Categoria: Auto & Tech

  • IBM revoluciona chips: tecnologia de 0,7 nanômetro promete dobrar desempenho e reduzir consumo em 70%

    IBM revoluciona chips: tecnologia de 0,7 nanômetro promete dobrar desempenho e reduzir consumo em 70%

    Salto tecnológico sem precedentes na indústria de semicondutores

    A IBM acaba de redefinir os limites da miniaturização em chips com a apresentação de sua tecnologia de nó sub-1 nanômetro: 0,7 nm ou 7 angstroms. Essa inovação, anunciada hoje (25/06/2026), permite que um chip do tamanho de uma unha acomode cerca de 100 bilhões de transistores — um marco que supera em muito a densidade dos atuais nós de 2 nm.

    Economia de energia e ganho de performance: o duplo benefício

    A nova arquitetura, batizada de Nanostack, promete entregar até 50% mais desempenho em comparações diretas com chips de 2 nm, ou então reduzir o consumo energético em até 70% mantendo a mesma capacidade de processamento. Essa dualidade abre caminho para avanços significativos em setores como inteligência artificial, computação quântica e dispositivos móveis, onde eficiência energética e poder de processamento são críticos.

    Produção em larga escala em até cinco anos

    A IBM projeta que chips baseados nessa tecnologia sub-1 nanômetro poderão entrar em produção comercial dentro dos próximos cinco anos. A expectativa é que a miniaturização extrema possibilite não apenas dispositivos mais poderosos, mas também mais sustentáveis, uma vez que a redução no consumo de energia contribui diretamente para a diminuição da pegada de carbono da indústria eletrônica.

    O que muda na prática?

    Para contextualizar a magnitude dessa inovação, vale lembrar que 1 angstrom equivale a 0,1 nanômetro. Portanto, um nó de 0,7 nm é literalmente menor do que um fio de DNA, demonstrando como a IBM está operando em uma escala próxima ao limite físico da matéria. Isso não apenas impulsiona a Lei de Moore — que prevê a duplicação da capacidade dos chips a cada dois anos — como também redefine o que é possível em termos de processamento de dados.

  • TIM inova na América do Sul: transferência de eSIM entre Android e iPhone vira realidade

    TIM inova na América do Sul: transferência de eSIM entre Android e iPhone vira realidade

    Liberdade sem limites para trocar de celular

    A TIM anunciou nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, uma revolução nos planos de telefonia móvel: pela primeira vez na América do Sul, os usuários podem transferir perfis de eSIM entre dispositivos Android e iPhone sem barreiras. Até então, as operadoras brasileiras restringiam essa funcionalidade a migrações dentro do mesmo ecossistema — como de iPhone antigo para novo ou de Android velho para um modelo mais recente.

    Tecnologia aberta e pioneira

    A solução utiliza o Entitlement Server como plataforma orquestradora, alinhada aos padrões da GSMA para Android e a uma especificação proprietária da Apple nos iPhones. Segundo a TIM, a inovação foi validada em parceria com fabricantes e visa dar autonomia aos consumidores na hora de trocar de aparelho, independentemente do sistema operacional. Por enquanto, a funcionalidade está restrita a iPhones (desde iOS 16.5) e smartphones da Motorola, mas a operadora não descarta ampliações futuras.

    O que muda para o usuário?

    Quem optava por trocar de iPhone para Android — ou vice-versa — precisava recorrer a soluções alternativas, como a conversão física do chip ou a contratação de um novo plano. Agora, basta acessar a página oficial da TIM dedicada à transferência de eSIM, seguir os passos e concluir o processo em minutos. A medida reforça a tendência de integração entre plataformas, mesmo em um mercado historicamente fragmentado como o brasileiro.

  • Steam Machine chega com 16 GB de RAM: Valve denuncia hostilidade dos fabricantes de memória

    Steam Machine chega com 16 GB de RAM: Valve denuncia hostilidade dos fabricantes de memória

    A Valve está enfrentando um cenário desafiador para lançar sua nova Steam Machine. Segundo a empresa, os fabricantes de memória RAM passaram a priorizar clientes de inteligência artificial, deixando de lado acordos de longo prazo com fabricantes de PCs. A estratégia atual é clara: cotas mensais de componentes e preços fixos, sem margem para negociação.

    O impacto nas Steam Machines

    Os primeiros lotes do equipamento chegarão com apenas 16 GB de RAM em um único módulo, uma configuração que reflete a escassez de componentes para projetos convencionais. Em entrevista ao Gamers Nexus, um representante da Valve descreveu a dinâmica como “pegar ou largar”: “É sim ou não. E se dissermos não, eles nunca mais falam com a gente”.

    Por que os fabricantes mudaram de estratégia?

    A guinada dos fornecedores está diretamente ligada ao boom da IA. Projetos como servidores para machine learning e data centers exigem volumes massivos de memória, tornando os contratos com fabricantes de PCs menos atrativos. Sem contratos estáveis, a Valve e outras empresas do setor precisam se adaptar a um mercado cada vez mais instável.

    Consequências para o consumidor

    O reflexo dessa situação pode ser sentido pelo usuário final, que pode enfrentar preços mais altos ou especificações reduzidas em novos lançamentos. A Valve, conhecida por inovar no hardware, agora precisa lidar com uma cadeia de suprimentos que privilegia a tecnologia emergente em detrimento do mercado tradicional de PCs.

  • Mitsubishi Eclipse Cross Black 2027 chega com R$ 55 mil de desconto e visual exclusivo

    Mitsubishi Eclipse Cross Black 2027 chega com R$ 55 mil de desconto e visual exclusivo

    Preço agressivo e incentivos para o consumidor

    Em 24 de junho de 2026, a Mitsubishi anunciou a volta do Eclipse Cross Black com um preço promocional: R$ 224.990, após descontos que podem chegar a R$ 55 mil. A estratégia inclui ainda um bônus de R$ 29 mil para clientes que entregarem um veículo usado na troca, facilitando a aquisição do modelo 2027. A medida reforça a aposta da marca em atrair consumidores em um mercado ainda sensível aos custos.

    Design Black: elegância discreta com toque esportivo

    O Eclipse Cross Black mantém a identidade visual da linha, mas substitui elementos cromados por apliques escurecidos no exterior, rodas e teto. O resultado é um visual mais sério e elegante, alinhado às tendências de SUVs premium. No interior, a cabine combina revestimentos sintéticos com detalhes em camurça e forro escuro, enquanto os bancos aquecidos prometem maior conforto em viagens longas.

    Tecnologia e segurança reforçam o apelo premium

    O modelo vem equipado com uma tela multimídia de 12,3 polegadas, compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além de conectividade 4G com Wi-Fi e carregador por indução. No quesito segurança, o Eclipse Cross Black conta com tração integral S-AWC, motor 1.5 turbo com câmbio CVT e um pacote ADAS completo, que inclui sete airbags e sistemas como controle de cruzeiro adaptativo e alerta de colisão. Tudo isso posiciona o veículo como uma opção robusta para quem busca inovação e proteção.

  • BAIC desembarcará no Brasil com Oswaldo Ramos à frente: executivo que trouxe GWM e Lotus agora mira a eletrificação nacional

    BAIC desembarcará no Brasil com Oswaldo Ramos à frente: executivo que trouxe GWM e Lotus agora mira a eletrificação nacional

    A chegada da BAIC ao Brasil deixou de ser especulação e ganha contornos oficiais. Em entrevista durante o E-Days 2026 — realizado na última semana de junho na capital paulista —, Oswaldo Ramos revelou que assumirá o cargo de Chief Operating Officer (COO) da montadora chinesa no país, liderando a operação desde sua fase inicial. A marca, ainda em fase de estruturação, não anunciou prazos para seu lançamento comercial, mas o movimento reforça a estratégia de expansão global da BAIC com foco no mercado latino-americano.

    Do zero à eletrificação: Ramos traz expertise de marcas já consolidadas no Brasil

    Ramos não é um nome desconhecido no setor automotivo brasileiro. O executivo foi peça-chave na estratégia de entrada da GWM no país, hoje uma das principais fabricantes de veículos elétricos e híbridos do segmento nacional. Além disso, atuou na consultoria que viabilizou a chegada da Lotus ao mercado brasileiro, consolidando sua reputação como especialista em internacionalização de marcas asiáticas.

    BAIC mira o vazio deixado pelos compactos elétricos no Brasil

    Durante o evento, Ramos destacou que a linha de produtos da BAIC — composta por elétricos compactos e SUVs eletrificados — foi um dos principais atrativos para sua contratação. “O desafio da BAIC me chamou a atenção porque enxergo uma lacuna no mercado brasileiro: a falta de opções acessíveis e tecnológicas nesse segmento”, afirmou. A estratégia da marca chinesa parece alinhar-se às tendências globais, onde os compactos elétricos têm ganhado espaço em mercados emergentes, como uma porta de entrada para a mobilidade sustentável.

    A ofensiva chinesa ganha ritmo: do Salão de Pequim à América Latina

    A ofensiva da BAIC rumo ao Brasil ganhou tração ainda no Salão de Pequim 2026, evento realizado em maio daquele ano, onde o mercado brasileiro foi destacado como um dos principais focos da montadora. À época, uma delegação brasileira — composta por representantes do governo e do setor automotivo — participou de reuniões estratégicas com executivos da BAIC, sinalizando interesse mútuo. A escolha de Ramos, com sua bagagem em operações locais, reforça a seriedade do projeto.

    O que esperar da BAIC no Brasil?

    Apesar da ausência de um cronograma oficial, analistas do setor apontam que a BAIC poderá apostar em parcerias locais para driblar barreiras como a infraestrutura de recarga e a concorrência acirrada. Com a crescente demanda por veículos elétricos no país — impulsionada por incentivos fiscais e pela pressão por redução de emissões —, a montadora chinesa chega em um momento propício, mas terá de enfrentar desafios como a dependência de importações e a adaptação ao gosto do consumidor brasileiro.

  • Geely EX2: donos apontam 5 falhas críticas que o hatch elétrico precisa corrigir até junho de 2026

    Geely EX2: donos apontam 5 falhas críticas que o hatch elétrico precisa corrigir até junho de 2026

    Falta de limpador traseiro: um risco em dias de chuva

    O Geely EX2 chega ao mercado brasileiro sem limpador traseiro de fábrica, o que prejudica drasticamente a visibilidade em condições de chuva — um problema crítico para segurança. Donos relatam que a opção, quando disponível como acessório, tem custo elevado e instalação pouco intuitiva, evidenciando um descuido da montadora em um item básico de conforto e segurança.

    Estepe fino e kit de reparo: economia questionável

    A ausência de um estepe convencional no porta-malas do EX2 é compensada por um kit de reparo de emergência, que muitos consideram insuficiente. A roda reserva fina e compacta, presente em algumas versões, sequer cumpre o papel de uma solução emergencial confiável, levantando dúvidas sobre o padrão de qualidade adotado pela Geely para o mercado brasileiro.

    Controle de cruzeiro adaptativo: privilégio das versões premium

    Enquanto a versão mais cara do EX2 oferece controle de cruzeiro adaptativo, os consumidores das faixas inferiores precisam se contentar com tecnologias menos avançadas. Essa segmentação de recursos — comum em veículos térmicos, mas questionável em elétricos — pode afastar potenciais compradores que buscam inovação mesmo em modelos de entrada.

    Falta de tomada 12V: adaptadores e gambiarras

    O EX2 não vem equipado com tomadas 12V de fábrica, obrigando donos a recorrer a adaptadores externos para conectar dispositivos como carregadores de celular ou compressores de pneus. Essa omissão, em um mercado onde até modelos de entrada já incluem essa funcionalidade, demonstra um descompasso entre as expectativas dos consumidores e o que a Geely oferece no hatch elétrico.

    Grade do radiador vulnerável: garantia em xeque

    Relatos de proprietários indicam casos de perfuração ou danos na grade do radiador do EX2, com relatos de recusa de cobertura por parte da garantia em algumas situações. O problema, que afeta a estética e a integridade do sistema de arrefecimento, reforça a necessidade de a fabricante revisar a resistência dos materiais usados no modelo, especialmente em um país com estradas irregulares como o Brasil.

    O EX2 lidera o mercado, mas precisa amadurecer

    Com 10.397 unidades emplacadas de janeiro a maio de 2026, o Geely EX2 é o terceiro carro elétrico mais vendido no Brasil, atrás apenas do BYD Dolphin e BYD Dolphin Mini. Seu sucesso comercial, no entanto, não isenta a marca de críticas. Falhas como as listadas pelos donos — que vão de itens básicos ausentes a problemas de garantia — mostram que o hatch elétrico ainda tem um longo caminho a percorrer para se consolidar como uma opção verdadeiramente premium no segmento.

  • Pix por aproximação ganha recurso de exibição de saldo antes de pagar; veja como ativar

    Pix por aproximação ganha recurso de exibição de saldo antes de pagar; veja como ativar

    O Pix por aproximação, modalidade que permite pagamentos por aproximação de dispositivos como celulares e cartões, ganhou um recurso adicional nesta semana: a opção de exibir o saldo disponível antes da confirmação da transação. Até então, a operação só era concluída se houvesse fundos suficientes, mas agora o usuário pode antecipar essa verificação, evitando surpresas.

    Como funciona o novo recurso?

    A funcionalidade depende da conexão da conta bancária ou carteira digital ao Open Finance. Ao optar por compartilhar o saldo e o limite para transações, o consumidor recebe as informações em tempo real antes de concluir o pagamento via aproximação. Segundo o Banco Central, todas as autorizações devem ser feitas com total transparência, e o usuário pode revogar o acesso a qualquer momento.

    Ativação é simples, mas exige atenção

    Para habilitar o recurso, basta conectar a conta em uma carteira digital compatível (como PicPay, Mercado Pago ou bancos digitais) durante o cadastro ou nas configurações da ferramenta. O processo é semelhante ao compartilhamento de dados em outras plataformas de Open Finance, como empréstimos ou investimentos. A novidade já está disponível desde o dia 23 de junho de 2026, mas ainda não é adotada por todos os provedores.

    Segurança e praticidade em foco

    O Pix por aproximação já oferecia uma experiência próxima aos cartões sem contato, mas a falta de visibilidade do saldo podia gerar frustração em casos de saldo insuficiente. Agora, com a integração ao Open Finance, o recurso se aproxima ainda mais das funcionalidades de cartões, com a vantagem de não cobrar taxas adicionais. A iniciativa alinha-se ao movimento de modernização dos meios de pagamento no Brasil, que busca equilibrar praticidade e controle financeiro.

  • Cabo de iPhone falso ou original? Saiba como identificar antes de comprar em 2026

    Cabo de iPhone falso ou original? Saiba como identificar antes de comprar em 2026

    O selo MFi: a primeira linha de defesa contra falsificações

    Na última quarta-feira, 24 de junho de 2206, o mercado de acessórios para iPhone continua a ser um campo minado para consumidores desavisados. O selo Made for iPhone (MFi), aplicado a laser nas caixas e cabos originais, permanece como o indicador mais confiável de autenticidade. Produtos paralelos, mesmo com embalagens quase idênticas, raramente apresentam esse detalhe com precisão, seja pela qualidade inferior da impressão ou pela ausência do holograma característico.

    Inspeção visual: o que os olhos treinados devem buscar

    As falsificações modernas são cada vez mais difíceis de detectar a olho nu, mas há pistas reveladoras. Conectores com pinos desalinhados, cores que não correspondem ao padrão branco ou preto premium da Apple, ou até mesmo imperfeições na fundição do plástico são sinais de alerta. Além disso, a Apple utiliza um tipo específico de conector Lightning com terminais embutidos em metal, enquanto réplicas costumam apresentar variações na disposição ou material.

    Anatomia do cabo: onde a engenharia revela a verdade

    Um cabo original da Apple possui uma camada interna de fios trançados com isolamento duplo e um revestimento resistente a dobras. Falsificações frequentemente economizam em materiais, resultando em cabos mais rígidos, com dobras suspeitas ou até mesmo fios expostos em pontos de tensão. Outro detalhe crítico é o conector USB-C ou Lightning: os originais têm uma terminação perfeitamente simétrica e um encaixe suave, enquanto imitações podem apresentar folgas ou resistência excessiva ao conectar.

    5 sinais definitivos para não errar na compra

    1. Lacres holográficos e impressões nítidas
    A caixa original do cabo de iPhone vendido separadamente vem com um lacre traseiro que, ao ser removido, deixa um padrão de quebra visível. Réplicas muitas vezes colam lacres falsos ou não apresentam a textura característica do holograma MFi.

    2. Inserções a laser no conector
    Ao virar o conector Lightning de um cabo original, é possível observar marcações a laser com letras microscópicas, como “Designed by Apple in California”. Falsificações raramente conseguem replicar essa precisão.

    3. Comprimento padronizado e peso equilibrado
    Cabos originais de 1 metro pesam cerca de 30 gramas e têm um comprimento exato. Cabos falsos costumam ser mais leves ou apresentar variações significativas no comprimento, um indício de materiais baratos.

    4. Resistência ao teste de dobra
    Ao dobrar o cabo original com força moderada, a resistência é uniforme. Falsificações muitas vezes estalam ou apresentam dobras permanentes, revelando a má qualidade do material interno.

    5. Preço e procedência do vendedor
    Um cabo iPhone original dificilmente é vendido por menos de R$ 150 no Brasil em 2026, enquanto réplicas custam entre R$ 30 e R$ 80. Além disso, comprar em lojas não autorizadas (como marketplaces sem selo MFi) ou de vendedores sem histórico comprovado aumenta exponencialmente o risco de aquisição de produtos falsos.

    O que fazer se comprar um cabo falso?

    Caso identifique a compra após a aquisição, a Apple recomenda devolver o produto ao vendedor e exigir reembolso. Em casos de danos ao dispositivo causados por cabos não originais, a garantia do iPhone pode ser invalidada. A melhor prática, no entanto, é sempre verificar os selos MFi e comprar em lojas oficiais ou revendedores autorizados.

  • Figma lança Motion: IA cria animações 3D e desafia Adobe After Effects

    Figma lança Motion: IA cria animações 3D e desafia Adobe After Effects

    Uma batalha de gigantes no universo do design

    O Figma não está mais brincando em faixa quando o assunto é competir com a Adobe. Na última quarta-feira (24/06), durante o evento Config 2026 em San Francisco, a empresa anunciou o Motion, uma ferramenta baseada em IA que promete transformar a criação de animações, transições e até transformações 3D diretamente no editor — sem precisar sair da plataforma ou recorrer a softwares externos como o After Effects.

    IA que faz o trabalho pesado — ou você mesmo

    O Motion funciona de duas formas: através de comandos de linguagem natural, onde a IA gera automaticamente as animações com base em descrições do usuário, ou por meio de ajustes manuais em uma linha do tempo integrada. O mais impressionante? O sistema já exporta código limpo e pronto para implementação, eliminando etapas burocráticas de desenvolvimento.

    Durante a apresentação, Dylan Field, fundador e CEO do Figma, garantiu que os resultados são tão impactantes que os usuários iriam reagir com um sonoro “uau!” — e, pelo que foi mostrado, a promessa não parece exagerada. A integração com sistemas de design existentes ainda garante que o Motion não seja apenas uma ferramenta isolada, mas parte de um ecossistema completo.

    O futuro do design está em movimento — literalmente

    Além do Motion, o Figma também anunciou atualizações envolvendo agentes de IA capazes de automatizar tarefas repetitivas e sugerir melhorias de design em tempo real. A estratégia é clara: posicionar a plataforma não apenas como uma ferramenta de prototipação estática, mas como um ambiente central para todo o processo criativo, do esboço à entrega final.

    Com a Adobe já dominando o mercado de motion design há décadas, a chegada do Figma ao segmento é mais um sinal de que a guerra pelo controle dos fluxos de trabalho criativos está esquentando. Para designers e equipes de produto, a novidade pode significar mais liberdade, menos dependência de ferramentas especializadas e, acima de tudo, a chance de inovar sem barreiras técnicas.

  • OpenAI e Broadcom lançam Jalapeño: o chip que pode revolucionar o futuro do ChatGPT

    OpenAI e Broadcom lançam Jalapeño: o chip que pode revolucionar o futuro do ChatGPT

    A corrida pela supremacia em inteligência artificial ganha um novo protagonista: o Jalapeño, o primeiro chip de IA desenvolvido integralmente pela OpenAI em parceria com a Broadcom. Lançado oficialmente nesta última quarta-feira (24/06/2026), o processador promete transformar a forma como os modelos de linguagem — como o ChatGPT — operam, focando na etapa crítica de inferência.

    O que é inferência e por que o Jalapeño importa

    A inferência é o processo pelo qual a IA processa um prompt e gera uma resposta em tempo real. É o momento em que o usuário interage diretamente com o sistema, como ao digitar uma pergunta no ChatGPT. O Jalapeño foi projetado para otimizar essa fase, reduzindo custos operacionais e aumentando a velocidade e estabilidade do serviço — especialmente na versão gratuita da plataforma.

    Design acelerado pela IA e impacto no mercado

    O desenvolvimento do chip levou apenas nove meses, um recorde para um projeto desse porte, graças à utilização de técnicas avançadas de IA para projetar e otimizar o hardware. Segundo comunicado oficial, a OpenAI busca com o Jalapeño não apenas melhorar a experiência do usuário, mas também derrubar os custos de manutenção de grandes modelos de linguagem, um desafio crescente no setor.

    O futuro da infraestrutura de IA está em jogo

    A parceria entre OpenAI e Broadcom sinaliza uma tendência: a integração vertical na cadeia de produção de IA, onde empresas que antes dependiam de chips de terceiros passam a desenvolver suas próprias soluções. O Jalapeño pode ser apenas o primeiro passo rumo a uma nova geração de hardware otimizado para IA, com implicações diretas na competitividade de plataformas como o ChatGPT frente a gigantes como Google e Meta.