Autor: Roberto Neves

  • Trator a 592 km/h: JCB surpreende com recorde de velocidade usando hidrogênio em motores convencionais

    Trator a 592 km/h: JCB surpreende com recorde de velocidade usando hidrogênio em motores convencionais

    A fabricante britânica de equipamentos agrícolas JCB não apenas cravou um número histórico em Bonneville Salt Flats (EUA) na última sexta-feira, 5 de agosto de 2026, como também redefiniu o que é possível quando hidrogênio e engenharia extrema se encontram.

    Do campo para a velocidade: como um trator superou 592 km/h

    O Hydromax, um streamliner projetado pela JCB, não usou células de combustível nem baterias para mover suas rodas. Em vez disso, apostou em um par de motores de combustão interna adaptados para queimar hidrogênio puro — uma abordagem radical que dispensou sistemas elétricos complexos. A média de 592,735 km/h, obtida em duas passagens na classe Blown Gas Streamliner (AA/BGS), foi homologada pela Southern California Timing Association (SCTA), garantindo credibilidade antes da disputa pelo recorde mundial da FIA, prevista para os próximos meses.

    Por que esta quebra de recorde importa mais do que a velocidade

    A façanha não se limita aos números. Ela evidencia que o hidrogênio, quando aplicado em motores térmicos de alta performance, pode competir com soluções elétricas em aplicações onde o peso, a simplicidade e a potência bruta são críticos. Para a indústria automotiva, especialmente em veículos de nicho como dragsters e streamliners, a abordagem da JCB abre caminho para novas arquiteturas de propulsão, sem depender de infraestrutura de recarga ou complexidade de células a combustível.

    O que vem pela frente: da SCTA à FIA

    Com o recorde da SCTA já assegurado, a JCB mira agora o título mundial da FIA, que exigirá não apenas velocidade, mas também consistência em condições adversas. A estratégia da empresa britânica sinaliza uma tendência: a diversificação das fontes de energia no automobilismo extremo, onde cada décimo de segundo conta e a inovação não tem limites pré-definidos.

  • Chery lança cão robótico e humanoide no Brasil com homologação da Anatel ainda em 2026

    Chery lança cão robótico e humanoide no Brasil com homologação da Anatel ainda em 2026

    Robôs com certificações internacionais chegam ao mercado brasileiro

    A Chery International confirmou que sua divisão de robótica AiMOGA desembarcará no Brasil no último trimestre de 2026, trazendo dois produtos inovadores: o cão robótico Argos e o humanoide Mornine. Ambos já obtiveram homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), garantindo sua operação no país, além de certificações europeias.

    Mornine: atendimento e vendas nas concessionárias

    O robô humanoide Mornine será integrado ao atendimento das concessionárias Omoda & Jaecoo, atuando como assistente em showrooms. Além disso, o produto será comercializado diretamente ao público, marcando a estreia da AiMOGA no mercado brasileiro. A tecnologia por trás do dispositivo inclui inteligência artificial avançada e modelos de linguagem (LLMs), permitindo interações autônomas e respostas personalizadas.

    Argos: o cão robótico da AiMOGA

    O Argos, por sua vez, é um robô com formato de cão projetado para aplicações residenciais ou comerciais. Com autonomia e capacidade de interação, o dispositivo se soma à oferta de robôs domésticos que ganham espaço no mercado global. A chegada desses produtos reforça a aposta da Chery em soluções de robótica integrada a ecossistemas automotivos.

  • Mansão de Rick Sollo em Itu: luxo, briga judicial e um endereço que divide opiniões

    Mansão de Rick Sollo em Itu: luxo, briga judicial e um endereço que divide opiniões

    Um refúgio de luxo em Itu: entre piscinas e tribunais

    A mansão do cantor Rick Sollo, da dupla Rick & Renner, segue como um dos endereços mais comentados do interior paulista. Localizada em condomínio fechado de Itu, a propriedade de alto padrão — avaliada entre R$ 9 milhões e R$ 12 milhões — reúne suítes privativas, academia, área de lazer com piscina, academia e jardins projetados para garantir privacidade a seus moradores. Imagens da casa, já veiculadas em anúncios imobiliários e reportagens, destacam detalhes como acabamentos refinados e ambientes projetados para receber convidados.

    Da Justiça ao acordo: o imóvel que deixou de ser patrimônio bloqueado

    Em 2024, o imóvel esteve sob disputa judicial após Rick Sollo firmar um acordo para quitar uma dívida que mantinha a propriedade bloqueada pela Justiça. Com a regularização, a mansão voltou a ser tema de especulações imobiliárias e até mesmo foi colocada à venda em 2020 por R$ 11,9 milhões — valor que, segundo especialistas, reflete avaliações de épocas distintas, sem representar necessariamente um preço atual de mercado.

    Itu: o endereço do sertanejo que vira referência de status

    Itu, cidade conhecida pela concentração de propriedades de luxo no interior paulista, abriga a mansão de Rick Sollo em um condomínio que atrai nomes do meio artístico e empresarial. A propriedade não apenas materializa o gosto do cantor por conforto e exclusividade, mas também serve como símbolo de uma região onde imóveis de alto padrão ganham notoriedade — seja pela arquitetura, seja pelas histórias que carregam.

  • Dodge Charger Super Bee 2026 bate Hellcat com motor biturbo: 608 cv em 3,6s para 0-100 km/h

    Dodge Charger Super Bee 2026 bate Hellcat com motor biturbo: 608 cv em 3,6s para 0-100 km/h

    A superação do legado do V8 Hemi

    Em 1968, o Dodge Charger Super Bee nasceu como um ícone muscular, mas sua ausência desde 2023 deixou lacunas no coração dos entusiastas. Agora, a Dodge retorna com uma proposta ousada: um motor 3.0 biturbo de seis cilindros em linha, entregando 608 cv e 650 Nm de torque, superando até mesmo o celebrado Charger SRT Hellcat em desempenho puro. Enquanto o Hellcat, com seu V8 de 715 cv, ainda é referência de potência bruta, o novo Super Bee prova que a eficiência mecânica pode se sobrepor ao tradicionalismo.

    Engenharia radical: turbos, suspensão e modos de direção

    A transformação não se limita ao motor. A Dodge equipou o Super Bee com turbocompressores Garrett de 56 mm, operando a 30 psi de pressão, garantindo uma resposta instantânea do propulsor. Os freios Brembo e a suspensão revisada foram calibrados para suportar as forças geradas em uma arrancada de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos — um décimo de segundo mais rápido que o Hellcat. Além disso, o modelo introduz o Torque Reserve, que mantém o torque máximo disponível mesmo em rotações baixas, e o Drag Mode, otimizado para arrancadas em linha reta, como em pistas de arrancada.

    O que isso significa para o mercado de muscle cars?

    A reinvenção do Super Bee marca um ponto de virada na indústria. Enquanto os V8s ainda dominam o imaginário dos fãs, a Dodge demonstra que a combinação de turboalimentação e engenharia de precisão pode superar — e até substituir — os motores aspirados de alta cilindrada. A estratégia não apenas atende à demanda por desempenho, mas também alinha o modelo às regulamentações cada vez mais rígidas de emissões, sem abrir mão da adrenalina. Para os puristas, a ausência do ronco característico do Hemi pode ser um ponto de atrito, mas para os pragmáticos, trata-se de uma evolução técnica inevitável.

  • Matheus e Kauan contestam decisão judicial que bloqueia 20% de suas receitas

    Matheus e Kauan contestam decisão judicial que bloqueia 20% de suas receitas

    Tutela liminar e recursos em andamento

    A Justiça de São Paulo determinou na última semana o depósito de 20% das receitas brutas obtidas por Matheus e Kauan com shows, patrocínios e campanhas publicitárias, medida acolhida parcialmente pela PLL Participações e Empreendimentos Ltda., empresa vinculada a ex-empresários da dupla. A decisão, de caráter liminar, tem validade enquanto o processo tramita, podendo ser revista a qualquer momento.

    Posição dos artistas: “Não é o fim do jogo”

    Em resposta à determinação, Matheus e Kauan manifestaram discordância, classificando a decisão como provisória e ressaltando que o recurso apresentado pela dupla ainda está em análise. “Discordamos e vamos recorrer da decisão. Até porque é uma tutela recursal, não uma decisão definitiva”, afirmou Matheus. A medida não encerra o litígio entre as partes, que segue em disputa judicial.

  • Jeep Renegade surpreende: preço cai R$ 5 mil antes do Avenger 2027 chegar ao mercado

    Jeep Renegade surpreende: preço cai R$ 5 mil antes do Avenger 2027 chegar ao mercado

    Promoção inesperada do Renegade Altitude 2027

    Quatro meses após o lançamento do Avenger 2027, que já pressionava a linha do veterano Renegade, a Jeep surpreendeu ao reduzir em R$ 5 mil o preço de entrada do SUV. O modelo Altitude 2027, na cor preta Carbon e sem opcionais, passou de R$ 129.990 para R$ 124.990 — valor inferior ao do Fiat Pulse Audace T200 Hybrid (R$ 136.990). A promoção, válida entre 5 de agosto e 2 de setembro, aplica-se apenas para pagamento à vista.

    Financiamento agressivo: troca por seminovo e taxa zero

    Além do desconto à vista, a Jeep oferece uma linha de financiamento com condições atípicas: entrada de R$ 70 mil mediante entrega de um veículo seminovo, aliada a uma taxa de juros zero. Essa estratégia mira consumidores que buscam atualizar seus carros sem comprometer o orçamento mensal, um movimento que pode acelerar as vendas do Renegade em um cenário de desaceleração do mercado automotivo.

    Contexto: Avenger 2027 e o futuro do Renegade

    A redução de preço do Renegade ocorre em um momento de transição para a Jeep. O Avenger 2027, apresentado em março, já era esperado para reajustar — para cima — os valores do SUV, mas a marca optou pela estratégia inversa. Especialistas apontam que a medida pode ser uma tentativa de esvaziar estoques do atual modelo antes da chegada do novo competidor, ou até mesmo um teste de mercado para manter a competitividade frente a rivais como o Pulse e o Toyota Corolla Cross.

  • Volkswagen lança novo Atlas Cross Sport: o ‘irmão musculoso’ do Nivus que pode moldar o futuro dos SUVs brasileiros

    Volkswagen lança novo Atlas Cross Sport: o ‘irmão musculoso’ do Nivus que pode moldar o futuro dos SUVs brasileiros

    A Volkswagen deu mais um passo na redefinição de sua linha de SUVs com o lançamento do Atlas Cross Sport 2027, apresentado oficialmente nesta segunda-feira (10/08/2026). O modelo, que chega com uma geração completamente renovada, não é apenas uma atualização estética, mas um reflexo da nova linguagem visual da marca — e, para os brasileiros, um potencial termômetro para o que o Nivus 2028 poderá trazer.

    Mais longo, mais potente e com DNA europeu

    Com 4,97 metros de comprimento, o Atlas Cross Sport abandona a tradicional abordagem de três fileiras de assentos do modelo Atlas original e assume uma posição mais próxima dos SUVs cupê, como o T-Roc europeu. No entanto, sua silhueta é mais robusta e musculosa, com uma dianteira dominada por uma máscara preta integrada e uma faixa de LED que percorre boa parte da frente, encontrando o logotipo iluminado — um detalhe que reforça a identidade moderna da Volkswagen.

    Ainda sem confirmação de motores para o mercado brasileiro, o novo Atlas Cross Sport promete mais potência em relação à geração anterior, além de um interior completamente reestilizado. A central multimídia, por exemplo, adota um painel digital de grandes dimensões, alinhado às tendências de conectividade e ergonomia que já começam a aparecer nos carros nacionais.

    Um ‘recado’ para o futuro do Nivus?

    Embora o Atlas Cross Sport seja projetado principalmente para a América do Norte, seu design não passa despercebido aos olhos dos consumidores brasileiros. A Volkswagen tem utilizado cada vez mais os lançamentos internacionais como inspiração para os modelos locais, e o novo SUV cupê pode ser um indício de como os futuros Nivus — especialmente a versão 2028 — irão evoluir.

    O foco em linhas mais agressivas, a adoção de elementos de iluminação integrados e a busca por uma identidade visual unificada são sinais claros de que a marca alemã está apostando em uma linguagem mais contemporânea. Para os fãs de SUVs no Brasil, isso pode significar a chegada de um modelo ainda mais atraente, com tecnologia embarcada avançada e um apelo estético alinhado às expectativas do consumidor moderno.

  • Smart #2 vaza antes do Salão de Paris: menor que Renault Kwid e Fiat Mobi, modelo resgata DNA do ForTwo

    Smart #2 vaza antes do Salão de Paris: menor que Renault Kwid e Fiat Mobi, modelo resgata DNA do ForTwo

    Carroceria definitiva do Smart #2 é divulgada antes do previsto

    Na última sexta-feira, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) publicou imagens e dados técnicos do novo Smart #2, que só seria oficialmente apresentado no Salão de Paris, agendado para outubro de 2026. As informações revelam um compacto elétrico de dois lugares com 2,75 metros de comprimento, posicionando-o como um dos menores carros do mercado, superando até mesmo rivais como o Renault Kwid e o Fiat Mobi.

    Retorno às origens: inspiração no ForTwo

    O design do #2 recupera a essência do antigo Smart ForTwo, com balanços dianteiro e traseiro curtos e uma arquitetura desenvolvida exclusivamente para veículos elétricos. Diferentemente dos atuais modelos #1 e #3 — que expandiram a marca para segmentos maiores —, o novo compacto mantém a proposta minimalista e eficiente que consagrou a Smart no passado. As imagens revelam faróis, para-choques, rodas e acabamentos já em configuração final, indicando que o veículo está próximo de sua estreia comercial.

    Diferencial: foco em mobilidade urbana

    Com a publicação antecipada, a Smart reforça sua estratégia de retomada do segmento de microcarros urbanos, apostando em um modelo que prioriza a agilidade e a eficiência em trajetos curtos. A ausência de detalhes sobre autonomia ou preço, por enquanto, não ofusca o impacto da revelação: o #2 chega para disputar espaço em um mercado cada vez mais dominado por soluções compactas e sustentáveis.

  • Frota crescente de elétricos alimenta onda de crimes: furtos de veículos eletrificados crescem 129% em SP

    Frota crescente de elétricos alimenta onda de crimes: furtos de veículos eletrificados crescem 129% em SP

    Crime segue expansão da frota eletrificada

    A explosão nos números reflete um fenômeno global: à medida que aumenta a circulação de veículos elétricos e híbridos em São Paulo, eles se tornam alvo prioritário de organizações criminosas. Em 2025, foram 44 ocorrências no período; em 2026, saltaram para 101 — um crescimento de 129%, segundo dados da Ituran Brasil, com base em informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP).

    Táticas refinadas e alvos estratégicos

    Os criminosos vêm adaptando suas abordagens. Enquanto os furtos representam 84% das ocorrências, a clonagem de chaves — especialmente em modelos com sistemas de ignição eletrônica — tem se tornado uma prática recorrente. A cidade de São Paulo e o bairro Vila Mariana despontam como os principais focos, com picos nos crimes durante as noites de quinta-feira, quando a vigilância costuma ser menor.

    O que torna os elétricos tão atraentes?

    Além do valor de mercado elevado, esses veículos concentram componentes tecnológicos de alto custo e demanda, como baterias e sistemas de gerenciamento eletrônico. Para as quadrilhas, trata-se de uma combinação irresistível: alta liquidez no mercado paralelo e menor probabilidade de rastreamento imediato, dada a complexidade de seus sistemas.

  • Sertanejo Eduardo luta contra leucemia em Goiânia: campanha por doações de plaquetas ganha força

    Sertanejo Eduardo luta contra leucemia em Goiânia: campanha por doações de plaquetas ganha força

    UTI do HC-UFG recebe o artista em tratamento crítico

    O cantor sertanejo Eduardo, integrante da dupla Derick & Eduardo, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (UFG) desde o início desta semana. O diagnóstico de leucemia promielocítica aguda impôs ao artista a necessidade de transfusões diárias de sangue, com ênfase especial nas plaquetas — componente que sua irmã, Alda Carolina, destaca como prioritário para conter possíveis sangramentos durante o tratamento agressivo.

    Família mobiliza fãs por doações essenciais

    Em vídeo publicado nas redes sociais da dupla, Alda Carolina agradeceu às doações já recebidas e reforçou o apelo para que a população de Goiânia e do Brasil priorize a doação de plaquetas. Segundo ela, o estoque desse insumo é crucial não apenas para Eduardo, mas para centenas de outros pacientes que dependem de transfusões para sobreviver. A campanha busca ampliar a mobilização em um momento em que os hospitais enfrentam escassez recorrente de plaquetas.

    Como ajudar: doações de plaquetas em Goiânia

    A rede de hemocentros de Goiás disponibiliza postos fixos e unidades móveis para coletas, com horários estendidos para atender à demanda emergencial. Pacientes com plaquetas compatíveis podem doar até duas vezes por semana, desde que respeitados os intervalos mínimos entre as coletas. A Central de Doação de Sangue da UFG, localizada no próprio HC, tem recebido voluntários com frequência, mas enfrenta desafios logísticos para distribuir os insumos rapidamente para os leitos oncológicos.