Categoria: Auto & Tech

  • Hyundai Kona híbrido tem R$ 40 mil de desconto e vira ‘SUV 1.0’ no preço: 18,4 km/l e equipamentos premium

    Hyundai Kona híbrido tem R$ 40 mil de desconto e vira ‘SUV 1.0’ no preço: 18,4 km/l e equipamentos premium

    O Hyundai Kona Ultimate, versão de entrada do SUV híbrido da marca, passou a ser comercializado com um desconto agressivo de R$ 40 mil, reduzindo seu preço de tabela de R$ 219.990 para R$ 179.990. A promoção, válida apenas para a cor Branco Atlas, vale até 2 de setembro de 2026 e inclui condições especiais de financiamento.

    Desempenho e economia: 18,4 km/l no trânsito urbano

    A motorização híbrida do Kona Ultimate entrega 141 cavalos combinados, com consumo médio de 18,4 km/l na cidade — um dos melhores da categoria para um veículo desse porte. O sistema, que alterna entre motor a combustão e elétrico, atende à crescente demanda por alternativas mais eficientes sem abrir mão da potência.

    Equipamentos e segurança: de SUV médio a premium

    A versão descontada mantém o pacote completo de série do Kona Ultimate, incluindo:
    – Tela sensível ao toque de 10,25 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto;
    – Conjunto de câmeras 360° e sensores de estacionamento;
    – Assistente de manutenção de faixa e controle adaptativo de cruzeiro;
    – Ar-condicionado automático dual-zone e bancos revestidos em couro;
    – Sistema de som premium com 8 alto-falantes.

    Financiamento: entrada de 70% ou à vista

    Os interessados podem optar por pagamento à vista ou por um plano de financiamento com entrada de R$ 125.993 (70% do valor promocional), saldo em 12 parcelas de R$ 5.112,12 — resultando em um custo total de R$ 187.338,49 com taxas incluídas. A oferta é válida apenas para estoque disponível, reforçando a estratégia da Hyundai para impulsionar vendas de modelos híbridos no mercado brasileiro.

  • Citroën Aircross XTR: o SUV de 7 lugares mais barato que tenta agradar a dois públicos, mas decepciona em ambos

    Citroën Aircross XTR: o SUV de 7 lugares mais barato que tenta agradar a dois públicos, mas decepciona em ambos

    A armadilha do preço: a sedução inicial do Aircross XTR

    O Citroën Aircross XTR se apresenta como uma solução econômica para quem busca sete lugares no Brasil: a versão topo de linha é comercializada por R$ 156.490, mas aparece com frequência no site da marca por R$ 134.790 — preço inferior ao da Chevrolet Spin Premier, sua principal concorrente. Essa vantagem, no entanto, esconde uma série de compromissos que colocam em xeque sua proposta.

    Motor 1.0 turbo: economia em detrimento do conforto

    Equipado com um motor 1.0 turbo de 122 cv, o Aircross XTR entrega uma média de consumo de 12,5 km/l na estrada, segundo dados do Inmetro. Mas o custo-benefício termina aí: o propulsor, projetado para priorizar eficiência, é notoriamente barulhento em altas rotações e transmite vibrações excessivas para a cabine, comprometendo a experiência de condução. É como se o carro pagasse um preço alto pela suposta economia.

    Segurança básica: a lacuna que afasta compradores exigentes

    O Aircross XTR chega ao mercado com 4 airbags e sistema de frenagem ABS, itens mínimos obrigatórios para a categoria. No entanto, falta o pacote ADAS (sistemas avançados de assistência ao motorista), presente em rivais como a Spin e até em modelos mais compactos. Essa ausência limita sua atratividade para famílias que priorizam proteção, especialmente em trajetos longos ou com crianças a bordo.

    Terceira fileira: um assento de ‘limitação’, não de conforto

    A promessa de sete lugares é o grande chamariz do Aircross XTR, mas a terceira fileira de assentos — projetada para crianças — é um estudo de caso em ergonomia questionável. Adultos não conseguem se acomodar confortavelmente, e mesmo crianças enfrentam restrições de espaço para as pernas. Em um veículo que se vende como versátil, essa característica soa como um tiro no pé: se o objetivo é transportar grupos maiores, o espaço interno é insuficiente; se é priorizar adultos, a terceira fileira se torna obsoleta.

    Identidade dividida: SUV ou minivan? O prejuízo é do consumidor

    O Aircross XTR tenta abraçar duas categorias ao mesmo tempo: o design agressivo de um SUV, com linhas mais joviais que a Spin, e a capacidade de assentos de uma minivan. O resultado é um veículo que não brilha em nenhuma das frentes. Sua suspensão, ajustada para um equilíbrio entre conforto e esportividade, decepciona em ambos os quesitos. Em estradas irregulares, o carro balança excessivamente; nas curvas, a falta de rigidez estrutural se faz notar. É, nas palavras da própria montadora, uma ‘personalidade múltipla’ que não convence.

    Verdade inconveniente: o que realmente importa para o comprador?

    Em um mercado onde SUVs dominam as vendas e minivans ainda têm seu nicho, o Aircross XTR não consegue se firmar. Seu principal apelo — o preço — é seu único trunfo, mas a longo prazo, o custo adicional em manutenção de um motor turbo e a depreciação acelerada (devido à falta de diferenciais competitivos) podem inverter a equação. Para quem busca sete lugares com conforto e segurança, a Spin continua sendo a opção mais equilibrada. Para os que querem um SUV funcional, há alternativas com melhor custo-benefício. O Aircross XTR, nesse jogo, fica no meio do caminho — e o consumidor, no prejuízo.

  • Audi A5 Avant esgota estoque antecipado em dois meses e redefine estratégia de vendas no Brasil

    Audi A5 Avant esgota estoque antecipado em dois meses e redefine estratégia de vendas no Brasil

    A Audi encerrou em menos de dois meses o estoque inicial da nova A5 Avant no Brasil, após a chegada dos modelos às concessionárias em todo o país. A decisão, anunciada nesta segunda-feira (10 de agosto de 2026), reforça a alta demanda pelo veículo e antecipa um cenário de vendas promissor para a linha de peruas premium da marca alemã.

    Estratégia de vendas e redefinição de portfólio

    Segundo a fabricante, a A5 Avant esgotou todas as unidades do lote inicial, enquanto a A6 Avant e-tron permanece disponível apenas para encomendas, com preços a partir de R$ 474.990 e R$ 699.990, respectivamente. A rápida comercialização da A5 Avant contrasta com a transição da marca para a nova nomenclatura, que substituiu a linha A4 após três décadas no mercado brasileiro — uma mudança que, até então, havia se limitado ao sedã e à perua de porte médio.

    Tecnologia e performance mantêm-se inalteradas

    A A5 Avant é oferecida exclusivamente na versão S Line, com motor 2.0 turbo TFSI a gasolina, que entrega 272 cv e 40,7 kgfm de torque. O powertrain é acoplado a uma transmissão automatizada S Tronic de sete marchas e à tração integral Quattro, garantindo aceleração de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos e velocidade máxima de 250 km/h. A base tecnológica do modelo segue a plataforma PPC (Premium Platform Combustion), desenvolvida especificamente para os novos carros a combustão da Audi.

  • Camaro abandona identidade de cupê e chega em 2028 como sedã esportivo de 4 portas

    Camaro abandona identidade de cupê e chega em 2028 como sedã esportivo de 4 portas

    O adiamento que pode redefinir o muscle car

    A volta do Chevrolet Camaro, um dos ícones da linha Chevrolet, enfrenta um novo adiamento: a sétima geração do modelo, antes projetada para estrear em 2027 como modelo 2028, agora deve chegar apenas em 2029, segundo informações da GM Authority. A produção, contudo, segue prevista para a fábrica Lansing Grand River Assembly, em Michigan (EUA).

    De cupê a sedã: a reinvenção do Camaro

    Além do atraso, o que chama atenção é a possível transformação do modelo. Em vez de manter sua tradicional carroceria de duas portas, o Camaro deve ser lançado como um sedã esportivo de quatro portas, um formato que lembra o extinto Chevy SS. A mudança refletiria uma estratégia da Chevrolet para atrair um público mais amplo, mantendo a performance e a essência esportiva do modelo.

    Plataforma Alpha e o futuro da performance da GM

    O novo Camaro, caso os rumores se confirmem, será baseado na plataforma Alpha atualizada da General Motors — a mesma que deve sustentar o próximo Cadillac CT5. Essa plataforma, já consolidada em modelos de alta performance, garantiria um chassi rígido e uma distribuição de peso otimizada para tração traseira, uma característica marcante dos muscle cars. Desde abril, especulações sobre o retorno do Camaro vêm circulando, mas a GM ainda não se pronunciou oficialmente.

  • Royal Enfield Meteor 350 2027 chega com embreagem assistida, Full LED e GPS integrado: preço começa em R$ 24.990

    Royal Enfield Meteor 350 2027 chega com embreagem assistida, Full LED e GPS integrado: preço começa em R$ 24.990

    A Royal Enfield introduziu oficialmente no mercado brasileiro, no dia 10 de agosto de 2026, a linha 2027 da Meteor 350, uma estradeira de média cilindrada que chega com melhorias significativas em tecnologia e segurança. O lançamento, apresentado durante o Capital Moto Week, reforça o compromisso da marca em aprimorar a experiência do piloto sem abrir mão do motor J-Series — plataforma compartilhada com modelos como a Hunter e Classic 350.

    Embreagem assistida e deslizante em todas as versões

    Um dos destaques da nova geração é a adoção universal da embreagem assistida e deslizante. O sistema reduz o esforço necessário no manete para engatar as marchas, além de evitar o travamento da roda traseira em reduções bruscas, aumentando a segurança e o controle do veículo.

    Iluminação Full LED e conectividade USB-C

    A Meteor 350 2027 passa a contar com iluminação Full LED em todas as versões, melhorando a visibilidade tanto para o piloto quanto para os demais usuários da via. Além disso, o guidão agora inclui uma porta USB Tipo C para carregamento rápido de dispositivos móveis, eliminando a necessidade de adaptadores externos.

    Navegação GPS Tripper POD agora em todas as configurações

    A versão de entrada, Fireball, ganhou de série o sistema de navegação GPS Tripper POD, antes exclusivo das configurações mais caras. As versões topo de linha, Supernova e Aurora, receberam manetes ajustáveis, permitindo um ajuste personalizado conforme a preferência e ergonomia do piloto. A Supernova mantém seu visual clássico, consolidando-se como opção para quem busca estilo com funcionalidade.

    Com preço inicial de R$ 24.990, a Meteor 350 2027 chega ao mercado brasileiro como uma alternativa robusta para quem busca uma moto versátil, equipada e alinhada às tendências de mobilidade urbana e estradeira. As entregas aos concessionários já estão previstas para os próximos meses.

  • JCB quebra recorde em Bonneville com trator movido a hidrogênio a 592 km/h

    JCB quebra recorde em Bonneville com trator movido a hidrogênio a 592 km/h

    Hidrogênio puro movendo um ‘trator’ a quase 600 km/h

    Em um feito que desafia a lógica dos veículos de alta performance, a JCB, tradicional fabricante de maquinário agrícola, surpreendeu o mundo do automobilismo ao quebrar o recorde de velocidade para motores a hidrogênio na classe SCTA Blown Gas Streamliner. O Hydromax, um streamliner adaptado com dois motores convencionais convertidos para queimar hidrogênio diretamente, atingiu média de 592,735 km/h em duas tentativas no salar de Bonneville (EUA), conforme homologado pela Southern California Timing Association (SCTA).

    Combustão direta: a aposta que deu certo

    A engenharia por trás do recorde é tão inovadora quanto arriscada. Diferente da maioria dos veículos a hidrogênio que usam células de combustível para gerar eletricidade, a JCB optou por um sistema de combustão interna pura, adaptando motores originalmente projetados para diesel ou gasolina. Essa abordagem eliminou a necessidade de baterias ou complexos sistemas de conversão, mas exigiu ajustes agressivos para suportar as condições extremas de Bonneville — onde um erro de calibração ou superaquecimento poderia ser fatal.

    Antes da FIA: um teste para o recorde mundial

    O recorde da SCTA, obtido em 10 de agosto de 2026, serve como trampolim para a próxima batalha: a homologação pela Fédération Internationale de l’Automobile (FIA) em uma tentativa de recorde mundial. O Hydromax, que já carrega o título de veículo mais rápido movido a hidrogênio em sua categoria, agora mira superar marcas históricas como os 645 km/h do Bugatti Chiron Super Sport 300+. A pergunta que fica é: quanto mais rápido um ‘trator’ pode ir quando o combustível é o elemento mais abundante do universo?

  • Trator a 592 km/h: JCB surpreende com recorde de velocidade usando hidrogênio em motores convencionais

    Trator a 592 km/h: JCB surpreende com recorde de velocidade usando hidrogênio em motores convencionais

    A fabricante britânica de equipamentos agrícolas JCB não apenas cravou um número histórico em Bonneville Salt Flats (EUA) na última sexta-feira, 5 de agosto de 2026, como também redefiniu o que é possível quando hidrogênio e engenharia extrema se encontram.

    Do campo para a velocidade: como um trator superou 592 km/h

    O Hydromax, um streamliner projetado pela JCB, não usou células de combustível nem baterias para mover suas rodas. Em vez disso, apostou em um par de motores de combustão interna adaptados para queimar hidrogênio puro — uma abordagem radical que dispensou sistemas elétricos complexos. A média de 592,735 km/h, obtida em duas passagens na classe Blown Gas Streamliner (AA/BGS), foi homologada pela Southern California Timing Association (SCTA), garantindo credibilidade antes da disputa pelo recorde mundial da FIA, prevista para os próximos meses.

    Por que esta quebra de recorde importa mais do que a velocidade

    A façanha não se limita aos números. Ela evidencia que o hidrogênio, quando aplicado em motores térmicos de alta performance, pode competir com soluções elétricas em aplicações onde o peso, a simplicidade e a potência bruta são críticos. Para a indústria automotiva, especialmente em veículos de nicho como dragsters e streamliners, a abordagem da JCB abre caminho para novas arquiteturas de propulsão, sem depender de infraestrutura de recarga ou complexidade de células a combustível.

    O que vem pela frente: da SCTA à FIA

    Com o recorde da SCTA já assegurado, a JCB mira agora o título mundial da FIA, que exigirá não apenas velocidade, mas também consistência em condições adversas. A estratégia da empresa britânica sinaliza uma tendência: a diversificação das fontes de energia no automobilismo extremo, onde cada décimo de segundo conta e a inovação não tem limites pré-definidos.

  • Chery lança cão robótico e humanoide no Brasil com homologação da Anatel ainda em 2026

    Chery lança cão robótico e humanoide no Brasil com homologação da Anatel ainda em 2026

    Robôs com certificações internacionais chegam ao mercado brasileiro

    A Chery International confirmou que sua divisão de robótica AiMOGA desembarcará no Brasil no último trimestre de 2026, trazendo dois produtos inovadores: o cão robótico Argos e o humanoide Mornine. Ambos já obtiveram homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), garantindo sua operação no país, além de certificações europeias.

    Mornine: atendimento e vendas nas concessionárias

    O robô humanoide Mornine será integrado ao atendimento das concessionárias Omoda & Jaecoo, atuando como assistente em showrooms. Além disso, o produto será comercializado diretamente ao público, marcando a estreia da AiMOGA no mercado brasileiro. A tecnologia por trás do dispositivo inclui inteligência artificial avançada e modelos de linguagem (LLMs), permitindo interações autônomas e respostas personalizadas.

    Argos: o cão robótico da AiMOGA

    O Argos, por sua vez, é um robô com formato de cão projetado para aplicações residenciais ou comerciais. Com autonomia e capacidade de interação, o dispositivo se soma à oferta de robôs domésticos que ganham espaço no mercado global. A chegada desses produtos reforça a aposta da Chery em soluções de robótica integrada a ecossistemas automotivos.

  • Dodge Charger Super Bee 2026 bate Hellcat com motor biturbo: 608 cv em 3,6s para 0-100 km/h

    Dodge Charger Super Bee 2026 bate Hellcat com motor biturbo: 608 cv em 3,6s para 0-100 km/h

    A superação do legado do V8 Hemi

    Em 1968, o Dodge Charger Super Bee nasceu como um ícone muscular, mas sua ausência desde 2023 deixou lacunas no coração dos entusiastas. Agora, a Dodge retorna com uma proposta ousada: um motor 3.0 biturbo de seis cilindros em linha, entregando 608 cv e 650 Nm de torque, superando até mesmo o celebrado Charger SRT Hellcat em desempenho puro. Enquanto o Hellcat, com seu V8 de 715 cv, ainda é referência de potência bruta, o novo Super Bee prova que a eficiência mecânica pode se sobrepor ao tradicionalismo.

    Engenharia radical: turbos, suspensão e modos de direção

    A transformação não se limita ao motor. A Dodge equipou o Super Bee com turbocompressores Garrett de 56 mm, operando a 30 psi de pressão, garantindo uma resposta instantânea do propulsor. Os freios Brembo e a suspensão revisada foram calibrados para suportar as forças geradas em uma arrancada de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos — um décimo de segundo mais rápido que o Hellcat. Além disso, o modelo introduz o Torque Reserve, que mantém o torque máximo disponível mesmo em rotações baixas, e o Drag Mode, otimizado para arrancadas em linha reta, como em pistas de arrancada.

    O que isso significa para o mercado de muscle cars?

    A reinvenção do Super Bee marca um ponto de virada na indústria. Enquanto os V8s ainda dominam o imaginário dos fãs, a Dodge demonstra que a combinação de turboalimentação e engenharia de precisão pode superar — e até substituir — os motores aspirados de alta cilindrada. A estratégia não apenas atende à demanda por desempenho, mas também alinha o modelo às regulamentações cada vez mais rígidas de emissões, sem abrir mão da adrenalina. Para os puristas, a ausência do ronco característico do Hemi pode ser um ponto de atrito, mas para os pragmáticos, trata-se de uma evolução técnica inevitável.

  • Jeep Renegade surpreende: preço cai R$ 5 mil antes do Avenger 2027 chegar ao mercado

    Jeep Renegade surpreende: preço cai R$ 5 mil antes do Avenger 2027 chegar ao mercado

    Promoção inesperada do Renegade Altitude 2027

    Quatro meses após o lançamento do Avenger 2027, que já pressionava a linha do veterano Renegade, a Jeep surpreendeu ao reduzir em R$ 5 mil o preço de entrada do SUV. O modelo Altitude 2027, na cor preta Carbon e sem opcionais, passou de R$ 129.990 para R$ 124.990 — valor inferior ao do Fiat Pulse Audace T200 Hybrid (R$ 136.990). A promoção, válida entre 5 de agosto e 2 de setembro, aplica-se apenas para pagamento à vista.

    Financiamento agressivo: troca por seminovo e taxa zero

    Além do desconto à vista, a Jeep oferece uma linha de financiamento com condições atípicas: entrada de R$ 70 mil mediante entrega de um veículo seminovo, aliada a uma taxa de juros zero. Essa estratégia mira consumidores que buscam atualizar seus carros sem comprometer o orçamento mensal, um movimento que pode acelerar as vendas do Renegade em um cenário de desaceleração do mercado automotivo.

    Contexto: Avenger 2027 e o futuro do Renegade

    A redução de preço do Renegade ocorre em um momento de transição para a Jeep. O Avenger 2027, apresentado em março, já era esperado para reajustar — para cima — os valores do SUV, mas a marca optou pela estratégia inversa. Especialistas apontam que a medida pode ser uma tentativa de esvaziar estoques do atual modelo antes da chegada do novo competidor, ou até mesmo um teste de mercado para manter a competitividade frente a rivais como o Pulse e o Toyota Corolla Cross.