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  • Land Rover Discovery Sport encerra produção em dezembro após 12 anos: modelo sucumbe à queda de vendas e exigências regulatórias

    Land Rover Discovery Sport encerra produção em dezembro após 12 anos: modelo sucumbe à queda de vendas e exigências regulatórias

    O Land Rover Discovery Sport, modelo que representou a porta de entrada da marca britânica no segmento de SUVs médios, deixará de ser produzido em dezembro de 2026, após 12 anos de mercado. A decisão encerra uma trajetória marcada pela perda de relevância no competitivo segmento automotivo, agravada por uma queda de 49,3% nas vendas registradas no último trimestre.

    Projeto defasado e pressões regulatórias selam o destino do modelo

    O anúncio do fim da produção reflete não apenas a queda nas vendas, mas também o envelhecimento do projeto original do Discovery Sport, lançado em 2014. A plataforma e o design, que já foram inovadores, tornaram-se obsoletos frente à concorrência, que apostou em modelos mais modernos e tecnológicos. Além disso, a dificuldade em atender às novas exigências de segurança impostas pela União Europeia — principal mercado da marca — acelerou o processo de descontinuação.

    Fim no Brasil antecipado pela desistência da fabricante

    No Brasil, a interrupção da produção já é uma realidade. A fábrica de Itatiaia (RJ), que produzia o modelo, encerrou as operações este mês e foi vendida para a chinesa Omoda & Jaecoo. O site oficial da Land Rover no país sequer lista mais unidades do Discovery Sport em estoque, antecipando o fim do modelo por aqui antes mesmo da data global.

    Futuro incerto para a família Discovery

    Ainda não há confirmação sobre um substituto direto para o Discovery Sport, o que levanta dúvidas sobre o futuro da linha Discovery como um todo. A decisão da montadora britânica pode sinalizar uma reorientação estratégica da marca, que pode priorizar modelos elétricos ou híbridos para atender às demandas de um mercado cada vez mais exigente e regulamentado.

  • Land Rover nos EUA: oficina reduz em 66% cobrança de R$ 41 mil após intervenção do pai da cliente

    Land Rover nos EUA: oficina reduz em 66% cobrança de R$ 41 mil após intervenção do pai da cliente

    A disparidade em orçamentos de oficinas autorizadas de veículos de luxo voltou à tona após um caso envolvendo uma concessionária Land Rover nos Estados Unidos. Na última segunda-feira, 28 de julho de 2026, uma proprietária de um Range Rover 2013, com cerca de 160 mil km rodados, levou o SUV a uma oficina autorizada para reparar um vazamento de óleo.

    Do choque de preços à redução forçada

    Após a inspeção inicial, a concessionária apresentou um orçamento de US$ 7.500 (aproximadamente R$ 41.500 na cotação direta) apenas para a substituição de uma bomba de combustível. Desconfiada do valor, a cliente pediu que seu pai entrasse em contato com a mesma concessionária, mas desta vez com outro consultor de serviços, solicitando a mesma cotação. O segundo orçamento, surpreendentemente, foi de US$ 2.500 (cerca de R$ 13.800) — uma redução de 66% em relação ao valor inicial.

    Práticas questionáveis e alerta aos consumidores

    O episódio reforça a recorrência de casos de superfaturamento em oficinas autorizadas, especialmente em veículos importados ou de alto padrão. Além do impacto financeiro, especialistas destacam o risco de prejuízos à segurança dos proprietários, uma vez que orçamentos inflados podem mascarar cobranças desnecessárias em peças e serviços. A Land Rover ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso, mas a redução do valor após a contestação indica a fragilidade desses modelos de precificação.

  • Land Rover encerra produção do Discovery Sport no Brasil; Evoque segue caminho semelhante

    Land Rover encerra produção do Discovery Sport no Brasil; Evoque segue caminho semelhante

    Fim de uma era para o Discovery Sport no Brasil

    Desde junho de 2026, a fábrica de Itatiaia (RJ) — onde são produzidos o Land Rover Discovery Sport e o Range Rover Evoque — opera com capacidade reduzida e sem reposição de estoque. A confirmação da descontinuação global do Discovery Sport, anunciada pela marca, reforça a expectativa de que o modelo sairá de linha em diversos mercados ainda neste ano, incluindo o Brasil, onde não há mais unidades disponíveis para venda.

    Impacto na rede de concessionários e na produção local

    A ausência de reposição afeta diretamente os concessionários brasileiros, que já não contam com estoque do modelo há semanas. No site da Land Rover, tanto o Discovery Sport quanto o Evoque permanecem listados no configurador oficial, mas são indicados como “sem estoque” na lista de veículos disponíveis. A transição para uma nova estratégia de produtos — possivelmente focada em elétricos — deve redefinir a linha da marca nos próximos anos.

    O que esperar da fábrica de Itatiaia?

    A planta de Itatiaia, atualmente operada pela Land Rover, deve ser assumida pela chinesa Omoda Jaecoo, conforme especula o mercado. Enquanto o destino dos modelos descontinuados ainda não foi formalmente anunciado, a mudança na gestão da fábrica sinaliza um novo ciclo produtivo, com foco em estratégias ainda não divulgadas pela marca. A ausência de anúncios oficiais sobre o futuro dos modelos deixa concessionários e consumidores em expectativa.

  • Range Rover GT chega como o mais ‘carro’ da linhagem: elétrico, esportivo e sem compromisso off-road

    Range Rover GT chega como o mais ‘carro’ da linhagem: elétrico, esportivo e sem compromisso off-road

    A Land Rover inova mais uma vez com o lançamento do Range Rover GT, um modelo que rompe com o tradicional perfil robusto da marca ao apresentar uma silhueta de perua esportiva, com linha de teto suavemente inclinada e proporções mais próximas ao Range Rover Sport do que ao Velar. Anunciado no dia 22 de julho de 2026, o GT não substitui nenhum modelo existente, mas expande a linha com um quinto integrante, priorizando elegância e desempenho em detrimento da capacidade off-road.

    Uma plataforma revolucionária e um futuro elétrico

    O Range Rover GT estreia sobre a nova plataforma EMA da Land Rover, exclusiva para veículos 100% elétricos no lançamento. Embora os detalhes técnicos permaneçam em sigilo, a montadora já sinalizou que uma versão híbrida plena deve chegar ainda durante o ciclo de vida do modelo. A ausência de molduras nas portas reforça o apelo premium, enquanto o interior promete ser uma ruptura radical em relação aos atuais modelos da linha Range Rover.

    Luxo sem limites para o off-road?

    Com dimensões maiores que o Velar e uma postura mais baixa, o GT abandona o DNA aventureiro dos Range Rover tradicionais. A proposta é clara: um grand tourer para quem busca sofisticação e tecnologia, sem abrir mão do conforto de um automóvel de passeio. Resta saber se a ausência de recursos off-road será compensada por sistemas de condução adaptativos e tecnologias de autonomia avançadas, tão características da marca.

  • Land Rover ressuscita Defender V8 dos anos 2010 com pintura furta-cor e 405 cv: veja o quarteto único

    Land Rover ressuscita Defender V8 dos anos 2010 com pintura furta-cor e 405 cv: veja o quarteto único

    A Land Rover Classic surpreendeu o mercado automotivo com um projeto que redefine a noção de “restauração”. Em junho de 2026, a divisão especializada da marca britânica anunciou a conclusão de quatro Defender V8 personalizados, cada um com características únicas e uma paleta de cores que desafia a gravidade: o Spectral Green, um tom furta-cor que muda conforme a incidência de luz.

    Do lixo ao luxo: os doadores e suas novas vidas

    O quarteto não nasceu do zero. Cada veículo partiu de um Defender clássico produzido entre 2012 e 2016, modelos já considerados “históricos” pela Land Rover. A mágica aconteceu na oficina da Land Rover Classic, onde os chassis originais receberam:

    • Motor V8 de 405 cv: um salto de desempenho em relação aos 90 cv dos modelos originais dos anos 1990;
    • Componentes de performance atualizados: suspensão reforçada, freios aprimorados e uma transmissão adaptada para lidar com a potência extra;
    • Carrocerias variadas: de um 90 Station Wagon a um 110 Double Cab Pick-up — este último, uma estreia no programa de restauração.

    Por que Spectral Green? A ciência por trás da cor que hipnotiza

    A escolha da pintura não foi meramente estética. O Spectral Green é uma tinta nanoestruturada desenvolvida pela BASF, que altera sua tonalidade conforme o ângulo de visão e a luminosidade ambiente. Segundo a Land Rover, o efeito é tão intenso que lembra os chameleon paints usados em superesportivos, mas com um toque vintage que homenageia os anos 1970 — década em que o Defender se tornou ícone.

    Um Defender para cada estilo — e uma mensagem clara

    Cada unidade do quarteto foi projetada para um público distinto:

    • 90 Station Wagon: ideal para famílias que buscam robustez com um toque de exclusividade;
    • 90 Soft Top: para aventureiros que preferem o prazer de dirigir com o vento no rosto;
    • 110 Station Wagon: o clássico utilitário, agora com DNA esportivo;
    • 110 Double Cab Pick-up: a novidade absoluta, combinando capacidade de carga com performance de supercarro.

    “Este projeto não é apenas sobre restauração, mas sobre reinventar o legado do Defender”, declarou um porta-voz da Land Rover Classic. “Queremos mostrar que, mesmo com 50 anos de história, o modelo ainda pode surpreender — e atrair uma nova geração de colecionadores”.

    Preço e disponibilidade: quanto custa um sonho britânico?

    Apesar do apelo artesanal, a Land Rover não divulgou valores, mas fontes próximas ao projeto afirmam que cada unidade pode superar R$ 2,5 milhões em mercados como o Brasil — onde a demanda por Defenders customizados tem crescido nos últimos 12 meses. Interessados terão de se contentar com visitas agendadas à galeria da marca em Gaydon, Reino Unido, onde os quatro modelos estão em exposição permanente desde maio de 2026.

    O que vem por aí? O futuro dos Defender personalizados

    A Land Rover Classic já trabalha em dois novos projetos: um Defender elétrico com pintura holográfica e uma versão militar do 110, equipada com pintura camuflada adaptativa. Enquanto isso, concorrentes como a Jeep e a Toyota estudam lançar seus próprios programas de restauração — um sinal de que o segmento de “clássicos reeditados” deve bombar nos próximos anos.

  • Chery negocia incentivos no Rio para assumir fábrica da Land Rover e manter produção de SUVs no Brasil

    Chery negocia incentivos no Rio para assumir fábrica da Land Rover e manter produção de SUVs no Brasil

    A fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ) viverá seu último mês de produção em julho, com os últimos modelos — como os Discovery Sport e Range Rover Evoque — já montados e prontos para distribuição até meados do mês. Enquanto a montadora britânica não detalha os próximos passos aos funcionários, sinais concretos indicam que a Chery Automobile está em vias de assumir a unidade.

    Chery em negociação por incentivos fiscais para evitar fechamento da fábrica

    O governo do Rio de Janeiro e a Prefeitura de Itatiaia estão em tratativas avançadas com a Chery para oferecer incentivos fiscais que viabilizem a transferência da unidade. A estratégia da chinesa inclui a nacionalização do SUV Omoda 4, modelo que já é produzido na Argentina, mas que poderia ganhar produção local no Brasil — um movimento que alinharia a estratégia da Chery de expandir sua presença no mercado sul-americano.

    Parceria global pode manter Land Rover no Brasil

    Apesar da saída oficial da Jaguar Land Rover do país, fontes internas indicam que uma parceria comercial entre as duas montadoras — já existente em outros mercados — poderia viabilizar a continuidade da produção de modelos Land Rover na fábrica de Itatiaia, ainda que sob gestão da Chery. Segundo a JLR, a produção segue normalmente em junho, mas não há previsão oficial sobre o futuro da unidade além dessa data. “Não temos informações adicionais para compartilhar neste momento”, declarou a empresa em comunicado.

    Impacto no mercado e na região

    A transição entre as montadoras deve gerar incertezas entre os 1.500 funcionários da fábrica, mas também abre a possibilidade de manutenção de empregos e investimentos na região. A Chery, que já atua no Brasil com modelos como o Tiggo 8, poderia consolidar sua operação local com a ampliação da capacidade produtiva em Itatiaia, reduzindo custos logísticos e aumentando a competitividade frente a concorrentes como a chinesa BYD, que também mira o mercado brasileiro de veículos elétricos.