Na segunda-feira (13 de julho de 2026), o mundo do futebol se deparou com uma cena inusitada: o atacante norueguês Erling Haaland desembarcou em Oslo carregando um guaxinim empalhado, que ainda trazia uma garrafa de bebida na mão. A imagem, compartilhada nas redes sociais, não só gerou memes como também colocou em evidência a técnica de taxidermia, responsável por eternizar a aparência de animais.
O guaxinim de Haaland: da loja ao estrelato
A peça, batizada de “Whiskey Raccoon” e adquirida na Wild Bill’s Western Store (Dallas, EUA) por US$ 750, esgotou rapidamente após o viral. O produto, que mistura charuto e excentricidade, tornou-se um fenômeno de vendas, despertando curiosidade sobre como funciona a preservação de animais para fins decorativos ou colecionáveis.
Taxidermia: arte, ciência e polêmica
A técnica de taxidermia consiste em preservar a pele e os tecidos de um animal, montando-os sobre uma estrutura que replica sua anatomia original. Diferentemente do antigo processo de “empalhamento” — que usava palha e barro —, hoje os profissionais utilizam materiais sintéticos e moldes precisos para garantir realismo. Segundo o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA), a prática é regulamentada no Brasil, exigindo autorizações para animais silvestres.
A cena protagonizada por Haaland reacendeu debates sobre o uso de animais em decorações, especialmente após a Copa do Mundo de 2026, onde a sustentabilidade ganhou mais espaço. Enquanto alguns celebram a arte, outros questionam a ética por trás da comercialização de espécies taxidermizadas.

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