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  • Financiamentos de veículos batem recorde em 18 anos mesmo com juros altos

    Financiamentos de veículos batem recorde em 18 anos mesmo com juros altos

    Recorde histórico em meio à alta de juros

    O volume de financiamentos de veículos no primeiro semestre de 2026 atingiu 3,78 milhões de unidades, o maior patamar para os primeiros seis meses desde 2008, quando foram registrados 4,23 milhões de contratos. Os dados, da Trillia (B3), revelam um crescimento expressivo mesmo diante de taxas de juros entre 25% e 30% ao ano, com a Selic mantida em 14,25% anual.

    Veículos usados dominam o mercado financiado

    Dentre as transações, os veículos usados representaram a maior fatia das negociações, com prazos médios de financiamento alongados para facilitar o acesso ao crédito. O Sistema Nacional de Gravames (SNG) também contribuiu para agilizar as operações, reduzindo burocracias e aumentando a disponibilidade de recursos.

    Sinais de resiliência no setor automotivo

    A performance do primeiro semestre de 2026 contrasta com o cenário de juros elevados, indicando que a demanda por mobilidade — especialmente entre consumidores de renda média — continua forte. Analistas destacam que a oferta de crédito facilitada e a flexibilização de prazos foram determinantes para sustentar o ritmo de vendas.

  • Teçume Paumari: mulheres do Amazonas unem tradição e renda com arte ancestral

    Teçume Paumari: mulheres do Amazonas unem tradição e renda com arte ancestral

    Resgate de técnicas milenares nas fibras das mulheres

    Cada cesto, paneiro ou abano produzido pelas artesãs Paumari no rio Tapauá (AM) é mais do que um objeto utilitário: é um registro vivo da memória coletiva de um povo. Há três anos, sete aldeias da etnia promovem encontros periódicos para fortalecer o teçume, a arte ancestral da cestaria, reunindo jovens aprendizes e anciãs detentoras dos saberes tradicionais. A iniciativa, coordenada pela Associação Indígena do Povo das Águas (AIPA), nasceu com um objetivo claro: evitar que técnicas seculares se perdessem nas gerações mais novas.

    Da memória à renda: o teçume que transforma realidades

    Deusilene Paumari, uma das lideranças do projeto, destaca que o artesanato não é apenas uma herança familiar, mas também uma ferramenta de autonomia. “O artesanato traz uma lembrança de antes, das nossas mães e das nossas avós”, afirma. Os encontros iniciais focaram no resgate de trançados, grafismos e métodos de preparo das fibras, muitos deles ameaçados pelo desuso. Hoje, o que começou como um movimento de preservação já se desdobra em oportunidades econômicas: as peças produzidas são comercializadas em feiras e por meio de parcerias, gerando renda direta para as famílias.

    Tradição que se reinventa sem perder a essência

    A revitalização do teçume não se limita à técnica. As mulheres Paumari incorporam elementos contemporâneos — como designs adaptados a novos mercados — sem abandonar os padrões ancestrais. Essa flexibilidade tem sido chave para atrair jovens, que veem na atividade não apenas um ofício, mas uma forma de manter viva a identidade do povo. Para especialistas em culturas indígenas, iniciativas como essa são essenciais em um contexto de crescente pressão sobre territórios amazônicos, onde a perda de saberes tradicionais corre em paralelo ao avanço de atividades predatórias.

    O futuro da cestaria Paumari: entre a escola e o mercado

    Com o sucesso dos encontros, a AIPA estuda expandir o projeto para incluir oficinas nas aldeias e parcerias com instituições de ensino local. O objetivo é criar um ciclo virtuoso: formar novas artesãs, documentar os processos para futuras gerações e, ao mesmo tempo, garantir que a produção gere retorno financeiro sustentável. “A gente não quer só guardar, a gente quer viver disso”, resume uma das participantes, ecoando o desejo de que a cestaria Paumari deixe de ser apenas um símbolo do passado para se tornar um alicerce do presente.

  • Kepler Weber expande atuação em Mato Grosso, epicentro da crise de armazenagem brasileira

    Kepler Weber expande atuação em Mato Grosso, epicentro da crise de armazenagem brasileira

    A Kepler Weber, referência em soluções de armazenagem e pós-colheita na América Latina, consolidou sua presença no Global Agribusiness Festival (GAFFFF) Sorriso 2026 — realizado entre 23 e 26 de julho no Parque Tecnológico Luiz Giroletti, em Sorriso (MT). O evento, reunindo agentes do agronegócio, serviu como palco para a empresa reforçar sua estratégia de aproximação com produtores rurais, cooperativas e cerealistas, setores cada vez mais pressionados pela escassez de infraestrutura no estado.

    Mato Grosso: o gargalo logístico que desafia o agronegócio brasileiro

    Como maior produtor nacional de grãos, Mato Grosso enfrenta um paradoxo: enquanto sua produção bate recordes, a capacidade de armazenagem estática — estimada em 233 milhões de toneladas — não acompanha o ritmo. Dados do setor indicam um déficit de 128 milhões de toneladas, cenário que se agrava com o crescimento contínuo da safra nos últimos anos. A situação coloca a região como um dos principais focos de investimento em infraestrutura de pós-colheita, onde a eficiência na armazenagem pode significar a diferença entre lucro e prejuízo para os produtores.

    Estratégia de proximidade: a aposta da Kepler Weber no maior polo produtor de grãos

    A empresa, que já atua como líder no segmento, aproveitou o GAFFFF Sorriso 2026 para apresentar não apenas seus produtos, mas soluções customizadas para as demandas locais. Em um mercado onde a competitividade depende diretamente da capacidade de escoamento e conservação da produção, a presença física da Kepler Weber no evento reforça seu compromisso com a cadeia produtiva, oferecendo tecnologias capazes de mitigar os impactos da crise estrutural que afeta o setor.

  • Honda Ridgeline 2029: nova geração chega com visual robusto e promessa de conforto reforçado

    Honda Ridgeline 2029: nova geração chega com visual robusto e promessa de conforto reforçado

    A Honda revelou ontem a primeira imagem-teaser da nova Ridgeline, confirmando que a terceira geração da picape está em desenvolvimento e deve chegar ao mercado em 2029, encerrando um ciclo iniciado em 2016 com o atual modelo. A fabricante já adiantou que o novo projeto trará um visual “ainda mais robusto”, alinhado à identidade do SUV Passport, sem, no entanto, revelar detalhes técnicos ou mecânicos.

    Plataforma monobloco: o segredo da Honda para picapes brasileiras

    Ainda que a Ridgeline nunca tenha sido comercializada oficialmente no Brasil, sua evolução reforça a estratégia da Honda em apostar no conceito de picapes construídas sobre plataforma monobloco, que privilegia conforto, dirigibilidade e versatilidade — atributos cada vez mais valorizados no mercado nacional, onde modelos como a Ford Ranger e a Toyota Hilux dominam, mas com foco crescente em refinamento.

    O que esperar da Ridgeline 2029?

    Por enquanto, a fabricante mantém segredo absoluto sobre as inovações da nova geração. O teaser divulgado exibe apenas a silhueta da carroceria, mas a Honda já sinalizou que o design será mais agressivo e robusto, possivelmente incorporando elementos de modernidade sem perder a robustez necessária para o segmento de picapes. A expectativa é que o modelo mantenha a essência da atual Ridgeline, que já se destaca pela utilização de chassis monobloco — uma escolha incomum em picapes tradicionais, mas que garante melhor comportamento em estrada e menor vibração.

  • Mercedes-Benz GLA estreia em julho: unificação de linhas elétricas e a combustão chega ao SUV compacto

    Mercedes-Benz GLA estreia em julho: unificação de linhas elétricas e a combustão chega ao SUV compacto

    A Mercedes-Benz prepara para esta semana o lançamento da terceira geração do GLA, um dos modelos mais vendidos de sua linha — embora não seja o mais chamativo. Com 13 anos de mercado, o compacto SUV enfrenta uma reformulação profunda, não apenas estética, mas sobretudo tecnológica: a montadora alemã finalmente unifica suas plataformas, eliminando a divisão artificial entre modelos a combustão interna (ICE) e elétricos (EV), como ocorria com o EQA.

    Design estrelado e motorizações híbridas: o que esperar do novo GLA

    Protótipos camuflados do novo GLA já circularam amplamente, revelando traços do atual visual da marca — como faróis e lanternas com assinatura estrelada, já vista em modelos como o EQS. A expectativa é de que a terceira geração chegue com opções de propulsão tanto térmica quanto elétrica, incluindo híbridos, alinhando-se à estratégia global da Mercedes de reduzir emissões sem sacrificar desempenho. A unificação das linhas, antes separadas por tipo de motorização, promete simplificar a linha de produtos e reduzir custos de desenvolvimento.

    Disputa acirrada no segmento de SUVs compactos

    O GLA não chega sozinho: enfrentará rivais consolidados como o BMW X1 e o Audi Q3, que também apostam em atualizações anuais para manter a competitividade. Para os consumidores, a novidade representa mais uma opção no crescente mercado de SUVs, onde a Mercedes busca equilibrar luxo, tecnologia e eficiência. Com a estreia prevista para 27 de julho de 2026, o modelo já gerou expectativa entre entusiastas e compradores que aguardam por um design mais moderno e uma gama de motorizações alinhadas às demandas ambientais atuais.

  • Arroba do boi gordo dispara 4,5% em uma semana: oferta restrita impulsiona alta, mas indústria sinaliza freio

    Arroba do boi gordo dispara 4,5% em uma semana: oferta restrita impulsiona alta, mas indústria sinaliza freio

    A valorização da arroba do boi gordo no mercado físico brasileiro atingiu patamar expressivo na semana encerrada em 27 de julho de 2026, com alta média de 4,5% nas principais praças pecuárias do país. O movimento, impulsionado pela escassez de animais prontos para abate, obrigou frigoríficos a elevar suas propostas para garantir matéria-prima, especialmente em estados com oferta mais restrita.

    A oferta apertada e o impacto nos preços

    Regiões como Rondônia registraram um dos maiores avanços diários, com alta de 0,61% na sexta-feira, levando a arroba a uma média de R$ 317,39. A pressão sobre os preços, no entanto, não se limitou ao curto prazo: a restrição de animais terminados em todo o território nacional manteve o viés de alta, sustentando a tendência observada desde o início do mês.

    Sinais de moderação: indústria adota postura seletiva

    Apesar do ritmo acelerado, analistas e agentes do setor projetam que a alta pode perder fôlego já na próxima semana. Escalas de abate consideradas ‘confortáveis’ — termo usado pelo mercado para indicar lotação adequada nos frigoríficos — aliados à cautela da indústria na hora das compras sugerem uma acomodação dos valores. A postura mais seletiva dos compradores indica que, embora eventuais altas pontuais ainda possam ocorrer, o movimento de valorização generalizada tende a arrefecer.

    Futuro em xeque: o que esperar dos contratos?

    Enquanto o mercado físico registrava alta, o comportamento no segmento futuro apresentou dinâmica distinta. Na B3, os contratos com vencimento em outubro e dezembro de 2026 já refletiam parte dessa incerteza, com volatilidade maior e sinais de que os preços futuros podem não acompanhar o mesmo ímpeto da semana passada. Investidores monitoram de perto a relação entre oferta, demanda sazonal e estoques, que devem ser determinantes para a trajetória dos valores nos próximos meses.

  • Estepe em extinção: por que fabricantes dispensam equipamento histórico dos carros?

    Estepe em extinção: por que fabricantes dispensam equipamento histórico dos carros?

    Na última segunda-feira, 27 de julho de 2026, o que era um item inquestionável em qualquer carro — o estepe — tornou-se um cenário cada vez mais raro nos lançamentos automotivos. O que antes era sinônimo de segurança, escondido sob o assoalho do porta-malas, deu lugar a alternativas como compressores elétricos ou kits de selante pneumático. A ausência do equipamento tradicional não é apenas uma mudança estética: reflete uma estratégia industrial que prioriza eficiência, redução de peso e custos.

    Da obrigatoriedade à opcionalidade: a revolução silenciosa

    A retirada do estepe não ocorreu do dia para a noite. Nos anos 2010, montadoras como BMW e Mercedes-Benz começaram a eliminá-lo em modelos esportivos e de luxo, alegando que a maioria dos motoristas nunca o usava — ou nem sabia como trocar um pneu. Com o avanço dos veículos elétricos e híbridos, a tendência se intensificou: a escassez de espaço e a busca por maior autonomia direcionaram os fabricantes a optar por soluções compactas.

    Risco nas rodovias brasileiras e a resistência do consumidor

    No Brasil, onde a frota supera 50 milhões de veículos e as rodovias estaduais e federais ainda registram milhares de acidentes por ano, a ausência do estepe preocupa. Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, cerca de 30% dos casos de pane seca ou pneu furado em estradas resultam em acidentes graves quando o motorista tenta resolver o problema sem o equipamento adequado. “As montadoras estão reduzindo custos, mas transferindo o risco para o consumidor”, avalia um engenheiro mecânico consultado pela reportagem. Em 2025, uma ação coletiva movida por proprietários de carros sem estepe chegou a ser proposta no Congresso, mas foi arquivada após pressão da Anfavea.

    Alternativas no lugar do estepe: o que mudou na prática?

    Os novos sistemas prometem ser mais rápidos e menos trabalhosos. Um compressor portátil, por exemplo, pode encher um pneu em até cinco minutos, enquanto um selante temporário promete vedar furos de até 6 mm. No entanto, especialistas alertam para limitações: o selante pode danificar sensores de pressão (TPMS) e o compressor exige bateria carregada — um problema em casos de pane elétrica. “São soluções paliativas que não substituem a segurança de um estepe adequado”, destaca um mecânico de Goiânia ouvido pela reportagem.

    O futuro: menos aço, mais tecnologia — e mais riscos?

    Com a regulamentação europeia Euro 7, que entra em vigor em 2027, a redução de peso e emissões deve acelerar a tendência. Fabricantes como Renault e Volkswagen já anunciaram que 80% de seus modelos para 2026 não incluirão estepe de série. A pergunta que fica é: até quando o mercado brasileiro, acostumado a soluções improvisadas, aceitará essa mudança sem questionar? Enquanto isso, concessionárias já oferecem o item como opcional, com preços entre R$ 800 e R$ 1.500 — um custo que muitos motoristas, já pressionados pela inflação, relutam em assumir.

  • Paula Fernandes rompe com piloto Daniel Pereira: fim de um romance que encantava os fãs

    Paula Fernandes rompe com piloto Daniel Pereira: fim de um romance que encantava os fãs

    A decisão da cantora Paula Fernandes de encerrar seu relacionamento com o piloto Daniel Pereira, anunciada na última quarta-feira (23/07/2026), gerou comoção entre os fãs e movimentou as redes sociais. O casal, que vinha compartilhando momentos de afeto publicamente, optou por seguir trajetórias distintas sem revelar os motivos do rompimento.

    Um romance efêmero, mas marcante na trajetória da artista

    Paula Fernandes e Daniel Pereira haviam construído uma relação descrita por amigos e seguidores como leve e feliz. A cantora, conhecida por suas letras românticas, costumava incluir suas experiências amorosas em sua carreira, o que tornava o casal um tema recorrente entre os admiradores. Nas últimas semanas, posts nas redes sociais do piloto celebravam a união, mas a realidade agora se mostra diferente.

    Repercussão nas redes: fãs divididos entre apoio e nostalgia

    O anúncio do término já ressoa nas plataformas digitais, com mensagens de solidariedade à cantora. Muitos fãs relembram os momentos públicos do casal, como viagens e fotos nas redes sociais, enquanto outros questionam os motivos da separação repentina. A artista, que sempre equilibrou vida pessoal e profissional com transparência, optou por um comunicado sucinto, reforçando a importância do bem-estar de ambos.

  • Henrique fora do filme sobre Marília Mendonça: Amazon impõe mudança por ‘diretrizes artísticas’

    Henrique fora do filme sobre Marília Mendonça: Amazon impõe mudança por ‘diretrizes artísticas’

    A saída repentina e a justificativa externa

    Daniel Haidar, que interpretaria Henrique — integrante da dupla com Juliano no universo de Marília Mendonça — anunciou sua saída do filme em uma entrevista exclusiva na última sexta-feira (24). Contrariando expectativas, a decisão não partiu da produção local, mas sim da Amazon internacional, que impôs diretrizes artísticas para o personagem. Haidar esclareceu que a mudança não teve relação com seu desempenho, mas sim com ajustes no roteiro ou na concepção do papel.

    O impacto no projeto e a surpresa do elenco

    O ator já havia participado de uma diária de gravação antes de ser comunicado sobre a substituição, em 10 de julho. “Estava imerso no universo da Marília e fiquei muito surpreso e triste”, afirmou. As filmagens, previstas para se estender até o final de agosto, tiveram seu cronograma alterado, e as negociações para o encerramento do contrato de Haidar ainda estão em andamento. A notícia pegou o elenco de surpresa, gerando especulações sobre os próximos passos do projeto.

    Henrique e Marília: um legado em cena

    Henrique, personagem interpretado por Haidar, foi um dos nomes centrais na trajetória de Marília Mendonça, tanto na vida pessoal quanto profissional. A dupla com Juliano marcou a música sertaneja, e a representação do casal no cinema exigiria um cuidado especial para homenagear a cantora, falecida em novembro de 2021. Com a mudança, o filme agora precisará readequar não apenas a escalação, mas também a narrativa em torno do personagem, que ganha novos contornos com outro ator.

  • Frente fria derruba temperaturas no Sul e trará temporais no fim de julho; veja como fica o tempo em cada região

    Frente fria derruba temperaturas no Sul e trará temporais no fim de julho; veja como fica o tempo em cada região

    Sul: temporais e ventania com queda de temperatura

    O Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão os primeiros a sentir os efeitos da frente fria, já a partir deste domingo (26). A passagem do sistema trará chuvas volumosas, descargas elétricas, rajadas de vento acima de 80 km/h e possibilidade de granizo em pontos isolados. A partir de terça-feira (28), o avanço da massa de ar frio reduzirá as temperaturas no Paraná, com marcas entre 8°C e 14°C na sexta-feira (1º), cenário que se estende até o fim de semana.

    Sudeste e Centro-Oeste: instabilidade pontual

    Em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, a frente fria provocará pancadas de chuva passageiras, especialmente entre segunda (27) e quarta-feira (29), com volumes moderados. No entanto, não se descartam tempestades localizadas, principalmente no período da tarde. A umidade relativa do ar permanece elevada, mas com breves intervalos de sol.

    Norte e Nordeste: calorão sem trégua

    As regiões Norte e Nordeste continuarão sob domínio de massas de ar quente, com temperaturas máximas entre 32°C e 38°C em estados como Pará, Tocantins, Maranhão e Bahia. Pancadas de chuva isoladas podem ocorrer no Amazonas, Acre e Rondônia, mas sem impactos significativos nos termômetros. A umidade vinda da Amazônia mantém o clima abafado, especialmente à tarde.

    El Niño segue em monitoramento

    Os modelos meteorológicos indicam que o fenômeno El Niño, atualmente em fase de neutralidade, deve se intensificar nos próximos meses. Embora não seja o principal motor dos eventos atuais, sua consolidação poderá agravar os padrões de seca no Centro-Oeste e aumentar a frequência de chuvas irregulares no Sul até o fim do inverno.