Tag: veículo elétrico

  • Denza lança Z9S: sedã elétrico de 1.194 cv e autonomia de até 920 km para 2026

    Denza lança Z9S: sedã elétrico de 1.194 cv e autonomia de até 920 km para 2026

    Potência recorde e tração integral

    O Denza Z9S chega ao mercado com duas configurações de motorização: a versão topo de linha, equipada com três motores elétricos, atinge impressionantes 1.194 cavalos de potência e tração integral. Para comparação, a atual versão GT do Z9 oferece 965 cv. A potência é distribuída de forma inteligente, garantindo desempenho excepcional tanto em aceleração quanto em estabilidade.

    Autonomia desafiadora e design inovador

    Na versão monomotor, o Z9S promete até 920 km de autonomia no ciclo chinês (CLTC), enquanto a versão topo esgota a carga em cerca de 780 km. O design, que lembra um shooting brake, é marcado por faróis LED afilados e um spoiler elétrico retrátil. O modelo também se diferencia do Z9 tradicional por suas dimensões mais robustas, chegando a pesar até 3.017 kg.

    Lançamento na China e expectativas para o mercado global

    As primeiras imagens oficiais do Z9S foram divulgadas pela Denza, com lançamento previsto para o mercado chinês ainda em 2026. Embora não haja previsão de chegada ao Brasil, o novo sedã elétrico reforça a tendência de alta performance no segmento de veículos elétricos, alinhando-se às metas de eletrificação da indústria automotiva.

  • Geely EX2 2027: testes avançam no Brasil com bateria maior e novidades tecnológicas

    Geely EX2 2027: testes avançam no Brasil com bateria maior e novidades tecnológicas

    Produção nacional avança com modelo de 47 kWh

    Os testes de rodagem do Geely EX2 2027 brasileiro já estão em andamento. Um protótipo do hatch elétrico foi flagrado na última semana saindo da fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR), polo que será responsável pela produção local do modelo. A estreia no mercado nacional está prevista para 2027, com foco em atender a crescente demanda por veículos elétricos no Brasil.

    Bateria maior e autonomia estendida

    A versão nacional do EX2 chega com uma bateria de 47 kWh, que eleva a autonomia para até 480 km no ciclo CLTC — padrão chinês que, embora não seja equivalente ao WLTP europeu ou ao EPA americano, oferece uma referência mais otimista para o consumidor. A capacidade ampliada, em comparação a modelos anteriores, deve reduzir a “ansiedade de autonomia” entre os potenciais compradores, mesmo em trajetos urbanos intensos.

    Visual discreto e tecnologia embarcada

    As atualizações estéticas são sutis, com destaque para uma grade inferior ativa e faróis full-LED, que já eram marcas registradas do modelo. A central multimídia Flyme Auto ganha novas funções, incluindo integração aprimorada com smartphones e sistemas de navegação otimizados para o Brasil. O motor elétrico de 116 cv permanece inalterado, mas a eficiência energética deve melhorar graças ao gerenciamento térmico mais avançado.

    Espaço interno preservado e custo competitivo

    Apesar das mudanças, o EX2 mantém um amplo espaço interno, com cabine modular que prioriza conforto para passageiros e bagagem. A produção local, em parceria com a Renault, deve garantir um preço mais acessível em relação a importados, além de incentivos fiscais estaduais e federais para veículos elétricos — como a isenção do IPI e redução do ICMS em alguns estados.

    Consequências para o mercado brasileiro

    A chegada do EX2 2027 reforça a estratégia das montadoras de investir em eletrificação no Brasil, mesmo diante de desafios como a infraestrutura de recarga ainda incipiente e os altos custos de produção. Com a nacionalização, a Geely poderá competir diretamente com modelos como o BYD Dolphin e o Volkswagen ID.3, ambos já em comercialização no país. A expectativa é que, até 2027, os elétricos representem pelo menos 10% das vendas totais de veículos leves no Brasil, segundo projeções da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

  • México lança Olinia 1: veículo elétrico nacional a R$ 45 mil e promete revolução na mobilidade

    México lança Olinia 1: veículo elétrico nacional a R$ 45 mil e promete revolução na mobilidade

    A presidente do México, Claudia Sheinbaum, inaugurou no último dia 9 de junho, em Zumpango (a 55 km da Cidade do México), o Olinia 1, primeiro veículo elétrico inteiramente desenvolvido no país dentro de um programa nacional que reuniu universidades, centros de pesquisa, empresas estatais, órgãos federais e investidores privados. O lançamento, realizado quatro dias antes do previsto, marca um momento simbólico na estratégia de eletrificação mexicana.

    Mais que um carro: um projeto de política industrial

    O Olinia 1 não é apenas mais um veículo elétrico no mercado — é a materialização de uma política industrial ambiciosa. O governo mexicano busca com este projeto desenvolver qualificação técnica local em áreas estratégicas como baterias, software, inteligência artificial, design industrial e infraestrutura de recarga. A iniciativa representa um esforço para reduzir a dependência tecnológica externa e fomentar a inovação doméstica.

    Design inovador e público-alvo específico

    O Olinia 1 se diferencia dos carros elétricos convencionais ao se assemelhar a um tuk-tuk bem evoluído ou aos modelos europeus de micromobilidade como o Citroën Ami e o Fiat Topolino. Com seis lugares e preço estimado em R$ 45 mil, o veículo se posiciona como uma solução para a mobilidade urbana mexicana, especialmente em regiões com trânsito congestionado e necessidade de transporte compartilhado.

    Impacto e próximos passos

    O lançamento do Olinia 1 ocorre em um momento em que países latino-americanos buscam alternativas para a mobilidade sustentável, especialmente diante do crescimento da frota de veículos elétricos. Com um desenvolvimento acelerado — apenas 18 meses — e a participação direta da presidente do país, o projeto sinaliza a prioridade do México em se tornar um polo de inovação na região. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do modelo no Brasil ou em outros mercados, mas o Olinia 1 já chama atenção pela abordagem integrada entre governo, academia e iniciativa privada.