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  • Nissan Versa 2027 chega ao Brasil com preços reajustados e sem mudanças visuais

    Nissan Versa 2027 chega ao Brasil com preços reajustados e sem mudanças visuais

    Preços reajustados e mecânica inalterada

    O Nissan Versa 2027 chega ao mercado brasileiro com preços reajustados, mas sem novidades mecânicas ou estéticas. As versões Sense, Advance e Exclusive mantêm o motor 1.6 aspirado flex e a transmissão CVT, além da lista de equipamentos de segurança inalterada. A reestilização apresentada no México ainda não tem data para desembarcar no Brasil, onde o modelo segue com o mesmo visual desde o lançamento.

    Detalhes técnicos e valores praticados

    O sedã compacto mantém suas dimensões — 4,49 m de comprimento, 1,74 m de largura, 1,46 m de altura e 2,62 m de entre-eixos — e oferece 466 litros de capacidade no porta-malas. Os preços para a linha 2027 foram atualizados: a versão de entrada, Versa Sense 1.6 CVT, custa R$ 119.990, enquanto o topo de linha Exclusive chega a R$ 148.290.

  • Nissan mantém Altima no mercado: montadora nega descontinuação do sedã após especulações

    Nissan mantém Altima no mercado: montadora nega descontinuação do sedã após especulações

    A Nissan reagiu rapidamente às especulações sobre a descontinuação do Altima, um dos seus sedãs mais tradicionais nos Estados Unidos. A montadora negou, em comunicado ao Motor1 USA, que o modelo seja retirado de linha para abrir espaço ao recém-lançado Sentra 2026, esclarecendo que a produção do Altima prosseguirá normalmente.

    Altima segue como peça-chave na estratégia de sedãs da Nissan

    Segundo a fabricante, o Altima mantém relevância no portfólio graças à demanda constante por veículos médios. A empresa destacou que o modelo atende a consumidores que buscam “carros elegantes e acessíveis”, além de equipamentos avançados em segurança e entretenimento. A linha 2027 do Altima já está confirmada para ser lançada ainda em 2026, reforçando o compromisso da Nissan com o segmento.

    Contexto: crise financeira e renovação da linha

    As especulações surgiram após uma reportagem da Wards Auto sugerir que o Altima seria descontinuado. No entanto, a Nissan reafirmou sua estratégia de renovação gradual, mencionando que novos modelos estão em desenvolvimento — embora não tenha revelado detalhes. O Sentra 2026, lançado recentemente, já é apontado como um dos pilares dessa atualização, combinando design moderno e tecnologias de conectividade.

    O que esperar do Altima e do segmento

    Analistas do setor automotivo veem a decisão da Nissan como um sinal de cautela em meio à transição para veículos elétricos. Enquanto marcas como Toyota e Honda já reduziram suas linhas de sedãs nos EUA, a Nissan optou por manter opções tradicionais para públicos específicos. A estratégia pode ser um reflexo da estratégia global da empresa, que busca equilibrar inovação e demanda consolidada.

  • Nissan aposenta Sentra no Brasil: sedã médio dá lugar a estratégia elétrica com foco em SUVs

    Nissan aposenta Sentra no Brasil: sedã médio dá lugar a estratégia elétrica com foco em SUVs

    A Nissan do Brasil anunciou o fim da importação do Sentra, sedã médio que marcou presença no mercado desde 2004. A decisão, segundo o colunista Jorge Moraes da CNN, encerra uma era em que o modelo competia diretamente com o Toyota Corolla e o Honda Civic, mas perdeu espaço para tendências como a eletrificação e a preferência por SUVs.

    Sentra: do topo ao abandono em duas décadas

    O Sentra, oferecido em duas versões — Advance (R$ 174.490) e Exclusive (R$ 198.790) —, chegou ao Brasil com um motor 2.0 a gasolina, câmbio CVT e potência de 151 cv. No entanto, suas vendas despencaram: foram apenas 341 unidades comercializadas no primeiro semestre de 2026, contra 13.025 do Corolla no mesmo período. O declínio reflete mudanças no perfil do consumidor, que prioriza veículos mais altos (SUVs) e tecnologias como os motores híbridos ou elétricos — caso do BYD King, que ganha tração no segmento.

    Custos e estratégia: por que a Nissan desistiu?

    A decisão de abandonar o Sentra não é isolada. Além da queda nas vendas, pesaram os altos custos de importação do México — onde o modelo era produzido — e a necessidade de realocar recursos para a linha de SUVs e elétricos da marca. A Nissan, que já enfrenta desafios de competitividade no Brasil, aposta agora em modelos como o Kicks e o Leaf para reverter o cenário.

    O que esperar agora?

    A aposentadoria do Sentra não significa o fim imediato do modelo nas concessionárias, pois ainda há estoques e unidades em exposição. No entanto, a estratégia da Nissan sinaliza uma guinada: menos sedãs importados e mais foco em eletrificação e SUVs, alinhada às demandas de um mercado cada vez mais exigente por inovação e praticidade.

  • México registra melhor maio da história em vendas de carros, mas Nissan perde liderança

    México registra melhor maio da história em vendas de carros, mas Nissan perde liderança

    O mercado de veículos novos no México consolidou em maio de 2026 seu terceiro mês consecutivo de crescimento, alcançando a marca histórica de 127.100 unidades comercializadas — um avanço de 4,9% na comparação com maio de 2025. Segundo dados da AMDA (Associação Mexicana de Distribuidores Automotivos), o volume superou o recorde anterior de 122.925 unidades registrado em maio de 2017, consolidando 2026 como um ano de desempenho excepcional.

    Primeiro semestre de 2026 já é o melhor da história

    O ritmo positivo se manteve no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, com 627.609 unidades vendidas — alta de 4,9% em relação ao mesmo período de 2025. O desempenho coloca 2026 no caminho para superar as projeções mais otimistas do setor, que já previa um ano recorde para o quarto maior mercado automotivo das Américas.

    Nissan perde liderança, mas segue como líder de mercado

    Apesar dos números expressivos, a Nissan, tradicional leader no México, registrou queda de 4,9% nas vendas em maio (21.460 unidades), cedendo espaço para a Chevrolet, que assumiu a segunda posição com 15.959 unidades (+2,3%). A disputa pelo terceiro lugar manteve a Toyota à frente da Volkswagen, com 10.840 e 10.557 unidades comercializadas, respectivamente. A Geely, por sua vez, marcou presença no top 10 pelo quarto mês consecutivo, com 4.230 unidades.

    Mazda lidera o crescimento entre as principais marcas

    Entre as marcas com maior volume de vendas, a Mazda se destacou com um crescimento de 12,5% em maio (9.759 unidades), enquanto a Kia registrou alta de 5,1% (9.305). Hyundai e Ford também apresentaram resultados positivos, com variações de 3,0% e 0,5%, respectivamente. A diversificação da demanda reflete uma retomada mais equilibrada do setor, com consumidores optando por diferentes categorias de veículos.

  • Toyota elimina modelos para cortar custos: CEO reduz portfólio em meio à crise global

    Toyota elimina modelos para cortar custos: CEO reduz portfólio em meio à crise global

    Estratégia de enxugamento e seus motivos

    A Toyota, uma das maiores montadoras do mundo, está revisando seu extenso portfólio de modelos e versões para enfrentar os desafios econômicos que se intensificaram nos últimos anos. Segundo o CEO Kenta Kon, que assumiu o cargo em abril de 2026, a empresa enfrenta um problema crescente: a proliferação de especificações e variantes está elevando os custos de produção de forma insustentável.

    Durante a reunião anual com acionistas, Kon destacou que a diversificação excessiva do portfólio — com inúmeras opções de cores, equipamentos e configurações — não apenas onera a cadeia de suprimentos, mas também confunde os consumidores. “Se você for a uma divisão de desenvolvimento, verá problemas como um número crescente de especificações e variantes diferentes sendo criadas, o que, por sua vez, está elevando os custos”, afirmou o executivo, conforme relatado pela Automotive News.

    Impacto nos lucros e contexto global

    A decisão ocorre em um cenário de pressões financeiras, com a Toyota registrando três anos consecutivos de queda nos lucros. A alta das tarifas impostas pelos Estados Unidos, combinada ao aumento dos custos de produção — incluindo insumos e mão de obra —, forçou a empresa a buscar soluções radicais. O corte de modelos não apenas reduzir os gastos com desenvolvimento e logística, mas também simplifica a gestão de estoques e a manutenção de peças.

    A estratégia alinha-se a um movimento mais amplo no setor automotivo. A Nissan, rival japonesa da Toyota, também anunciou recentemente a redução do número de modelos em sua linha global, adotando uma abordagem semelhante para enfrentar as mesmas pressões de mercado.

    O que muda para os consumidores?

    Embora a redução do portfólio possa gerar críticas de entusiastas e colecionadores, a Toyota argumenta que a medida é necessária para garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo. A empresa promete focar em modelos com maior demanda e margem de lucro, eliminando aquelas variantes que, apesar de populares em nichos específicos, não contribuem significativamente para a rentabilidade global.

    Para os consumidores, isso pode significar menos opções na hora da compra, mas também preços mais competitivos e maior disponibilidade de estoque. A montadora garante que manterá sua presença global, mas com uma linha mais enxuta e eficiente, capaz de responder rapidamente às flutuações do mercado.

  • Nissan oferece até R$ 50 mil de desconto no Move Brasil para taxistas e motoristas de aplicativo

    Nissan oferece até R$ 50 mil de desconto no Move Brasil para taxistas e motoristas de aplicativo

    A montadora japonesa Nissan ingressou no programa federal Move Brasil, lançado em março de 2026, para impulsionar a renovação da frota de veículos de profissionais autônomos, como taxistas e motoristas de aplicativo. A estratégia combina financiamentos facilitados com descontos agressivos em modelos populares da marca, visando atrair quem busca reduzir custos operacionais ou modernizar a frota. Em um cenário de inflação controlada, mas com juros ainda elevados para consumidores sem histórico de crédito, a iniciativa chega em momento estratégico para a Nissan, que compete diretamente com marcas como Chevrolet e Volkswagen no segmento de entrada.

    Kicks Sense lidera os benefícios para taxistas

    O maior desconto do pacote vai para o Nissan Kicks Sense 1.0 turbo, SUV compacto que tem preço de tabela em R$ 168.690. Para taxistas, o valor cai para R$ 118.390 — uma economia de R$ 50.300, ou cerca de 30%. Já para motoristas de aplicativo, o Kicks Sense é oferecido por R$ 139.990, com abatimento de R$ 28.700. O modelo, lançado em 2025, destaca-se pela eficiência energética e espaço interno, fatores decisivos para profissionais que rodam diariamente.

    Kait e Versa: opções para todos os bolsos

    O Nissan Kait Advance 1.6 CVT também aparece como forte candidato, especialmente entre taxistas. Seu preço de tabela (R$ 146.990) cai para R$ 102.190 no programa, uma redução de R$ 44.800. Para motoristas de aplicativo, o Kait Advance sai por R$ 123.490, com desconto de R$ 23.500. O sedã, conhecido por sua robustez e custo-benefício, soma 12 versões elegíveis no Move Brasil, a maior variedade entre os modelos da linha Nissan.

    Já o Versa Advance, sedã compacto com preço tabelado em R$ 129.990, tem seu valor reduzido a R$ 115.690 para taxistas (desconto de R$ 14.300) e R$ 118.990 para motoristas de aplicativo (abatimento de R$ 11.000). Embora menos expressivos, os descontos no Versa ainda são significativos em um mercado onde a diferença de R$ 10 mil pode definir a compra.

    O que o Move Brasil exige dos compradores?

    Para aderir aos descontos, os interessados precisam comprovar vínculo com a atividade profissional — seja como taxista (com carteira de habilitação específica) ou motorista de aplicativo (com cadastro ativo em plataformas como Uber ou 99). Além disso, o programa exige entrada mínima de 20% do valor do veículo e financiamento por até 72 meses, com taxas de juros subsidiadas pelo governo federal. A vigência das promoções, entretanto, está atrelada ao orçamento do programa, que pode ser ajustado até 2026, segundo o Ministério da Fazenda.

    Impacto no mercado automotivo

    Especialistas avaliam que a medida da Nissan pode acelerar a troca de frotas antigas, especialmente de modelos como o Renault Logan e Chevrolet Onix, que dominam o segmento de entrada. “O Move Brasil é uma válvula de escape para quem busca renovar a frota sem onerar muito o bolso”, analisa o economista Marcos Silva, da FGV. Por outro lado, a estratégia também pressiona concorrentes a replicarem descontos, o que pode beneficiar o consumidor final nos próximos meses. A Nissan, que vendeu 180 mil veículos no Brasil em 2025, espera um incremento de 15% nas vendas de modelos participantes do programa até o fim do ano.

  • Nissan brinca com Ancelotti e pede: ‘Tira Endrick da garagem’ na estreia do Brasil na Copa 2026

    Nissan brinca com Ancelotti e pede: ‘Tira Endrick da garagem’ na estreia do Brasil na Copa 2026

    A montadora japonesa aproveitou o clima futebolístico global para fazer uma brincadeira nas redes sociais, associando a placa ‘ENDRK19’ à frase ‘tira ele da garagem’. A referência ao camisa 19 do Brasil, Endrick, chega após críticas nas redes sociais pela ausência do jovem jogador na estreia do time na competição.

    Ancelotti sob pressão: por que Endrick não entrou em campo?

    Desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira em maio de 2025, o técnico italiano tem sido alvo de cobranças nas redes sociais. No jogo contra o Marrocos, realizado em 13 de junho de 2026, a equipe empatou por 1 a 1, mas a ausência de Endrick — um dos nomes mais promissores do futebol mundial — acendeu o debate sobre a gestão do time. A marca japonesa, que não patrocina a Copa ou a CBF, usou o momento para reforçar sua presença no imaginário esportivo brasileiro.

    Nissan e futebol: uma relação de altos e baixos

    Embora não tenha participação oficial na Copa do Mundo FIFA 2026, a Nissan mantém uma história de engajamento com o futebol. Entre 2014 e 2021, a marca realizou diversas ativações em clubes ao redor do mundo, mas recentemente revisou seu envolvimento devido a uma reestruturação financeira. A brincadeira nas redes sociais, porém, mostra que a empresa ainda busca manter relevância no esporte, mesmo sem patrocínios milionários.

  • Nissan acelera transformação: aprende com a China e corta pela metade o tempo de desenvolvimento de carros

    Nissan acelera transformação: aprende com a China e corta pela metade o tempo de desenvolvimento de carros

    A Nissan deu um passo decisivo para fechar a lacuna tecnológica com as fabricantes chinesas ao adotar um modelo de desenvolvimento inspirado em ciclos ágeis e inteligência artificial. A mudança, revelada pelo presidente global da empresa, Ivan Espinosa, em apresentação no Japão, reduz pela metade o tempo tradicional de 55 para 26 meses entre a concepção e o lançamento de novos veículos.

    A virada inspirada pela China

    O executivo confirmou ao Car News China que a nova metodologia já foi testada e validada com a próxima geração do Skyline — um dos carros emblemáticos da marca. O modelo, previsto para chegar ao mercado no inverno de 2026, será o primeiro a demonstrar os resultados práticos da reformulação. A expectativa é que, até o final do ano fiscal de 2026, cerca de 90% dos projetos da Nissan adotem o novo processo, que combina tomada de decisão mais rápida e uso intensivo de IA para otimizar cada fase do desenvolvimento.

    Corrida contra o tempo no setor automotivo

    A guinada da Nissan reflete uma tendência global: enquanto as montadoras chinesas, como BYD e NIO, lançam novos modelos em menos de três anos — e, em alguns casos, em prazos ainda menores —, as tradicionais japonesas e europeias enfrentam dificuldades para acompanhar a velocidade do mercado. Nos últimos anos, a Nissan viu sua distância aumentar especialmente no segmento de veículos eletrificados, onde a China domina com inovação e custos competitivos. A estratégia anunciada nesta segunda-feira (15/06/2026) sinaliza uma tentativa de reverter esse quadro, não apenas em eficiência, mas também em relevância tecnológica.

    O que muda para os consumidores?

    A curto prazo, a principal vantagem será a chegada mais rápida de novos modelos ao mercado, com designs e tecnologias atualizados. Para a marca, o desafio é garantir que a qualidade não seja comprometida pela aceleração dos processos — um risco comum em transformações radicais. A adoção de IA e metodologias ágeis, entretanto, pode abrir caminho para inovações como sistemas de direção autônoma mais avançados e veículos com maior integração digital, áreas onde a China já se destaca.

  • Japão mira Mercosul: acordo pode derrubar preços de carros japoneses na América do Sul

    Japão mira Mercosul: acordo pode derrubar preços de carros japoneses na América do Sul

    Em um movimento que pode redefinir o mercado automotivo sul-americano, o Japão anunciou a intenção de iniciar em junho as negociações de um acordo de parceria econômica com o Mercosul. A proposta central é a redução de tarifas para importação de carros e autopeças japonesas, uma estratégia para aumentar a competitividade das montadoras locais frente ao recente acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE).

    O jogo de xadrez comercial por trás da iniciativa

    Para o Japão, o acordo não se limita ao setor automotivo. O país busca equilibrar a balança comercial após o tratado Mercosul-UE, que já privilegia produtos europeus no bloco. Além disso, a parceria estratégica inclui acesso a recursos energéticos e minerais críticos — como lítio e terras raras —, essenciais para a cadeia de produção de veículos elétricos e tecnologias avançadas. A Toyota, Honda e Nissan, gigantes do setor, figuram como potenciais maiores beneficiadas pela redução de custos.

    Um passo em meio a pressões globais

    A iniciativa deve ser anunciada durante a cúpula do G7, na França, em um momento em que o Japão reforça sua presença em mercados emergentes. A estratégia faz parte de um plano mais amplo para diversificar suas exportações e reduzir a dependência de parceiros tradicionais, como a China e os Estados Unidos. Para o Mercosul, além da atração de investimentos, a redução de tarifas poderia tornar os veículos japoneses mais acessíveis aos consumidores sul-americanos — um movimento que poderia pressionar a indústria local a modernizar sua produção.