Tag: qualidade de carcaça

  • Minerais bi-quelatados na ração de frangos elevam qualidade de carcaça e lucro do produtor

    Minerais bi-quelatados na ração de frangos elevam qualidade de carcaça e lucro do produtor

    A substituição de minerais inorgânicos por bi-quelatados na ração de frangos de corte pode ser um divisor de águas para a rentabilidade do produtor. Um estudo recente, que acompanhou oito milhões de aves em condições comerciais, revelou que o uso de zinco na forma de bi-quelato de metionina hidroxilada (como MINTREX®) reduz problemas de pele e tecidos, minimizando condenações de carcaças e aumentando o valor do lote.

    Impacto direto na rentabilidade do produtor

    O manejo nutricional das aves é um dos fatores mais críticos para a qualidade da carne e a aceitação no mercado. Problemas como dermatites, lesões e inflamações impactam diretamente a classificação das carcaças, muitas vezes levando à condenação parcial ou total. Ao optar por bi-quelatados, os pesquisadores identificaram uma melhora estrutural nos tecidos, reduzindo a incidência dessas condições e, consequentemente, aumentando o volume de carcaças aprovadas para comercialização.

    Estudo robusto e parcerias estratégicas

    Publicado sob o título ‘Zn–Methionine Hydroxy-Analogue Chelate supplementation improves carcass quality in broilers under commercial conditions’, a pesquisa foi liderada por Ana C. Ferreira, em parceria com a NOVUS, UFRGS e Bello Alimentos. O projeto analisou dados de oito milhões de frangos em ambientes comerciais, confirmando que a suplementação com bi-quelatados não apenas melhora a saúde das aves, mas também otimiza os resultados financeiros do produtor. Os resultados foram apresentados em julho de 2026, consolidando uma alternativa sustentável e economicamente viável para a avicultura brasileira.

  • Bi-quelato de zinco na ração de frangos reduz condenações de carcaça e eleva lucro do produtor, aponta estudo com 8 milhões de aves

    Bi-quelato de zinco na ração de frangos reduz condenações de carcaça e eleva lucro do produtor, aponta estudo com 8 milhões de aves

    Na última quarta-feira (24 de junho de 2026), um estudo inédito sobre nutrição animal revelou que a qualidade da ração impacta diretamente a rentabilidade dos produtores de frango de corte. A pesquisa, que avaliou oito milhões de aves em condições comerciais, comprovou que a substituição do sulfato de zinco por bi-quelato de zinco com análogo hidroxilado de metionina na dieta das aves reduz problemas de pele e melhora a qualidade das carcaças, diminuindo as condenações em abatedouros.

    Metodologia rigorosa: 8 milhões de frangos e parcerias estratégicas

    O estudo intitulado *Zn–Methionine Hydroxy-Analogue Chelate supplementation improves carcass quality in broilers under commercial conditions* foi desenvolvido pela pesquisadora Ana C. Ferreira em parceria com a NOVUS, UFRGS e Bello Alimentos. Durante quatro meses, uma granja localizada na região Centro-Oeste do Brasil serviu como ambiente de testes, onde os pesquisadores monitoraram o desempenho das aves submetidas à nova formulação nutricional.

    Impacto econômico: menos condenações, mais lucro

    Os resultados indicaram que as aves alimentadas com bi-quelato de zinco apresentaram menor incidência de problemas tegumentares e musculares, condições que frequentemente levam à condenação de carcaças. Essa melhoria na qualidade do lote não apenas reduz perdas para os produtores como também pode elevar o valor de mercado da carne, devido à sua maior aceitação por parte das indústrias processadoras e consumidores finais.

    Regulamentação e tendências no setor avícola

    O estudo ganha relevância em um momento de crescente debate sobre o uso de antimicrobianos na produção animal. Com restrições cada vez mais rígidas à utilização de aditivos químicos, alternativas como os bi-quelatos surgem como soluções alinhadas às demandas por sustentabilidade e segurança alimentar. A pesquisa reforça a importância da inovação nutricional em um setor que movimenta bilhões e responde por cerca de 1,5% do PIB brasileiro.