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  • Lotofácil 3689: R$ 5 milhões em jogo na noite desta terça-feira — como apostar e onde conferir o resultado ao vivo

    Lotofácil 3689: R$ 5 milhões em jogo na noite desta terça-feira — como apostar e onde conferir o resultado ao vivo

    A Lotofácil 3689 promete agitar a noite dos apostadores nesta terça-feira (19), com um prêmio acumulado de impressionantes R$ 5 milhões. O sorteio, transmitido ao vivo pelo Espaço da Sorte, é aguardado com expectativa não apenas pelo valor milionário, mas também pela possibilidade de ganhos em faixas menores — que vão desde 11 até 15 acertos.

    O que torna a Lotofácil 3689 tão atrativa?

    A popularidade da Lotofácil 3689 não é por acaso. Ao contrário de outras loterias onde o foco é acertar todos os números, nesta modalidade, o jogador pode ganhar mesmo com menos de 15 dezenas acertadas. A Caixa permite apostas desde 11 números, o que amplia significativamente as chances de vitória, ainda que o prêmio principal não seja conquistado.

    Na aposta padrão, o jogador escolhe 15 números entre os 25 disponíveis, mas há opções para quem deseja aumentar a aposta e selecionar mais dezenas, pagando valores proporcionais. Essa flexibilidade atrai desde os apostadores casuais até os mais experientes, que buscam estratégias para maximizar suas chances.

    Onde e como apostar com segurança?

    As apostas podem ser feitas 100% online, em plataformas autorizadas como o Sorte On-line, que garantem segurança e praticidade. No entanto, é fundamental verificar os prazos de participação, que variam conforme cada concurso. A pressa é grande: muitos apostadores só decidem participar minutos antes do sorteio, impulsionando buscas por termos como “resultado ao vivo”, “aposta segura” e “como ganhar na Lotofácil”.

    Para aqueles que já fizeram suas apostas, o conselho é simples: guarde o comprovante e aguarde a divulgação oficial das dezenas. A Caixa realiza o sorteio com transmissão ao vivo, garantindo transparência e confiabilidade no processo.

    O calendário segue em ritmo acelerado: o que vem depois?

    Mesmo que ninguém acerte as 15 dezenas nesta terça-feira, o prêmio não será perdido. Ele será acumulado automaticamente para o próximo concurso, previsto para quarta-feira (20 de maio), mantendo a expectativa de valores ainda maiores. Essa dinâmica de acúmulo é um dos principais atrativos da Lotofácil, criando um ciclo de empolgação entre os apostadores.

    Além do prêmio principal, as faixas de premiação menores também oferecem valores que podem fazer a diferença no bolso de milhares de ganhadores. Por isso, a Lotofácil 3689 não atrai apenas quem sonha com o grande prêmio, mas também aqueles que buscam um retorno mais acessível.

    Dicas para não perder tempo: o que o apostador precisa saber agora

    Se você está em dúvida sobre participar ou já está ansioso pelo resultado, aqui vão os pontos essenciais para não perder tempo:

    • Prazo: Verifique o horário limite para apostas, que pode variar conforme a plataforma.
    • Transmissão ao vivo: O sorteio será transmitido pelo Espaço da Sorte, com atualização em tempo real nas redes oficiais da Caixa.
    • Resultados: Consulte sempre fontes oficiais ou veículos confiáveis após a apuração para evitar informações falsas ou desatualizadas.

    A Lotofácil 3689 é mais do que uma simples loteria: é um fenômeno cultural que movimenta milhões de apostadores todos os dias. Seja pelo sonho do prêmio milionário ou pela emoção de um jogo acessível, a modalidade continua a conquistar seu espaço no cotidiano dos brasileiros.

  • Deportivo Cuenca x Recoleta: tudo para não perder o duelo da Sul-Americana às 23h

    Deportivo Cuenca x Recoleta: tudo para não perder o duelo da Sul-Americana às 23h

    A partida Deportivo Cuenca x Deportivo Recoleta, válida pela CONMEBOL Sul-Americana, será o grande destaque do calendário esportivo na noite desta terça-feira (19/05), com bola rolando às 23h00 pelo horário de Brasília. O jogo, que promete ser um teste tático para ambas as equipes, chega em um momento decisivo para quem ainda sonha com vaga na próxima fase ou busca reerguer uma campanha em declínio.

    O que está em jogo para as equipes?

    Para o Deportivo Cuenca, time de Ambato que busca se firmar na competição, a vitória é fundamental para manter viva a chance de avançar no mata-mata. Com um time jovem e ofensivo, os equatorianos apostam em um jogo de pressão para desestabilizar a defesa paraguaia, que tem sofrido com erros defensivos nas últimas partidas.

    Já o Deportivo Recoleta, que enfrenta dificuldades na atual campanha, precisa urgentemente de pontos para evitar a zona de rebaixamento no grupo. A equipe, conhecida por seu estilo cauteloso, pode surpreender com uma marcação forte e contra-ataques letais, aproveitando os espaços deixados pelo Cuenca em transição.

    Transmissão e onde assistir ao vivo

    A partida será transmitida exclusivamente pelo Disney+, com acesso facilitado para assinantes dos pacotes Standard, Premium ou via parceiros como Sky e Claro TV. Para quem não tem a plataforma, vale checar os canais oficiais dos clubes ou serviços de *streaming* alternativos que eventualmente façam a cobertura, como a CONMEBOL TV em casos excepcionais.

    Além do jogo em si, os minutos que antecedem o apito inicial serão cruciais para os torcedores. É nesse intervalo que surgem as últimas atualizações de escalações, possíveis mudanças no time titular e até mesmo notícias de bastidores — como negociações ou desfalques inesperados. Manter-se atento às redes sociais oficiais dos clubes ou ao site da competição é uma dica valiosa para não perder nenhuma informação de última hora.

    Horários estratégicos e agenda do torcedor

    A partida foi programada para as 23h00, um horário que pode agradar aos fãs noturnos, mas exige organização para quem acompanha o futebol ao vivo. Para não perder nenhum lance, é recomendável:

    • Checar a escalação oficial até 21h30, quando as equipes costumam anunciá-la;
    • Garantir a conexão estável no Disney+ ou na plataforma escolhida, evitando atrasos;
    • Ter em mãos os links para placares ao vivo e perfis oficiais dos times, caso queira complementar a transmissão com dados em tempo real.

    Contexto além da tabela: o futebol sul-americano em 2026

    Esta edição da Sul-Americana tem sido marcada por surpresas, com times de menor expressão assumindo papéis de protagonistas. O Cuenca, por exemplo, chegou a eliminar um clube brasileiro na fase anterior, demonstrando capacidade técnica acima da média de seu campeonato local. Já o Recoleta, mesmo em dificuldades, tem histórico de vitórias contra equipes de maior porte, o que pode transformar o jogo em um duelo equilibrado.

    Para os brasileiros que seguem a competição, vale destacar que o resultado desta partida pode influenciar diretamente o desempenho de times nacionais nas próximas fases, já que a CONMEBOL Sul-Americana serve como vitrine para jogadores em ascensão e estratégias táticas inovadoras.

    Dica extra: não subestime o fator psicológico

    Em jogos de mata-mata ou em competições secundárias como esta, o peso da camisa pode fazer toda a diferença. O Cuenca, jogando em casa no Equador, terá o apoio de sua torcida, enquanto o Recoleta, mesmo em campo adversário, conta com uma torcida fiel que costuma lotar as arquibancadas. A intensidade emocional nestes confrontos costuma ser alta, e isso pode ser decisivo em lances de bola parada ou em erros defensivos.

    Portanto, prepare-se para um jogo intenso, com lances rápidos e poucas tréguas. E lembre-se: mesmo que a partida não seja transmitida em TV aberta, a cobertura em tempo real e os bastidores prometem manter o torcedor conectado até o último minuto.

  • South Melbourne x Vanuatu United: tudo o que você precisa saber sobre a semifinal da OFC Pro League

    South Melbourne x Vanuatu United: tudo o que você precisa saber sobre a semifinal da OFC Pro League

    A semifinal da OFC Pro League ganha um capítulo histórico nesta terça-feira (19/05), quando South Melbourne e Vanuatu United se enfrentam às 22h30 (horário de Brasília) em um duelo que pode redefinir a trajetória das equipes na competição.

    Um jogo que define o futuro das equipes na OFC Pro League

    Mais do que uma simples partida, o confronto entre os times australiano e vanuatuense representa uma oportunidade única para quem busca emoção no futebol oceânico. Com a classificação em jogo, a semifinal promete intensidade, jogadas ousadas e, quem sabe, uma zebra que pode sacudir a tabela da liga.

    Onde assistir ao vivo: FIFA+ é a casa da transmissão

    Os torcedores que não quiserem perder nenhum lance do confronto terão à disposição a transmissão oficial pelo FIFA+, plataforma que tem se consolidado como referência para competições menos midiáticas, mas não menos emocionantes. A estreia da partida está programada para as 22h30, e a expectativa é que a cobertura inclua análises pré-jogo, escalações definitivas e atualizações em tempo real durante o duelo.

    O que observar antes do apito inicial: bastidores e expectativas

    Nos minutos que antecedem o jogo, a atenção dos torcedores se volta para dois pontos cruciais: as escalações e as novidades de bastidores. Lesões, mudanças táticas e até mesmo desfalques inesperados podem influenciar diretamente no resultado. Além disso, a forma como cada equipe chegou à semifinal — com vitórias convincentes ou resultados apertados — será determinante para o andamento da partida.

    Outro fator que merece destaque é o contexto da OFC Pro League. A competição, embora não tão difundida quanto a Champions League ou a Libertadores, tem ganhado relevância nos últimos anos, especialmente por revelar talentos e promover confrontos equilibrados entre times de diferentes realidades futebolísticas.

    Como acompanhar além da transmissão: placares e atualizações em tempo real

    Para quem busca informações complementares, as páginas oficiais dos clubes e os serviços de placar ao vivo serão aliados indispensáveis. Canais como SofaScore e Flashscore costumam oferecer estatísticas detalhadas, como posse de bola, finalizações e cartões, que ajudam a entender melhor o ritmo da partida.

    Além disso, redes sociais como Twitter (X) e Facebook dos times e da própria competição costumam bombar durante os jogos, com comentários de torcedores, imagens dos bastidores e até mesmo transmissões alternativas por parte de fãs.

    O peso da semifinal: classificação ou eliminação?

    Para o South Melbourne, time com tradição no futebol australiano, a semifinal representa uma chance de confirmar seu favoritismo e se aproximar do título. Já o Vanuatu United, time de um país conhecido por sua paixão pelo futebol, chega com a missão de surpreender e garantir uma vaga na grande final.

    Independentemente do resultado, o jogo promete deixar marcas na história recente da OFC Pro League, seja pela estreia de jovens promessas, seja pela confirmação de times que já se consolidaram como forças na região. A partida, afinal, é muito mais do que um mero compromisso esportivo: é um espetáculo que conecta continentes, culturas e sonhos de torcedores.

  • Governo federal abre R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de app e taxistas: veja taxas, regras e como aderir

    Governo federal abre R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de app e taxistas: veja taxas, regras e como aderir

    O governo federal lançou nesta semana o Move Aplicativos, uma linha de crédito inédita voltada a motoristas de aplicativos como Uber e 99, além de taxistas. Com aporte de R$ 30 bilhões, o programa tem como objetivo facilitar o acesso a veículos sustentáveis — como carros elétricos, híbridos ou flex — e oferece condições diferenciadas para financiamento de manutenção e capital de giro.

    As taxas e prazos que mudam o jogo para os motoristas

    A iniciativa prevê taxas de juros anuais de 12,6% para homens e 11,5% para mulheres, com parcelas mensais de 0,99% e 0,91%, respectivamente. Os prazos chegam a 72 meses, um alívio para quem busca organizar as finanças sem comprometer o orçamento mensal. Além disso, o programa inclui benefícios específicos para o público feminino, como financiamento de equipamentos adicionais de segurança, uma medida que reforça a inclusão e a proteção no setor.

    Veículos elegíveis: o que pode ser financiado?

    Os recursos do Move Aplicativos são direcionados exclusivamente para a compra de carros novos até R$ 150 mil, com foco em modelos sustentáveis. Entre as montadoras participantes estão grandes nomes do mercado, como Volkswagen, Fiat, Renault, GM, Honda, Hyundai, Nissan, Peugeot, Toyota, BMW, BYD e GWM — todas habilitadas no Programa Mover, que incentiva a produção de veículos com menor impacto ambiental.

    Quem pode aderir ao financiamento?

    As regras para participação são claras e exigem comprovação de atividade no setor. Para motoristas de aplicativo, é necessário ter cadastro ativo há pelo menos 12 meses e ter realizado pelo menos 100 corridas no mesmo período. Já os taxistas precisam apresentar licenças e registros ativos junto aos órgãos de trânsito, além de estar em dia com as obrigações fiscais. A validação para os motoristas de app será feita diretamente pelas plataformas, enquanto os taxistas terão a confirmação pela Receita Federal.

    Como solicitar o crédito: passo a passo simplificado

    O processo de adesão ao Move Aplicativos é acessível e pode ser feito de forma digital. Basta acessar a página oficial do programa no portal Move Brasil, onde o governo disponibiliza todas as informações necessárias. Para os motoristas de aplicativo, a própria plataforma de trabalho (como Uber ou 99) validará a elegibilidade do candidato. No caso dos taxistas, a Receita Federal será responsável pela verificação dos documentos. Após a confirmação, o financiamento pode ser contratado junto à rede bancária credenciada.

    Impacto esperado: mais mobilidade e renovação da frota

    Com essa iniciativa, o governo busca não apenas facilitar o acesso ao crédito, mas também promover a modernização da frota de veículos usados por motoristas de aplicativos e taxistas. A prioridade por modelos sustentáveis alinha-se às metas ambientais do país, incentivando a adoção de tecnologias menos poluentes. Além disso, os juros reduzidos e os prazos estendidos representam uma oportunidade para que milhares de profissionais do setor possam renovar seus veículos ou até mesmo ingressar no mercado com condições mais favoráveis.

  • Lula reforça papel do cooperativismo no agro e libera R$ 10 bi para agricultura familiar: ‘É vital para o Brasil’

    Lula reforça papel do cooperativismo no agro e libera R$ 10 bi para agricultura familiar: ‘É vital para o Brasil’

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou nesta terça-feira, durante evento em Brasília, a importância estratégica do cooperativismo para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro. Em discurso, Lula classificou o modelo como “vital” para a segurança alimentar e a geração de renda no campo, destacando seu papel na inclusão produtiva de pequenos agricultores.

    O anúncio dos R$ 10 bilhões: onde e como serão aplicados

    O governo federal anunciou a liberação de R$ 10 bilhões em recursos exclusivos para o setor, divididos entre custeio e investimento. Os valores serão destinados, prioritariamente, à agricultura familiar e a cooperativas de pequeno porte, com juros subsidiados e condições diferenciadas para adesão. Segundo o Ministério da Agricultura, os recursos buscam fortalecer cadeias produtivas regionais, como a do leite, grãos e hortifrutigranjeiros.

    Contexto: por que o cooperativismo ganha centralidade no governo

    O modelo cooperativista tem sido apontado pela gestão atual como um vetor de transformação social no campo. Dados do governo indicam que 70% dos alimentos consumidos internamente são produzidos por agricultores familiares, muitos deles organizados em cooperativas. Além disso, o setor responde por cerca de 40% das exportações agropecuárias do país. Lula argumentou que, em um cenário de crise climática e pressões por sustentabilidade, as cooperativas oferecem respostas mais ágeis e inclusivas do que modelos tradicionais.

    Reações e desafios na implementação

    Enquanto o anúncio foi celebrado por entidades como a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), especialistas alertam para a necessidade de agilidade na liberação dos recursos e na assistência técnica aos produtores. “O sucesso dessa política dependerá não apenas do volume de recursos, mas da capacidade de execução nos estados”, afirmou um analista do setor agro, sob condição de anonimato. Críticos também questionam se os valores anunciados serão suficientes para atender à demanda reprimida de pequenos produtores, especialmente em regiões como o Nordeste.

    Impacto econômico e social: o que muda para os brasileiros

    A injeção de recursos deve injetar ânimo em mais de 4 milhões de famílias rurais, segundo estimativas do governo. Além de garantir a continuidade de safras, a medida pode reduzir a dependência de importações de alimentos básicos e estimular a geração de empregos no campo. Para o setor cooperativista, a novidade representa um reforço à sua já consolidada participação na economia nacional — hoje, as cooperativas brasileiras movimentam cerca de R$ 200 bilhões anualmente.

  • Lula acende alerta: Brasil corre risco de perder raças nativas de galinhas, dizem especialistas

    Lula acende alerta: Brasil corre risco de perder raças nativas de galinhas, dizem especialistas

    A recente declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a existência de apenas uma raça de galinha nativa oficialmente registrada no Brasil — a Canela-Preta — colocou sob os holofotes um problema há muito ignorado: a erosão genética na avicultura brasileira. Enquanto o chefe do Executivo chamou atenção para a biodiversidade nacional, especialistas alertam que dezenas de linhagens crioulas, adaptadas a diferentes biomas, estão à beira do desaparecimento, ameaçadas pela padronização industrial e pela substituição por aves de alta produtividade.

    O mito da ‘única raça nativa’ e a realidade das linhagens crioulas

    Contrariando a crença disseminada de que a Canela-Preta é a única raça genuinamente brasileira, pesquisadores da Embrapa e de universidades federais destacam a existência de centenas de variedades crioulas, desenvolvidas ao longo de séculos por comunidades rurais em todo o território nacional. Essas aves, conhecidas por nomes como ‘Framengo’, ‘Pelada’, ‘Carijó’ ou ‘Preta Piauí’, carregam características únicas: resistência a doenças, adaptação a climas extremos e carne com sabor diferenciado, valorizado em mercados de produtos artesanais e orgânicos.

    Segundo o geneticista da Embrapa Suínos e Aves, Fernando Pilotto, ‘a diversidade genética dessas linhagens é um ativo estratégico para o Brasil’. Ele explica que, em um contexto de mudanças climáticas e emergência de novas doenças aviárias, as raças crioulas podem ser a chave para evitar colapsos na produção avícola nacional. ‘Elas são como um seguro biológico: enquanto as linhagens comerciais são otimizadas para produtividade em ambientes controlados, as crioulos carregam genes de resistência que, se perdidos, jamais poderão ser recuperados’, alerta.

    Avanço da indústria e o desaparecimento das aves tradicionais

    O fenômeno não é exclusivo do Brasil, mas ganha contornos dramáticos no país devido à concentração do mercado avícola. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), mais de 90% da produção nacional de frangos de corte é dominada por apenas três linhagens comerciais. A padronização genética, embora eficiente em termos de ganho de peso e conversão alimentar, reduz drasticamente a variabilidade das aves, deixando o setor vulnerável a crises.

    Um estudo da Universidade Federal de Lavras (UFLA) publicado em 2023 mapeou 47 linhagens crioulas em risco de extinção no estado de Minas Gerais, onde comunidades rurais ainda mantêm criações de aves como a ‘Galinha Carijó do Sul’ ou a ‘Pelada de Uberaba’. ‘Muitas dessas raças já não são encontradas em seu habitat natural’, diz a zootecnista e pesquisadora da UFLA, Carla Molento. ‘Elas sobreviveram por séculos graças ao manejo tradicional, mas hoje são substituídas por matrizes industriais, que exigem menos mão de obra e garantem lucros rápidos’.

    Iniciativas de conservação ganham fôlego, mas ainda são insuficientes

    Nos últimos anos, universidades, ONGs e programas governamentais têm lançado projetos para resgatar e preservar as raças crioulas. Um exemplo é o Programa de Conservação de Recursos Genéticos Animais da Embrapa, que mantém um banco de germoplasma com amostras de DNA de aves brasileiras e promove feiras para incentivar a criação sustentável. Outra iniciativa é o Projeto Galinha Carijó, desenvolvido pela Universidade Federal do Paraná, que distribui matrizes crioulas para pequenos produtores e capacita-os em técnicas de manejo tradicional.

    Entretanto, especialistas destacam que os esforços ainda são pontuais e enfrentam obstáculos como a falta de políticas públicas estruturantes e a baixa valorização comercial das aves crioulas. ‘O mercado paga melhor por um frango industrial do que por uma galinha caipira, mesmo que esta tenha qualidade superior’, critica o engenheiro agrônomo e produtor rural, Antônio Carlos Macêdo. ‘Sem incentivos econômicos ou subsídios, os criadores tradicionais não têm como competir’.

    Oportunidade para a agricultura familiar e a segurança alimentar

    Apesar dos desafios, há um movimento crescente de valorização das raças crioulas, especialmente entre produtores orgânicos e de agricultura familiar. Sistemas como a avicultura caipira e a criação agroecológica apostam nessas aves para atender a nichos de mercado dispostos a pagar mais por produtos diferenciados — seja por sabor, bem-estar animal ou sustentabilidade.

    Um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de 2022 classificou as raças crioulas como patrimônio genético estratégico, essencial para garantir a segurança alimentar em um cenário de crises climáticas e escassez de recursos. No Brasil, estados como Paraná e Santa Catarina já incluem essas aves em programas de desenvolvimento rural, vinculando-as a políticas de conservação ambiental e inovação agropecuária.

    O que falta para virar o jogo?

    Para os pesquisadores ouvidos pela reportagem, a solução passa por três frentes: regulamentação, incentivos e educação. Em primeiro lugar, é necessário ampliar o registro oficial de raças crioulas, como já ocorre com a ‘Canela-Preta’, mas para outras variedades. Em segundo, criar linhas de crédito específicas para pequenos produtores que queiram preservar essas linhagens, além de estabelecer preços mínimos garantidos nos mercados institucionais (como o PAA e o PNAE). Por fim, disseminar o conhecimento sobre as vantagens das aves crioulas entre consumidores e técnicos agrícolas, desmistificando a ideia de que elas são ‘menos produtivas’.

    ‘O Brasil tem a chance de liderar um movimento global de preservação genética na avicultura’, avalia Fernando Pilotto. ‘Mas isso depende de vontade política e de reconhecer que a diversidade não é um luxo, e sim uma necessidade’.

  • Escala 6×1 no Congresso: A luta por uma semana de 40 horas e o custo do cansaço nacional

    Escala 6×1 no Congresso: A luta por uma semana de 40 horas e o custo do cansaço nacional

    O Brasil debate, desde 2015, uma mudança estrutural na relação entre trabalho e vida pessoal: a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com duas folgas garantidas e manutenção salarial. A proposta, que ganhou impulso com a apresentação de um projeto de lei pelo governo federal em 2024, não é apenas uma questão de produtividade, mas de saúde pública e justiça social. Enquanto parlamentares negociam os termos, milhões de trabalhadores seguem presos a escalas que transformam o descanso em privilégio e a exaustão em rotina.

    O peso das horas extras não remuneradas

    Para Otoniel Ramos da Silva, porteiro há anos no Rio de Janeiro, a escala 6×1 não é uma teoria, mas uma realidade diária. Seis dias de trabalho seguidos — de segunda a sábado — são compensados por um único domingo de folga. O trajeto casa-trabalho consome quatro horas por dia, somando 24 horas semanais perdidas em deslocamentos. “O trabalho é tranquilo, mas o desgaste para chegar até ele é o que mais cansa”, desabafa. Segundo a pesquisadora Renata Rivette, fundadora da Reconnect, estudos indicam que essa dinâmica alimenta um ciclo de esgotamento físico e mental, onde a linha entre vida pessoal e profissional desaparece. “A gente já sabe que não dá para separar as duas coisas. A escala 6×1 empurra as pessoas para uma exaustão crônica, como se a vida fosse apenas uma extensão do expediente”, afirma.

    O governo acelera, mas o Congresso divide

    O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defende que a redução para 40 horas semanais — sem redução salarial — é um avanço necessário. “Isso não impede negociações coletivas para adequar as grades de jornada. Trabalhadores e empregadores precisam encontrar o equilíbrio”, declarou. O projeto governamental, no entanto, enfrenta resistência de setores empresariais que alegam prejuízos à competitividade. Enquanto a Câmara dos Deputados analisa propostas paralelas, como a do deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA), que propõe a semana de 4 dias sem redução salarial, a sociedade civil pressiona por mudanças urgentes. Movimentos como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Rede Brasil do Pacto Global da ONU organizam campanhas para conscientizar sobre os impactos da sobrecarga laboral.

    Casos de sucesso e a resistência do mercado

    Enquanto a legislação ainda engatinha, algumas empresas já experimentam modelos alternativos. A rede hoteleira Hplus, com 18 unidades no país, adotou gradativamente a escala 5×2 em parte de seus funcionários, mantendo a carga horária de 44 horas. “Os resultados iniciais mostram queda no absenteísmo e aumento na satisfação da equipe”, afirma a diretora de RH da rede. No entanto, o setor de serviços, especialmente o comércio e a saúde, argumenta que a implementação imediata da semana de 40 horas poderia gerar desequilíbrios operacionais. “Não dá para generalizar. Cada segmento tem suas peculiaridades”, pondera o presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros.

    O que está em jogo?

    Além do bem-estar dos trabalhadores, a discussão toca em pontos-chave como a produtividade, a saúde pública e a desigualdade social. Países como a França e a Espanha já reduziram a jornada semanal nos últimos anos, com resultados mistos: enquanto algumas empresas relatam ganhos de eficiência, outras enfrentam dificuldades logísticas. No Brasil, onde o transporte público é precário e as distâncias são longas, a equação se complica. “A escala 6×1 não é apenas um problema sindical, é um problema de urbanismo e saúde mental”, alerta Rivette. Para ela, a solução passa por políticas públicas integradas — desde investimentos em mobilidade até fiscalização rigorosa de acordos coletivos que mascaram a sobrecarga.

    O Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, estreia nesta segunda-feira (18) às 23h a edição “Escala 6×1: um País Cansado”, que mergulha nesse debate, acompanhando casos como o de Otoniel e apresentando dados que mostram como a falta de tempo livre afeta a felicidade e a saúde da população. A pergunta que fica é: até quando o Brasil vai adiar a resposta para uma demanda que não é nova, mas que nunca foi tão urgente?

  • Égua Benilde de Quaraci brilha em Esteio e leva título de Melhor Exemplar na Outonal de Crioulo

    Égua Benilde de Quaraci brilha em Esteio e leva título de Melhor Exemplar na Outonal de Crioulo

    A Passaporte Outonal do Cavalo Crioulo, realizada no último sábado (16/05) em Esteio (RS), elegeu Benilde de Quaraci (Box 79) como a grande campeã da competição. Proveniente da Cabanha Quaraci, de Santa Cruz do Sul, a égua zaina não apenas dominou a categoria de Melhor Exemplar da Raça, mas também faturou o título de Melhor Cabeça — dois dos principais prêmios da seletiva morfológica.

    A consagração de uma égua completa

    A vitória de Benilde de Quaraci não foi por acaso. Segundo o jurado Francisco Kessler Fleck, a fêmea, nascida em 2017, apresenta uma combinação rara de atributos: “boa estrutura, profundidade e angulações, além de uma garupa muito forte e frente leve. É uma égua muito feminina, com boa cabeça e linha superior, representando um exemplar de alta qualidade”, destacou o especialista durante a avaliação.

    A zaina é filha de Aquiles de Quaraci e Afrodite de Quaraci, e já havia participado da Expointer em 2020. Criada e exposta por Rosalie Tavares Negrini Jones e conduzida pelo cabanheiro Cristian Miguel de Souza Pinto, Benilde de Quaraci foi preparada durante 60 dias para a primeira seletiva morfológica deste ciclo. “Ela representa a marca da cabanha”, comemorou a equipe.

    JQ Quartel General coroa os machos e garante vaga na Expointer 2026

    Entre os machos, o Grande Campeão da Passaporte Outonal foi JQ Quartel General (Box 22), um zaino colorado que garantiu seu passaporte para a grande final da Morfologia na Expointer 2026, a ser realizada de 24 a 30 de agosto. Proveniente da área de expansão da raça, o exemplar é fruto da genética de JA Libertador e JQ Jóia Rara, e representa a Estância Tamareira e Fazenda Jequitibá, de Santa Rita do Passa Quatro (SP).

    A equipe optou por não participar da FICCC (Feira Internacional do Cavalo Crioulo de Cristal) para dedicar mais tempo à preparação da competição em Esteio. Segundo o médico-veterinário Rolando Martim Pérez, a estratégia foi acertada: “Esse cavalo tem uma estrutura muito importante, com boas angulações, um garrão forte, lombo de qualidade e garupa comprida”, elogiou Fleck.

    Classificados para a Expointer 2026: os nomes que brilharão em agosto

    Além de Benilde de Quaraci e JQ Quartel General, a Passaporte Outonal definiu outros sete classificados para a grande final da Morfologia na Expointer 2026. Entre os machos, avançam Basco Herdeiro (Cabanha Santa Larissa, Tijucas do Sul/RS), GTA Guaembé (Fazenda Boa Vista, Guarapuava/PR) e TER Facundo (Agropecuária e Cabanha Tertúlia Ltda, Porto Alegre/RS).

    Já entre as fêmeas, além de Benilde de Quaraci, classificaram-se outras três competidoras: Basquinha, da Cabanha Santa Larissa; GTA Gaivota, da Fazenda Boa Vista; e TER Faceta, da Agropecuária e Cabanha Tertúlia Ltda. Esses nomes prometem animar a Expointer 2026, um dos principais eventos do setor no Brasil.

    O que esperar da Expointer 2026?

    A Expointer, tradicional feira agropecuária que ocorre anualmente em Esteio (RS), será palco da grande final da Morfologia do Cavalo Crioulo de 24 a 30 de agosto de 2026. Com a participação de criadores de todo o país, o evento não apenas celebra a genética e a beleza da raça, mas também reforça a importância do cavalo crioulo na cultura e na economia gaúcha. Para os classificados na Passaporte Outonal, o desafio agora é manter o padrão de preparação e conquistar os títulos máximos na Expointer, consolidando ainda mais o nome de suas respectivas cabanhas.

  • Fenasul Expoleite: Granja Letícia finca bandeira da excelência leiteira com Grande Campeã da Raça Holandesa

    Fenasul Expoleite: Granja Letícia finca bandeira da excelência leiteira com Grande Campeã da Raça Holandesa

    A Granja Letícia, propriedade da família Gallina e associada à Cooperativa Santa Clara desde os anos 1980, escreveu mais um capítulo de sucesso na Fenasul Expoleite ao transformar a vaca Trufada 018 Atrapalhada CEX91 na Grande Campeã da Raça Holandesa. O título, disputado no último sábado no Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio, coroou décadas de investimento em genética e manejo especializado, colocando a propriedade no seleto grupo das mais premiadas do evento.

    A supremacia técnica que define vencedores

    Com 16 animais levados à feira, a Granja Letícia não apenas conquistou o cobiçado troféu de Grande Campeã, mas também acumulou outras quatro distinções: Campeã 5 Anos, Terceira Melhor Fêmea Jovem, Reservada de Campeã Vaca Jovem, além dos títulos de Melhor Criador e Melhor Expositor. “Esse resultado é a materialização de um trabalho contínuo de seleção genética e manejo zootécnico”, declarou Eloi Gallina, sócio-proprietário, evidenciando o método rigoroso aplicado no rebanho.

    Santa Clara: o berço da evolução leiteira gaúcha

    A vitória da Granja Letícia reflete a estratégia da Cooperativa Santa Clara, fundada em 1911 e pioneira no Rio Grande do Sul em práticas como a inseminação artificial e o pagamento por qualidade do leite. “A Fenasul Expoleite é um termômetro da excelência do nosso quadro associativo. A Granja Letícia é um exemplo de como a genética aliada ao manejo de alto nível pode produzir resultados excepcionais”, afirmou a diretoria da cooperativa.

    A competição também rendeu destaques a outros associados da Santa Clara: a Granja Sipp levou o Grande Campeonato da Raça Holandesa Vermelha e Branca, enquanto a Fazenda das Nogueiras conquistou o título de Grande Campeã da raça Gir Leiteiro. “Esses resultados consolidam nossa posição como uma das principais forças do agronegócio leiteiro brasileiro”, destacou a cooperativa em comunicado oficial.

    O legado que transcende prêmios

    Para especialistas do setor, a consagração da Trufada 018 Atrapalhada CEX91 vai além da premiação. “Animais como esse demonstram que o Brasil não apenas importa genética, mas também desenvolve soluções próprias de alto valor agregado”, analisa o zootecnista Antônio Prado, consultor em melhoramento genético. A Fenasul Expoleite, organizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH), reúne os principais nomes da pecuária leiteira nacional, tornando cada conquista um marco para o setor.

  • Logan de 2004 vence moralmente as 24 Horas de Nürburgring: a história do sedã que desafiou os GT3

    Logan de 2004 vence moralmente as 24 Horas de Nürburgring: a história do sedã que desafiou os GT3

    As 24 Horas de Nürburgring nunca foram um evento para os fracos. Com um traçado de 20,8 km repleto de curvas cegas, mudanças abruptas de altitude e trechos que testam até os pilotos mais experientes, a prova alemã é conhecida como o “Inferno Verde”. Mas neste fim de semana, o que chamou a atenção não foi um dos supercarros GT3 de fábrica, e sim um modesto Dacia Logan de primeira geração (2004–2012), que, com uma preparação artesanal e um motor de 280 cv, conquistou o coração de milhares de fãs ao redor do mundo.

    O grid de elite e a exceção romena

    Entre os 159 carros inscritos na edição de 2026, o grid era um verdadeiro Who’s Who do automobilismo: Porsche 911 GT3, Mercedes-AMG GT3 Evo, BMW M4 GT3 e até um Lamborghini Huracán GT3 EVO2, pilotado por nomes como Max Verstappen — sim, o tetracampeão de F1 estreou como dono de equipe. Em meio a tanta tecnologia e orçamentos milionários, o Dacia Logan da Ollis Garage Racing, de Münster, Alemanha, parecia um peixe fora d’água. Inscrito na categoria SP3T (para carros turbo de até 2 litros), seu principal rival era um trio de Golf GTI, além de um Audi TT RS e um Cupra León.

    Do acidente à redenção: a jornada do Logan

    A história do pequeno sedã romeno é de superação. Desde 2021, a equipe Ollis Garage Racing, comandada pelo casal Sabine e Oliver Kriese, apostava nesse projeto inusitado. Em 2023, um choque com um Porsche GT3 destruiu completamente o carro, mas os pilotos saíram ilesos. Com a ajuda de fãs e patrocinadores, a equipe comprou outro Logan e reconstruiu o projeto do zero. “Não tínhamos dinheiro para um carro novo, mas tínhamos paixão”, declarou Oliver Kriese ao Motorsport.com.

    Desempenho surpreendente: números que falam por si

    Com um motor 2.0 turbo de 280 cv (transplantado de um Renault Mégane RS) e câmbio sequencial de seis marchas, o Logan não era páreo para os GT3 de mais de 500 cv. Mas nos bastidores, os números revelavam uma história diferente. Na classificação, o carro marcou 11min03s438, superando até mesmo um Audi RS3 LMS. Durante a corrida, atingiu 178 km/h no retão de Döttinger Höhe, um trecho de 2,1 km onde os carros de alta cilindrada voam. Enquanto a melhor volta absoluta da prova foi um incrível 8min08s758 de um Lamborghini Huracán, o Logan registrou 10min22s613 — uma marca que deixou para trás diversos carros de turismo com preparação profissional.

    A vitória moral que viralizou

    O que realmente transformou o Dacia Logan em fenômeno de internet foi seu caráter. Enquanto os GT3 brilhavam com patrocínios milionários, o Logan representava o automobilismo amador levado ao extremo. “Corremos contra times que têm orçamentos dez vezes maiores que o nosso, mas a paixão não tem preço”, afirmou Alexander Becker, um dos pilotos. Nas redes sociais, vídeos do carro rodando no Inferno Verde se espalharam, com milhões de visualizações. Fãs criaram memes, camisetas e até um financiamento coletivo para ajudar a equipe. “Eles não ganharam a prova, mas ganharam a alma das pessoas”, resumiu um comentarista esportivo.

    O que isso significa para o automobilismo?

    O caso do Logan nas 24 Horas de Nürburgring reforça uma verdade cada vez mais esquecida no esporte a motor: a magia está naquilo que não é perfeito. Em uma era dominada por dados, aerodinâmica computadorizada e motores híbridos, um carro de R$ 50 mil (na época de seu lançamento), com um motor de reposição e uma equipe de voluntários, mostrou que o esporte ainda pode ser feito debaixo do capô — e não apenas nos cofres dos patrocinadores. Para a Ollis Garage Racing, o futuro já está desenhado: “Queremos continuar correndo, mas agora com mais apoio. O Logan provou que sonhos não têm limite”, concluiu Sabine Kriese.