Categoria: Auto & Tech

  • Xbox fica 30% mais caro: Microsoft dobra preço em 8 meses e mata modelo de 2TB

    Xbox fica 30% mais caro: Microsoft dobra preço em 8 meses e mata modelo de 2TB

    Reajuste imediato e corte de estoque

    A Microsoft confirmou nesta quinta-feira (25/06) um novo aumento nos preços dos consoles Xbox Series X|S, válido a partir de 1º de agosto. Os modelos de 512GB terão acréscimo de US$ 100, enquanto as versões de 1TB serão reajustadas em US$ 150. Em paralelo, a empresa decidiu descontinuar o Xbox Series X de 2TB, decisão que surpreende pelo timing — menos de um ano após o último reajuste nos Estados Unidos, feito em outubro de 2025.

    Nova tabela de preços nos EUA: o que muda?

    Com a atualização, os valores sugeridos para o mercado norte-americano passam a ser:

    • Xbox Series S (512GB): US$ 499,99 (era US$ 299,99 em outubro/2025)
    • Xbox Series S (1TB): US$ 599,99 (era US$ 349,99)
    • Xbox Series X (1TB, com leitor de disco): US$ 799,99 (era US$ 649,99)

    Os ajustes representam um aumento médio de 30% em menos de um ano, o que pode impactar diretamente as vendas do console no mercado global, inclusive no Brasil — embora a Microsoft ainda não tenha confirmado os preços locais.

    Impacto no mercado e estratégia da Microsoft

    A decisão de cortar o modelo de 2TB sugere uma estratégia de priorização de versões com maior margem de lucro, enquanto o reajuste agressivo pode estar relacionado à pressão por rentabilidade em um cenário de queda nas vendas de consoles físicos. Especialistas apontam que, com a ascensão dos serviços de assinatura como o Xbox Game Pass, a Microsoft pode estar ajustando sua oferta para focar em modelos mais compactos e economicamente viáveis para o ecossistema de jogos em nuvem.

    O que esperar daqui para frente?

    Os consumidores devem ficar atentos às promoções de estoque dos modelos descontinuados, enquanto aguardam a definição dos preços no Brasil. A tendência é que outros mercados, como o europeu e asiático, sigam a mesma política de reajuste, mantendo a uniformidade global dos preços. No entanto, a ausência de um modelo de alta capacidade (2TB) pode afastar jogadores que dependem de vastas bibliotecas de jogos offline.

  • Windows 10 recebe novo fôlego: Microsoft estende suporte até outubro de 2027

    Windows 10 recebe novo fôlego: Microsoft estende suporte até outubro de 2027

    A Microsoft surpreendeu ao estender o suporte estendido ao Windows 10 em mais um ano. Desde que o sistema operacional deixou de receber atualizações oficiais em 14 de outubro de 2025, a empresa oferecia atualizações de segurança até outubro de 2026 por meio do programa ESU (Atualizações de Segurança Estendidas).

    ESU ganha sobrevida: segurança até 2027 sem burocracia

    Agora, a Microsoft anunciou que os consumidores já inscritos no ESU continuarão recebendo patches de segurança até outubro de 2027, sem necessidade de renovação ou pagamento extra. A extensão, embora não tenha sido amplamente divulgada, reforça a estratégia da empresa em manter uma transição gradual para o Windows 11.

    Risco de vulnerabilidades: por que o ESU é crucial?

    Sem atualizações regulares, sistemas operacionais descontinuados tornam-se alvos fáceis para cibercriminosos. O ESU, apesar de limitado a correções de segurança (sem novas funcionalidades), é uma salvaguarda para quem depende do Windows 10 em ambientes críticos ou em hardware incompatível com o Windows 11. No entanto, a recomendação oficial da Microsoft segue sendo a migração para o sistema mais recente.

    O futuro do Windows 10 e alternativas para usuários

    Embora a extensão do ESU seja uma boa notícia para quem não pôde ou não quis migrar, a Microsoft mantém o discurso de longo prazo: o Windows 11 é a única opção com suporte completo e atualizações contínuas. Para quem busca alternativas, soluções como o Windows 10 LTSC (Long-Term Servicing Channel) ou até mesmo a migração para distribuições Linux também entram em discussão, dependendo do caso de uso.

  • Nubank mantém ritmo de contratações e exige conhecimento em IA: ‘IA não substitui criatividade’

    Nubank mantém ritmo de contratações e exige conhecimento em IA: ‘IA não substitui criatividade’

    O Nubank segue expandindo sua equipe mesmo em tempos de incertezas sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho. Em entrevista nesta semana, Ellen Kiss, diretora do Centro de Excelência em Design da fintech, esclareceu que a empresa não apenas manteve suas contratações como também ajustou seu critério de seleção para incluir profissionais com conhecimento em IA.

    IA como diferencial nas contratações

    A executiva destacou que candidatos com familiaridade em ferramentas de IA se tornaram prioridade no processo seletivo do Nubank. “A inteligência artificial não substitui a criatividade humana, mas potencializa nosso trabalho. Por isso, buscamos pessoas que já tenham tido contato com essas tecnologias”, afirmou Kiss.

    Sistema de design como pilar da inovação

    O Nubank utiliza o Figma para manter seu design system (NuDS), que padroniza as interfaces do aplicativo para seus mais de 118 milhões de clientes. A adoção de tecnologias como IA no processo criativo reflete a estratégia da empresa de aliar eficiência operacional à experiência do usuário. “Nosso time de design precisa não apenas criar, mas também otimizar processos com ferramentas inteligentes”, explicou a diretora.

    Contexto: IA no mercado financeiro brasileiro

    O movimento do Nubank segue tendências recentes no setor, como a decisão da GM no mês passado de priorizar contratações com habilidades em IA. Enquanto algumas empresas reduzem equipes por conta da automação, a fintech reforça que a IA é um complemento — e não um substituto — para os profissionais. “Estamos contratando mais, mas com um perfil diferente”, resumiu Kiss.

  • Gmail no Brasil ganha recurso inédito: como trocar de endereço sem perder dados

    Gmail no Brasil ganha recurso inédito: como trocar de endereço sem perder dados

    Conta do Google agora permite personalização do endereço Gmail

    O Google iniciou nesta semana a liberação no Brasil de uma funcionalidade há muito aguardada pelos usuários: a possibilidade de alterar o endereço principal do Gmail sem perder dados ou reiniciar cadastros. O recurso, anunciado em março de 2026 nos Estados Unidos, chega ao país com a promessa de simplificar a gestão de contas pessoais ou profissionais.

    Como funciona a mudança de endereço no Gmail?

    A nova opção permite que o usuário substitua o nome antes do @gmail.com mantendo todos os dados, e-mails e históricos vinculados à Conta do Google. O endereço antigo não é excluído: ele passa a funcionar como um endereço alternativo, garantindo que nenhuma mensagem ou serviço seja interrompido. Para realizar a troca, basta acessar as configurações da conta e seguir os passos indicados pela plataforma.

    Por que essa mudança é relevante?

    Antes desse recurso, quem desejava atualizar o endereço do Gmail precisava criar uma nova conta e migrar manualmente contatos, assinaturas e serviços — um processo trabalhoso e propenso a erros. Agora, a mudança é feita em poucos cliques, ideal para quem busca:

    • Corrigir erros ortográficos em nomes antigos;
    • Substituir endereços pouco profissionais por versões mais formais;
    • Unificar contas pessoais e profissionais sem perder informações;
    • Atualizar endereços que não refletem mais a realidade do usuário.

    Próximos passos e limitações

    Embora a funcionalidade já esteja disponível para contas brasileiras, vale ressaltar que a alteração só pode ser feita uma vez por conta. Além disso, o endereço antigo continua ativo como alternativa, evitando problemas com serviços que ainda usam o antigo cadastro. O Google não divulgou se expandirá o recurso para domínios personalizados (como @seudominio.com) no futuro.

  • MG investe R$ 60 milhões e começa a montar MG4 e MGS5 no Ceará ainda em 2026

    MG investe R$ 60 milhões e começa a montar MG4 e MGS5 no Ceará ainda em 2026

    Expansão estratégica no Nordeste

    A MG Motor do Brasil deu um passo decisivo para consolidar sua presença no mercado nacional ao anunciar, nesta quinta-feira (25/06/2026), a produção local dos modelos elétricos MG4 Urban e MGS5 na Planta Automotiva do Ceará (PACE). A decisão estratégica não apenas acelera a oferta de veículos 100% elétricos no Brasil, mas também posiciona a fabricante chinesa em um polo industrial já consolidado, dividindo espaço com a General Motors — que, aliás, planeja expandir sua linha na mesma unidade.

    R$ 60 milhões e 600 empregos: o fôlego da PACE

    O investimento inicial de mais de R$ 60 milhões será direcionado à adaptação da linha de montagem e modernização tecnológica da planta cearense. Segundo a MG, a operação deve gerar 600 empregos diretos e indiretos nos próximos quatro anos, com uma meta ambiciosa de produzir 50 mil veículos no período. A PACE, que atualmente monta os elétricos Chevrolet Spark e Captiva EV, ganha assim mais um player de peso no setor de mobilidade elétrica.

    Concorrência acirrada e planos futuros

    A chegada da MG ao Ceará não apenas intensifica a competição no segmento de elétricos — já disputado por gigantes como BYD, Volkswagen e, agora, com a GM ampliando sua linha — como também sinaliza um movimento ousado: a fabricante já estuda a incorporação de veículos com tecnologia flex, adaptados às peculiaridades do mercado brasileiro. Embora não tenha confirmado modelos específicos, a estratégia sugere uma aposta dupla: elétricos para o público urbano e híbridos/flexíveis para regiões com infraestrutura ainda em desenvolvimento. A pergunta que fica é: a PACE conseguirá atender a essa demanda sem sobrecarregar sua capacidade?

    O que esperar do MG4 e MGS5 no Brasil?

    Os dois modelos, que já são sucesso na Europa e na Ásia, chegam ao Brasil com preços competitivos e tecnologias modernas, como conectividade 5G, sistemas de direção autônoma assistida e baterias otimizadas para o clima tropical. Com a produção local, a MG promete reduzir custos e prazos de entrega, além de criar uma rede de assistência técnica nacional. O desafio, entretanto, será conquistar a confiança do consumidor brasileiro, ainda reticente em relação à adoção em massa de elétricos — especialmente em um país onde a infraestrutura de recarga ainda é limitada.

  • Apple dobra preços de MacBooks e iPads no Brasil: aumento reflete crise global em componentes

    Apple dobra preços de MacBooks e iPads no Brasil: aumento reflete crise global em componentes

    Reajustes batem recorde no varejo brasileiro

    Na última quarta-feira (24/06/2026), a Apple anunciou aumentos que redefinem os preços de seus produtos no Brasil, com impactos diretos nos consumidores. O MacBook Air 13″ subiu para R$ 15.999 (de R$ 13.999), enquanto a versão de 15″ agora custa R$ 17.999. No segmento de tablets, o iPad Air 11″ saltou de R$ 7.499 para R$ 9.999, e o modelo de 13″ chegou a R$ 12.999. A Apple também encerrou a venda do MacBook Neo de entrada, que custava R$ 7.299, substituindo-o por um modelo a partir de R$ 8.499.

    Crise global de componentes pressiona fabricantes

    Os reajustes não são isolados: refletem uma escalada de custos em escala mundial. Em maio de 2026, o CEO Tim Cook admitiu publicamente que os aumentos eram “inevitáveis”, vinculando-os ao boom da inteligência artificial. A alta demanda por chips e memórias para data centers — essenciais para treinar modelos de IA — reduziu a oferta de componentes para outros setores, incluindo PCs, smartphones e consoles, cujos preços também subiram recentemente.

    O que esperar dos próximos meses?

    Especialistas ouvidos pela imprensa indicam que a tendência de alta pode se estender até o segundo semestre de 2026, especialmente se a demanda por IA continuar aquecida. A Apple, que não comentou sobre possíveis ajustes em outros produtos, mantém sua estratégia de priorizar linhas premium — como os MacBooks Pro e iPads Pro —, cujos preços ainda não foram alterados. Consumidores brasileiros, entretanto, devem se preparar para um cenário de preços mais elevados caso a crise de componentes se agrave.

  • Projeto Stargate: como a OpenAI e parceiros planejam revolucionar a IA com supercomputação de US$ 100 bilhões

    Projeto Stargate: como a OpenAI e parceiros planejam revolucionar a IA com supercomputação de US$ 100 bilhões

    Uma aposta de US$ 100 bilhões para dominar a próxima geração de IA

    Em mais uma movimentação estratégica para consolidar sua liderança no setor de inteligência artificial, a OpenAI — empresa por trás do ChatGPT — anunciou, na última quarta-feira (25 de junho de 2026), os detalhes do Projeto Stargate. Trata-se de um megaprojeto de expansão de data centers nos Estados Unidos, orçado em US$ 100 bilhões, cujo objetivo é criar a maior rede de supercomputação do mundo dedicada ao treinamento de modelos avançados de IA.

    A iniciativa não é apenas um esforço tecnológico, mas um movimento geopolítico: garantir aos EUA a autonomia no desenvolvimento de sistemas de IA de última geração, evitando dependências de infraestruturas estrangeiras. O projeto promete aumentar em até 100% a capacidade atual de processamento de IA no país até 2028, segundo fontes próximas ao consórcio.

    Como funciona o consórcio: OpenAI, SoftBank, Oracle e NVIDIA unem forças

    O Projeto Stargate opera sob um modelo de consórcio empresarial, onde cada parceiro contribui com sua expertise:

    • OpenAI: lidera a gestão operacional e define os requisitos técnicos para os modelos de IA que serão treinados nos novos data centers.
    • SoftBank: assume o papel de financiamento, com aportes estimados em dezenas de bilhões de dólares para viabilizar a construção e manutenção da infraestrutura.
    • Oracle: fornece soluções de cloud computing e gerenciamento de dados, garantindo escalabilidade e segurança para os centros de processamento.
    • NVIDIA: responsável pelo fornecimento de hardware especializado, como GPUs e chips de última geração, essenciais para o treinamento de modelos complexos.

    Onde serão construídos os data centers e por quê?

    Os primeiros complexos do Projeto Stargate serão erguidos em três regiões estratégicas dos EUA:

    • Deserto do Nevada: escolhido pela disponibilidade de energia renovável (solar) e clima favorável para resfriamento dos servidores.
    • Texas: devido à infraestrutura energética robusta e incentivos fiscais do governo estadual.
    • Geórgia: pela proximidade com universidades e centros de pesquisa que colaboram com a OpenAI.

    A localização não é aleatória: além de otimizar custos operacionais, as regiões oferecem mão de obra qualificada e políticas públicas favoráveis ao setor tecnológico. A OpenAI já iniciou negociações com governos locais para acelerar a instalação dos primeiros data centers até 2027.

    Stargate e a corrida pela Inteligência Artificial Geral (AGI)

    O Projeto Stargate não é apenas sobre capacidade de processamento — é sobre intenção estratégica. A OpenAI e seus parceiros visam criar a infraestrutura necessária para desenvolver a Inteligência Artificial Geral (AGI), um marco teórico onde sistemas de IA superariam a inteligência humana em todas as áreas. Atualmente, os modelos mais avançados (como o GPT-5) ainda dependem de recursos limitados, mas o Stargate promete remover esse gargalo.

    Especialistas ouvidos pela imprensa destacam que, sem uma infraestrutura como a do Stargate, a AGI permaneceria um objetivo distante. “A capacidade de processamento é o ‘combustível’ da IA moderna”, afirmou um engenheiro da Oracle envolvido no projeto. “Sem ela, não há evolução.”

    Implicações globais: quem perde e quem ganha com o Stargate?

    A iniciativa reforça a posição dos EUA como líder inconteste na corrida pela IA, mas também acende alertas em outras nações. A China, principal rival tecnológica, já anunciou planos de duplicar seus investimentos em data centers até 2030, enquanto a União Europeia tenta acelerar sua própria infraestrutura com fundos públicos.

    No setor privado, empresas como Google, Meta e Amazon — que também dependem de supercomputação para seus modelos de IA — veem no Stargate tanto uma oportunidade quanto uma ameaça. Por um lado, a expansão pode acelerar inovações compartilhadas; por outro, consolida a OpenAI como um player com poder de ditar padrões e preços no mercado.

    Para os consumidores, o projeto pode significar avanços rápidos em áreas como medicina personalizada, automação industrial e até previsão de desastres naturais. No entanto, também levanta questões sobre concentração de poder tecnológico e acesso desigual às ferramentas de IA.

  • GWM Ora 05 chega ao Brasil: SUV elétrico com 204 cv e preço agressivo desafia hatches e crossovers

    GWM Ora 05 chega ao Brasil: SUV elétrico com 204 cv e preço agressivo desafia hatches e crossovers

    A GWM do Brasil entrou oficialmente no segmento de SUVs compactos no País com o lançamento do Ora 05, apresentado no último dia 23 de junho. O modelo, inicialmente 100% elétrico, chega para disputar espaço com gigantes do mercado, como Hyundai Creta, Chevrolet Tracker e Nissan Kicks, segundo afirmou a própria fabricante chinesa durante o evento de estreia.

    Preço agressivo e comparação com concorrentes

    O Ora 05 será comercializado em única versão no Brasil, com preço sugerido de R$ 159 mil — valor que o coloca em patamar competitivo até mesmo frente a modelos flex. Para efeito de comparação, a VW cobra R$ 161.490 pelo T-Cross 200 TSI, primeira versão acima da Sense direcionada ao público PcD, enquanto o BYD Dolphin SE, hatch elétrico, é vendido por R$ 159.990. A estratégia da GWM busca atrair consumidores que buscam alternativas elétricas sem abrir mão do espaço e do posicionamento de um SUV.

    Mais potência que o irmão menor, mas com layout tradicional

    Surpreendentemente, a GWM oferece no Ora 05 um conjunto motriz mais potente do que o do BYD Dolphin SE (BEV58), que também é elétrico. Enquanto o hatch elétrico da GWM entrega 171 cv e 25,5 kgfm de torque, o Ora 05 chega a 204 cv e 26,5 kgfm — números que superam até mesmo alguns modelos a combustão de segmento semelhante. A propulsão permanece na dianteira, e a suspensão adota configuração independente nas quatro rodas, prometendo um comportamento de direção equilibrado.

    Desafios à frente: concorrência acirrada e adaptação do mercado

    O lançamento do Ora 05 chega em um momento crítico para o mercado de elétricos no Brasil, onde a infraestrutura de recarga e a cultura do ‘flex’ ainda dominam as vendas. Embora o preço seja competitivo, a dependência de uma única versão e a ausência de opções de financiamento ou incentivos fiscais podem limitar o apelo inicial. Além disso, a GWM precisará demonstrar confiabilidade a longo prazo, já que marcas estabelecidas como BYD e Tesla já conquistaram espaço no segmento de elétricos premium. O sucesso do Ora 05 dependerá não apenas de suas especificações técnicas, mas também de como a fabricante gerenciará a transição energética em um mercado ainda resistente às mudanças.

  • IBM revoluciona chips: tecnologia de 0,7 nanômetro promete dobrar desempenho e reduzir consumo em 70%

    IBM revoluciona chips: tecnologia de 0,7 nanômetro promete dobrar desempenho e reduzir consumo em 70%

    Salto tecnológico sem precedentes na indústria de semicondutores

    A IBM acaba de redefinir os limites da miniaturização em chips com a apresentação de sua tecnologia de nó sub-1 nanômetro: 0,7 nm ou 7 angstroms. Essa inovação, anunciada hoje (25/06/2026), permite que um chip do tamanho de uma unha acomode cerca de 100 bilhões de transistores — um marco que supera em muito a densidade dos atuais nós de 2 nm.

    Economia de energia e ganho de performance: o duplo benefício

    A nova arquitetura, batizada de Nanostack, promete entregar até 50% mais desempenho em comparações diretas com chips de 2 nm, ou então reduzir o consumo energético em até 70% mantendo a mesma capacidade de processamento. Essa dualidade abre caminho para avanços significativos em setores como inteligência artificial, computação quântica e dispositivos móveis, onde eficiência energética e poder de processamento são críticos.

    Produção em larga escala em até cinco anos

    A IBM projeta que chips baseados nessa tecnologia sub-1 nanômetro poderão entrar em produção comercial dentro dos próximos cinco anos. A expectativa é que a miniaturização extrema possibilite não apenas dispositivos mais poderosos, mas também mais sustentáveis, uma vez que a redução no consumo de energia contribui diretamente para a diminuição da pegada de carbono da indústria eletrônica.

    O que muda na prática?

    Para contextualizar a magnitude dessa inovação, vale lembrar que 1 angstrom equivale a 0,1 nanômetro. Portanto, um nó de 0,7 nm é literalmente menor do que um fio de DNA, demonstrando como a IBM está operando em uma escala próxima ao limite físico da matéria. Isso não apenas impulsiona a Lei de Moore — que prevê a duplicação da capacidade dos chips a cada dois anos — como também redefine o que é possível em termos de processamento de dados.

  • TIM inova na América do Sul: transferência de eSIM entre Android e iPhone vira realidade

    TIM inova na América do Sul: transferência de eSIM entre Android e iPhone vira realidade

    Liberdade sem limites para trocar de celular

    A TIM anunciou nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, uma revolução nos planos de telefonia móvel: pela primeira vez na América do Sul, os usuários podem transferir perfis de eSIM entre dispositivos Android e iPhone sem barreiras. Até então, as operadoras brasileiras restringiam essa funcionalidade a migrações dentro do mesmo ecossistema — como de iPhone antigo para novo ou de Android velho para um modelo mais recente.

    Tecnologia aberta e pioneira

    A solução utiliza o Entitlement Server como plataforma orquestradora, alinhada aos padrões da GSMA para Android e a uma especificação proprietária da Apple nos iPhones. Segundo a TIM, a inovação foi validada em parceria com fabricantes e visa dar autonomia aos consumidores na hora de trocar de aparelho, independentemente do sistema operacional. Por enquanto, a funcionalidade está restrita a iPhones (desde iOS 16.5) e smartphones da Motorola, mas a operadora não descarta ampliações futuras.

    O que muda para o usuário?

    Quem optava por trocar de iPhone para Android — ou vice-versa — precisava recorrer a soluções alternativas, como a conversão física do chip ou a contratação de um novo plano. Agora, basta acessar a página oficial da TIM dedicada à transferência de eSIM, seguir os passos e concluir o processo em minutos. A medida reforça a tendência de integração entre plataformas, mesmo em um mercado historicamente fragmentado como o brasileiro.