Categoria: Auto & Tech

  • Dodge Charger Super Bee 2027: 608 cv sem V8 e foco total na pista

    Dodge Charger Super Bee 2027: 608 cv sem V8 e foco total na pista

    A Dodge surpreende ao reintroduzir o Charger Super Bee como uma versão 2027 ainda mais radical, dispensando o tradicional V8 para apostar em um motor 3.0 biturbo de seis cilindros em linha — mas não qualquer motor: um propulsor revisado que entrega 608 cavalos de potência e 73,4 kgfm de torque.

    Motorização e desempenho: força sem depender do V8

    O coração da nova Super Bee é uma evolução do motor 3.0 biturbo, equipado com turbocompressores Garrett Motion de 56 mm, responsáveis por injetar 7,5% mais ar no sistema. O torque máximo, agora disponível a partir de 3.000 rpm, se mantém até 5.900 rpm, garantindo uma entrega de força linear e imediata. Todo esse potencial é gerenciado por uma transmissão automática de oito marchas, com tração integral de série e um modo de tração traseira que permite ao motorista direcionar todo o torque para as rodas traseiras, transformando o Charger em uma máquina de diversão.

    Aerodinâmica e refrigeração: nas pistas desde o projeto

    Além do ganho de potência, a Dodge priorizou a performance em circuito com melhorias significativas na aerodinâmica e nos sistemas de refrigeração. O radiador de alta temperatura, por exemplo, teve sua capacidade aumentada em mais de 5%, enquanto ajustes no fluxo de ar e na distribuição de peso garantem maior estabilidade em altas velocidades. O resultado é o Charger Super Bee mais voltado para pista já produzido, uma máquina pronta para enfrentar tanto as retas quanto as curvas dos autódromos.

    Legado e futuro: o que esperar da nova era Super Bee?

    O retorno do Super Bee em 2027 marca não apenas um marco para a Dodge, mas também uma estratégia clara: mostrar que a potência pode vir de motores menores e mais eficientes, sem abrir mão da emoção. Com o Charger Super Bee, a montadora reforça seu compromisso com o desempenho puro, mesmo em um mercado cada vez mais dominado por eletrificação. Resta saber se os entusiastas aceitarão a quebra de paradigma — ou se a ausência do V8 será apenas um detalhe diante de números tão impressionantes.

  • BYD derruba preço do Dolphin para R$ 109 mil e mira motoristas de aplicativo em ofensiva relâmpago

    BYD derruba preço do Dolphin para R$ 109 mil e mira motoristas de aplicativo em ofensiva relâmpago

    A BYD inicia nesta sexta-feira, 7 de agosto de 2026, uma ofensiva comercial voltada a profissionais que dependem de veículos para trabalho, com destaque para taxistas e motoristas de aplicativo. A campanha *Move Day*, programada para este final de semana, coloca dois modelos elétricos da linha Dolphin em promoção: o Mini GL, por R$ 109.990, e o GS, com preço reduzido a R$ 129.990 para taxistas com direito à isenção de IPI.

    Estratégia de volume: BYD acelera expansão no Brasil após recorde histórico

    A iniciativa chega em um momento de forte crescimento para a chinesa no mercado nacional. Em julho, a BYD emplacou 23.465 veículos — um salto de 142,4% em relação ao mesmo mês de 2025 —, assegurando 9,1% de participação no setor. A campanha reforça a aposta da marca em ampliar sua base de clientes, atraindo não apenas consumidores finais, mas também profissionais que buscam redução de custos operacionais com veículos elétricos.

    Diferencial competitivo: preços agressivos e foco no segmento de entrada

    O Dolphin Mini GL, versão de entrada da linha, é oferecido sem benefícios fiscais por R$ 109.990, enquanto o Dolphin GS chega a R$ 139.990 nas mesmas condições. Para taxistas que atendem aos requisitos legais de isenção de IPI, o GS tem preço reduzido a R$ 129.990. A estratégia visa disputar diretamente com fabricantes tradicionais, que ainda dominam o segmento de hatches compactos no Brasil.

    Bateria menor: trade-off para menor custo ou estratégia de mercado?

    O Dolphin Mini GL, embora ofereça preço atrativo, apresenta bateria de capacidade reduzida em comparação a versões superiores da linha. Especialistas apontam que a decisão pode ser um reflexo da busca por competitividade em um segmento sensível ao preço, onde o custo inicial é determinante para a decisão de compra. A BYD, no entanto, mantém seu discurso de longo prazo, destacando a eficiência energética e a manutenção simplificada como vantagens competitivas dos elétricos.

  • Chery mira dominar o mercado brasileiro: seis compactos abaixo de R$ 120 mil até 2028

    Chery mira dominar o mercado brasileiro: seis compactos abaixo de R$ 120 mil até 2028

    Expansão agressiva no mercado de entrada

    Na última sexta-feira, 7 de agosto de 2026, o Grupo Chery detalhou seus planos para consolidar sua presença no Brasil, mirando o segmento de carros populares. A empresa anunciou o lançamento de seis modelos no segmento A00 — categoria de entrada com os menores preços do mercado — até 2028, com preços estimados entre R$ 80 mil e R$ 100 mil. A estratégia visa atingir uma meta ambiciosa: vender 500 mil veículos anualmente até 2031.

    Estratégia de marcas e plataformas

    A distribuição desses seis veículos será dividida entre quatro marcas sob a divisão O&J: Omoda, Jaecoo, Lepas e iCaur. Enquanto Omoda e Jaecoo já têm seus modelos anunciados para estrear em breve, as marcas Lepas e iCaur ainda não tiveram seus lançamentos detalhados, com anúncios previstos para o fim de agosto de 2026. A empresa também está desenvolvendo uma nova plataforma dedicada a esses compactos, com foco em reduzir custos e otimizar a produção em larga escala.

    Foco em volume e acessibilidade

    Os modelos serão posicionados na faixa mais acessível do mercado brasileiro, com estratégias de preço competitivas para atrair consumidores que buscam veículos econômicos. A Chery também reforçou seu compromisso com a mobilidade popular, alinhando-se a uma tendência global de democratização do acesso a automóveis. A meta de 500 mil unidades vendidas anualmente reflete a ambição de se tornar um dos principais players do setor no país.

  • Aston Martin coloca nome no mercado: direitos de marca são vendidos para salvar divisão de carros

    Aston Martin coloca nome no mercado: direitos de marca são vendidos para salvar divisão de carros

    A Aston Martin, icônica marca britânica conhecida por seus esportivos de luxo e participação na Fórmula 1, adotou uma medida drástica para sobreviver às suas dificuldades financeiras: vendeu o controle dos direitos de seu nome para uso em produtos que vão além dos automóveis.

    Na sexta-feira, 7 de agosto de 2026, a empresa anunciou a transferência de 50,1% dos direitos de sua marca para o grupo americano Authentic Brands, como parte de um pacote de financiamento liderado pela HPS Investment Partners. O acordo, no valor de £ 550 milhões (US$ 738 milhões), foi estruturado para evitar a insolvência, mas já acendeu alertas entre os credores, que alegam violação de cláusulas contratuais e redução de garantias.

    Divisão artificial: o nome Aston Martin agora tem duas faces

    O movimento cria uma separação estratégica na marca: de um lado, permanecem os carros de rua e a participação na Fórmula 1; do outro, produtos de lifestyle, merchandising e licenciamento passam a ser geridos pela Authentic Brands. Os credores, aos quais a Aston Martin deve cerca de £ 1,3 bilhão (US$ 1,75 bilhão), acusam a manobra de fragilizar suas garantias e já enviaram uma advertência jurídica formal ao conselho da empresa.

    Financiamento de sobrevivência ou armadilha para credores?

    O empréstimo de £ 550 milhões, garantido por um prazo determinado de £ 450 milhões, foi negociado como uma tábua de salvação para a Aston Martin, que enfrentava pressões crescentes devido a dívidas acumuladas. No entanto, a transferência de propriedade intelectual para uma nova estrutura jurídica — parte do acordo com a HPS Investment Partners — é vista como um risco pelos credores, que temem perder ativos valiosos caso a empresa não consiga honrar seus compromissos.

    O que muda para os fãs e o mercado?

    Para os entusiastas da marca, a mudança pode significar uma ampliação da presença da Aston Martin em produtos como roupas, acessórios e até experiências, sob o guarda-chuva da Authentic Brands. Contudo, a saúde financeira da fabricante de carros — já afetada por prejuízos recorrentes e dificuldades na gestão de custos — agora depende crucialmente do sucesso desse modelo híbrido, que separa o negócio automotivo do licenciamento de marca.

  • Omoda & Jaecoo mira vendas diretas no Brasil: expansão chega após 20 mil unidades vendidas em 2026

    Omoda & Jaecoo mira vendas diretas no Brasil: expansão chega após 20 mil unidades vendidas em 2026

    Estratégia de vendas diretas como novo pilar de crescimento

    A Omoda & Jaecoo, divisão chinesa do grupo Chery que opera no Brasil desde 2025, anunciou na última quarta-feira (5) a implementação de um canal de vendas diretas no mercado nacional. O plano foi revelado durante evento fechado da Chery International Brasil em São Paulo, voltado a concessionários e veículos de imprensa selecionados. A medida integra uma estratégia mais ampla de expansão, após a marca atingir a marca de 20 mil unidades comercializadas em 2026 — um recorde para o período de pouco mais de um ano no país.

    Expansão além do varejo tradicional

    A nova modalidade de vendas promete alcançar segmentos específicos, complementando as operações convencionais em concessionárias. Embora a empresa não tenha detalhado prazos, modelos ou públicos-alvo iniciais, a iniciativa sinaliza uma busca por maior controle sobre políticas comerciais e margens de lucro, além de potencial redução de custos operacionais. Até o momento, os modelos comercializados incluem o Omoda 5 (e sua versão elétrica E5) e os médios Omoda 7 e Jaecoo 7.

    Contexto: Chery acelera no Brasil com foco em 2027

    O anúncio da Omoda & Jaecoo ocorre em paralelo a outra notícia revelada no mesmo evento: a antecipação da chegada da iCAUR ao Brasil, prevista para 2027. A estratégia reforça o compromisso do grupo Chery em consolidar sua presença no mercado brasileiro, onde já atua com outras marcas como a Chery e a Troller. A expansão das vendas diretas, ainda que sem cronograma definido, representa um movimento ousado em um setor dominado por concessionárias independentes, onde a maioria das montadoras ainda depende de modelos híbridos de comercialização.

  • Projeto na Câmara amplia isenção de IPI para carros de até R$ 250 mil para PcD e autistas

    Projeto na Câmara amplia isenção de IPI para carros de até R$ 250 mil para PcD e autistas

    A Câmara dos Deputados analisa uma proposta que pode beneficiar pessoas com deficiência (PcD) e aquelas com transtorno do espectro autista (TEA) com a ampliação do teto de preço para aquisição de veículos novos com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

    Limite atual pode subir de R$ 200 mil para R$ 250 mil

    O Projeto de Lei 2079/2026, apresentado pela deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), sugere elevar o valor máximo de R$ 200 mil para R$ 250 mil, um reajuste de 25% que, segundo a relatora Silvia Cristina (PP-RO), já obteve parecer favorável na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. O texto aguarda inclusão na pauta do colegiado para votação, mas ainda não foi aprovado.

    Mudança não amplia beneficiários, mas amplia opções de compra

    A proposta mantém as mesmas regras de elegibilidade, sem criar novas categorias ou aumentar o público-alvo. A principal diferença está na faixa de preço dos veículos, que passaria a incluir modelos e versões mais caros, atualmente excluídos da isenção. Caso seja aprovada, a lei obrigará o governo federal a monitorar os impactos da medida nos cofres públicos.

    Isenção já existe desde 1995, mas teto não era reajustado há anos

    A Lei 8.989/1995, que rege a isenção do IPI para PcD e autistas, não sofria reajustes significativos desde sua criação. A defasagem do teto atual, somada à inflação dos últimos anos, reduziu o poder de compra dos beneficiários, que hoje enfrentam dificuldades para adquirir veículos com tecnologias mais recentes ou adaptações necessárias.

  • Nissan recupera fôlego: lucro volta após dois anos de prejuízos bilionários

    Nissan recupera fôlego: lucro volta após dois anos de prejuízos bilionários

    A fabricante japonesa Nissan registrou lucro pela primeira vez desde 2024, interrompendo uma sequência de dois anos de prejuízos que somaram US$ 3,4 bilhões no ano anterior. No primeiro trimestre do ano fiscal 2026-2027, a empresa obteve um lucro operacional de US$ 492,2 milhões (R$ 2,51 bilhões), com lucro líquido de US$ 24,1 milhões (R$ 123 milhões).

    Reestruturação sob pressão: a estratégia de Espinosa começa a dar resultados

    O retorno ao azul marca uma virada estratégica liderada pelo CEO Ivan Espinosa, que assumiu o comando há pouco mais de um ano. O plano incluiu cortes de custos, reorganização de operações e foco em modelos com maior margem de lucro, como o X-Trail e-Power, que chega ao Brasil neste ano. No entanto, a empresa ainda precisa lidar com a queda nas vendas globais e a crescente concorrência das marcas chinesas, que ganham espaço com preços agressivos.

    Cenário desafiador: vendas em queda e batalha internacional

    Ainda que o lucro tenha sido recuperado, a Nissan enfrenta um mercado global enfraquecido. As vendas de veículos caíram em várias regiões, enquanto fabricantes chinesas como BYD e Geely avançam com modelos elétricos e híbridos a preços competitivos. A chegada do X-Trail e-Power ao Brasil, previsto para os próximos meses, será um teste para a estratégia da marca no país, onde a preferência por SUVs de grande porte ainda é forte.

    O que esperar daqui para frente?

    Com o plano de reestruturação em andamento, a expectativa é que a Nissan mantenha trajetória positiva, mas a sustentabilidade do lucro dependerá da capacidade de inovação e adaptação ao mercado. A empresa também precisa equilibrar a produção para não cair na armadilha de estoques excessivos, um erro que contribuiu para as perdas anteriores.

  • Geely EX2 chega à Europa com bateria maior e autonomia superior à versão brasileira: o que muda?

    Geely EX2 chega à Europa com bateria maior e autonomia superior à versão brasileira: o que muda?

    O hatch elétrico Geely EX2 iniciou sua pré-venda na Europa com uma configuração inédita: uma bateria de 47 kWh, que eleva sua autonomia para 345 km — um salto significativo em relação aos 39,4 kWh e cerca de 280 km de alcance estimado da versão brasileira. O modelo, lançado na Bélgica por 19.490 euros (R$ 120 mil na cotação atual), chega ao mercado europeu como um concorrente direto do BYD Dolphin Mini e do Renault 5 E-Tech, apostando em tecnologia e preço competitivo para conquistar espaço.

    Bateria maior e autonomia estendida: o que a Europa ganha de diferente?

    A principal inovação do EX2 europeu está no pacote energético. Enquanto a versão brasileira, ainda em fase de testes no Paraná, deve manter a bateria de 39,4 kWh, o modelo exportado oferece uma capacidade superior, resultando em uma autonomia 23% maior. Essa diferença pode ser decisiva em um mercado onde a infraestrutura de recarga ainda é desigual entre os países. Além disso, o EX2 europeu já chega com grade ativa e faróis full-LED, itens que ainda não foram confirmados para a linha nacional.

    Produção local no Brasil: quando o EX2 vai nivelar as tecnologias?

    Enquanto o EX2 europeu já está em fase de pré-venda, a produção local do modelo no Brasil está prevista para iniciar no último trimestre de 2026. O veículo, que já emplacou mais de 20 mil unidades no país em 2024, deve receber atualizações para se alinhar às versões internacionais, mas ainda não há confirmação de quando a bateria de 47 kWh será incorporada ao mercado brasileiro. Até lá, a Europa manterá vantagem em autonomia e tecnologia embarcada.

    Estratégia de preços: como o EX2 se posiciona contra rivais?

    Com um preço promocional de 19.490 euros, o Geely EX2 chega à Europa com um valor agressivo, especialmente quando comparado a modelos como o BYD Dolphin Mini (a partir de 22.000 euros) e o Renault 5 E-Tech (a partir de 23.000 euros). O apelo do hatch compacto, somado à autonomia estendida, pode atrair consumidores que buscam um elétrico acessível, mas com desempenho superior. No entanto, a concorrência no segmento ainda é acirrada, com marcas chinesas e europeias disputando cada ponto de participação de mercado.

  • Chevrolet abandona China: GM prioriza Buick e Cadillac com joint venture até 2047

    Chevrolet abandona China: GM prioriza Buick e Cadillac com joint venture até 2047

    A General Motors (GM) anunciou ontem a descontinuação das operações da Chevrolet na China, marcando o fim de mais de um século de presença da marca no maior mercado automotivo do mundo. A decisão foi oficializada no comunicado sobre a renovação da joint venture com a SAIC (Shanghai Automotive Industry Corporation) por mais 20 anos, estendendo a parceria até 2047.

    Fim de uma era: Chevrolet cede espaço para Buick e Cadillac

    Em 6 de agosto de 2026, a GM revelou que, a partir de agora, seus investimentos no país asiático se concentrarão exclusivamente nas marcas Buick e Cadillac. A mudança reflete uma estratégia de longo prazo para fortalecer as duas divisões no mercado chinês, que já são líderes em vendas de veículos premium na região. A produção de modelos Chevrolet fabricados na China, no entanto, será mantida, mas com foco exclusivo na exportação para outros mercados globais.

    Joint venture SAIC-GM: estratégia elétrica e novos modelos

    A parceria renovada prevê um plano ambicioso: até 2030, a SAIC-GM lançará 30 novos modelos elétricos e híbridos. A decisão de abandonar a Chevrolet na China não afeta a produção local, mas redireciona os recursos para inovações tecnológicas sob as marcas Buick e Cadillac. A reestruturação, iniciada ainda em 2025, ganhou contornos definitivos com a confirmação da Reuters e de relatórios internos.

    Impacto no mercado global e perspectivas

    A saída da Chevrolet da China representa um divisor de águas para a GM, que enfrenta desafios crescentes no país asiático. Enquanto Buick e Cadillac ganham prioridade, a produção de veículos Chevrolet no território chinês será reorientada para abastecer outros continentes, especialmente América Latina e Oriente Médio. Especialistas avaliam que a medida sinaliza uma adaptação às dinâmicas locais, onde marcas estrangeiras enfrentam cada vez mais concorrência de fabricantes chineses.

  • GWM Haval H6 PHEV35 2027 estreia câmbio híbrido de 4 marchas e promete performance radical

    GWM Haval H6 PHEV35 2027 estreia câmbio híbrido de 4 marchas e promete performance radical

    Transmissão híbrida 4 marchas redefine performance do Haval H6 PHEV35

    A GWM introduziu na linha 2027 do Haval H6 PHEV35 Flex um câmbio híbrido dedicado (DHT-3) com quatro marchas reais, substituindo a configuração anterior de duas marchas. Essa mudança otimiza a distribuição de força entre os motores térmico (1.5 turboflex) e elétricos, garantindo arrancadas mais ágeis — de 0 a 100 km/h em apenas 4,8 segundos — e maior eficiência energética.

    Autonomia elétrica e consumo: ganhos expressivos na prática

    A nova transmissão, combinada ao sistema híbrido plug-in, eleva a autonomia elétrica para 126 km, um salto significativo frente aos modelos anteriores. Além disso, o conjunto mecânico consome até 4,7% menos combustível, compensando o peso adicional dos componentes híbridos. A estratégia da marca é clara: equilibrar potência e sustentabilidade sem abrir mão de performance.

    Detalhes que fazem a diferença: suspensão e interior high-tech

    Além das melhorias técnicas, a versão 2027 do Haval H6 PHEV35 Flex recebe atualizações na suspensão para maior conforto e estabilidade, além de um interior redesenhado com o sistema Coffee OS 3. O painel digital, interfaces aprimoradas e materiais premium reforçam a proposta de um SUV moderno e conectado, alinhado ao preço de R$ 290 mil — um investimento que posiciona o modelo como alternativa premium no segmento de híbridos flex.