Categoria: Auto & Tech

  • Bug em carteiras offline da Coldcard: hackers furtam R$ 650 milhões em Bitcoin em menos de 48 horas

    Bug em carteiras offline da Coldcard: hackers furtam R$ 650 milhões em Bitcoin em menos de 48 horas

    Um sofisticado esquema de cibercrime aproveitou uma brecha não divulgada em carteiras offline Coldcard, da empresa canadense CoinKite, para desviar criptomoedas de aproximadamente 7,3 mil usuários na última segunda-feira (03/08). Os ataques, realizados em pelo menos 12 ondas coordenadas, permitiram o roubo de 2 mil bitcoins — valor equivalente a R$ 650 milhões na cotação de 5 de agosto de 2026.

    Como o ataque ocorreu: um bug explorado em carteiras físicas

    A invasão ocorreu por meio de um defeito não corrigido no firmware das carteiras Coldcard, dispositivos projetados justamente para armazenar criptomoedas de forma offline e segura. Segundo análise do Galaxy Research, os hackers identificaram uma falha na validação de transações ou na interface de comunicação com dispositivos conectados (como computadores ou smartphones), permitindo o acesso indevido às chaves privadas dos usuários.

    A estratégia foi dividida em quatro fases, com o primeiro lote de vítimas perdendo 1,5 mil BTC (mais de R$ 480 milhões) nas primeiras horas. Os criminosos, que operaram em grupos distintos, usaram técnicas de phishing avançado e engenharia social para induzir os usuários a conectar suas carteiras a dispositivos infectados, facilitando a exploração do bug.

    Impacto e medidas: vítimas buscam alternativas após falha em segurança

    As autoridades dos Estados Unidos, incluindo o FBI e a SEC, foram notificadas sobre o incidente, mas o rastreamento das criptomoedas roubadas é complexo devido ao uso de mixers e exchanges descentralizadas para lavagem dos valores. O Galaxy Research recomendou que os usuários migrem imediatamente para carteiras alternativas ou redefinam suas senhas, alertando que a vulnerabilidade pode não ser a única explorada no futuro.

    O que os especialistas dizem: uma lição para o mercado

    O caso reacendeu debates sobre a segurança das carteiras hardware, consideradas até então imunes a ataques remotos. Especialistas em cibersegurança destacam que a falha reforça a necessidade de auditorias independentes regulares e de atualizações urgentes de firmware, mesmo em dispositivos offline. Para analistas do setor, o incidente pode gerar uma corrida por seguros contra hackers e pressionar empresas como a CoinKite a assumir responsabilidade civil pelos prejuízos.

  • Dongfeng mira no Brasil com modelos premium: conheça a linha Voyah de luxo

    Dongfeng mira no Brasil com modelos premium: conheça a linha Voyah de luxo

    Linha Voyah: luxo e inovação sob a marca DFM

    A Dongfeng, que passará a operar no Brasil como DFM, deu um passo concreto para ingressar no mercado automobilístico nacional com uma proposta premium. Durante um encontro com concessionários realizado na segunda-feira (3), a marca exibiu pela primeira vez ao público brasileiro sua linha de veículos de luxo da sub-marca Voyah, composta por modelos que aliam eletrificação, tecnologia avançada e design arrojado.

    Modelos que prometem redefinir o segmento

    A gama Voyah apresentada incluiu o Dream, uma minivan de sete lugares com alta autonomia elétrica; o Courage, um SUV elétrico equipado com bancos massageadores e tela OLED; o Passion, um sedã híbrido plug-in de alto desempenho com display de realidade aumentada; e o Taishan, um SUV híbrido de seis lugares com sistema de som premium de 32 alto-falantes e tela no teto. A estratégia da marca é posicionar esses veículos como alternativas de alto padrão para consumidores brasileiros dispostos a pagar mais por tecnologia e conforto.

    Primeiras apresentações e expectativas para o mercado

    Ainda em fase de testes de mercado, a DFM (Dongfeng no Brasil) deve oficializar a chegada da Voyah nos próximos meses, com lançamento comercial previsto para 2027. Além dos modelos da Voyah, a montadora também mostrou os futuros lançamentos DFM Box e Vigo, consolidando sua estratégia de diversificar a oferta com veículos de diferentes segmentos. A apresentação em Interlagos reforça a intenção de associar a marca a eventos de prestígio, atraindo atenção do público entusiasta.

  • PIN do chip do celular: como desativar a proteção e os riscos de segurança que isso traz

    PIN do chip do celular: como desativar a proteção e os riscos de segurança que isso traz

    Proteção do chip vs. segurança do aparelho: entenda a diferença

    O PIN do chip é uma camada de segurança vinculada à operadora (Claro, Vivo, TIM), exigindo uma senha ao ligar o celular. Diferente da senha de tela do Android ou iPhone — que protege dados pessoais como fotos e apps —, o PIN do chip atua exclusivamente sobre os serviços da linha telefônica. Removê-lo pode facilitar o uso indevido do número por criminosos, especialmente em casos de roubo do aparelho.

    Riscos ao desativar o PIN: o que muda no dia a dia?

    A ausência da senha do chip permite que qualquer pessoa insira o número em outro dispositivo e receba códigos de confirmação de bancos, WhatsApp ou redes sociais sem obstáculos. Em 2026, com o aumento de golpes envolvendo autenticação em dois fatores, a vulnerabilidade se torna ainda mais crítica para quem opta por remover a proteção.

    Como tirar o PIN do chip no Android

    No sistema operacional do Google, o caminho é: Ajustes > Segurança e emergência > Configurações de segurança do SIM > Remover PIN do SIM. Em algumas interfaces (como Samsung ou Xiaomi), a opção pode aparecer como “Senhas e privacidade”. A senha atual do chip será solicitada para confirmar a alteração.

    iPhone: desativando o PIN do chip em 3 passos

    Em dispositivos da Apple, o processo é ainda mais direto: Configurações > Dados móveis > PIN do SIM > Desativar PIN. Após inserir a senha atual, o recurso é removido instantaneamente. Vale lembrar que, em ambos os sistemas, a mudança é imediata e não requer reinicialização do aparelho.

    Alternativas para manter a segurança sem o PIN do chip

    Se o objetivo é evitar a digitação constante da senha, uma solução é usar um gerenciador de senhas para armazenar o PIN do chip. Outra dica é habilitar a verificação em dois fatores (2FA) em serviços críticos, como bancos e e-mails, reduzindo o impacto de um possível acesso indevido. Para quem prioriza praticidade, manter a senha do chip ativa — mesmo que simples, como ‘1234’ — já oferece uma barreira mínima contra fraudes.

  • Waymo acusa Tesla: câmeras sozinhas não garantem segurança em direção autônoma

    Waymo acusa Tesla: câmeras sozinhas não garantem segurança em direção autônoma

    A disputa pelo futuro da direção autônoma ganha contornos mais acalorados com as críticas da Waymo à abordagem da Tesla. Em evento promovido pela Y Combinator, Dmitri Dolgov, co-CEO da empresa especializada em veículos autônomos, foi categórico: sistemas orientados exclusivamente por câmeras, como o Tesla Vision, não são capazes de garantir um nível de segurança compatível com a condução totalmente autônoma.

    Sensores adicionais são essenciais, segundo especialista

    A Waymo, que utiliza uma combinação de câmeras, LiDAR e radares em seus veículos para mapear o ambiente com precisão e aumentar a confiabilidade, defende que cada sensor desempenha um papel específico na detecção de obstáculos, sinalização e condições adversas — algo que, na visão de Dolgov, a Tesla ainda não conseguiu replicar apenas com câmeras.

    Waymo e Tesla: trajetórias distintas no autônomo

    Fundada em 2009 como um projeto do Google e hoje independente sob a Alphabet, a Waymo acumula anos de experiência em testes e implementação de tecnologias autônomas. Enquanto a Tesla aposta em um modelo mais enxuto — baseado em câmeras e inteligência artificial —, a abordagem da Waymo prioriza a redundância e a diversidade de dados para mitigar erros. Dolgov, um dos principais nomes por trás da tecnologia da empresa, reforçou essa diferença ao apontar que a dependência exclusiva de câmeras limita a capacidade de percepção dos veículos em situações complexas, como neblina, chuva intensa ou ambientes urbanos densos.

    O que falta para a Tesla alcançar o nível 5 de autonomia?

    Ainda que a Tesla já ofereça recursos avançados de direção assistida, como o Full Self-Driving (FSD), a empresa ainda não atingiu o nível 5 de autonomia, que permitiria operação sem intervenção humana em qualquer condição. Especialistas do setor destacam que, sem a integração de sensores como LiDAR — já testado pela Tesla em versões anteriores —, a margem de erro pode ser maior, especialmente em cenários imprevisíveis. A crítica de Dolgov, portanto, não é apenas técnica, mas uma advertência sobre os riscos de se pular etapas em busca de soluções simplificadas.

  • BYD Mako: picape híbrida flex chega ainda em 2026 com autonomia elétrica e mira em rivais globais

    BYD Mako: picape híbrida flex chega ainda em 2026 com autonomia elétrica e mira em rivais globais

    A BYD acelera os preparativos para o lançamento de um novo modelo no Brasil, previsto ainda para 2026: a picape Mako. O veículo, que chega com a promessa de inovar no segmento de picapes compactas, adota um sistema de propulsão híbrido plug-in (PHEV) flexível, capaz de operar tanto com gasolina quanto etanol, além de oferecer autonomia em modo 100% elétrico.

    Diferencial técnico: autonomia elétrica sem dependência total de recarga

    Enquanto rivais como Fiat Toro e Ram Rampage apostam em motores a combustão ou híbridos não recarregáveis, a Mako se destaca pelo sistema PHEV, que permite ao motorista recarregar a bateria externamente. Isso garante viagens cotidianas em modo elétrico — ideal para deslocamentos urbanos — sem abrir mão da flexibilidade de combustível nos trajetos mais longos ou sem acesso a estações de recarga.

    Estratégia local: modelo feito para a América Latina

    A picape Mako não é uma simples adaptação de modelos chineses: faz parte de uma linha desenvolvida especificamente para o mercado latino, com identidade própria e ritmo de renovação distinto. Segundo apurações, a BYD analisou detalhadamente as concorrentes globais, como o europeu BYD Dolphin G, para calibrar preço, desempenho e recursos a fim de garantir competitividade na categoria.

    Alvo direto: o segmento de picapes intermediárias em expansão

    Com a categoria de picapes compactas em alta no Brasil e na América Latina, a Mako chega para disputar espaço com nomes consolidados como Ford Maverick, Ram Rampage e Toyota Hilux SW4. A expectativa é que o modelo, ainda em fase final de testes, seja lançado antes do fim de 2026, reforçando a ofensiva da BYD no segmento automotivo brasileiro, que já conta com o sucesso do Song Pro reestilizado.

  • Audi A2 e-tron chega em 2026 prometendo ser o carro elétrico mais eficiente já produzido

    Audi A2 e-tron chega em 2026 prometendo ser o carro elétrico mais eficiente já produzido

    Eficiência recorde: o Audi A2 e-tron desafia limites energéticos

    O Audi A2 e-tron chega em 2026 com a missão de se tornar o carro elétrico mais eficiente da história, superando marcas estabelecidas no segmento. Com uma média de consumo de 7,81 km/kWh, o modelo promete redefinir padrões de autonomia sem comprometer desempenho. A eficiência é resultado de um pacote tecnológico que inclui baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 61 kWh, mais leves e duráveis, além de um sistema aerodinâmico otimizado para reduzir resistência ao ar.

    Tecnologia bidirecional: energia que vai além do carro

    A inovação do A2 e-tron não se limita à eficiência: o modelo incorpora carregamento bidirecional (V2L e V2H), permitindo que a bateria do veículo funcione como fonte de energia para eletrodomésticos ou sistemas residenciais. Essa funcionalidade, aliada à recarga rápida, posiciona o A2 como uma solução integrada para a transição energética, especialmente em mercados com infraestrutura elétrica em desenvolvimento.

    Legado revisitado: o que o novo A2 e-tron mantém da primeira geração

    Após 25 anos desde o lançamento do A2 original em 1999, a nova versão preserva o DNA do modelo pioneiro: compacto, funcional e com apelo estético atemporal. No entanto, o A2 e-tron abandona o conceito de hatch urbano para abraçar o segmento de crossovers, alinhando-se às tendências de mercado e às demandas por veículos mais versáteis. O lançamento está agendado para o último trimestre de 2026, com expectativa de atrair consumidores que buscam alto desempenho energético sem abrir mão do estilo Audi.

  • DeepMind: Google promove Hassabis a cientista-chefe e perde Jeff Dean para startup de IA científica

    DeepMind: Google promove Hassabis a cientista-chefe e perde Jeff Dean para startup de IA científica

    Reorganização estratégica na frente de batalha da IA

    A Google DeepMind, braço de inteligência artificial do Google, vive um momento de virada estrutural. Na última quarta-feira (05/08), a empresa anunciou que Demis Hassabis, cofundador e CEO da divisão desde 2016, deixará suas responsabilidades operacionais para assumir o cargo de cientista-chefe da Alphabet, matriz do Google. A mudança coloca Hassabis em uma posição de maior influência sobre os rumos tecnológicos do conglomerado, especialmente em IA, enquanto a DeepMind busca se reerguer após ondas de deserções de talentos.

    Saída de Jeff Dean e o futuro da AlphaFold

    Jeff Dean, outro pilar da DeepMind e ex-cientista-chefe da divisão, anunciou sua saída para fundar a Discovery Loop, uma startup com foco no desenvolvimento de IA aplicada à ciência e engenharia. A criação da empresa coincide com o desmantelamento do projeto AlphaFold — ferramenta que levou Hassabis ao Prêmio Nobel de Química em 2024 —, um movimento que sinaliza uma reavaliação da estratégia da DeepMind no campo da biologia computacional. A saída de pesquisadores de destaque para concorrentes como OpenAI e Anthropic agrava o cenário, pressionando a nova liderança a reverter a fuga de cérebros.

    Corrida pela supremacia em IA e os desafios da DeepMind

    Koray Kavukcuoglu, atual arquiteto-chefe de IA do Google e vice-presidente sênior da DeepMind, assume o comando operacional da divisão, mantendo sua posição estratégica no desenvolvimento de modelos de linguagem e sistemas avançados. As mudanças ocorrem em um momento crítico: o Google enfrenta uma disputa acirrada com rivais como OpenAI e Anthropic, enquanto tenta reter seus principais pesquisadores em um mercado onde o talento em IA é disputado a peso de ouro. A reestruturação, portanto, não é apenas uma rearrumação de cadeiras, mas um movimento para realinhar a DeepMind às prioridades da Alphabet em um cenário de incertezas tecnológicas e pressões competitivas.

  • Samsung revoluciona memória para IA: tecnologia 3D zHBM atinge recorde de 400 camadas e multiplica velocidade por oito

    Samsung revoluciona memória para IA: tecnologia 3D zHBM atinge recorde de 400 camadas e multiplica velocidade por oito

    Nova era de performance: memórias 3D zHBM redefinem limites da computação

    A Samsung quebrou um novo recorde ao lançar a arquitetura zHBM, que empilha mais de 400 camadas de células de armazenamento em um único chip, uma evolução radical em relação às memórias tradicionais. A técnica de colagem de wafers vertical permite que os dados trafeguem em velocidades até oito vezes superiores às atuais, com redução significativa da latência — um gargalo crítico para aplicações de inteligência artificial.

    Eficiência energética e processamento inovador

    Além do salto em performance, a tecnologia zHBM triplica a eficiência energética em comparação com soluções anteriores, um avanço crucial para data centers e sistemas embarcados que operam com restrições de consumo. A inovação se soma a outras duas tecnologias apresentadas pela empresa: a LPDDR5X-PIM, que permite processamento direto na memória (reduzindo a dependência do CPU), e o padrão V10 BV-NAND, que aumenta a densidade de armazenamento em 58% sem comprometer o espaço físico.

    Impacto no mercado e adoção imediata

    As novas memórias foram projetadas para atender demandas de gigantes como OpenAI, Microsoft e Google, mas a revolução não se limita ao setor de IA. A redução de custos e o aumento de eficiência podem se propagar para smartphones, servidores e dispositivos IoT, pressionando os preços de eletrônicos convencionais. A Samsung já iniciou a produção em massa, com previsão de comercialização para o primeiro trimestre de 2027.

  • Bajaj bate recorde histórico em julho e dispara no mercado de motos brasileiro

    Bajaj bate recorde histórico em julho e dispara no mercado de motos brasileiro

    Marca indiana supera recorde anterior e acelera participação no mercado brasileiro

    A Bajaj fechou julho de 2026 com o melhor mês de vendas desde o início de suas operações no Brasil, emplacando 3.371 motocicletas. O volume representa um crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2025 e superou o recorde anterior de 3.350 unidades, atingido em março deste ano. Com o resultado, a fabricante indiana assumiu a quinta posição no mercado brasileiro de motocicletas, consolidando uma trajetória de expansão acelerada em 2026.

    Crescimento acumulado no ano reforça tendência de alta

    Nos primeiros sete meses de 2026, a Bajaj já emplacou 21.366 motocicletas, um salto de 52% em comparação com as 14.035 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado. Desde dezembro de 2022, quando iniciou as vendas no país, a marca ultrapassou a marca simbólica de 65 mil unidades comercializadas, atingindo 65.301 motocicletas licenciadas.

    Fábrica de Manaus e estratégia de portfólio impulsionam resultados

    A fabricante credita o avanço à ampliação do portfólio de modelos, ao fortalecimento da rede de concessionárias e ao aumento gradual da capacidade produtiva da unidade de Manaus (AM). A estratégia tem sido central para atender à crescente demanda por motocicletas no mercado nacional, especialmente em segmentos competitivos.

  • Microsoft recua e apaga recomendações de 32 GB de RAM para Windows 11 após crise de preços

    Microsoft recua e apaga recomendações de 32 GB de RAM para Windows 11 após crise de preços

    Recomendações desatualizadas sumiram dos guias oficiais

    A Microsoft apagou publicações no Windows Learning Center que recomendavam 32 GB de RAM para jogadores no Windows 11. Até recentemente, orientações como a publicada em 28 de novembro de 2025 — que sugeria 16 GB como suficiente para a maioria e 32 GB para títulos pesados — foram removidas sem alarde. A empresa agora prioriza configurações mais acessíveis, alinhadas à sua promessa recente de otimizar o sistema para rodar bem em máquinas com apenas 8 GB de memória.

    Crise de preços de memória pode explicar o recuo

    A decisão da Microsoft ocorre em um cenário de escassez e alta nos preços de DRAM e SSD, agravada por fatores como a demanda crescente por IA e a recuperação lenta da cadeia de suprimentos após a pandemia. Especialistas do setor indicam que a pressão por hardware mais caro pode ter levado a empresa a rever suas recomendações para evitar afastar usuários de baixa e média renda, principal público do sistema operacional.

    Otimização do Windows 11 ganha foco em eficiência

    A mudança reforça a estratégia da Microsoft de tornar o Windows 11 mais inclusivo, especialmente em mercados emergentes onde PCs com 8 GB de RAM ainda são comuns. Enquanto a empresa não comentou oficialmente, a retirada das recomendações de 32 GB sinaliza um movimento para alinhar o sistema às realidades do mercado, onde a maioria dos jogos AAA já roda bem em configurações intermediárias — desde que o sistema esteja propriamente otimizado.