O futuro: rastreabilidade total e blockchain

    A próxima fronteira? A implementação de sistemas de rastreabilidade em tempo real, como o uso de blockchain para registrar cada etapa da produção. Empresas como Marfrig já testam plataformas que permitem ao consumidor final escanear um QR Code na embalagem e acessar dados como local de criação, alimentação do gado e emissões de carbono. “Isso não é marketing, é segurança jurídica“, diz a diretora de sustentabilidade da companhia, Clara Mendes.

  • EUA investigam políticas de trabalho forçado: como Brasil pode ser afetado no comércio de café

    EUA investigam políticas de trabalho forçado: como Brasil pode ser afetado no comércio de café

    Investigação do USTR coloca 60 países sob escrutínio

    O United States Trade Representative (USTR), órgão do governo dos EUA, iniciou na última terça-feira (2 de junho de 2026) uma ampla investigação sobre políticas adotadas por 60 economias — incluindo o Brasil — que visam restringir a importação de produtos associados ao uso de trabalho forçado em terceiros países. A medida, anunciada oficialmente pelo Escritório de Comércio norte-americano, tem como objetivo mapear e avaliar a conformidade dessas nações com os padrões internacionais de direitos humanos no comércio global.

    BSCA reforça: café brasileiro está fora do radar da investigação

    A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) emitiu comunicado nesta quarta-feira (3 de junho de 2026) para esclarecer que a investigação do USTR não se refere ao setor cafeeiro brasileiro, tampouco aponta irregularidades na produção nacional. Segundo a entidade, os códigos tarifários específicos do café — inclusive aqueles listados na exceção divulgada ontem pelo USTR — permanecem isentos das novas tarifas propostas.

    O comunicado da BSCA destaca ainda que a investigação está focada em produtos produzidos com trabalho forçado em outras nações, não na cadeia produtiva brasileira. A entidade reafirma que o café nacional, reconhecido por seus padrões de qualidade e sustentabilidade, segue alinhado às exigências internacionais, sem risco de restrições comerciais por essa via.

    Riscos comerciais e o que vem pela frente

    Apesar da isenção imediata para o café, a investigação do USTR acende um alerta para o setor agroexportador brasileiro. Caso o órgão identifique políticas inadequadas em outros segmentos — como soja, carne ou algodão —, o Brasil poderia enfrentar barreiras não-tarifárias ou até mesmo sanções comerciais. A BSCA, entretanto, mantém diálogo com autoridades para monitorar os desdobramentos e garantir que o café continue livre de restrições.

    O setor cafeeiro, que já enfrenta volatilidade nos preços e pressões por sustentabilidade, agora precisa acompanhar de perto as definições do USTR. A investigação, prevista para ser concluída em até 12 meses, pode redefinir as regras do jogo no comércio internacional de commodities — e o Brasil, como maior produtor global de café, não pode se dar ao luxo de ignorar os sinais.

  • Mais de 27 milhões de doses de vacinas contra clostridioses chegam ao mercado em maio de 2026

    Mais de 27 milhões de doses de vacinas contra clostridioses chegam ao mercado em maio de 2026

    Demanda crescente e estratégia de abastecimento

    Em maio de 2026, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) registrou a chegada de 27.217.356 doses de vacinas contra clostridioses ao mercado nacional, com 63,08% (17.167.285 doses) produzidas localmente e 36,92% (10.050.071 doses) importadas. O volume total liberado desde março de 2026 soma 41 milhões de doses, refletindo um esforço contínuo para atender à demanda do setor agropecuário.

    Produção nacional e parcerias internacionais

    A pasta reforça sua atuação junto à indústria de insumos veterinários para ampliar a produção interna, agilizar importações e otimizar os processos de fiscalização. A medida visa garantir a imunização do rebanho brasileiro, setor fundamental para a economia do país.

  • Fruta no cocho: a virada verde que corta 60% dos gastos de pecuaristas brasileiros

    Fruta no cocho: a virada verde que corta 60% dos gastos de pecuaristas brasileiros

    Do desperdício ao lucro: a virada da fruticultura no campo

    Na última quarta-feira, 3 de junho de 2026, a pecuária brasileira ganhou um novo aliado inesperado: as cascas de frutas. O que antes era descartado como resíduo em indústrias de sucos e polpas de laranja, abacaxi e maracujá — culturas onde o Brasil é líder global — agora se consolidou como uma solução de baixo custo para a alimentação animal. Em um momento em que a volatilidade dos preços do milho e do farelo de soja pressiona os custos de produção, pecuaristas de corte e leite encontraram na ensilagem de subprodutos uma alternativa que reduz gastos com o cocho em até 60%, segundo dados consolidados em polos citrícolas e fruticultores tropicais.

    Economia circular no campo: quando o lixo vira silagem

    A tecnologia por trás da transformação é simples, mas revolucionária. Resíduos orgânicos das indústrias de frutas, enriquecidos em açúcares e fibras, são compactados em silos anaeróbios, onde fermentam por 21 a 28 dias. O resultado é uma silagem de alta digestibilidade, com valor energético comparável a silagens de milho de média qualidade — desde que os protocolos de fermentação sejam rigorosamente seguidos. Levantamentos de campo indicam que, em propriedades onde a técnica já é adotada, a redução no custo da dieta total chega a 45%, enquanto a sustentabilidade do sistema ganha um novo patamar.

    O Brasil como laboratório da inovação: números que falam

    Com uma produção anual superior a 18 milhões de toneladas de laranjas — maior do mundo — e participação de destaque em abacaxi e maracujá, o país tem potencial para liderar essa revolução. Segundo a Embrapa, o desperdício anual de bagaços e cascas nessas cadeias supera as 3 milhões de toneladas, volume suficiente para alimentar milhões de cabeças de gado sem competir com culturas alimentícias. A estratégia não apenas mitiga prejuízos ambientais, mas também alinha a pecuária à agenda ESG, cada vez mais exigida por consumidores e investidores.

    Riscos e desafios: o que os pecuaristas precisam saber

    Apesar do potencial, a técnica exige manejo cuidadoso. A acidez natural das frutas pode prejudicar a fermentação se não houver controle de pH, e a umidade excessiva pode comprometer a conservação. Especialistas recomendam a mistura com outros volumosos — como cana-de-açúcar ou capim — para equilibrar a dieta e evitar distúrbios metabólicos nos animais. Além disso, a logística de coleta e transporte dos resíduos ainda é um gargalo em regiões menos estruturadas, o que pode limitar a adoção em larga escala.

    O futuro da alimentação animal: para onde vamos?

    A ensilagem de resíduos de frutas é apenas o começo. Com a pressão por redução de custos e a urgência climática, o setor agropecuário caminha para modelos cada vez mais circulares. Projetos piloto em Goiás e São Paulo já testam a inclusão de outros subprodutos, como bagaços de cana e resíduos de cervejarias, enquanto startups desenvolvem tecnologias para otimizar o processo. Para pecuaristas, a mensagem é clara: inovar não é mais opcional — é questão de competitividade.

  • Mitsubishi derruba preços de até R$ 55 mil no Brasil: Outlander PHEV lidera queda e Eclipse Cross ganha bônus de R$ 18 mil

    Mitsubishi derruba preços de até R$ 55 mil no Brasil: Outlander PHEV lidera queda e Eclipse Cross ganha bônus de R$ 18 mil

    Preços caem pela primeira vez em 2026

    A Mitsubishi Motors Brasil, sob a gestão do grupo HPE, implementou nesta última quarta-feira (03/06/2026) uma redução permanente nos preços sugeridos de fábrica de toda a sua linha nacional. O movimento, inédito no ano, afeta diretamente três modelos emblemáticos: o Outlander PHEV (queda de até R$ 55 mil), o Eclipse Cross (até R$ 17 mil) e a picape Triton (abatimentos de R$ 30,8 mil).

    Bônus de troca e fidelização: até R$ 80 mil de economia

    Além dos descontos diretos, a montadora ampliou os incentivos para proprietários de veículos seminovos que trocarem seus modelos por unidades zero-quilômetro. Os bônus variam conforme o modelo atual do cliente e podem chegar a R$ 18 mil no Eclipse Cross — um dos diferenciais do pacote. Segundo a Mitsubishi, a combinação de redução de preços e bônus pode resultar em uma economia total de até R$ 80 mil na aquisição de um novo veículo.

    Estratégia para recuperar market share

    A decisão reflete uma ofensiva agressiva da marca para reconquistar espaço no competitivo segmento de SUVs e picapes no Brasil. Nos últimos meses, a Mitsubishi perdeu participação de mercado para rivais como Toyota, Honda e Chevrolet, que já haviam ajustado suas tabelas. A redução de preços, aliada a incentivos de fidelização, busca não apenas atrair novos clientes, mas também reter aqueles que já possuem modelos da marca — um público-alvo estratégico.

    Impacto imediato e perspectivas

    Os novos preços já estão valendo desde ontem (02/06/2026) e devem influenciar diretamente as vendas de junho. Especialistas do setor automotivo avaliam que a medida pode gerar um aumento de 15% a 20% nas vendas do Outlander PHEV e Triton nos próximos 30 dias, especialmente entre consumidores que adiam a compra por conta dos altos juros. A Mitsubishi ainda não anunciou se os descontos serão estendidos ou revisados nos próximos meses.

  • Chevrolet Onix 2027 chega com lanternas em LED e câmera de ré até nas versões mais simples

    Chevrolet Onix 2027 chega com lanternas em LED e câmera de ré até nas versões mais simples

    Linha 2027 prioriza conectividade e eficiência com novidades visuais e tecnológicas

    Na última quarta-feira, 3 de junho de 2026, a Chevrolet revelou as atualizações para a linha 2027 do Onix e Onix Plus, que chegam ao mercado brasileiro com foco em modernidade e praticidade. Entre as principais mudanças estão a adoção de lanternas traseiras com lentes cristal no hatch — exceto nas versões de entrada — e iluminação em LED nas configurações RS, Premier e Activ. Além disso, a conectividade ganha reforço com a inclusão de câmera de ré de fábrica em todas as versões 1.0 MT, Turbo MT e Turbo AT, antes restrita aos modelos superiores.

    Duas novas configurações e o fim de versões tradicionais

    A linha 2027 também traz duas novidades na família Onix: a versão Activ, com altura elevada em relação ao solo e visual aventureiro, e a ECO, projetada para máxima eficiência com foco no etanol. No entanto, as versões LT e LTZ do hatch foram descontinuadas, simplificando a oferta para os consumidores. Tanto o Onix quanto o Onix Plus mantêm as carrocerias hatch e sedã, produzidas no Brasil e compartilhando a mesma plataforma mecânica.

    Interior atualizado e foco em eficiência energética

    No interior, a versão Premier se destaca com melhorias ainda não detalhadas pela montadora, enquanto a configuração ECO promete ser a mais econômica da linha. A Chevrolet também reforça a conectividade com sistemas atualizados, alinhados às expectativas do mercado nacional por veículos mais inteligentes e integrados.

  • Chevrolet Onix 2027 chega com motor 100% etanol, Onix Activ e versões para entregas: veja preços e novidades

    Chevrolet Onix 2027 chega com motor 100% etanol, Onix Activ e versões para entregas: veja preços e novidades

    Onix Activ volta com visual robusto e suspensão elevada

    A GM reestreia a versão Activ do Onix 2027, direcionada ao público que busca um carro com design aventureiro. O modelo chega com 20,1 cm de altura do solo, painel digital de 8 polegadas e tela multimídia de 11 polegadas, além de equipamentos de série aprimorados. O preço inicial é de R$ 114.990.

    Motor 1.0 turbo a etanol estreia no Onix Eco

    Pela primeira vez no mercado brasileiro, a Chevrolet oferece um motor 1.0 turbo dedicado exclusivamente ao etanol no Onix Eco. O propulsor, que já recebe incentivos fiscais, promete desempenho otimizado para o combustível nacional, com preço inicial de R$ 99.990 — podendo chegar a R$ 103.190 sem o bônus promocional.

    Versões Pro e Log: foco em custo-benefício e logística urbana

    Para ampliar seu portfólio, a GM lança o Onix Pro, voltado ao público que prioriza economia, e o Onix Log, adaptado para entregadores com configurações específicas para carga e mobilidade em centros urbanos. Os preços partem de R$ 104.390 (Pro) e R$ 105.990 (Log).

    Onix Plus 2027 acompanha as inovações

    A linha Onix Plus 2027 também recebe o motor 1.0 turbo a etanol e as novas versões, reforçando a estratégia da marca de diversificar sua oferta no segmento de sedãs compactos. Os valores e configurações seguem a mesma base do hatch, com destaque para o pacote ECO, que deve ganhar atenção dos consumidores em busca de eficiência energética.

  • Chevrolet Onix Activ 2027 chega a R$ 116 mil substituindo LT e LTZ em Goiás

    Chevrolet Onix Activ 2027 chega a R$ 116 mil substituindo LT e LTZ em Goiás

    A Chevrolet oficializou nesta quarta-feira, 3 de junho de 2026, a chegada do Onix Activ 2027, versão aventureira do hatch que assume o posto das antigas LT e LTZ no catálogo. Com preço sugerido de R$ 114.990, o modelo chega ao mercado por R$ 116.190 e se posiciona como a alternativa mais econômica da marca, abaixo do Onix Premier e RS, e ao lado do Sonic — que, por enquanto, mantém apenas suas versões top de linha.

    Suspensão elevada e design aventureiro para o interior de Goiás

    Inspirado no aprendizado com o Sonic, o Onix Activ 2027 apresenta uma suspensão revisada, com maior curso e altura, priorizando conforto em trajetos urbanos e estradas do estado. Externamente, o visual é marcado por rodas de 16″ em preto, para-choques com detalhes brilhantes, faróis e lanternas em LEDs — estas últimas com lentes transparentes — e um rack no teto para reforçar o apelo aventureiro.

    Interior mistura estilo e praticidade com foco no consumidor goiano

    Dentro do carro, os bancos ganham revestimento em tecido com toques de imitação de couro, detalhes em prata e cinza, e um volante com logo escurecido — também presente na parte externa. A aposentadoria das versões LT e LTZ traz um pacote de equipamentos que inclui ar-condicionado tradicional, partida por botão, chave presencial, painel digital de 8″ e sistema multimídia com tela de 11″, além de espelhamento sem fio de smartphones. Tudo projetado para atender às demandas do mercado local, que valoriza custo-benefício sem abrir mão de tecnologia.

  • GAC Aion UT chega a R$ 139.990 com motor de 204 cv, espaço de SUV grande e autonomia de até 310 km

    GAC Aion UT chega a R$ 139.990 com motor de 204 cv, espaço de SUV grande e autonomia de até 310 km

    Elétricos deixam de ser nicho: Aion UT chega com preço agressivo

    Na última quarta-feira, 3 de junho de 2026, a GAC anunciou o lançamento do Aion UT no Brasil, um SUV elétrico que chega com preço inicial a partir de R$ 139.990 — ou R$ 135.990 com bônus de lançamento. O modelo representa uma virada no mercado de veículos elétricos, que já não são mais um segmento exclusivo de alto custo, mas sim uma alternativa competitiva frente aos carros a combustão, com vantagens como maior espaço interno e potência.

    Desafio direto aos rivais chineses: BYD Dolphin e Geely EX2

    O Aion UT chega para competir com os já consolidados BYD Dolphin e Geely EX2, apostando em uma estratégia diferente: oferecer um SUV elétrico com dimensões de grande porte, mas com preço inicial próximo ao de modelos compactos. Com 4,27 metros de comprimento, o Aion UT supera o Dolphin em 15 centímetros e iguala-se às versões mais caras do rival chinês.

    Autonomia e performance: 310 km de alcance com motor de 204 cv

    O modelo está disponível em duas versões: Premium (253 km de autonomia) e Elite (310 km), ambas equipadas com um motor de 204 cv que promete entrega de potência linear e dinâmica controlada. O entre-eixos de 2,75 m garante espaço interno amplo, enquanto a suspensão é ajustada para equilibrar conforto e estabilidade em diferentes tipos de piso.

    O que esperar do mercado frente a essa inovação?

    A chegada do Aion UT reforça uma tendência clara: os carros elétricos estão cada vez mais acessíveis e oferecem benefícios que os modelos a combustão já não conseguem igualar. Com preço competitivo, autonomia crescente e design que desafia as convencionalidades do segmento, o Aion UT pode ser um divisor de águas no mercado brasileiro em 2026.

  • Fiat Grizzly e Grizzly Fastback: conheça os sucessores do Pulse e Fastback que chegam em 2027

    Fiat Grizzly e Grizzly Fastback: conheça os sucessores do Pulse e Fastback que chegam em 2027

    Plataforma global e estreia europeia

    Os novos Fiat Grizzly e Grizzly Fastback serão os primeiros modelos brasileiros a adotar a plataforma Smart Car, já utilizada em veículos como o Citroën Basalt e o Jeep Avenger. Antes de desembarcar no país, a Fiat apresentará os utilitários na Europa, consolidando uma estratégia de unificação de portfólio entre os mercados.

    Motorização híbrida e dimensões ampliadas

    A linha Grizzly chega ao Brasil em 2027 com motor 1.0 turboflex integrado a um sistema híbrido leve (MHEV), alinhado às tendências de eficiência energética. Além disso, o modelo terá um aumento significativo de tamanho, atingindo 4,30 metros de comprimento, e poderá ser oferecido com sete lugares, ampliando suas possibilidades de uso familiar.

    Estratégia para enfrentar a concorrência asiática

    A substituição simultânea do Pulse e do Fastback pelos Grizzly visa reduzir custos e otimizar a produção, permitindo que a Fiat enfrente com mais competitividade o avanço de montadoras asiáticas no segmento de SUVs compactos e médios. A estratégia também reforça a padronização de componentes entre diferentes regiões, um movimento cada vez mais comum no setor automotivo.