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  • Google rebatiza NotebookLM como Gemini Notebook: o que muda na IA de estudos e organização de dados?

    Google rebatiza NotebookLM como Gemini Notebook: o que muda na IA de estudos e organização de dados?

    Da estreia como ‘Project Tailwind’ ao sucesso global

    O que começou como um projeto experimental no Google I/O 2023, sob o codinome Project Tailwind, transformou-se em uma das aplicações de IA generativa mais adotadas do mercado. O Google revelou que o NotebookLM — agora chamado Gemini Notebook — já é utilizado por 30 milhões de pessoas e 600 mil organizações, um número que surpreendeu até mesmo seus criadores. A plataforma, focada em auxiliar estudantes e profissionais na organização de dados e pesquisas, ganhou tração rápida graças à sua capacidade de sintetizar informações de forma intuitiva e personalizada.

    Novidades: execução de código e limites do free tier

    A principal inovação anunciada é a integração de um ambiente seguro de execução de código em nuvem, permitindo que usuários realizem análises de dados ou automatizem tarefas diretamente na plataforma. No entanto, esse recurso — assim como outros avançados da IA do Google — ficará restrito aos assinantes do Google AI Ultra e clientes corporativos do Workspace. A versão gratuita, embora robusta, não incluirá essa funcionalidade, mantendo-se como uma opção acessível para quem busca organização básica e geração de insights.

    Por que a mudança de nome?

    O rebranding para Gemini Notebook não é apenas cosmético. O Google sinaliza com a alteração uma maior integração entre a ferramenta e a linha de produtos Gemini, unificando a identidade da IA generativa da empresa. Especialistas apontam que a decisão pode facilitar a adoção em ambientes corporativos, onde a marca Gemini já é reconhecida por sua performance em tarefas complexas. Para os usuários, a mudança promete mais consistência: afinal, o NotebookLM já utilizava modelos da família Gemini, mas agora o nome reflete essa sinergia de forma explícita.

  • Google Earth Pro para desktop será descontinuado em junho de 2027: o que muda?

    Google Earth Pro para desktop será descontinuado em junho de 2027: o que muda?

    O Google Earth Pro, ferramenta clássica para visualização 3D da Terra em desktops, terá seus downloads encerrados em 25 de junho de 2027. A decisão não afeta sua funcionalidade em computadores que já o possuem instalado, mas marca o início do fim para uma das plataformas mais antigas da gigante de tecnologia.

    A divisão do Google Earth: o que sobrevive e o que será aposentado

    A plataforma, lançada em 2005 após a aquisição do EarthViewer pela Google, sempre teve duas vertentes: o Google Earth Pro (para desktops) e as versões web/móveis. Enquanto estas últimas seguem inalteradas, a versão para computadores será a única a ter seu suporte descontinuado — embora continue operando normalmente nos dispositivos atuais.

    Por que o Google tomou essa decisão?

    A transição para modelos baseados em nuvem e acessíveis via navegador ou apps é a principal justificativa. O Google Earth Pro, apesar de robusto, já não acompanha a evolução das tecnologias de visualização geográfica, que hoje priorizam praticidade e integração multiplataforma. A empresa, no entanto, não anunciou planos de migrar os recursos avançados da versão desktop para as alternativas.

    O que os usuários do Google Earth Pro devem fazer?

    Quem já utiliza o software em seu computador não precisa se preocupar — a ferramenta seguirá funcionando. No entanto, usuários que dependem de recursos exclusivos do Pro (como medição avançada ou impressão em alta resolução) devem considerar alternativas ou armazenar seus dados antes da data limite. A migração para as versões web ou móveis é a recomendação oficial, embora elas não ofereçam a mesma profundidade de análise.

  • Google passa a incluir backups do Android no limite do Drive a partir de julho de 2026

    Google passa a incluir backups do Android no limite do Drive a partir de julho de 2026

    O Google anunciou que, a partir de 7 de julho de 2026, todos os dados de backup do Android passarão a ser contabilizados no limite de armazenamento do Google Drive. Até então, apenas fotos, vídeos e arquivos em MMS eram considerados; agora, também entram na conta dados de aplicativos, histórico de chamadas e mensagens SMS.

    O que muda para os usuários?

    A atualização não altera a forma como o backup funciona, mas expande o escopo do que é mensurado. Antes, muitos usuários sequer notavam o impacto no armazenamento, já que apenas mídias visuais e textos em MMS eram registrados. Com a novidade, o volume de dados pode crescer, ainda que de forma discreta, segundo a empresa.

    Impacto mínimo, mas atenção necessária

    Em comunicado oficial, o Google assegurou que a mudança resultará em um aumento médio de apenas 40 MB no uso de espaço. Para a maioria dos usuários, isso não deve gerar transtornos, mas quem já opera próximo ao limite de 15 GB (plano gratuito) ou de assinaturas pagas deve ficar atento. A plataforma também sinalizou que, em breve, permitirá a seleção individual de apps para backup, dando mais controle sobre o que é salvo na nuvem.

    Por que a mudança?

    A decisão reflete uma tendência do Google de unificar critérios de armazenamento, evitando distorções como a de apps que geram backups volumosos sem serem contabilizados. A medida alinha-se ainda à crescente dependência dos usuários em soluções nativas de backup, especialmente em mercados emergentes onde o Android domina. Com o anúncio, a empresa reforça seu compromisso com a segurança dos dados, mesmo que o ajuste seja incremental.

  • Justiça europeia põe fim a 6 anos de batalha: Google deve pagar R$ 25 bilhões por abuso no Android

    Justiça europeia põe fim a 6 anos de batalha: Google deve pagar R$ 25 bilhões por abuso no Android

    Multa histórica após seis anos de litígio

    Na última quinta-feira (02/07), o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) selou uma das maiores derrotas judiciais do Google ao manter a multa de 4,1 bilhões de euros (cerca de R$ 25 bilhões) aplicada pela Comissão Europeia em 2018. A decisão põe fim ao último recurso apresentado pela Alphabet, controladora do Google, encerrando uma batalha judicial que se arrastava desde 2018.

    Android usado como ferramenta de monopólio

    A penalidade foi mantida porque, segundo os reguladores europeus, o Google abusou de sua posição dominante no mercado de buscas ao impor restrições aos fabricantes de dispositivos Android, sufocando a concorrência. A estratégia incluía exigir a pré-instalação do Google Search e Google Chrome em troca de licenças para a Play Store, o que, segundo a Comissão, limitava as opções dos consumidores e prejudicava rivais como a Microsoft.

    Nuvens escuras sobre o futuro da Play Store

    Além da multa histórica, a Comissão Europeia já abriu novas frentes contra o Google. Uma das investigações em andamento foca nas regras da Play Store, que, segundo críticos, imporiam condições abusivas a desenvolvedores e cobranças excessivas (até 30% sobre transações). Outra linha de apuração analisa se a empresa favorece seus próprios serviços de notícias em detrimento de veículos independentes nos resultados de busca.

    Consequências para o ecossistema tecnológico

    A decisão do TJUE não apenas reforça a postura agressiva da União Europeia contra práticas monopolistas de big techs, como também envia um recado claro a outras empresas do setor. Para o Google, a multa representa um golpe financeiro e de imagem, mas a maior ameaça pode vir das mudanças estruturais impostas pela Comissão Europeia, que incluem a abertura do Android para concorrentes e a revisão de suas políticas na Play Store. O desfecho ainda pode inspirar reguladores de outros blocos, como o Brasil e os EUA, a adotarem medidas semelhantes.

  • Google alerta: mudanças na UE podem facilitar cibercrimes contra dados de busca e Android

    Google alerta: mudanças na UE podem facilitar cibercrimes contra dados de busca e Android

    Na última quarta-feira, 1º de julho de 2026, a gigante tecnológica Google emitiu um comunicado alertando sobre potenciais vulnerabilidades em cibersegurança decorrentes de mudanças na regulamentação europeia. A preocupação central está no Digital Markets Act, lei que visa aumentar a competitividade no setor de tecnologia, mas que, segundo a empresa, pode ter efeitos colaterais perigosos.

    O que muda com a nova legislação da UE?

    A proposta do Digital Markets Act obriga empresas dominantes, como o Google, a compartilhar dados de mecanismos de busca e sistemas operacionais, como o Android, com concorrentes menores. A intenção é democratizar o mercado, mas Heather Adkins, vice-presidente de Engenharia de Segurança da empresa, destaca um risco iminente: “A abertura desses dados pode facilitar ataques cibernéticos, expondo informações sensíveis de usuários e detalhes operacionais críticos”.

    Riscos concretos para usuários e empresas

    Segundo Adkins, hackers poderiam explorar essas brechas para acessar pesquisas relacionadas a cibersegurança — como buscas por vulnerabilidades ou ferramentas de proteção — e até mesmo dados internos do Android. A vulnerabilidade não se limita a vazamentos: ataques direcionados a sistemas operacionais e mecanismos de busca tornariam-se mais frequentes e sofisticados.

    A medida também contraria os esforços globais de privacidade, como o GDPR, que já impõe restrições rígidas ao compartilhamento de dados na UE. Especialistas em cibersegurança ouvidos pela imprensa destacam que, sem salvaguardas adicionais, a lei poderia criar um efeito dominó de exposição, beneficiando grupos maliciosos.

    Google pressiona por ajustes na legislação

    Em resposta, o Google já sinalizou que pode buscar alterações no texto final da lei para minimizar os riscos. A empresa argumenta que, sem proteções claras, a abertura compulsória de dados — especialmente em áreas como saúde digital ou finanças — poderia levar a ataques em massa ou espionagem industrial. A discussão ganha urgência diante do crescente número de ciberataques registrados em 2026, com prejuízos superiores a US$ 1 trilhão globalmente, segundo relatórios recentes.

  • Google corta acesso da Meta ao Gemini após estouro de capacidade contratada

    Google corta acesso da Meta ao Gemini após estouro de capacidade contratada

    Contrato de IA afogado por demanda interna

    Na última sexta-feira (27/06/2026), o Google impôs restrições ao uso do Gemini pela Meta após a empresa de Mark Zuckerberg exceder os limites de capacidade de processamento contratados. A medida, reportada pelo Financial Times, afeta diretamente ferramentas internas da Meta que dependiam da IA para funções como geração de código, operação de chatbots e auxílio em tarefas de moderação.

    Gemini supera Llama em eficiência, mas custo é alto

    Apesar dos investimentos massivos da Meta no modelo proprietário Llama, executivos da empresa admitiram ao FT que o Gemini apresentou desempenho superior em algumas funções internas. A contratação do sistema da concorrente, no entanto, esbarrou nos limites contratuais — um reflexo do uso intensivo de IA generativa em escala corporativa.

    Meta diversifica, mas paga o preço da superalocação

    A Meta não depende exclusivamente de seus próprios modelos de IA. Além do Llama, a empresa utiliza soluções terceirizadas como o Claude (da Anthropic) para tarefas similares. A limitação imposta pelo Google, no entanto, expõe um problema recorrente no setor: a dificuldade de prever e dimensionar o uso real de ferramentas de IA em ambientes corporativos, onde a demanda por processamento pode flutuar drasticamente.

  • Android 17 transforma celular dobrável em console portátil no estilo Nintendo 3DS

    Android 17 transforma celular dobrável em console portátil no estilo Nintendo 3DS

    O Google está prestes a revolucionar a forma como os gamers utilizam celulares dobráveis. Na última semana, a equipe de comunicação do Android revelou, via Reddit, que o Android 17 — cujo lançamento está previsto para o final de julho de 2026 — incluirá um modo de jogo que transforma o dispositivo em um híbrido entre smartphone e console portátil.

    Dois displays, um game: como o novo recurso funciona

    O sistema divide a tela dos celulares dobráveis (como o Galaxy Z Fold ou o Motorola Razr+) em duas partes: a metade superior exibe o jogo, livre de interferências de botões, enquanto a metade inferior se converte em um controle virtual completo. Entre os elementos estão analógicos, direcional, botões de ação (A/B/X/Y) e gatilhos — tudo projetado para oferecer uma experiência semelhante ao Nintendo 3DS.

    Sem ajustes para desenvolvedores: a mágica por trás da inovação

    Uma das vantagens desse recurso é que ele não exige qualquer tipo de modificação por parte dos desenvolvedores de jogos. Segundo Mishaal Rahman, membro da equipe de comunicação do Android, o sistema reconhece automaticamente os títulos compatíveis com gamepads e adapta a interface. Isso significa que jogos já existentes ou futuros poderão ser aproveitados sem custos adicionais para as produtoras.

    O futuro do mobile gaming: dobráveis ganham apelo gamer

    Com o mercado de celulares dobráveis em expansão — projetado para atingir 80 milhões de unidades vendidas em 2026, segundo analistas da Counterpoint Research — essa funcionalidade chega em boa hora. O recurso não apenas melhora a experiência de jogadores casuais, mas também abre portas para títulos mais complexos e imersivos, que antes eram limitados pela falta de controles físicos nos smartphones tradicionais.

    Ainda não há detalhes sobre quais modelos receberão o Android 17 primeiro, mas é certo que a novidade reforçará o apelo dos dobráveis para um público cada vez mais exigente: os gamers.

  • YouTube Shorts copia TikTok e Instagram Reels: o que mudou e por quê?

    YouTube Shorts copia TikTok e Instagram Reels: o que mudou e por quê?

    Google cede à pressão dos concorrentes e reforça semelhanças com TikTok e Reels

    Na disputa pelo tempo de tela dos usuários, o Google deu mais um passo para tornar o YouTube Shorts cada vez mais parecido com os seus principais rivais, o TikTok e o Instagram Reels. A empresa anunciou nesta sexta-feira, 26 de junho de 2026, uma série de atualizações na interface do serviço de vídeos curtos, que incluem a remoção do tradicional botão “Não gostei” e a introdução de recursos como modo Tela Limpa e reprodução em velocidade 2x.

    Da ‘dislikes’ ao ‘Não tenho interesse’: a evolução das métricas de engajamento

    Desde 2021, o YouTube já ocultava as ‘descurtidas’ em seus vídeos longos. Agora, o Shorts segue o mesmo caminho. Em vez do botão “Não gostei”, os usuários verão opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal”, que servirão para ajustar os algoritmos de recomendação. A mudança, embora possa ser vista como uma resposta às críticas sobre a falta de transparência, também reflete uma tendência do mercado de priorizar métricas positivas em detrimento das negativas.

    Experiência imersiva: velocidade e controle para reter o usuário

    Além das alterações na avaliação de conteúdo, o YouTube Shorts passou a oferecer recursos que prometem uma experiência mais imersiva e menos invasiva. O modo Tela Limpa, por exemplo, remove distrações desnecessárias, enquanto a velocidade 2x e o silenciamento rápido permitem que os usuários consumam mais conteúdos em menos tempo. Essas mudanças alinham-se à estratégia de plataformas como TikTok, que já há anos apostam em algoritmos de recomendação agressivos e interfaces minimalistas.

    O que isso significa para os criadores e anunciantes?

    Para os criadores de conteúdo, a atualização pode significar tanto oportunidades quanto desafios. Por um lado, a simplificação das métricas pode tornar mais difícil identificar o que agrada ou desagrada o público. Por outro, a introdução de recursos como o modo Tela Limpa pode aumentar o tempo de visualização, beneficiando quem depende de engajamento. Já para os anunciantes, a mudança reforça a importância de conteúdos curtos e impactantes, alinhados às tendências de consumo rápido que dominam as redes sociais atualmente.

  • Gmail no Brasil ganha recurso inédito: como trocar de endereço sem perder dados

    Gmail no Brasil ganha recurso inédito: como trocar de endereço sem perder dados

    Conta do Google agora permite personalização do endereço Gmail

    O Google iniciou nesta semana a liberação no Brasil de uma funcionalidade há muito aguardada pelos usuários: a possibilidade de alterar o endereço principal do Gmail sem perder dados ou reiniciar cadastros. O recurso, anunciado em março de 2026 nos Estados Unidos, chega ao país com a promessa de simplificar a gestão de contas pessoais ou profissionais.

    Como funciona a mudança de endereço no Gmail?

    A nova opção permite que o usuário substitua o nome antes do @gmail.com mantendo todos os dados, e-mails e históricos vinculados à Conta do Google. O endereço antigo não é excluído: ele passa a funcionar como um endereço alternativo, garantindo que nenhuma mensagem ou serviço seja interrompido. Para realizar a troca, basta acessar as configurações da conta e seguir os passos indicados pela plataforma.

    Por que essa mudança é relevante?

    Antes desse recurso, quem desejava atualizar o endereço do Gmail precisava criar uma nova conta e migrar manualmente contatos, assinaturas e serviços — um processo trabalhoso e propenso a erros. Agora, a mudança é feita em poucos cliques, ideal para quem busca:

    • Corrigir erros ortográficos em nomes antigos;
    • Substituir endereços pouco profissionais por versões mais formais;
    • Unificar contas pessoais e profissionais sem perder informações;
    • Atualizar endereços que não refletem mais a realidade do usuário.

    Próximos passos e limitações

    Embora a funcionalidade já esteja disponível para contas brasileiras, vale ressaltar que a alteração só pode ser feita uma vez por conta. Além disso, o endereço antigo continua ativo como alternativa, evitando problemas com serviços que ainda usam o antigo cadastro. O Google não divulgou se expandirá o recurso para domínios personalizados (como @seudominio.com) no futuro.

  • NotebookLM: como o Google usa IA para transformar documentos em insights em segundos

    NotebookLM: como o Google usa IA para transformar documentos em insights em segundos

    Desenvolvido pela gigante tecnológica, o NotebookLM surge como uma solução inovadora para profissionais e estudantes que precisam lidar com documentações extensas. A ferramenta, que já está disponível para testes, promete agilizar processos de pesquisa ao transformar arquivos complexos em bases de conhecimento organizadas e acessíveis.

    Como funciona a ancoragem de dados do NotebookLM?

    O grande diferencial da plataforma está em sua capacidade de vincular cada resposta gerada pela IA diretamente às fontes originais. Isso não apenas aumenta a confiabilidade das informações, mas também permite que os usuários validem os insights com facilidade, eliminando dúvidas sobre a origem dos dados apresentados.

    Gemini 1.5 Pro: o motor por trás da inteligência do NotebookLM

    Alimentado pelo avançado modelo de linguagem do Google, o NotebookLM é capaz de processar e analisar documentos em tempo recorde. Além de gerar resumos automáticos, a ferramenta identifica padrões, extrai insights relevantes e até mesmo sugere conexões entre diferentes fontes — tudo com um nível de precisão que reduz significativamente o tempo gasto em trabalhos manuais de revisão.

    Prós e contras da ferramenta: vale a pena adotar?

    Entre os pontos fortes do NotebookLM estão sua integração com o ecossistema Google, a interface intuitiva e a capacidade de lidar com múltiplos formatos de arquivo. No entanto, como qualquer ferramenta em fase experimental, ainda apresenta limitações, como a dependência de documentos em formato digital e a necessidade de ajustes finos para evitar interpretações equivocadas em conteúdos muito técnicos ou ambíguos.