Categoria: Auto & Tech

  • JAC e-JS1 usado: será que vale a pena pagar menos de R$ 70 mil por um elétrico?

    JAC e-JS1 usado: será que vale a pena pagar menos de R$ 70 mil por um elétrico?

    Cinco anos atrás, quando estreou no mercado como o carro elétrico mais acessível do Brasil, o JAC e-JS1 parecia uma revolução. A versão básica custava R$ 149.990, um valor que, na época, já era considerado baixo para um elétrico. Hoje, no entanto, a realidade é outra: a concorrência acirrada, especialmente com o BYD Dolphin Mini, derrubou os preços não apenas das versões novas, mas também dos usados.

    Preço do e-JS1 usado cai pela metade: é hora de comprar?

    Enquanto as versões novas do e-JS1 são anunciadas entre R$ 127 mil e R$ 139 mil, os modelos usados já podem ser encontrados por menos de R$ 70 mil — algumas fontes chegam a citar valores a partir de R$ 65 mil. Essa queda drástica reflete não apenas a depreciação natural do modelo, mas também a pressão de rivais como o Renault Kwid E-Tech e o Caoa Chery iCar, que chegaram ao mercado com tecnologias mais modernas e preços competitivos.

    O que você realmente está comprando: um carro urbano com limitações

    Antes de se empolgar com o preço, é fundamental entender que o e-JS1 foi projetado como um carro urbano compacto. Com 3,65 metros de comprimento e 2,39 metros entre-eixos, o espaço interno é apertado — nem adultos de estatura média se sentem confortáveis no banco traseiro. Além disso, sua performance é modesta para uso em rodovias, com aceleração limitada e suspensão dura, mais adequada a trajetos curtos na cidade.

    Autonomia real: entre 240 km e 280 km, mas depende do uso

    A bateria de 30,2 kWh do e-JS1 oferece uma autonomia anunciada de 302 km (ciclo WLTP), mas na prática, em condições reais de uso — como tráfego intenso, ar-condicionado ligado ou viagens com carga — esse número cai para algo entre 240 km e 280 km. Para quem precisa percorrer longas distâncias diariamente, o modelo pode não ser a melhor opção.

    Segurança: o calcanhar de Aquiles do e-JS1

    Outro ponto de atenção é a segurança. O JAC e-JS1 foi avaliado com nota zero no Latin NCAP, o que significa ausência total de proteção em testes de colisão frontal, lateral ou capotamento. Além disso, ele vem equipado com apenas dois airbags (frontal para motorista e passageiro), sem recursos como controle de estabilidade ou assistente de frenagem. Para quem prioriza segurança, esse é um fator decisivo.

    Na hora de comprar usado: o que verificar?

    Se mesmo com todas as limitações o e-JS1 se encaixa no seu perfil, é crucial fazer uma inspeção minuciosa antes de comprar. Especialistas recomendam verificar:

    • Módulo BMS (Battery Management System): responsável por gerenciar a bateria, seu mau funcionamento pode reduzir drasticamente a autonomia ou até danificar o sistema.
    • Estado da bateria: peça um diagnóstico completo para checar a saúde das células e a capacidade real de carga.
    • Suspensão e amortecedores: devido ao uso intenso em vias urbanas irregulares, esses componentes costumam apresentar desgaste prematuro.
    • Rede de assistência técnica: a JAC ainda tem presença limitada no Brasil, o que pode dificultar reparos e obtenção de peças. Verifique se há concessionárias autorizadas na sua região.

    Vale a pena? Depende do seu perfil

    O JAC e-JS1 usado é uma opção barata para quem busca um elétrico de entrada, mas não pode ser encarado como um veículo para uso diário intensivo ou viagens longas. Se você mora em uma cidade com boa infraestrutura de recarga, faz trajetos curtos e não se importa com o espaço reduzido ou a segurança básica, pode ser uma alternativa interessante. Caso contrário, modelos como o BYD Dolphin Mini ou o Renault Kwid E-Tech — mesmo novos — oferecem mais tecnologia, segurança e conforto por valores próximos.

  • Hyundai i20 Comfort 2027 estreia com preço abaixo de R$ 100 mil: como a Coreana surpreendeu o mercado

    Hyundai i20 Comfort 2027 estreia com preço abaixo de R$ 100 mil: como a Coreana surpreendeu o mercado

    A Hyundai inovou no mercado automotivo brasileiro ao apresentar, em 13 de junho de 2026, o i20 Comfort 2027 — a única versão do hatch que chega a valer menos de R$ 100 mil. A estratégia da fabricante sul-coreana rompe com a lógica tradicional do setor, que costuma manter lacunas de preço entre modelos populares e SUVs.

    Preço agressivo: uma jogada para conquistar consumidores

    Com o preço tabelado em R$ 99.990, o i20 Comfort 2027 enfrenta diretamente concorrentes como o HB20 (cuja versão mais barata custa R$ 132.490) e até mesmo SUVs de entrada, como o Creta, cujo modelo mais acessível é vendido por R$ 156.590. Essa aproximação de valores coloca o hatch em uma posição competitiva inédita no segmento.

    Concessões smart: onde a economia aparece

    Para viabilizar o preço baixo, a Hyundai optou por simplificações inteligentes. O motor do i20 Comfort é o 1.0 aspirado, menos potente que os 1.0 turbo de versões superiores, mas suficiente para o uso urbano. No visual, a fabricante adotou a nova linguagem “Art of Steel”, com linhas mais agressivas, mas sem exageros. O interior também segue essa linha minimalista, embora mantenha itens essenciais como volante multifuncional.

    Espaço e segurança: pontos fortes que não foram cortados

    Apesar do preço reduzido, o i20 não abriu mão de características importantes. O hatch oferece 346 litros de porta-malas — volume superior ao do HB20 — e um entre-eixos ampliado, que melhora o conforto interno. Na segurança, são 6 airbags de série, além de recursos como controle de estabilidade e freios ABS. A conectividade não ficou de fora: a central multimídia de 10,25 polegadas com Bluelink é padrão, permitindo acesso a serviços de streaming e navegação.

    O que isso significa para o mercado?

    A chegada do i20 Comfort 2027 redefine as regras do jogo no segmento de hatches compactos. Ao oferecer um preço tão competitivo — sem abrir mão de itens básicos —, a Hyundai pode atrair consumidores que antes consideravam apenas SUVs ou modelos de outras marcas. O movimento também pressiona concorrentes como VW e Fiat a repensarem suas estratégias de preços e versões de entrada.

  • BMW M Concept Neue Klasse: o M3 elétrico de 2027 já tem data, motorização e DNA esportivo revelados

    BMW M Concept Neue Klasse: o M3 elétrico de 2027 já tem data, motorização e DNA esportivo revelados

    O futuro do M3 chega antes do esperado

    Na última quinta-feira (12/06/2025), durante a tradicional 24 Horas de Le Mans, a BMW revelou o M Concept Neue Klasse, um protótipo que não apenas anuncia a chegada do M3 elétrico, como também define o DNA técnico e estético do modelo que chega em 2027. A apresentação marca um passo decisivo da divisão esportiva da marca para a eletrificação, mantendo a promessa de performance de pista que sempre caracterizou os carros M.

    Quatro motores para manter o DNA esportivo

    O segredo do Concept Neue Klasse está em sua arquitetura inovadora: quatro motores elétricos independentes, distribuídos para garantir tração integral e compensar o peso das baterias estruturais — que superam os 100 kWh de capacidade. Segundo a fabricante, a configuração resulta em uma potência combinada entre 710 e 1.014 cavalos, números que prometem acelerar o sedan esportivo de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos. A tecnologia de 800 volts, herdada de modelos como o i4 M50, assegura não só alta eficiência, mas também tempos de recarga compatíveis com viagens longas.

    Design e interior: minimalismo com performance

    A carroceria do Concept Neue Klasse prioriza a aerodinâmica, com faróis inspirados nos modelos GT da marca e uso de fibras naturais em componentes internos. No interior, a abordagem é minimalista: quatro bancos tipo concha revestidos em couro, uma gaiola de proteção central e um painel flutuante com tela curva de alta resolução. A cabine, além de funcional, reflete a filosofia de reduzir distrações para potencializar a experiência de condução — um traço cada vez mais comum nos carros elétricos de alto desempenho da BMW.

    O M3 a combustão ainda tem fôlego?

    Embora o foco esteja na versão elétrica, a BMW não anunciou oficialmente o fim da linha M3 movida a gasolina. A fabricante reforça que a nova geração do modelo térmico seguirá em produção, pelo menos até que o mercado e as regulamentações de emissões definam novos rumos. Por enquanto, o Concept Neue Klasse serve como um aviso claro: a transição para a eletricidade já começou, e o M3 de 2027 será o primeiro grande teste dessa estratégia.

  • i20 2027 da Hyundai chega para disputar de igual com o HB20: será o fim do modelo nacional em 2026?

    i20 2027 da Hyundai chega para disputar de igual com o HB20: será o fim do modelo nacional em 2026?

    i20 2027: O novo rival do HB20 nasceu no mesmo berço

    No último dia 10 de junho de 2026, a Hyundai revelou ao mercado brasileiro o i20 2027, um hatch compacto que, ao contrário do que muitos imaginavam, desembarcará no país compartilhando a linha de montagem de Piracicaba (SP) com o HB20, HB20S e Creta. A proximidade não se limita apenas à fábrica: os preços iniciais do i20 — entre R$ 99.990 e R$ 139.990 — se aproximam perigosamente dos do HB20 (R$ 96.140 a R$ 132.490), enquanto o sedã HB20S, mais caro, também perde vantagem em relação ao modelo coreano. A estratégia da Hyundai sugere uma transição suave, mas inevitável, onde o i20 pode assumir o posto do HB20 no portfólio nacional.

    Mesmos motores, mais tecnologia: A armadilha do HB20

    O HB20, lançado em 2012, sempre foi um sucesso de vendas graças ao seu preço competitivo e ao “efeito fábrica nacional”, que o tornava mais barato que rivais importados. No entanto, o i20 2027 chega com uma proposta mais atualizada: motores 1.0 e 1.6 turbo flexíveis (mesma faixa do HB20), mas com uma oferta de versões mais enriquecidas — cinco ao todo, incluindo a série especial X-Line — e tecnologias como painel digital opcional e sistemas de assistência à direção. Para o consumidor, a escolha entre os dois modelos pode se resumir a um simples cálculo: vale pagar cerca de R$ 4.000 a mais pelo i20 para ter um carro mais moderno, ou manter o HB20 pela tradição?

    A conta que a Hyundai já fez: i20 pode ser o sucessor natural

    Analistas do setor automotivo apontam que a Hyundai não anunciou oficialmente o fim do HB20, mas a lógica de mercado é implacável. Com o i20 ocupando o mesmo segmento e faixa de preço, a tendência é que o modelo nacional perca espaço gradualmente, especialmente em um contexto de queda nas vendas de hatchs compactos. Em 2025, o HB20 registrou queda de 12% nas vendas em relação ao ano anterior, enquanto o Creta, seu irmão de fábrica, cresceu 8%. O i20, com design mais arrojado e apelo global, pode ser a aposta da marca para rejuvenescer sua linha no Brasil, sem deixar lacunas no segmento que o HB20 ajudou a consolidar.

    O que esperar nos próximos meses?

    Até o fim de 2026, a Hyundai deve reforçar a campanha do i20, destacando seu porte maior (4.020 mm contra 3.990 mm do HB20) e equipamentos de série superiores. Enquanto isso, o HB20 deve sofrer ajustes de preço ou pacotes promocionais para manter sua atratividade. A pergunta que fica é: os consumidores brasileiros, acostumados ao HB20, estarão dispostos a migrar para o i20 ou a marca precisará manter os dois modelos em paralelo por mais tempo? A resposta pode definir o futuro de uma das histórias mais bem-sucedidas do mercado automotivo nacional.

  • CAOA Changan CS75 chega ao Brasil: SUV médio-grande já é distribuído para concessionárias em Goiás

    CAOA Changan CS75 chega ao Brasil: SUV médio-grande já é distribuído para concessionárias em Goiás

    A CAOA Changan deu mais um passo para consolidar sua presença no mercado brasileiro com a distribuição do novo SUV CS75 para sua rede de concessionárias. Imagens compartilhadas pelo perfil @janacletos mostram unidades do modelo já emplacadas e sem qualquer camuflagem, indicando um lançamento oficial iminente.

    Chegada ao mercado em ritmo acelerado

    Assim como o Uni-T, o CS75 será fabricado em Anápolis (GO), seguindo o cronograma de lançamentos da marca a cada dois ou três meses. A estratégia reforça a aposta da CAOA Changan em modelos produzidos localmente, visando reduzir custos e agilizar a chegada ao consumidor.

    Concorrência direta com SUVs consolidados

    Com dimensões de 4.770 mm de comprimento, 1.910 mm de largura e 2.800 mm de entre-eixos, o CS75 se posiciona como um SUV médio-grande. Seu design, típico de modelos orientais, conta com uma grade frontal proeminente e faróis alongados, além de detalhes que remetem às tendências chinesas de design automotivo. A chegada do modelo deve intensificar a disputa com rivais como o CAOA Chery Tiggo 8 e o Jeep Commander.

    O que esperar do novo CS75?

    O SUV chega ao Brasil com a promessa de oferecer um pacote tecnológico moderno, além de um posicionamento de preço competitivo. Enquanto os detalhes sobre motorização e preço ainda não foram divulgados, a expectativa é que o modelo seja apresentado oficialmente em breve, aproveitando a distribuição já iniciada para as concessionárias.

  • BYD mira o topo: chinesa quer superar Toyota e Volkswagen até 2030

    BYD mira o topo: chinesa quer superar Toyota e Volkswagen até 2030

    Ascensão meteórica: de 6ª para 1ª em uma década

    A BYD não apenas superou a Ford em volume de vendas em 2025 — consolidando-se como a sexta maior fabricante de automóveis do mundo — como agora mira o topo do ranking global. A ambição, anunciada pelo presidente Wang Chuanfu durante a assembleia anual de acionistas em Shenzhen na última quarta-feira (10/06/2026), é clara: superar a Toyota e o Grupo Volkswagen até 2030, assumindo a liderança do setor automotivo.

    Baterias Blade e expansão internacional: os pilares da estratégia

    A segunda geração da bateria Blade, desenvolvida pela BYD, é apontada como peça-chave para o crescimento acelerado. Com maior densidade energética e custos reduzidos, a tecnologia promete viabilizar a duplicação das vendas em curto prazo — desafio necessário para alcançar a meta. Além disso, a expansão além das fronteiras chinesas, onde a desaceleração do mercado interno já afeta as montadoras, se tornou prioridade.

    Gigantes na mira: Toyota e VW sob pressão

    A Toyota, líder histórica em vendas globais, enfrenta a concorrência asiática agora não apenas com a Tesla, mas também com a BYD, que combina preços competitivos e inovação em veículos elétricos. Já o Grupo Volkswagen, dono de marcas como Audi e Porsche, precisa acelerar sua transição elétrica para não perder terreno. A batalha não é apenas por volume, mas por dominação tecnológica em um mercado cada vez mais dominado por baterias e conectividade.

    Cenário desafiador: desaceleração chinesa e demanda global

    O crescimento da BYD ocorre em um momento de desaceleração na China, maior mercado automotivo do mundo. Enquanto gigantes locais buscam mercados externos, a BYD aposta em estratégias agressivas: desde a entrada em novos continentes até parcerias com governos para incentivar a adoção de veículos elétricos. O sucesso dependerá não só da capacidade produtiva, mas também da aceitação dos consumidores em regiões como Europa e América Latina, onde a marca ainda luta para ganhar tração.

  • Chevrolet Sonic chega para disputar mercado de SUVs: Pulse e Tera têm novos concorrente

    Chevrolet Sonic chega para disputar mercado de SUVs: Pulse e Tera têm novos concorrente

    Sonic chega para turbinar o segmento de SUVs

    A edição de junho da revista Quatro Rodas traz um novo nome ao competitivo mercado de SUVs médios-grandes: o Chevrolet Sonic, que chega para enfrentar os já consolidados Fiat Pulse e Volkswagen Tera. Com design moderno e proposta de custo-benefício agressivo, o modelo da Chevrolet promete redefinir a disputa no segmento, tradicionalmente dominado por marcas italianas e alemãs.

    Combustão vs. híbridos plug-in: a batalha das tecnologias

    Enquanto os SUVs de entrada brigam por espaço, os modelos médios-grandes apostam em tecnologias distintas. O Volkswagen Tiguan R-Line, recentemente atualizado, mantém sua proposta esportiva, agora com refinamentos mecânicos que prometem mais dinamismo. Seu rival, o GWM Haval H6 PHEV 35, representa a aposta chinesa no segmento de híbridos plug-in, com eficiência energética e performance aprimoradas. A pergunta que fica: qual tecnologia sairá vencedora em 2026?

    Melhor Custo de Uso 2026: os campeões por categoria

    O Prêmio Melhor Custo de Uso 2026, referência no setor automotivo, revelou os modelos mais econômicos de se manter no Brasil este ano. Com análise detalhada de consumo, manutenção e desvalorização, a premiação serve como guia para consumidores que buscam maximizar o investimento em um veículo. Os vencedores por categoria prometem surpreender — e economizar o bolso do brasileiro.

    Volkswagen Tukan: a picape intermediária que chega em 2027

    Ainda em fase de desenvolvimento, a Volkswagen Tukan promete ser a nova aposta da marca alemã no segmento de picapes intermediárias. Com lançamento previsto para 2027, o modelo deve trazer inovações em design e tecnologia, mirando diretamente no sucesso de rivais como a Ford Ranger e Toyota Hilux. Aguardamos para ver se a Tukan conseguirá repetir o desempenho de seus antecessores.

    Salão de Pequim 2026: marcas globais vs. chinesas na disputa por identidade

    O Salão de Pequim, um dos principais eventos do setor automotivo mundial, revelou tendências e tensões entre marcas globais e chinesas. Enquanto gigantes como Volkswagen e Toyota apresentam modelos cada vez mais conectados e autônomos, as fabricantes chinesas — como BYD e Geely — apostam em design ousado e preços competitivos. A pergunta central: quem definirá o futuro da indústria nos próximos anos?

  • Hyundai i20 2027 estreia no Brasil como crossover de entrada: R$ 99.990 a partir de hoje

    Hyundai i20 2027 estreia no Brasil como crossover de entrada: R$ 99.990 a partir de hoje

    O i20 2027 chega para disputar um segmento em expansão no Brasil

    Nesta sexta-feira (12 de junho de 2026), a Hyundai oficializa o lançamento do i20 2027, um crossover compacto nacional produzido em Piracicaba (SP) — mesmo complexo que abriga o HB20 e o Creta. O modelo marca o retorno da marca ao segmento de SUVs de entrada, posicionando-se estrategicamente entre os hatches compactos e os utilitários de dimensões reduzidas.

    Com cinco versões disponíveis, o i20 2027 tem preços que começam em R$ 99.990, uma faixa alinhada à concorrência direta, como Fiat Pulse, Renault Kardian e o futuro Volkswagen Tera. A aposta da Hyundai está em um porte ligeiramente maior que o dos hatches tradicionais, aliado a um pacote de tecnologias de segurança e conectividade que inclui assistências à condução (ADAS) e atualizações remotas (OTA).

    Design aventureiro e motorização flexível: o que esperar do i20 2027

    O visual do i20 2027 segue a nova identidade da marca, com linhas mais robustas e uma assinatura luminosa que o diferencia dos modelos anteriores. Internamente, a conectividade ganha destaque com a adoção de sistemas OTA, permitindo atualizações de software sem necessidade de visitas à concessionária.

    No propulsor, o modelo oferece duas opções: um 1.0 aspirado e um 1.0 Turbo GDI flex capaz de gerar 115 cv. Essa configuração busca equilibrar desempenho e eficiência, atendendo tanto ao uso urbano quanto a viagens mais longas. A estreia do i20 2027 reforça a estratégia da Hyundai de diversificar sua linha no Brasil, apostando em um segmento que tem ganhado cada vez mais adeptos entre os consumidores.

    Onde o i20 2027 pode fazer a diferença no mercado

    Ao entrar no segmento de SUVs de entrada, o i20 2027 terá que enfrentar rivais já consolidados, como o Fiat Pulse e o Renault Kardian. No entanto, a Hyundai aposta em diferenciais como a garantia de fábrica estendida e o apelo de um design que mistura robustez e modernidade. Com a produção nacional, a marca também reforça seu compromisso com o mercado brasileiro, que tem buscado cada vez mais veículos produzidos localmente.

  • Hyundai i20 2027 chega ao Brasil como SUV subcompacto para disputar com Pulse, Tera e Sonic

    Hyundai i20 2027 chega ao Brasil como SUV subcompacto para disputar com Pulse, Tera e Sonic

    Um ‘irmão’ do HB20 reinventado para o Brasil

    O Hyundai i20 2027 chega ao Brasil na sexta-feira, 12 de junho de 2026, com uma proposta diferente de sua versão europeia: em vez de um hatch compacto, o modelo assume o formato de SUV subcompacto, alinhando-se ao acirrado segmento que já conta com Fiat Pulse, Volkswagen Tera, Renault Kardian e Chevrolet Sonic. A estratégia da marca é clara: aproveitar a popularidade dos compactos com visual elevado no Brasil, mesmo que o design interno e a dirigibilidade ainda remetam a um hatch tradicional.

    Design global, produção local e exportação para a América Latina

    O i20 2027 estreia como uma geração completamente nova, mas sua produção será feita em Piracicaba (SP), ao lado do HB20 e do Creta, consolidando o Brasil como um dos principais hubs da Hyundai na América Latina. O modelo, que também poderá ser exportado para países vizinhos, traz uma linguagem visual moderna, com linhas mais agressivas e um interior que, segundo a marca, prioriza personalidade. No entanto, a versão Ultimate, topo de linha, já chama atenção pela quantidade de itens de segurança e tecnologia embarcada.

    Tecnologia e refinamento: os pontos fortes e fracos

    A Hyundai não economizou em equipamentos para o i20 2027. A versão Ultimate chega recheada de recursos como assistente de manutenção de faixa, câmera 360°, tela de 10,25 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de conectividade 5G. Por outro lado, o acabamento interno ainda enfrenta críticas: plásticos rígidos e falta de refinamento em alguns pontos podem decepcionar quem busca um visual premium. A dirigibilidade, por sua vez, mantém a agilidade típica de hatchs compactos, oferecendo estabilidade em curvas mas sem o conforto de uma suspensão mais macia.

    Uma aposta arriscada em um segmento cada vez mais disputado

    Ao trazer o i20 2027 como SUV subcompacto para o Brasil, a Hyundai assume um risco calculado. O segmento de pequenos SUVs já é um dos mais concorridos do mercado, com modelos consolidados como Pulse e Tera dominando vendas. A marca aposta na força do nome i20 — que, em outros mercados, é sinônimo de eficiência e estilo — e na flexibilidade de produzir localmente para reduzir custos. Resta saber se os consumidores brasileiros, acostumados a modelos como o HB20, vão abraçar essa nova identidade do i20 ou preferirão manter a fidelidade aos compactos tradicionais.

  • Haval H6 dispara nas vendas e ameaça liderança do Jeep Compass em maio

    Haval H6 dispara nas vendas e ameaça liderança do Jeep Compass em maio

    O mercado de SUVs e crossovers no Brasil registrou um crescimento expressivo em maio de 2026, com 44.370 unidades emplacadas – um salto de 41% em relação ao mesmo período de 2025. Os dados da Fenabrave revelam que os modelos representaram 17% dos 264.043 veículos registrados no país, consolidando sua expansão mesmo em um cenário de alta concorrência.

    O avanço do Haval H6: do 4º lugar ao recorde histórico

    Com 4.328 unidades vendidas, o GWM Haval H6 não apenas bateu seu recorde mensal como superou marcas históricas, como as 3.373 unidades de outubro de 2025. O desempenho representa um crescimento de 78% em relação a maio de 2025, quando haviam sido emplacadas 2.430 unidades. Essa performance permitiu ao modelo ultrapassar o Toyota Corolla Cross (3.495 unidades), que ocupava a 4ª posição no acumulado do ano.

    Jeep Compass mantém liderança, mas com queda significativa

    O Jeep Compass, líder há 8 meses consecutivos, emplacou 4.584 unidades em maio – uma queda de 19% em relação ao mesmo período de 2025 (5.660 unidades). Apesar da redução, o modelo manteve a primeira posição entre os SUVs médios, mas viu sua margem de vantagem encolher diante do avanço agressivo do Haval H6.

    BYD Song Pro domina o pódio, enquanto disputa acirrada define o top 5

    Com 3.565 emplacamentos, o BYD Song Pro dobrou suas vendas em relação a maio de 2025, garantindo a 2ª posição no ranking. Na briga pela 5ª colocação, o Caoa Chery Tiggo 7 (2.883 unidades) superou o BYD Song Plus (2.742), enquanto o VW Taos (1.670) e Omoda 5 (1.562) fecharam a lista dos dez mais vendidos. O Jaecoo 7, agora com versão abaixo de R$ 180 mil, começa a ganhar tração no mercado.

    Impacto no setor e perspectivas para os próximos meses

    A aceleração do Haval H6 sinaliza uma mudança no equilíbrio de forças entre os SUVs médios, com modelos chineses ganhando espaço frente aos tradicionais. A estratégia de preços competitivos e a oferta de versões híbridas (como o HEV e PHEV do Haval H6 2027) devem continuar influenciando as vendas nos próximos meses, pressionando concorrentes como o Jeep Compass e o Toyota Corolla Cross a reforçarem suas campanhas comerciais.