Autor: Roberto Neves

  • iCAUR chega ao Brasil em 2027 com SUV elétrico inspirado no Defender e visa expandir ecossistema chinês no mercado

    iCAUR chega ao Brasil em 2027 com SUV elétrico inspirado no Defender e visa expandir ecossistema chinês no mercado

    Chegada da iCAUR ao Brasil e estratégia de lançamento

    A iCAUR, quinta marca do Grupo Chery a desembarcar no Brasil, oficializou sua estreia para 2027 com um modelo que promete chamar atenção: o V27. Este SUV elétrico, com design inspirado no Land Rover Defender e no Mercedes-Benz Classe G, chega ao mercado brasileiro como o primeiro de uma linha focada em veículos off-road elétricos.

    Parceria com Omoda&Jaecoo e integração operacional

    A operação da iCAUR será compartilhada com a Omoda&Jaecoo, formando um ecossistema que abrange não apenas vendas, mas também pós-venda. Essa estrutura será replicada pelas demais marcas do grupo no país — Jetour (independente, mas via Chery), Chery (representada pela Caoa), além das futuras Lepas (2027) e as premium Luxeed, Exeed e Freelander (2028).

    Diferencial do V27: eletrificação e design robusto

    O V27, primeiro modelo da iCAUR no Brasil, será equipado com motorização elétrica com extensor de autonomia, alinhando-se à tendência de eletrificação do segmento off-road. Com visual agressivo e linhas que remetem a ícones do segmento, o veículo chega para disputar espaço em um nicho ainda pouco explorado no país, mas com potencial de crescimento diante da demanda por SUVs robustos e tecnológicos.

  • BMW iX3 Neue Klasse chega ao Brasil a R$ 582.950: revolução elétrica com plataforma inédita e design futurista

    BMW iX3 Neue Klasse chega ao Brasil a R$ 582.950: revolução elétrica com plataforma inédita e design futurista

    A BMW deu início ontem, na segunda-feira, 10 de agosto de 2026, à transformação de sua linha de produtos com o lançamento do iX3 50 xDrive, o primeiro modelo de produção a adotar a plataforma Neue Klasse — uma arquitetura inédita projetada exclusivamente para veículos eletrificados. Com preço de lançamento de R$ 582.950, o SUV elétrico reforça a estratégia da montadora bávara de dominar o segmento premium antes da chegada de rivais como o Volvo EX60, ainda sem data confirmada para o mercado brasileiro.

    Primeiro de uma revolução: a plataforma que mudará tudo

    A Neue Klasse não é apenas uma base mecânica: é o alicerce para mais de 40 lançamentos e atualizações globais da BMW até 2027, abrangendo desde veículos 100% elétricos até híbridos e modelos com motor a combustão. O iX3 estreia com uma linguagem de design futurista, uma arquitetura eletrônica completamente redesenhada e o sistema operacional iDrive 9 — sexto geração da tecnologia BMW eDrive. Em resumo: não se trata de um carro, mas do ponto de partida para a próxima era da marca.

    Posicionamento agressivo no mercado brasileiro

    Produzido na Hungria, o iX3 50 xDrive chega ao Brasil posicionado entre as duas versões do atual X3 fabricado em Araquari (SC), desafiando concorrentes como o Tesla Model Y e o recém-anunciado BYD Yuan Plus. Com autonomia estimada em 450 km (ciclo WLTP) e sistema de tração integral permanente, o modelo promete redefinir os padrões de performance e tecnologia no segmento de SUVs premium elétricos no país. A estratégia da BMW é clara: consolidar sua liderança antes que a concorrência, ainda em fase de planejamento, possa reagir.

  • Castelo de José Rico: fotos revelam abandono e futuro incerto em Limeira

    Castelo de José Rico: fotos revelam abandono e futuro incerto em Limeira

    O Castelo de José Rico, construído ao longo de 24 anos pelo cantor sertanejo em Limeira (SP), se tornou um símbolo do abandono e da passagem do tempo. Onze anos após sua morte, fotos recentes mostram uma realidade oposta ao sonho que o artista idealizou: corredores sem acabamento, escadarias inacabadas e salões vazios, marcados por invasões e disputas judiciais que travam seu destino.

    Um patrimônio inacabado e esquecido

    Projetado como torre de 36 metros de altura, o castelo foi concebido como uma homenagem à música sertaneja, em parceria com o também cantor Milionário. Com mais de 100 cômodos, o imóvel nunca foi finalizado, tornando-se um dos patrimônios mais curiosos — e tristes — da história do gênero. A ação do tempo, a falta de manutenção e a ausência de um projeto claro de uso agravaram o estado de degradação.

    Prefeitura mira no futuro, mas desafios persistem

    Em maio de 2026, a Prefeitura de Limeira declarou parte da área como de utilidade pública, dando início a estudos para uma possível desapropriação. A intenção é transformar o local em um museu dedicado à trajetória de José Rico e à música sertaneja. No entanto, a medida esbarra em entraves burocráticos e judiciais, além da necessidade de recursos para viabilizar o projeto.

    Legado em xeque: entre o abandono e a memória

    A situação do castelo reflete um dilema comum a muitos patrimônios culturais brasileiros: como preservar a memória sem descuidar da conservação? Enquanto a administração municipal avalia alternativas, o imóvel segue como um retrato do que poderia ter sido — e do que ainda pode vir a ser, se os caminhos para sua restauração forem finalmente abertos.

  • HB20 em 2026: ainda um bom negócio ou já ultrapassado?

    HB20 em 2026: ainda um bom negócio ou já ultrapassado?

    Lançado em 2012 para consolidar a Hyundai como marca de volume no Brasil, o HB20 revolucionou o segmento de hatches de entrada ao desafiar a hegemonia do Volkswagen Gol. Quatorze anos depois, porém, o veterano da categoria começa a mostrar sinais de cansaço — ainda que sua versão atual, renovada em 2019, mantenha a mesma base mecânica da primeira geração.

    Um projeto que envelheceu, mas não morreu

    O HB20 Comfort 1.0 MT, com preço tabelado em R$ 96.140 em agosto de 2026, ainda figura como a porta de entrada da marca coreana. Suas dimensões — 4.015 mm de comprimento, 1.720 mm de largura e 2.530 mm de entre-eixos — refletem uma época em que os hatchs compactos tinham espaço para manobras, mas hoje são superados por rivais que apostam em designs mais arrojados e dimensões mais generosas.

    O que o HB20 ainda faz bem — e onde a idade pesa

    O HB20 mantém pontos fortes como confiabilidade reconhecida, custo de manutenção acessível e um motor 1.0 que, embora modesto, entrega desempenho suficiente para o uso urbano. Além disso, a Hyundai oferece garantia competitiva e uma rede de assistência que ainda é um diferencial em relação a algumas concorrentes. No entanto, a falta de evolução estrutural — mantendo a mesma plataforma desde 2012 — começa a se refletir em aspectos como conforto, isolamento acústico e tecnologias embarcadas, hoje defasadas frente a modelos como o Chevrolet Onix, Fiat Strada e até mesmo rivais internos, como o Hyundai i20.

    O HB20 contra os novos rivais: quem ganha?

    Em um segmento cada vez mais disputado, o HB20 precisa competir com veículos que oferecem mais espaço, tecnologias modernas e, em alguns casos, preços semelhantes. O Onix, por exemplo, já superou o Gol em vendas e traz opções como motorização turbo e conectividade avançada. Já o i20, também da Hyundai, apresenta um design mais atual e interior mais refinado, embora com preço superior. Nesse cenário, o HB20 se destaca apenas para quem prioriza simplicidade e baixo custo de manutenção — mas mesmo assim, a pergunta persiste: até quando?

    Vale a pena em 2026?

    Para quem busca um carro básico, sem grandes pretensões, o HB20 ainda cumpre seu papel. Seu valor de revenda é estável, e a Hyundai mantém uma boa política de garantia. No entanto, quem deseja modernidade, conforto ou até mesmo um motor mais potente pode encontrar opções mais atraentes no mesmo segmento. O HB20 segue vivo, mas a régua do mercado subiu — e o veterano já não é mais o mesmo.

  • BMW Série 1 2028: elétrico resgata DNA do modelo, mas com reviravolta técnica

    BMW Série 1 2028: elétrico resgata DNA do modelo, mas com reviravolta técnica

    Do retrocesso ao avanço: elétrico resgata tração traseira da BMW

    Em 2019, a BMW chocou o mercado ao abandonar a tração traseira no Série 1, migrando para versões dianteiras em nome da eficiência. Quatro anos depois, a marca alemã prepara um movimento ousado: o retorno da configuração clássica — mas não como antes. O futuro BMW i1, previsto para 2028, será o primeiro representante da linha Série 1 a nascer sobre a plataforma Neue Klasse, desenvolvida exclusivamente para veículos elétricos, unindo o DNA do modelo aos avanços tecnológicos da nova era automotiva.

    Convivência forçada: combustão e elétrico lado a lado

    Embora o i1 seja o pioneiro, ele não deve ser o último. A BMW planeja que o Série 1 a combustível e o elétrico coexistam na gama, seguindo a estratégia adotada no Série 3 e no I3. A semelhança visual entre os modelos será mantida, mas a divisão vai além do powertrain: enquanto o i1 promete alta eficiência e performance instantânea, as versões a gasolina ou diesel seguirão com foco em autonomia e dirigibilidade tradicional. A pergunta que fica é: os puristas, que lamentaram a perda da tração traseira em 2019, irão abraçar essa nova fase ou torcerão o nariz para o elétrico?

    Visão de futuro: o que esperar do novo Série 1

    Embora não existam imagens oficiais do i1, projeções baseadas na linguagem visual da Neue Klasse — já aplicada em modelos como o Novo Série 3 — sugerem um design mais agressivo e aerodinâmico, com linhas fluidas e detalhes minimalistas. O hatch, que há gerações é oferecido apenas com cinco portas, deve manter essa configuração, mas com interiores reimaginados para priorizar tecnologia e conectividade. A estreia do i1 em 2028 não marca apenas a chegada do elétrico de entrada da BMW, mas o início de uma transição que pode redefinir o futuro dos compactos premium.

  • VW T-Cross tem queda de quase 40% em julho; Tera mantém liderança entre crossovers compactos

    VW T-Cross tem queda de quase 40% em julho; Tera mantém liderança entre crossovers compactos

    Mercado de SUVs e crossovers registra crescimento, mas T-Cross decepciona

    O segmento de SUVs e crossovers compactos, maior responsável pelas vendas de veículos no Brasil, encerrou julho com um volume total de 75.408 unidades comercializadas — representando 28,4% de todos os emplacamentos no país (265.695). O resultado marca um avanço de 13% em relação ao mesmo período de 2025 (66.747 unidades), mas uma leve retração de 3,6% na comparação com junho (78.220). No entanto, o desempenho não foi homogêneo entre as categorias: enquanto os crossovers compactos cresceram 35,3%, os SUVs compactos avançaram apenas 1,2% no mesmo intervalo.

    Tera lidera, mas T-Cross despenca

    Entre os crossovers compactos, o VW Tera manteve sua hegemonia com 10.165 unidades vendidas, um desempenho recorde próximo ao melhor da história do modelo, registrado em dezembro de 2025 (10.372 unidades), com uma diferença de apenas 207 unidades. Já o VW T-Cross, líder absoluto do segmento, apresentou uma queda de quase 40% em julho, revertendo sua trajetória de crescimento. O Fiat Fastback, quarto colocado em junho, avançou duas posições, enquanto o Fiat Pulse, vice-líder no mês anterior, recuou quase 21% nas vendas.

  • Sertanejo Eduardo, da dupla Derick & Eduardo, luta contra leucemia promielocítica aguda em Goiânia

    Sertanejo Eduardo, da dupla Derick & Eduardo, luta contra leucemia promielocítica aguda em Goiânia

    O sertanejo Alcemir da Luz Carlos Filho, conhecido como Eduardo, da dupla Derick & Eduardo, enfrenta um dos momentos mais difíceis de sua carreira. Diagnosticado com leucemia promielocítica aguda (LPA), ele foi internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia.

    Tratamento em curso e condição estável

    Segundo informações da equipe médica, Eduardo já iniciou o tratamento e permanece consciente e estável. O artista necessitará de transfusões de sangue durante o processo de recuperação, o que reforçou a necessidade de doações. A família e a assessoria oficial pedem que pessoas aptas a doar compareçam ao Banco de Sangue do HC-UFG, informando o nome completo do cantor no cadastro.

    Um chamado em meio à solidariedade

    Antes da internação em Goiânia, Eduardo recebeu atendimento em Orizona, no sul de Goiás, onde foram identificados sintomas como fraqueza e queda de plaquetas. A notícia do diagnóstico mobilizou fãs, amigos e familiares, que já organizam uma corrente de apoio. A campanha reforça a importância da doação voluntária de sangue, um gesto que pode salvar vidas em momentos como este.

    Quem é Eduardo?

    Com 38 anos, Eduardo integra a dupla Derick & Eduardo, conhecida por sucessos que marcaram o sertanejo universitário. Sua trajetória, agora marcada pela superação, ganha ainda mais força com a união de seus fãs e da comunidade médica. O caso reacende discussões sobre a relevância das doações de sangue no Brasil, um recurso vital em tratamentos oncológicos.

  • Nissan Qashqai e-Power quebra recorde mundial de autonomia com 1.980 km sem reabastecer

    Nissan Qashqai e-Power quebra recorde mundial de autonomia com 1.980 km sem reabastecer

    Um Nissan Qashqai e-Power entrou para o Guinness Book como o SUV de autonomia estendida a percorrer a maior distância sem reabastecimento ou recarga externa: 1.980 km, alcançados entre 14 e 17 de julho de 2026 na Colômbia. O recorde foi homologado após uma viagem de Bogotá até a costa do Caribe, enfrentando variadas condições de tráfego e estradas.

    Como o e-Power atingiu a marca recorde

    A tecnologia e-Power da Nissan utiliza um motor a combustão 1.5 turbo exclusivo para gerar eletricidade, que alimenta dois motores elétricos responsáveis pela tração. Ao contrário de sistemas híbridos convencionais, o motor de combustão não impulsiona diretamente as rodas, otimizando o consumo. Durante a viagem, o veículo manteve uma média de 36 km/l, segundo dados da fabricante.

    Verificação rigorosa do Guinness

    Cada etapa da viagem foi monitorada por juízes independentes do Guinness World Records, garantindo a transparência do recorde. O percurso incluiu trechos urbanos, rodovias e estradas sinuosas, testando a adaptação da tecnologia a diferentes ambientes.

    Tecnologia e-Power chega ao Brasil com o Nissan X-Trail

    O Brasil será o primeiro mercado a receber a tecnologia e-Power no modelo X-Trail, previsto para chegar ainda em 2026. O sistema promete reduzir emissões e consumo no país, onde a gasolina com 27% de etanol é amplamente utilizada. A estreia brasileira reforça a estratégia da Nissan em popularizar soluções de mobilidade sustentável.

  • Lotus estreia no Brasil com elétricos mais baratos que esportivos a gasolina: preços de R$ 795 mil a R$ 1,23 milhão

    Lotus estreia no Brasil com elétricos mais baratos que esportivos a gasolina: preços de R$ 795 mil a R$ 1,23 milhão

    A Lotus, fabricante britânica atualmente sob controle da chinesa Geely, consolidou sua chegada ao mercado brasileiro com a divulgação dos preços de seus cinco primeiros modelos comercializados no país. A estratégia combina esportivos tradicionais a combustão e veículos elétricos de alta performance, com valores que vão de R$ 795 mil a R$ 1,23 milhão.

    A diversificação da linha reflete a aposta da marca em atender diferentes perfis de consumidores, desde entusiastas de mecânica clássica até adeptos da mobilidade elétrica. Enquanto o esportivo Emira (a combustão) representa a herança da Lotus no segmento de motores térmicos, os modelos elétricos — como o Emeya — chegam com preços mais acessíveis do que muitos de seus rivais a gasolina, marcando uma virada estratégica para a fabricante.

    Vendas sob medida e estoque controlado

    A operação inicial da Lotus no Brasil será marcada pela exclusividade. Cerca de 70% das vendas serão feitas sob encomenda, permitindo personalização detalhada nos dois showrooms da marca em São Paulo. Essa abordagem visa não apenas fidelizar clientes, mas também gerenciar a logística de importação, que será limitada nos primeiros meses.

    O sedã elétrico Emeya, por exemplo, terá apenas 12 unidades importadas em 2026, uma estratégia para avaliar a receptividade do público brasileiro antes de expandir a oferta. A decisão de restringir volumes inicial sinaliza cautela, mas também abre espaço para futuros lançamentos conforme a demanda se consolidar.

    O que esperar da Lotus no Brasil

    A entrada da Lotus no mercado nacional não se limita aos cinco modelos anunciados. A fabricante já sinalizou planos de expansão, incluindo novos lançamentos e possíveis ajustes nos preços conforme o comportamento do consumidor. A competição no segmento de elétricos de luxo — onde marcas como Porsche e Audi já atuam — será um dos principais desafios, mas a Lotus aposta em seu diferencial de design e performance para conquistar espaço.

    Para os interessados em esportivos a combustão, o Emira surge como uma opção premium, enquanto os elétricos prometem menor custo de manutenção e benefícios fiscais, como isenções de IPI em veículos eletrificados. A aposta em personalização e exclusividade pode ser o atrativo que faltava para um público disposto a investir em veículos de nicho.

  • BMW abandona combustão em Munique: fábrica centenária se reinventa para a era elétrica com o i3 em 2027

    BMW abandona combustão em Munique: fábrica centenária se reinventa para a era elétrica com o i3 em 2027

    Fim de uma era para o Série 3 e o nascimento do i3

    A fábrica de Munique, inaugurada como a primeira unidade da BMW há décadas, viverá sua maior transformação em 2027: a transição completa para veículos elétricos. O anúncio marca o fim da produção do BMW Série 3 a combustão nessa unidade, encerrando uma trajetória que se iniciou em 1975 e consolidou a marca como sinônimo de esportividade e engenharia alemã. Em seu lugar, o novo i3 — desenvolvido sobre a plataforma modular Neue Klasse — assumirá as linhas de montagem, representando a aposta da BMW em um futuro sem emissões.

    O que muda para a marca e seus consumidores

    Embora o Série 3 a combustão não desapareça — sua fabricação será realocada para outras fábricas da BMW —, a decisão sinaliza uma guinada estratégica rumo à eletrificação total. O i3, por sua vez, herdará a herança de inovação do tradicional sedã, agora com tecnologias de nova geração. A mudança também reflete a pressão global por sustentabilidade e a meta da BMW de atingir 50% de vendas elétricas até 2030, alinhando-se às regulamentações europeias cada vez mais restritivas.

    Impacto industrial e legado de Munique

    Munique não apenas foi o berço do Série 3, mas também um símbolo da identidade da BMW. A fábrica, que já produziu milhões de unidades desde a década de 1920, agora se prepara para uma nova missão: ser referência em eficiência energética e produção de alta tecnologia. A transição, no entanto, não é isenta de desafios, como a reconversão de mão de obra e a adaptação de uma cadeia produtiva centenária aos rigores da eletrificação.