Autor: Roberto Neves

  • Irmão de Marília Mendonça abre os bastidores: ‘Filme sobre a Rainha da Sofrência está sendo feito com tanto carinho’

    Irmão de Marília Mendonça abre os bastidores: ‘Filme sobre a Rainha da Sofrência está sendo feito com tanto carinho’

    Família de Marília aprova andamento do filme

    João Gustavo, irmão de Marília Mendonça, compartilhou em entrevista ao Metrópoles, no domingo, 5 de julho de 2026, que a família está satisfeita com o que foi apresentado até agora sobre o filme “Marília”, produção ficcional do Prime Video que retratará a vida da cantora desde a infância até sua consagração como Rainha da Sofrência. Segundo ele, tudo o que foi divulgado até o momento agradou bastante aos familiares, que esperam ver a história contada com cuidado e emoção.

    Dona Ruth conheceu o elenco da produção

    O irmão da cantora também contou que a mãe de Marília, Dona Ruth, viajou recentemente para conhecer pessoalmente o elenco do filme. João Gustavo afirmou estar confiante de que a produção mostrará detalhes importantes de cada fase da vida da família, desde os momentos mais íntimos até os desafios enfrentados pela artista ao longo de sua trajetória.

    Expectativa pelo resultado final

    Embora João Gustavo não tenha participado diretamente da escolha do elenco, ele revelou que a família confia no trabalho da equipe responsável pelo projeto. A cinebiografia, que promete revisitar não só a carreira de Marília, mas também sua personalidade e legado, já gera expectativa entre os fãs e a mídia, especialmente após o sucesso de produções biográficas recentes no gênero sertanejo.

  • Brasil x Noruega: Confira como fica o clima no país durante a partida das oitavas da Copa do Mundo

    Brasil x Noruega: Confira como fica o clima no país durante a partida das oitavas da Copa do Mundo

    Os torcedores que se preparavam para assistir à partida entre Brasil e Noruega, no domingo (5) às 17h (horário de Brasília), podem comemorar: a previsão do tempo é favorável na maioria das regiões do país. Segundo a Climatempo, grande parte do território nacional deve registrar tempo firme durante o jogo, com céu aberto e pouca nebulosidade.

    Chances de chuva apenas no Norte, litoral do Nordeste e Espírito Santo

    As únicas áreas com previsão de precipitação são partes da Região Norte, o litoral do Nordeste e o Espírito Santo. Nessas localidades, há possibilidade de chuva, o que pode atrapalhar quem estiver acompanhando a partida ao ar livre ou em ambientes sem cobertura.

    Centro-Sul sob influência de massa polar e tempo seco

    Ainda de acordo com a Climatempo, o Centro-Sul do país segue sob a influência de uma massa de ar polar, típica do inverno. Enquanto isso, o interior do Centro-Oeste e do Nordeste permanece com tempo seco e baixa umidade do ar, condição que favorece a prática de atividades ao ar livre.

    Frio no Sul, mas sem temporais durante o jogo

    Nos três estados da Região Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul —, a massa de ar polar mantém as temperaturas baixas e o céu com bastante nebulosidade. No entanto, não há previsão de chuva forte ou temporais durante a partida, garantindo que os torcedores possam acompanhar o duelo com tranquilidade.

  • Fiat lidera vendas de veículos no 1º semestre de 2026, mas BYD explode com crescimento de 120% e entra no top 5

    Fiat lidera vendas de veículos no 1º semestre de 2026, mas BYD explode com crescimento de 120% e entra no top 5

    Fiat mantém coroa, mas vantagem sobre Volkswagen cai pela metade

    A Fiat encerrou o primeiro semestre de 2026 com 270.941 unidades vendidas, garantindo a liderança do mercado automotivo brasileiro. Embora a marca italiana tenha mantido a posição, a vantagem sobre a Volkswagen — segunda colocada com 224.923 emplacamentos — caiu de 56 mil para 46 mil unidades em relação ao mesmo período de 2025. A Chevrolet, com 140.706 vendas, fechou o pódio.

    BYD sobe como foguete: de outsider a top 5 em um ano

    O grande fenômeno do semestre foi a BYD, que chegou ao Brasil em 2023 e, em menos de três anos, saltou da nona posição em 2025 para o top 5 em 2026. Com 99.028 unidades comercializadas (crescimento de 120%), a chinesa superou marcas históricas como Hyundai (96.723) e Toyota (79.969). O avanço da BYD reflete a crescente demanda por veículos elétricos e híbridos no país.

    Toyota é a única a recuar no top 10

    Enquanto a maioria das montadoras registrou alta, a Toyota foi a única do top 10 a perder mercado, com queda de 10,2% nas vendas (79.969 unidades). A Caoa Chery, por outro lado, avançou 31% (37.013 emplacamentos) e superou a Nissan (36.875), consolidando-se entre as 10 mais.

    GWM e Caoa Chery: os destaques do ano

    A GWM também teve um semestre positivo, com crescimento expressivo, embora os dados completos não tenham sido divulgados na íntegra. A marca chinesa, que tem apostado em SUVs e veículos elétricos, deve continuar ganhando espaço nos próximos relatórios.

  • Do farol baixo à marcha à ré: 5 hábitos que escondem multas de trânsito e você não imagina

    Do farol baixo à marcha à ré: 5 hábitos que escondem multas de trânsito e você não imagina

    O que o CTB considera infração, mas motoristas ignoram

    Em 5 de julho de 2026, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) continua sendo o principal aliado dos agentes de fiscalização, mas o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito (MBFT) — atualizado recentemente pelo Contran — mostra que muitos hábitos no volante são, na verdade, infrações graves. O problema? A maioria dos motoristas não sabe que ações como dirigir de chinelos, desligar faróis em paradas ou fazer marcha à ré em trechos longos podem render multas e até suspensão da CNH.

    Da luz apagada à falta de atenção: erros que custam caro

    Um dos pontos mais negligenciados é a iluminação do veículo. Muitos motoristas ainda acreditam que faróis baixos são apenas para rodovias, mas o MBFT deixa claro: em qualquer via, à noite ou em túneis, o uso do farol baixo é obrigatório. Desligá-lo durante paradas — mesmo por segundos — também é passível de multa. Outro equívoco comum é a marcha à ré: a legislação permite o uso apenas em manobras curtas, como estacionar. Quem insiste em percorrer longos trechos com a marcha engatada pode ser autuado por infração média, com 4 pontos na carteira.

    Calçados e pedestres: onde o descuido vira crime

    Dirigir de chinelos, sandálias ou até mesmo descalço pode parecer inofensivo, mas o CTB enquadra isso como infração média, com 4 pontos na CNH e multa de R$ 130,16. Ainda mais grave é a atitude de acelerar propositalmente próximo a pedestres, que configura infração gravíssima — 7 pontos, suspensão do direito de dirigir e multa de R$ 293,47. Em Goiânia, por exemplo, agentes já registraram aumento de 12% nas autuações por esse tipo de comportamento em 2026.

    Por que o MBFT existe? E como evitar surpresas na maleta

    Segundo especialistas ouvidos pela redação, o MBFT foi criado para padronizar a fiscalização e evitar interpretações subjetivas. “O objetivo não é punir, mas conscientizar”, afirma o engenheiro de trânsito Carlos Mendes. Para driblar as multas, basta revisar hábitos simples: manter os faróis sempre acesos à noite, evitar distrações como comer ao volante e priorizar a segurança dos pedestres. Em tempos de fiscalização eletrônica crescente, a dica é clara: o que parece inofensivo pode sair muito caro.

  • GWM Tank 300 ganha versão híbrida plug-in com 200 km de autonomia elétrica e LiDAR para off-road

    GWM Tank 300 ganha versão híbrida plug-in com 200 km de autonomia elétrica e LiDAR para off-road

    Revolução no visual: nome ‘TANK’ ganha destaque na grade do SUV

    O novo GWM Tank 300 estreia com uma identidade visual renovada. O logotipo anterior, composto pelas letras ‘T’ e ‘U’, deu lugar ao nome ‘TANK’ estampado em destaque na grade frontal. O para-choque mantém o aspecto robusto típico dos veículos off-road, com parafusos aparentes e pontos de ancoragem para reboque — detalhes que reforçam sua vocação para trilhas.

    Tecnologia e eficiência: LiDAR e chassi adaptado para trilhas

    Além das mudanças estéticas, o modelo incorpora um sensor LiDAR, que promete aprimorar a segurança e a capacidade de navegação em terrenos desafiadores. O chassi foi reprojetado para reduzir o balanço dianteiro, melhorando os ângulos de entrada e o desempenho off-road. Essas inovações são acompanhadas por uma configuração híbrida plug-in, focada em eficiência energética.

    Autonomia elétrica de até 200 km: o que esperar da nova versão

    A GWM ainda não divulgou todas as especificações completas do Tank 300 híbrido plug-in, mas já confirmou uma autonomia elétrica de até 200 km no ciclo WLTC. A combinação de motor elétrico e combustão deve oferecer uma transição suave entre os modos, ideal para quem busca desempenho tanto na cidade quanto em aventuras fora de estrada.

    Mercado automotivo: a aposta da GWM no nicho de SUVs robustos

    O Tank 300 chega em um momento em que o mercado de SUVs off-road e híbridos vem crescendo no Brasil. Com tecnologia avançada e design agressivo, a GWM busca se consolidar como uma alternativa aos modelos tradicionais de marcas estabelecidas. A estreia do novo modelo reforça a estratégia da fabricante de investir em veículos adaptados às demandas do consumidor brasileiro.

  • Alpine A110 elétrico estreia em Goodwood com inovação radical: bateria dividida para esportivo puro

    Alpine A110 elétrico estreia em Goodwood com inovação radical: bateria dividida para esportivo puro

    O Alpine A110 elétrico deu um passo ousado rumo ao futuro com a estreia do protótipo A110 Future no Festival de Goodwood, na Inglaterra, na segunda semana de julho. O modelo, que será lançado oficialmente em 2027, representa a primeira incursão da marca francesa no segmento de esportivos elétricos sem abrir mão do DNA que consagrou sua versão a combustão: dinâmica impecável e baixo peso.

    Plataforma exclusiva em alumínio: a alma do novo A110

    Diferente de seus irmãos elétricos — como o Renault A290 e A390, que compartilham plataformas genéricas — o Alpine A110 Future nasce sobre uma base em alumínio desenvolvida do zero. Essa escolha não foi apenas uma decisão de engenharia, mas uma necessidade para garantir que o esportivo mantivesse sua essência: um centro de gravidade baixo e distribuição de peso equilibrada, elementos que definem a performance de um carro esportivo.

    Baterias divididas: a engenharia por trás do equilíbrio

    Um dos diferenciais mais notáveis do A110 Future é a adoção de um sistema de baterias dividido, com 40% do peso na dianteira e 60% na traseira. Essa configuração não apenas simula a distribuição de um carro com motor central — como o lendário Porsche 911 — mas também otimiza a estabilidade nas curvas e a agilidade. A meta de peso total, de apenas 1.450 kg, reforça o compromisso da marca em não sacrificar a eficiência pela performance.

    Autonomia e concorrência: o desafio de rivalizar com os melhores

    Com uma autonomia projetada superior a 563 km (ciclo WLTP), o Alpine A110 elétrico promete ser competitivo não apenas em dinâmica, mas também em praticidade. A marca francesa, conhecida por seus esportivos de alto desempenho, agora mira diretamente no segmento premium, onde o Porsche 911 reina soberano. O lançamento oficial, previsto para 2027, será o primeiro teste real para verificar se a estratégia de manter o DNA esportivo em um carro elétrico terá sucesso.

    O que esperar do futuro da Alpine?

    O A110 Future é mais do que um protótipo: é um manifesto da Alpine de que é possível eletrificar um carro esportivo sem perder a alma. Ao investir em uma plataforma própria e inovações como o sistema de baterias dividido, a marca sinaliza que não pretende se contentar com soluções genéricas. Se o modelo se consolidar como um verdadeiro rival do Porsche 911, a indústria automotiva poderá testemunhar um novo capítulo na história dos esportivos elétricos.

  • Mercado de motos: vendas recuam em junho com Honda dominando 80% do Top 10

    Mercado de motos: vendas recuam em junho com Honda dominando 80% do Top 10

    Queda sazonal e dominância da Honda no mercado

    Os dados da Fenabrave mostram que junho de 2026 fechou com 194.200 motocicletas licenciadas no Brasil, volume 1,79% menor que os 197.737 emplacamentos registrados em maio. Embora a retração seja leve, ela sinaliza uma possível acomodação do setor após o pico de vendas do mês anterior, comum em períodos de transição entre estações.

    A Honda consolidou sua hegemonia no segmento, respondendo por mais de 125 mil unidades licenciadas — um número impressionante que representa cerca de 64% do mercado total. A estratégia da marca japonesa, ancorada em modelos como a CG 160 (líder isolada com 46 mil emplacamentos) e a Biz 125, mantém a fabricante na liderança há mais de uma década, com oito dos dez modelos mais vendidos em junho pertencendo à sua linha.

    Yamaha perde fôlego no Top 10; novatas tentam espaço

    A Yamaha, segunda colocada com 25.569 unidades, teve apenas um modelo entre os dez mais vendidos — a Factor 125, que ocupou a oitava posição. A marca, tradicional no segmento, viu sua participação no ranking reduzida frente à concorrência agressiva de Shineray e Mottu, que brigaram pela terceira posição com meras duas unidades de diferença (11.047 vs. 11.045 emplacamentos).

    Já a CFMoto, em seu primeiro mês de operações no Brasil, emplacou 463 motocicletas em junho, um número modesto que reflete os desafios de uma marca nova em um mercado dominado por gigantes consolidados. Enquanto isso, a Mottu Sport 110i surpreendeu ao entrar no Top 5, consolidando a estratégia da startup de focar em modelos acessíveis e parcerias com revendas.

    Concentração de mercado e tendências para o segundo semestre

    A concentração de vendas em poucos modelos e marcas não é uma novidade, mas chama atenção em junho: oito das dez motocicletas mais emplacadas pertencem à Honda, enquanto as demais vagas do Top 10 são disputadas por marcas que apostam em preços competitivos ou nichos específicos. A queda nas vendas da Yamaha, embora pontual, pode ser um reflexo de uma estratégia de portfólio menos agressiva frente às concorrentes.

    Para o segundo semestre de 2026, a expectativa é de estabilidade com possível crescimento impulsionado por programas de incentivo ao crédito e pela chegada do verão, período tradicionalmente forte para o setor. No entanto, a dependência de poucos modelos — especialmente a CG 160 — mantém o mercado vulnerável a mudanças bruscas na demanda ou em políticas econômicas.

  • Fim de uma lenda: Throwin A Fit, garanhão que revolucionou a vaquejada brasileira, morre aos 23 anos

    Fim de uma lenda: Throwin A Fit, garanhão que revolucionou a vaquejada brasileira, morre aos 23 anos

    Throwin A Fit, o garanhão Quarto de Milha considerado o maior nome da história da vaquejada brasileira, morreu neste sábado, 4 de julho de 2026, aos 23 anos, no Haras Fábio José, onde era mantido. A notícia foi confirmada pela própria fazenda, que não divulgou a causa do óbito. Seu legado, no entanto, é inegável: uma dinastia de campeões espalhados pelos principais haras do país e uma revolução na seleção genética da modalidade.

    O legado que mudou a vaquejada para sempre

    Importado dos Estados Unidos, Throwin A Fit chegou ao Brasil em meados dos anos 2000, quando a vaquejada ainda dava seus primeiros passos na busca por melhoramento genético. Sua chegada coincidiu com um momento decisivo: a modalidade começava a profissionalizar suas linhagens, e ele se tornou o símbolo dessa transição. No Haras LM, onde iniciou sua trajetória reprodutiva, seus primeiros filhos já chamavam atenção. Mas foi no Haras Fábio José, onde se consolidou, que seu nome se tornou sinônimo de excelência.

    Seus descendentes dominaram pistas de vaquejada por todo o país, quebrando recordes em leilões e garantindo títulos que antes pareciam inatingíveis. Criadores não mediam esforços para ter acesso a seus genes, e sua linhagem se tornou a mais cobiçada do setor. Throwin A Fit não apenas produziu campeões — ele redefiniu o que significava ser um garanhão na vaquejada brasileira.

    Uma linhagem que ultrapassou fronteiras

    Dados do setor indicam que, até seu falecimento, Throwin A Fit havia gerado mais de 3 mil descendentes registrados, muitos deles com performances excepcionais em competições. Seus filhos e filhas não se limitaram às pistas: muitos foram vendidos por valores recordes, como o R$ 1,2 milhão alcançado por um de seus potros em leilão realizado em 2023. Seu DNA está presente em haras de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e até no exterior, onde a vaquejada brasileira começa a ganhar espaço.

    A morte de Throwin A Fit deixa um vazio imenso no setor. Especialistas já começam a debater o futuro da linhagem, com criadores buscando alternativas para manter o padrão de excelência que ele impôs. Enquanto isso, seu nome permanece gravado na história como o garanhão que não apenas venceu, mas transformou a vaquejada em um esporte de elite genética.

  • Ferrari 12Cilindri Manuale: a máquina que ressuscita o câmbio manual com V12 de 830 cv e 1.499 unidades

    Ferrari 12Cilindri Manuale: a máquina que ressuscita o câmbio manual com V12 de 830 cv e 1.499 unidades

    A volta dos três pedais em plena era da automação

    A Ferrari inovou ao lançar a 12Cilindri Manuale, uma edição especial limitada a 1.499 unidades que revive a experiência do câmbio manual em um supercarro de produção. Com um motor V12 6.5 aspirado de 830 cavalos e corte a 9.500 rpm, o modelo combina performance brutal com a nostalgia dos três pedais, algo praticamente extinto em carros de série desde a Ferrari California T de 2012.

    Tecnologia ‘by-wire’ para simular a emoção (ou o sofrimento) do manual

    O sistema ‘Manuale by-wire’ da 12Cilindri Manuale substitui o câmbio tradicional por um comando eletrônico que simula a embreagem, os engates e até os trancos característicos de uma transmissão manual. O motor pode até ‘morrer’ em trocas mal executadas, como nos velhos tempos. Tudo isso é gerenciado por um câmbio de dupla embreagem de oito marchas, mas que opera em modo manual com seis relações, oferecendo um realismo surpreendente para os puristas.

    Um tributo ao passado com DNA futurista

    Mais do que uma brincadeira nostálgica, a 12Cilindri Manuale é um manifesto da Ferrari: um V12 aspirado em plena era da eletrificação, com uma sonoridade que ecoa as gloriosas décadas de 1960 e 1970. A edição limitada reforça o caráter exclusivo do modelo, posicionando-o como uma peça de colecionador — e um desafio para os novos motoristas, acostumados com a suavidade dos câmbios automáticos.

  • Nissan Sentra: donos reclamam de falta de peças e carros parados na garantia até 2026

    Nissan Sentra: donos reclamam de falta de peças e carros parados na garantia até 2026

    A falta de peças de reposição para o Nissan Sentra tem transformado a garantia de compra em uma promessa vazia para muitos donos do modelo. O que deveria ser um diferencial de confiança — consertos cobertos pela garantia — se tornou um entrave burocrático e logístico, deixando veículos parados por meses e prejudicando a rotina de motoristas.

    Falta de peças: um problema que não é novo, mas persiste em 2026

    Casos como o do analista de sistemas Walter Eduardo dos Santos Reis, proprietário de um Sentra 2024 em São Paulo, ilustram a gravidade da situação. Desde a entrega, o veículo apresentou problemas — como o banco do motorista solto e barulhento — mas as concessionárias não conseguiram solucioná-los por falta de componentes essenciais. “Até hoje não consegui resolver”, desabafa Walter. A espera por itens básicos, como buchas estabilizadoras e marcadores de combustível, já ultrapassa prazos razoáveis, mesmo com a garantia ainda ativa.

    Nissan diz que resolveu, mas Reclame Aqui registra centenas de queixas

    Em resposta às reclamações, a montadora afirmou ter regularizado os casos, mas as avaliações no Reclame Aqui contam outra história. Até a data de referência (4 de julho de 2026), há mais de 300 registros de consumidores insatisfeitos com a falta de assistência, muitos deles com veículos há meses sem solução. A discrepância entre o discurso da empresa e a realidade dos donos do Sentra acende um alerta sobre a confiabilidade da rede de assistência autorizada.

    Consequências além do bolso: impactos na vida dos motoristas

    Para quem depende do carro diariamente, a ausência de peças não é apenas um transtorno financeiro — é um colapso na rotina. Motoristas relatam perder compromissos de trabalho, estudos e até oportunidades pessoais por não terem seus veículos consertados. “Como vou confiar em um carro novo se não consigo sequer consertar um defeito simples com peças disponíveis no mercado?”, questiona Walter. A situação expõe não só a fragilidade da cadeia de suprimentos da Nissan, mas também a vulnerabilidade dos consumidores diante de marcas que não cumprem prazos mínimos de manutenção.

    O que diz a Nissan?

    Em nota oficial, a Nissan afirmou que “todos os casos foram solucionados conforme os prazos estabelecidos pela garantia”, mas não detalhou como ou quando as peças foram disponibilizadas para as concessionárias. A empresa também não respondeu sobre a demora na reposição de itens críticos para modelos recentes, como o Sentra 2024. Enquanto isso, donos do veículo seguem em busca de respostas — e de seus carros funcionando.