Categoria: Auto & Tech

  • Anatel fecha acordo com marketplaces para banir minicelulares não homologados

    Anatel fecha acordo com marketplaces para banir minicelulares não homologados

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fechou acordo ontem (23/06) com sete dos maiores marketplaces brasileiros para eliminar anúncios de minicelulares não homologados. A medida visa combater a comercialização de dispositivos que, além de irregulares, são frequentemente associados à comunicação clandestina em presídios.

    Minicelulares: proibidos desde 2017 e com riscos técnicos

    Os aparelhos, que imitam designs clássicos como o Nokia 3310, são comercializados ilegalmente no Brasil há quase uma década. Segundo a Anatel, os minicelulares não passam por testes de segurança — como níveis de radiação, integridade de baterias e riscos elétricos — o que pode expor usuários a perigos desconhecidos. A proibição foi estabelecida em maio de 2017, mas a fiscalização enfrentava obstáculos pela facilidade de venda online.

    Marketplaces assumem compromisso de ‘tolerância zero’

    Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu, Casas Bahia, Carrefour e Temu aderiram ao acordo, comprometendo-se a remover imediatamente qualquer anúncio de minicelulares não homologados. A fiscalização será automatizada e baseada em listas atualizadas da Anatel, que incluem modelos identificados como irregulares. Empresas que descumprirem o acordo poderão enfrentar sanções administrativas.

    Impacto para consumidores e segurança pública

    Além dos riscos técnicos, os minicelulares são ferramentas recorrentes em esquemas de comunicação dentro de presídios, segundo relatórios de segurança pública. A medida da Anatel pode reduzir a oferta desses dispositivos, mas especialistas alertam para a necessidade de ações coordenadas entre plataformas, autoridades e fabricantes de telefones legais para evitar brechas no mercado.

  • Governo federal lança cadastro nacional de 2,9 milhões de celulares roubados: como verificar se seu aparelho está na lista

    Governo federal lança cadastro nacional de 2,9 milhões de celulares roubados: como verificar se seu aparelho está na lista

    Na última quarta-feira (24/06/2026), o Governo Federal lançou o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), um cadastro nacional que já reúne 2,9 milhões de aparelhos reportados como roubados, furtados ou perdidos. A iniciativa, integrada ao programa Celular Seguro, passa a funcionar como uma política pública federal permanente, substituindo o modelo anterior de adesão voluntária por um sistema obrigatório e de abrangência nacional.

    Como funciona o BNCR: um sistema para combater o mercado ilegal de celulares

    O BNCR atua como uma base de dados centralizada, permitindo que qualquer cidadão verifique se um aparelho usado está registrado como irregular. Para isso, basta acessar o aplicativo Celular Seguro (disponível para iOS e Android) ou o site oficial, ambos vinculados à plataforma gov.br. Ao inserir o número de série (IMEI) do dispositivo, o sistema retornará se há restrições, facilitando a identificação de celulares roubados ou extraviados.

    Impactos práticos: recuperação de aparelhos e redução de fraudes

    Além de auxiliar na localização de dispositivos perdidos, o BNCR tem como objetivo reduzir o mercado paralelo de celulares. Com a consulta obrigatória antes de transações de compra e venda, espera-se diminuir a comercialização de aparelhos irregulares, um problema que afeta milhões de brasileiros anualmente. A medida também reforça a segurança jurídica para consumidores e operadoras de telecomunicações.

    Próximos passos: expansão e integração com operadoras

    O Governo Federal já sinalizou que, nos próximos meses, o BNCR será integrado às bases de dados das operadoras de telefonia. Isso permitirá que, ao tentar ativar um chip em um aparelho com restrição, o sistema bloqueie automaticamente o dispositivo. A previsão é que a funcionalidade esteja disponível até o final de 2026, ampliando ainda mais a eficácia da iniciativa.

  • Toyota admite estudo interno para picape compacta: ‘não seria divertido fazer isso?’

    Toyota admite estudo interno para picape compacta: ‘não seria divertido fazer isso?’

    A Toyota está avaliando, em caráter não oficial, o desenvolvimento de uma picape intermediária monobloco — uma estratégia para disputar espaço com rivais como a Fiat Toro e a Ford Maverick. Segundo Yoshinori Futonagane, engenheiro-chefe do Toyota RAV4, a ideia já circulou internamente, com reações positivas: ‘No fundo, todos nós pensamos: não seria divertido fazer isso?’, declarou em entrevista ao site australiano Drive.

    Um segmento atraente, mas sem planos concretos

    Embora o executivo tenha sido categórico ao afirmar que não há roadmap para produção, a simples discussão sobre o tema reforça um movimento estratégico. As picapes monobloco, derivadas de SUVs, oferecem custos de desenvolvimento menores e apelo em mercados como o Brasil, onde a demanda por veículos versáteis cresce. Futonagane classificou o segmento como ‘bastante atraente’, mas o timing e a viabilidade ainda dependem de estudos internos.

    Rumores e testes nas ruas

    Há indícios de que a Toyota já testaria nas ruas um protótipo derivado da plataforma do Corolla Cross, especialmente para mercados emergentes. Em maio, o Motor1.com Brasil noticiou que a fabricante estaria avaliando versões com tração 4×2 e 4×4, com foco em custo-benefício. Se concretizado, o modelo poderia preencher uma lacuna deixada pela Hilux — atualmente a única picape da marca no Brasil — e competir diretamente com a Fiat Toro, líder de vendas no segmento.

    O que esperar dos próximos passos?

    Ainda não há data para um anúncio oficial, mas a Toyota costuma agir com cautela em projetos não confirmados. Caso a picape avance, ela poderia chegar ao Brasil em até três anos, seguindo a tendência global de veículos híbridos e econômicos. Enquanto isso, os consumidores brasileiros seguem atentos aos rumores — afinal, uma Toyota compacta e robusta seria um divisor de águas no segmento.

  • Instagram tem pane nesta terça: usuários relatam falhas no feed e stories

    Instagram tem pane nesta terça: usuários relatam falhas no feed e stories

    O Instagram sofreu uma pane técnica na noite desta terça-feira (23 de junho de 2026), deixando milhares de usuários sem acesso ao feed e aos stories. A interrupção, que já acumula mais de 9 mil reclamações no DownDetector, afeta a principal rede social do conglomerado Meta, conhecida por sua ampla base de usuários no Brasil.

    Falha atinge uma das plataformas mais acessadas do país

    Segundo dados do Mobile Time/Opinion Box, o Instagram é o segundo aplicativo mais presente na tela inicial dos celulares brasileiros, atrás apenas do WhatsApp. A instabilidade, que começou a ser relatada por volta das 15h, teve um pico de reclamações nas últimas horas, mas ainda não há uma previsão clara de normalização total do serviço. Historicamente, quedas em grandes plataformas como esta podem se estender de forma gradual, como ocorreu em episódios anteriores.

    Sem confirmação sobre a causa ou extensão do problema

    A Meta ainda não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido, nem detalhou se a pane afeta apenas usuários brasileiros ou se tem abrangência global. Usuários relatam dificuldades para visualizar conteúdos, enquanto outros afirmam conseguir acessar a plataforma apenas parcialmente. A instabilidade reforça a dependência de milhões de brasileiros em serviços digitais para comunicação, entretenimento e negócios.

  • Roush Performance abandona Ford e aposta alto na Ram: nova picape esportiva será o próximo projeto radical

    Roush Performance abandona Ford e aposta alto na Ram: nova picape esportiva será o próximo projeto radical

    A Roush Performance, tradicionalmente associada a modelos de alto desempenho da Ford, decidiu mudar de lado e agora aposta suas fichas na Ram. A parceria, anunciada nesta terça-feira (23/06/2026), promete redefinir o segmento de picapes esportivas com uma nova picape que pode superar os já radicais TRX e RHO.

    Um legado de força: Roush e a cultura do “mais potente”

    A Roush Performance não é uma desconhecida no mundo das picapes de alta performance. Fundada em Michigan (EUA), a empresa já transformou modelos como a Ford F-150 Raptor e a Shelby Mustang em verdadeiros monstros de potência. Agora, com a Ram, o desafio é ainda maior: criar uma picape que não apenas rivalize, mas supere as já impressionantes TRX e RHO, que entregam motores V8 de tirar o fôlego.

    Ainda não há detalhes concretos sobre a nova picape, mas a Roush já deu uma pista ao compartilhar no Instagram uma silhueta misteriosa, que pode sugerir uma versão ainda mais extrema da Ram 1500 Rumble Bee 2027 — ou até mesmo da Power Wagon. A expectativa é de que o novo veículo seja um verdadeiro brutamontes, com ajustes de suspensão, motor e aerodinâmica que prometem elevar a barra do segmento.

    Ram 1500 Rumble Bee: a base perfeita para a revolução?

    A Ram 1500 Rumble Bee, recém-apresentada, já é um marco por seu design agressivo e apelo esportivo. Com a expertise da Roush, o modelo pode ganhar versões ainda mais radicais, como suspensões elevadas, escapes esportivos e, claro, motores V8 com potência ajustada para níveis nunca vistos em uma picape comercial. A colaboração também pode estender-se à Ram 2500 Power Wagon, outro candidato natural a receber tratamento especial.

    A Roush não está sozinha nesse mercado: enquanto a Ford mantém sua parceria com a Shelby, a Ram agora terá a Roush como aliada para disputar o título de picape mais potente do mundo. A pergunta que fica é: quanto mais insano esse novo projeto será?

  • PineVoice: alto-falante inteligente com RISC-V e Home Assistant chega por US$ 49,99

    PineVoice: alto-falante inteligente com RISC-V e Home Assistant chega por US$ 49,99

    Na última terça-feira, 23 de junho de 2026, a Pine64 anunciou oficialmente o PineVoice, um alto-falante inteligente que se destaca por dois pilares: o uso de um chip RISC-V e a compatibilidade nativa com o Home Assistant, uma plataforma de automação residencial de código aberto.

    A arquitetura do PineVoice: RISC-V e automação aberta

    O dispositivo é equipado com o chip Bouffalo BL606P, baseado na arquitetura RISC-V, uma alternativa moderna e eficiente aos processadores tradicionais. Além disso, o PineVoice conta com 32 MB de RAM, 16 MB de memória Flash, conectividade Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE, além de dois microfones para comandos de voz.

    Preço competitivo contra as marcas dominantes

    Disponível na Pine Store por US$ 49,99 ou em outras lojas por US$ 59,99, o PineVoice surge como uma opção mais acessível frente a alto-falantes inteligentes de grandes fabricantes, como Amazon Echo e Google Home. A proposta é atraente para quem busca privacidade e personalização, já que o Home Assistant não depende de ecossistemas fechados.

    Contexto: Pine64 e seu ecossistema Linux

    A Pine64, conhecida por produtos como o PinePhone Pro e o PineNote (que rodam Linux), expande sua linha de dispositivos com o PineVoice. Embora o projeto tenha sido anunciado em 2024, seu desenvolvimento avançou gradualmente até o lançamento oficial em junho de 2026, reforçando o compromisso da empresa com soluções de hardware aberto e software livre.

  • Microsoft acelera atualização obrigatória para Windows 11 25H2; saiba como evitar

    Microsoft acelera atualização obrigatória para Windows 11 25H2; saiba como evitar

    A Microsoft iniciou, em definitivo, a distribuição forçada da atualização Windows 11 25H2 para computadores pessoais compatíveis que ainda não receberam a versão mais recente do sistema operacional. A decisão, tomada em 23 de junho de 2026, encerra o período de atualização opcional e alinha-se ao ciclo de manutenção da empresa, que prioriza a segurança e a estabilidade dos dispositivos.

    Por que o Windows 11 25H2 chegou na marra?

    A Microsoft optou por uma abordagem agressiva de atualização após identificar que muitos usuários ainda estavam presos à versão anterior, o Windows 11 24H2, cujo suporte oficial será descontinuado em outubro de 2026. Segundo comunicado da empresa, a decisão leva em conta dados de aprendizado de máquina que avaliam a compatibilidade e a prontidão de cada máquina — desde que não estejam vinculadas a políticas de TI corporativas ou participando do programa Windows Insider.

    Como funciona a atualização “forçada”?

    A distribuição segue um modelo inteligente: o sistema identifica automaticamente os PCs elegíveis (com hardware compatível e sem bloqueios administrativos) e agenda a instalação. Embora os usuários possam adiar o processo via Windows Update, a recomendação da Microsoft é clara: atualizar o quanto antes para evitar vulnerabilidades e perder acesso a patches de segurança. A empresa não informou se estenderá o suporte ao 24H2 além da data limite.

    O que muda para os usuários?

    Para a maioria das pessoas, a transição será quase imperceptível — a não ser pela tela de carregamento que pode aparecer inesperadamente. No entanto, desenvolvedores e empresas devem verificar a compatibilidade de seus softwares com a nova versão, especialmente aqueles que dependem de APIs ou recursos descontinuados no 25H2. A Microsoft garante que a atualização não deve impactar o desempenho dos dispositivos, mas alerta para possíveis conflitos em máquinas com drivers desatualizados ou configurações personalizadas.

    Próximos passos: o que fazer agora?

    Quem não quiser esperar pela atualização automática pode forçar a instalação manualmente pelo Windows Update ou baixar a ISO do 25H2 diretamente no site da Microsoft. Para evitar interrupções, a recomendação é fazer backup dos dados antes da migração. A empresa ainda não anunciou se estenderá o suporte ao 24H2 para organizações que não conseguirem concluir a transição a tempo.

  • A Odisseia ganha voz de Michael Caine com IA: audiolivro gratuito inova na literatura

    A Odisseia ganha voz de Michael Caine com IA: audiolivro gratuito inova na literatura

    Tecnologia a serviço da literatura: voz clonada de Caine revive épico homérico

    Em um marco que redefine a fronteira entre arte e inovação, a ElevenLabs disponibilizou gratuitamente no aplicativo ElevenReader um audiolivro de A Odisseia, de Homero, narrado por uma voz sintética autorizada do ator Michael Caine. A produção, que levou seis semanas para ser finalizada, utiliza IA para replicar fielmente a entonação e nuances da voz do ator britânico, capturadas em uma parceria comercial firmada em 2025.

    Mais que uma voz: uma trilha sonora gerada por algoritmos

    O projeto não se limitou à clonagem vocal: o audiolivro inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente, projetada para imergir o ouvinte na narrativa épica. Além disso, outros personagens da obra foram interpretados por vozes de IA treinadas para complementar a performance. Segundo a Fox Searchlight, responsável pela divulgação, a iniciativa busca democratizar o acesso a obras clássicas com uma experiência auditiva inovadora.

    Caine defende a IA como ferramenta criativa

    Michael Caine, que recentemente tem endossado o uso de tecnologias como deepfakes e clonagem vocal em projetos artísticos, destacou em declarações ao Deadline que a parceria representa uma evolução natural no entretenimento. “A IA não substitui o talento, mas expande suas possibilidades”, afirmou o ator, que já havia permitido o uso de sua voz em anúncios publicitários gerados por IA em 2025.

    Impacto cultural e polêmicas

    A iniciativa da ElevenLabs levanta debates sobre ética na clonagem de vozes de celebridades e os limites entre autenticidade e reprodução artificial. Enquanto alguns críticos questionam a autenticidade da experiência, a empresa argumenta que a parceria comercial com Caine — com royalties acordados — garante transparência e legalidade ao projeto. Para especialistas em direitos autorais, o caso pode se tornar um precedente para futuras colaborações entre artistas e desenvolvedores de IA.

  • Sexta-feira 20: Como identificar se o carregador do iPhone é original em 6 passos simples

    Sexta-feira 20: Como identificar se o carregador do iPhone é original em 6 passos simples

    A busca por carregadores originais de iPhone ganhou ainda mais relevância nesta terça-feira, 23 de junho de 2026, após casos recorrentes de danos a baterias por acessórios inadequados. Segundo especialistas, a autenticidade não pode ser garantida apenas pela embalagem, mas exige uma análise minuciosa em pontos específicos do produto.

    O selo da Anatel e o acabamento: os primeiros sinais de alerta

    Um carregador original de iPhone deve exibir, de imediato, o selo da Anatel — ausente em praticamente todas as falsificações. Além disso, o acabamento plástico precisa ser impecável, sem rebarbas ou imperfeições visíveis. Qualquer irregularidade nessa etapa já é um forte indicativo de produto não autorizado.

    Marcações a laser e número de série: a prova definitiva

    A Apple utiliza marcações a laser precisas em seus acessórios. Ao analisar o carregador, verifique se os caracteres estão nítidos e bem definidos. Outro passo crucial é comparar o número de série impresso no acessório com aquele presente na caixa do produto. Discrepâncias entre esses dados são um sinal claro de falsificação.

    O lacre da embalagem: um detalhe que não pode passar despercebido

    O lacre pull-tab, aquela fita destacável na parte traseira da embalagem, deve estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola ou rasgos. Caso contrário, há grandes chances de o produto ter sido violado ou ser uma réplica de alta qualidade. Vale lembrar que o mercado paralelo já oferece falsificações quase idênticas, o que torna essa etapa indispensável na verificação.

    Por que evitar carregadores falsos? O preço pode sair caro

    Além do risco imediato de danificar a bateria do iPhone, o uso de carregadores não originais pode comprometer a segurança do usuário. Em casos extremos, acessórios de baixa qualidade já foram associados a superaquecimento e até incêndios. Investir em um produto genuíno não é apenas uma questão de garantia, mas de proteção ao dispositivo e ao patrimônio.

  • Meta reduz preço dos óculos inteligentes em 21% com nova linha sem tela e foco em acessibilidade

    Meta reduz preço dos óculos inteligentes em 21% com nova linha sem tela e foco em acessibilidade

    Preço agressivo e estratégia de mercado

    A Meta e a EssilorLuxottica, gigante do setor óptico, apresentaram na última segunda-feira (23/06/2026) os Meta Glasses, uma linha de óculos inteligentes com preço inicial de US$ 299 — cerca de R$ 1.554 na cotação atual. A estratégia da gigante de tecnologia é clara: baratear o acesso aos dispositivos com inteligência artificial, reduzindo o valor em 21% em comparação ao Ray-Ban Meta de segunda geração, lançado em 2025 por US$ 379 (R$ 3.299 no Brasil).

    Diferenciais e limitações da nova linha

    Os Meta Glasses se destacam por três modelos de armação e compatibilidade com lentes convencionais, mas dispensam telas — um recuo em relação aos concorrentes como os óculos da Apple ou Meta Ray-Ban. A ausência de display pode restringir seu apelo para usuários que buscam imersão em realidade aumentada, mas a Meta aposta na simplicidade e no apelo estético para atrair um público mais amplo. Por enquanto, os dispositivos serão vendidos apenas em mercados como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e partes da Europa, sem previsão de chegada ao Brasil.

    Consequências para o mercado de wearables

    A jogada da Meta sinaliza uma busca por popularizar óculos inteligentes, setor ainda dominado por nichos premium. Ao cortar custos sem abrir mão da parceria com a EssilorLuxottica — dona de marcas como Ray-Ban e Oakley —, a empresa tenta equilibrar inovação e acessibilidade. Para os consumidores brasileiros, no entanto, a espera continua: enquanto modelos como o Ray-Ban Meta já estão disponíveis localmente, os Meta Glasses ainda dependem de uma estratégia global que pode ou não incluir o mercado nacional em 2026.