Autor: Roberto Neves

  • Cinebiografia de Marília Mendonça em xeque: compositor não autorizou uso de imagem no filme

    Cinebiografia de Marília Mendonça em xeque: compositor não autorizou uso de imagem no filme

    Na última quarta-feira, 2 de julho de 2026, a cinebiografia “Marília”, produzida pela Amazon Prime Video e que retrata a trajetória da cantora Marília Mendonça, entrou em foco novamente por conta de uma polêmica envolvendo o compositor Juliano Tchula.

    Flavi Soares, esposa do compositor, declarou em suas redes sociais que o uso da imagem de Juliano Tchula no filme não foi autorizado. Segundo ela, o casal prefere manter-se afastado de situações que possam gerar conflitos e que o compositor não deseja ser associado à obra, visto que não acredita no projeto.

    O peso da ausência: Juliano Tchula e a cinebiografia

    Juliano Tchula foi um dos principais compositores ligados à carreira de Marília Mendonça, especialmente no início de sua trajetória no sertanejo. No entanto, nos últimos anos, o músico afastou-se do mercado e da cena sertaneja, o que levanta questionamentos sobre sua participação — ou falta dela — na obra cinematográfica.

    Até esta tarde, a produção do longa, assim como a Amazon Prime Video, ainda não se pronunciaram oficialmente sobre as alegações feitas por Flavi Soares. O espaço segue aberto para eventual manifestação das partes envolvidas.

    Repercussão nas redes: entre a homenagem e o respeito

    A polêmica ganhou força nas plataformas digitais, com usuários divididos entre a defesa da obra como uma homenagem legítima à cantora e o respeito à vontade do compositor, que, segundo relatos, não deseja ser vinculado ao projeto. A ausência de uma resposta oficial da produção reforça a necessidade de clareza sobre o conteúdo apresentado no filme.

    Enquanto isso, a expectativa por mais detalhes sobre a cinebiografia segue alta, especialmente entre os fãs de Marília Mendonça e os profissionais do mercado sertanejo.

  • Brasil 2002: nostalgia e penta — como era o país na Copa que mudou tudo

    Brasil 2002: nostalgia e penta — como era o país na Copa que mudou tudo

    De 1998 a 2002: a redenção que começou na dor

    A derrota na final da Copa de 1998, contra a França, deixou uma ferida aberta na alma do torcedor brasileiro. Quatro anos depois, em 2002, a Seleção chegava ao torneio com a sombra daquele 0x3 sofrido nas terras francesas — e ainda enfrentando desconfianças após uma campanha atribulada nas eliminatórias sul-americanas. Mas foi justamente naquele cenário de incertezas que surgiu o time que devolveria ao Brasil a alegria de ser campeão do mundo.

    O penta que uniu um país em dois continentes

    A Copa de 2002, disputada na Coreia do Sul e no Japão, foi a primeira a ocorrer no continente asiático e também a primeira a ser sediada por dois países. Para o Brasil, que vivia um momento de transformações sociais e econômicas, o torneio representou mais do que um esporte: foi um divisor de águas. A vitória sobre a Alemanha por 2×0 na final, com gols de Ronaldo, selou o penta e enterrou décadas de frustração. Hoje, em 4 de julho de 2026, quando o Brasil volta a disputar uma Copa do Mundo, a comparação inevitável é: será que a magia de 2002 pode se repetir?

    Os carros da época: um retrato do Brasil que não volta mais

    Além do futebol, o Brasil de 2002 tinha uma cara distinta. Os carros populares da época, como o Volkswagen Gol, o Ford Fiesta e o Fiat Palio, dominavam as ruas, enquanto modelos importados começavam a ganhar espaço. O país ainda não conhecia o boom do SUV, que só chegaria anos depois. Naquele ano, o Brasil fabricava cerca de 1,8 milhão de veículos — um número que, em 2026, já supera os 2,5 milhões anuais, refletindo a evolução da indústria automotiva. A nostalgia, afinal, não é só esportiva.

    Por que 2002 ainda dói e faz sonhar

    O jejum de títulos mundiais desde então transformou 2002 em um marco quase mítico. Aquele time, liderado por Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho, tinha um estilo de jogo que encantava e uma resiliência que parecia espelhar a própria alma brasileira. Hoje, com a Seleção de 2026 em campo, a pergunta que ronda mesas de bar e redes sociais é a mesma: será que desta vez o Brasil vai conseguir repetir a dose? Enquanto a torcida aguarda ansiosa, uma coisa é certa: a história de 2002 nos ensinou que, no futebol — e na vida —, os jejuns sempre terminam.

  • Fiat Pulse 7 lugares: protótipo é flagrado em testes e chega ao Brasil em 2027 como rival de SUVs como o Citroën Aircross

    Fiat Pulse 7 lugares: protótipo é flagrado em testes e chega ao Brasil em 2027 como rival de SUVs como o Citroën Aircross

    Na última quarta-feira (2 de julho de 2026), um leitor flagrou um protótipo do futuro Fiat Pulse 7 lugares em testes nas proximidades da unidade da Fiat em Betim (MG), onde o modelo será produzido. O veículo, que carrega o codinome Projeto F2U, representa a segunda incursão da marca italiana em sua nova linha global fabricada no Brasil, com estreia prevista para o segundo semestre de 2027.

    Plataforma compartilhada, mas com identidade própria

    Embora o protótipo ainda utilize componentes provisórios herdados do Citroën Aircross — modelo com o qual compartilha a plataforma CMP —, a Fiat prometeu mudanças profundas para diferenciar o Pulse de seu irmão francês. A começar pela segurança: o SUV brasileiro contará com freios a disco nas quatro rodas em todas as versões, recurso não oferecido no Aircross, visando compensar o aumento de peso devido à capacidade extra de sete passageiros.

    Aposta em um nicho em expansão no Brasil

    Batizado Fiat Grizzly no mercado europeu, o modelo chega ao Brasil como uma opção para famílias ou profissionais que buscam espaço e praticidade sem abrir mão de um design robusto. A Fiat aposta em um posicionamento superior ao do Aircross, tanto em preço quanto em equipamentos, mirando diretamente em rivais como o Jeep Compass e o Peugeot 3008 no segmento de SUVs médios de sete lugares.

    Evoluções técnicas e design definitivo

    Apesar das proporções já definidas, o protótipo ainda exibe elementos provisórios da carroceria do modelo francês. No entanto, a Fiat garante que o Pulse 7 lugares trará melhorias mecânicas significativas, especialmente em suspensão e motorização, para atender às demandas do mercado local — um diferencial crucial em um segmento onde a confiabilidade é tão valorizada quanto o espaço.

  • Mamona no Cerrado: crescimento produtivo exige controle de pragas e manejo rigoroso

    Mamona no Cerrado: crescimento produtivo exige controle de pragas e manejo rigoroso

    A cultura da mamona ganha fôlego no Cerrado com a expectativa de colher 159,8 mil toneladas na safra 2025/2026 — um salto de 59,7% em relação ao ciclo anterior, segundo projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O avanço reflete a crescente demanda por óleos vegetais e a adaptação da planta ao bioma, mas especialistas alertam: o resultado final está diretamente ligado à saúde das lavouras.

    Bahia lidera produção, mas produtividade exige mais do que área plantada

    A Bahia se consolida como o principal polo da cultura, respondendo por grande parte da oferta nacional. Contudo, como destaca Igor Borges, líder de sustentabilidade da ORÍGEO, “a boa produtividade não depende apenas de ampliar a área de plantio”. O desafio é manter a lavoura livre de pragas e plantas daninhas, que podem reduzir a eficiência da cultura em até 30%, segundo estudos do setor.

    Pragas e plantas daninhas: o inimigo silencioso da mamona

    O aumento da área plantada no Cerrado também expande a incidência de pragas como a Diabrotica speciosa (besouro-do-milho) e doenças fúngicas, como a Colletotrichum, que atacam caules e folhas. Além disso, plantas daninhas como o capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) competem por nutrientes e água, reduzindo a produtividade. “O manejo integrado é fundamental. Não adianta só plantar — é preciso monitorar e agir no momento certo”, afirma Borges.

    Consequências para o mercado e o produtor

    O crescimento da produção nacional de mamona tem reflexos diretos no mercado de óleos vegetais, especialmente para a indústria de biocombustíveis e cosméticos. No entanto, a volatilidade dos preços e os custos com insumos — como defensivos agrícolas e mão de obra especializada — podem pressionar a margem de lucro dos produtores. “Quem não investir em tecnologia e manejo corre o risco de perder competitividade”, avalia o especialista.

    Perspectivas para o ciclo 2026/2027

    Com a safra 2025/2026 ainda em andamento, os olhares se voltam para o próximo ciclo. A Conab deve revisar suas projeções em setembro de 2026, mas a tendência é de manutenção do crescimento, desde que os desafios sanitários sejam controlados. Para os produtores, a lição é clara: a mamona pode ser uma oportunidade, mas exige mais do que sorte — exige planejamento e ação constante.

  • Contran cria ‘tornozeleira eletrônica’ para veículos apreendidos e proíbe leilões presenciais a partir de julho de 2026

    Contran cria ‘tornozeleira eletrônica’ para veículos apreendidos e proíbe leilões presenciais a partir de julho de 2026

    Fim dos leilões presenciais e chegada da ‘tornozeleira veicular’

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) encerra uma era de leilões de veículos apreendidos com presença física. Desde sábado, 4 de julho de 2026, todas as vendas serão realizadas exclusivamente de forma virtual, por meio de plataformas online autorizadas. A mudança, prevista na Resolução nº 1.025/2026 — que substitui a norma de 2016 —, busca reduzir custos operacionais e aumentar a transparência nos processos.

    Aliada a essa reformulação está a criação do Sistema Integrado de Veículos Custodiados (Sivec), que unificará o rastreamento, a guarda e a destinação final dos veículos apreendidos. O sistema promete eliminar burocracias redundantes e acelerar a regularização de proprietários que regularizarem suas pendências.

    Motoristas ganham fôlego com a ‘tornozeleira eletrônica’

    A principal inovação, apelidada no mercado de ‘tornozeleira eletrônica’, permite que veículos apreendidos permaneçam na garagem do proprietário — desde que estejam equipados com um dispositivo de rastreamento GPS. A medida é voltada para casos em que a apreensão não esteja relacionada a crimes graves ou à impossibilidade de regularização imediata. Segundo o Contran, a iniciativa reduzirá custos de guinchagem e evitará danos aos veículos durante o transporte.

    Para o advogado especializado em trânsito Marcelo Lima, a adoção do Sivec representa um avanço na modernização da fiscalização. ‘O sistema centraliza dados que hoje estão dispersos em diferentes órgãos, facilitando a vida tanto do cidadão quanto do poder público’, afirmou. No entanto, ele alerta para a necessidade de fiscalização rigorosa para evitar fraudes no rastreamento.

    Sucata em 30 dias: prazos mais curtos e consequências duras

    A nova regra também impõe alterações nos casos de veículos ‘ignorados’ em leilões. Caso o proprietário não compareça ou não regularize a situação em duas tentativas, o veículo será reclassificado automaticamente como sucata após 30 dias corridos da segunda publicação do edital. Os editais, por sua vez, passaram a exigir 15 dias úteis de publicação — tempo suficiente para que interessados se manifestem, segundo a autarquia.

    Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) mostram que, em 2025, mais de 120 mil veículos foram apreendidos no Brasil, mas apenas 35% foram leiloados dentro do prazo legal. ‘A lentidão nos processos gera prejuízos para todos: o Estado perde arrecadação, e o cidadão, a chance de recuperar seu patrimônio’, avaliou a economista Fernanda Oliveira.

    Impacto para o mercado e cobrança por transparência

    O setor de leilões veiculares, que movimenta cerca de R$ 2 bilhões anualmente segundo a Fenauto, já se prepara para a transição. ‘As plataformas digitais terão que se adaptar rapidamente, mas a tendência é positiva. A venda online reduz custos e amplia o alcance dos lances’, afirmou o presidente da entidade, Ricardo Silva.

    Entretanto, especialistas cobram mais clareza nos critérios de avaliação dos veículos antes de irem a leilão. ‘Muitos automóveis chegam ao mercado com danos não declarados ou com histórico de sinistro ocultado. A fiscalização deve ser mais rigorosa’, defendeu a engenheira automotiva Clarice Mendes.

    O que muda na prática para os motoristas?

    1. Guarda monitorada: Veículos apreendidos podem ficar em casa com rastreamento, evitando guinchagem (exceto em casos de crimes ou impossibilidade de regularização).

    2. Leilões 100% digitais: Todas as vendas agora ocorrem em plataformas online, com editais publicados por 15 dias úteis.

    3. Prazos apertados: Após duas tentativas de leilão sem sucesso, o veículo é classificado como sucata em 30 dias.

    4. Sivec: Sistema unificado para rastrear, custodiar e destinar veículos apreendidos, reduzindo burocracia.

  • Gusttavo Lima exibe coleção de R$ 7 milhões e garagem recheada: Rolls-Royce, Ferrari e Lamborghini no auge do sertanejo

    Gusttavo Lima exibe coleção de R$ 7 milhões e garagem recheada: Rolls-Royce, Ferrari e Lamborghini no auge do sertanejo

    Gusttavo Lima não apenas domina os palcos com seus hits sertanejos, mas também impressiona com seu estilo de vida milionário. Em 4 de julho de 2026, o cantor, conhecido nacionalmente como ‘Embaixador’, voltou a chamar atenção por sua coleção de carros de luxo, que inclui modelos avaliados na casa dos milhões de reais.

    O Rolls-Royce Cullinan: símbolo de ostentação discreta

    Um dos destaques da garagem do artista é o Rolls-Royce Cullinan, SUV superluxuoso avaliado em cerca de R$ 7 milhões na época em que foi noticiado. O modelo, nomeado em homenagem ao maior diamante bruto já encontrado, combina imponência e exclusividade, características que refletem a fortuna do cantor.

    Com um motor V12 biturbo de 6,7 litros e 563 cavalos de potência, o Cullinan acelera de 0 a 100 km/h em aproximadamente 4,5 segundos — mesmo pesando cerca de 2,6 toneladas. A proposta do veículo, no entanto, vai além da velocidade: é uma declaração de status.

    Ferrari e Lamborghini: a paixão pelos superesportivos

    Além do Rolls-Royce, Gusttavo Lima também ostenta modelos como a Ferrari e Lamborghini em sua garagem, reforçando seu gosto por marcas italianas de alto desempenho. Esses carros, aliados ao Cullinan, formam uma coleção que não passa despercebida e alimenta o imaginário de seus fãs sobre o sucesso do artista.

    O ‘Embaixador’ e o estilo de vida milionário

    Gusttavo Lima sempre foi transparente sobre sua paixão por carros de luxo, usando esses veículos não apenas como meio de transporte, mas como extensão de sua persona pública. A exposição de sua garagem milionária, em plena era das redes sociais, só reforça a imagem de um artista que transcendeu a música para se tornar um ícone de estilo e fortuna no cenário brasileiro.

  • Frete e Imposto Afundam: Vendas dos Carros Elétricos Mais Baratos do Brasil São Suspensas em 2026

    Frete e Imposto Afundam: Vendas dos Carros Elétricos Mais Baratos do Brasil São Suspensas em 2026

    A guerra dos preços no mercado de elétricos brasileiros sofreu um revés nesta semana. A E-Motors, importadora responsável pelos modelos JMEV Emova Easy (R$ 69.990) e Emova Urban (R$ 99.990), anunciou a suspensão imediata das vendas de seus dois principais produtos no País. A decisão, revelada inicialmente pela jornalista Isadora Carvalho do Jornal do Carro e confirmada pela importadora, decorre da combinação explosiva entre a alta do frete marítimo China-Brasil e o recente reajuste do imposto de importação para veículos elétricos, que inviabilizou a comercialização de novos lotes.

    A conta que não fechou: por que os elétricos mais baratos não resistiram?

    O Emova Easy, lançado como o carro elétrico mais barato do Brasil, e seu irmão mais caro, o Emova Urban, haviam conquistado espaço justamente por preencher uma lacuna de mercado: acessibilidade. No entanto, o cenário mudou drasticamente em 2026. Segundo a E-Motors, o frete marítimo — que já havia sofrido aumentos expressivos desde 2024 — disparou novamente, enquanto o governo federal manteve a alíquota de 35% sobre a importação de elétricos, encarecendo ainda mais os produtos. A soma desses fatores tornou impossível manter os preços competitivos, forçando a empresa a pausar as vendas.

    Reservas pagas serão devolvidas; sem previsão para retomada

    Mercidio Jivisiez, CEO da E-Motors, afirmou que os clientes que haviam feito reservas receberão integralmente os valores já pagos como sinal, já que não há previsão para a chegada dos veículos encomendados. A medida afeta diretamente quem apostou na transição para elétricos, mas agora vê seus planos adiados — ou até mesmo cancelados — diante da instabilidade do mercado. Enquanto isso, a importadora estuda alternativas, como possíveis ajustes nos modelos ou parcerias locais para driblar os custos, mas nada concreto foi divulgado até esta sexta-feira (4 de julho de 2026).

    O que esperar do futuro dos elétricos baratos no Brasil?

    A suspensão das vendas dos Emova Easy e Urban expõe uma realidade incômoda: a dependência de importações em um mercado ainda em consolidação. Especialistas ouvidos pelo setor apontam que, sem uma política clara de incentivo à produção nacional ou redução dos impostos sobre elétricos, a tendência é que outros modelos de entrada também enfrentem dificuldades. Enquanto isso, fabricantes chinesas — principais fornecedoras desses veículos — podem buscar mercados alternativos ou até mesmo reduzir sua presença no Brasil, priorizando regiões com menores barreiras tarifárias. A E-Motors, por enquanto, segue em silêncio sobre próximos passos, deixando consumidores e concorrentes em alerta.

  • Anastácio (MS) sedia sexta etapa do Circuito Nelore de Qualidade 2026 com avaliação de 300 animais

    Anastácio (MS) sedia sexta etapa do Circuito Nelore de Qualidade 2026 com avaliação de 300 animais

    O Circuito Nelore de Qualidade 2026 chega à sua sexta etapa em Anastácio (MS) no próximo dia 6 de julho (segunda-feira), consolidando o estado como polo estratégico da pecuária de corte nacional. Promovido pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), em parceria com o frigorífico Friboi, o evento contará ainda com o apoio da Matsuda Sementes e Nutrição Animal e da Associação Sul-Mato-Grossense de Criadores de Nelore (Nelore MS).

    300 animais sob análise para impulsionar a pecuária brasileira

    A edição mato-grossense do circuito avaliará aproximadamente 300 animais, oferecendo aos produtores uma plataforma para demonstrar os resultados de investimentos em genética, nutrição e manejo. Segundo André Locateli, gerente executivo da ACNB, o evento é um termômetro do setor: “É uma oportunidade para identificar acertos e pontos a serem aprimorados, garantindo competitividade no mercado”.

    MS na vanguarda: por que o estado se destaca no Circuito?

    O Mato Grosso do Sul já ocupa posição de destaque no Circuito Nelore de Qualidade, com cinco etapas anteriores realizadas em diversas regiões do estado. A escolha de Anastácio reforça a estratégia de descentralizar o evento, levando a avaliação técnica a diferentes biomas e realidades produtivas. Além disso, a parceria com Friboi — líder no setor de abate e processamento — sinaliza a integração entre a produção genética e a indústria, um modelo cada vez mais demandado pelo mercado.

    Genética e inovação: o que o futuro reserva para a pecuária nelore?

    Embora o foco do evento seja a avaliação de carcaças, a crescente adoção de tecnologias como seleção genômica e nutrição de precisão será um tema recorrente entre os participantes. A Noruega, recentemente, chamou atenção com uma vaca leiteira geneticamente modificada para reduzir emissões de metano — um exemplo de como a inovação pode redefinir a pecuária global. No Brasil, iniciativas como o Circuito Nelore de Qualidade já caminham nesse sentido, mas o desafio de conciliar produtividade e sustentabilidade segue em aberto.

  • Poliana Rocha corta boato: Leonardo não proibiu Virginia Fonseca de sua festa de aniversário

    Poliana Rocha corta boato: Leonardo não proibiu Virginia Fonseca de sua festa de aniversário

    Poliana Rocha, casada com Zé Felipe, desmontou na manhã de hoje uma sequência de boatos que vinham sendo disseminados em perfis de fofoca sobre a participação de Virginia Fonseca e Margareth Serrão na festa de aniversário de Leonardo, marcada para o dia 25 de julho.

    O estopim da polêmica: boatos sem fundamento

    As publicações falsas sugeriam que o cantor Leonardo teria barrado Virginia, sua ex-nora, de entrar na comemoração. A história ganhou tração justamente em um momento delicado: a repercussão do término do casamento entre Zé Felipe e Virginia, que já movimenta as redes sociais.

    Poliana age rápido e corta o mal pela raiz

    Em vez de deixar o boato ganhar força, Poliana Rocha tomou a frente e desmentiu publicamente a versão. Nos comentários de uma postagem que circulava as supostas proibições, ela deixou claro: “Meu Deus, de onde vocês tiraram isso?” e complementou com firmeza: “Mentira”. A reação rápida da influenciadora não só dissipou a desinformação, como também mobilizou seus seguidores a criticarem as páginas responsáveis por espalhar boatos sem apuração.

    O contexto por trás da repercussão

    A situação ganha contornos ainda mais sensíveis ao considerar o clima familiar envolvido. Virginia Fonseca, ex-esposa de Zé Felipe, é figura central em meio ao término do casamento, e qualquer movimentação que envolva a família de Leonardo — seu sogro — acaba atraindo olhares e especulações. A postura de Poliana, ao negar categoricamente a versão, reforça a importância de se combater a desinformação, especialmente em momentos de alta exposição midiática.

  • Volkswagen T-Cross derruba preços em R$ 10 mil e assume liderança isolada no segmento

    Volkswagen T-Cross derruba preços em R$ 10 mil e assume liderança isolada no segmento

    Queda estratégica para manter o topo do mercado

    A Volkswagen surpreendeu o setor automotivo ao reduzir os preços do T-Cross em todas as suas versões comercializadas no Brasil, menos na Sense PcD — que permaneceu em R$ 119.990. A decisão, anunciada em 3 de julho de 2026, reflete uma estratégia agressiva para evitar atritos com o Taos e reforçar a liderança do modelo no segmento de SUVs compactos, onde o T-Cross detém o título de mais vendido.

    Preços atualizados e versões disponíveis

    Os novos valores do T-Cross, válidos a partir do dia 4 de julho de 2026, mostram uma queda uniforme de R$ 10 mil em todas as configurações:

    • T-Cross 200 TSI: R$ 151.490 (era R$ 161.490)
    • T-Cross Comfortline: R$ 171.990 (era R$ 181.990)
    • T-Cross Highline: R$ 186.290 (era R$ 196.290)
    • T-Cross Extreme 250 TSI: R$ 193.490 (era R$ 203.490)
    • T-Cross Sense PcD: R$ 119.990 (sem alteração)

    Sem cortes de equipamentos: valor agregado permanece

    A fabricante garantiu que a redução de preço não impactou os equipamentos de série ou opcionais em nenhuma das versões. O T-Cross continua oferecendo os mesmos motores — o 200 TSI (1.0 turbo) e o 250 TSI (1.5 turbo) — e mantém a estrutura de custo-benefício que o levou ao topo das vendas em 2025 e 2026.

    Contexto: disputa acirrada no segmento compacto

    A medida ocorre em um momento de alta concorrência no segmento de SUVs compactos, onde o T-Cross enfrenta rivais como o Hyundai Creta, Renault Duster e, especialmente, o Taos — modelo que a Volkswagen posiciona como alternativa premium dentro da mesma categoria. Com a queda nos preços, a marca busca não apenas manter a liderança, mas também atrair clientes que considerariam opções concorrentes.

    Perspectivas para o mercado

    Especialistas do setor avaliam que a estratégia pode acelerar a renovação da frota de SUVs compactos no Brasil, incentivando consumidores a optar por modelos zero-quilômetro. Além disso, a redução pode pressionar concorrentes a revisarem seus preços, beneficiando o consumidor final em um mercado ainda sensível a crises econômicas e taxas de juros elevadas.