Autor: Roberto Neves

  • Microsoft recua e apaga recomendações de 32 GB de RAM para Windows 11 após crise de preços

    Microsoft recua e apaga recomendações de 32 GB de RAM para Windows 11 após crise de preços

    Recomendações desatualizadas sumiram dos guias oficiais

    A Microsoft apagou publicações no Windows Learning Center que recomendavam 32 GB de RAM para jogadores no Windows 11. Até recentemente, orientações como a publicada em 28 de novembro de 2025 — que sugeria 16 GB como suficiente para a maioria e 32 GB para títulos pesados — foram removidas sem alarde. A empresa agora prioriza configurações mais acessíveis, alinhadas à sua promessa recente de otimizar o sistema para rodar bem em máquinas com apenas 8 GB de memória.

    Crise de preços de memória pode explicar o recuo

    A decisão da Microsoft ocorre em um cenário de escassez e alta nos preços de DRAM e SSD, agravada por fatores como a demanda crescente por IA e a recuperação lenta da cadeia de suprimentos após a pandemia. Especialistas do setor indicam que a pressão por hardware mais caro pode ter levado a empresa a rever suas recomendações para evitar afastar usuários de baixa e média renda, principal público do sistema operacional.

    Otimização do Windows 11 ganha foco em eficiência

    A mudança reforça a estratégia da Microsoft de tornar o Windows 11 mais inclusivo, especialmente em mercados emergentes onde PCs com 8 GB de RAM ainda são comuns. Enquanto a empresa não comentou oficialmente, a retirada das recomendações de 32 GB sinaliza um movimento para alinhar o sistema às realidades do mercado, onde a maioria dos jogos AAA já roda bem em configurações intermediárias — desde que o sistema esteja propriamente otimizado.

  • Filhos de Henrique & Juliano roubam a cena no Pacaembu com afeto familiar

    Filhos de Henrique & Juliano roubam a cena no Pacaembu com afeto familiar

    Um show de afetividade no coração de São Paulo

    A Arena Pacaembu, em São Paulo, foi palco de um dos momentos mais comoventes do Manifesto Musical de Henrique & Juliano na última quarta-feira (5 de agosto). Durante a apresentação, os filhos da dupla subiram ao palco junto aos pais, roubando a cena com abraços, sorrisos e uma interação que emocionou a multidão que lotou o local — e, logo depois, as redes sociais.

    Legado familiar em sintonia com o público

    A presença das crianças não apenas reforçou o clima familiar da turnê, mas também deu um tom ainda mais especial ao espetáculo, que celebra a trajetória da dupla ao lado dos fãs. Em meio aos grandes sucessos que marcaram a carreira de Henrique & Juliano, o momento familiar se destacou como um lembrete daquilo que realmente importa: o amor que une a família e o público.

    Detalhes que viralizaram

    Os registros do show mostram os artistas chegando ao segundo dia de apresentações acompanhados dos filhos, um detalhe que, embora simples, reforçou a conexão da dupla com a plateia. A cena, rapidamente compartilhada pelos presentes, rapidamente se espalhou pela internet, reforçando o poder do afeto na cultura sertaneja.

  • Google Assistente chega ao fim em 4 de setembro: transição para o Gemini será definitiva nos celulares

    Google Assistente chega ao fim em 4 de setembro: transição para o Gemini será definitiva nos celulares

    O Google encerrou oficialmente o ciclo de vida do Google Assistente, com a data de desligamento definitivo marcada para o dia 4 de setembro de 2026. A decisão, comunicada por e-mail aos usuários, determina que o serviço será removido gradualmente dos smartphones e tablets com Android, transferindo todas as suas funcionalidades para o Gemini, a plataforma unificada de IA da empresa.

    Fim de uma era: comandos e integrações migram para o Gemini

    Com a transição, comandos de voz, buscas integradas e tarefas automatizadas — antes gerenciadas pelo Assistente — passam a ser executadas pelo Gemini. Contudo, o tradicional comando “Ok Google” permanecerá ativo, garantindo continuidade na interação por voz. A empresa ressalta que, após o processo de remoção ser concluído, não será possível reverter para o Assistente, marcando o encerramento definitivo do serviço nos dispositivos móveis.

    Dispositivos domésticos ficam de fora — por enquanto

    Apesar da desativação nos celulares, equipamentos como Google Home e TVs com Google TV não serão afetados na primeira fase da implementação. A medida visa mitigar impactos imediatos para usuários que dependem das funcionalidades de automação residencial e entretenimento integradas ao Assistente.

    Oito meses de adiamento: Google recua antes de cortar o cordão umbilical

    A decisão de adiar o encerramento do Assistente em oito ocasiões anteriores reflete a complexidade da transição, que agora ganha contornos definitivos. A empresa justifica a mudança pela necessidade de consolidar o Gemini como sua principal interface de interação com IA, alinhando-se à estratégia de unificar experiências em um único ecossistema tecnológico.

  • PIN e PUK do chip: como recuperar senhas esquecidas e proteger seu celular

    PIN e PUK do chip: como recuperar senhas esquecidas e proteger seu celular

    A senha do chip (PIN) é o primeiro obstáculo para quem tenta usar um cartão SIM em um novo aparelho. Composta por 4 a 8 dígitos, ela evita acessos não autorizados ao número de telefone e serviços associados, como mensagens e internet móvel.

    Onde encontrar o PIN do chip: da embalagem ao padrão de fábrica

    O código PIN costuma vir impresso na própria embalagem plástica do SIM card, geralmente na parte interna ou no cartão de ativação. Se não estiver mais disponível, as operadoras brasileiras adotam sequências numericamente padronizadas para facilitar a primeira configuração.

    As combinações mais comuns são: 1234, 0000, 1111 ou 9999 — mas vale ressaltar que nem todas as operadoras usam os mesmos padrões. A Vivo, por exemplo, já utilizou o 1234 como padrão, enquanto a Claro frequentemente adota o 0000 ou 1234. A TIM, por sua vez, tem variado entre essas opções.

    PIN do chip ≠ PIN da tela: entenda a diferença crucial

    Enquanto o PIN do chip protege o cartão SIM contra o uso indevido em outro dispositivo, o PIN ou senha da tela (configurado no Android ou iOS) bloqueia o acesso ao sistema operacional e aos aplicativos do celular. São camadas distintas de segurança.

    Caso o chip seja removido e inserido em outro aparelho, o número do celular ficará inacessível até que o PIN do SIM seja inserido. Se ele for inserido incorretamente três vezes, o cartão será bloqueado e será necessário usar o código PUK — um número de 8 dígitos fornecido pela operadora — para restaurar o acesso.

    Passo a passo para desbloquear o chip sem perder os dados

    1. Verifique a embalagem original do SIM card: o PIN geralmente está impresso no plástico de proteção que acompanha o cartão.

    2. Tente os padrões comuns: 1234, 0000, 1111 ou 9999. Se não funcionar, consulte o site ou aplicativo da sua operadora.

    3. Se bloquear três vezes, o chip será desativado. Nesse caso, entre em contato com a central de atendimento da operadora (Vivo: 10315; Claro: 1052; TIM: 4044) e solicite o código PUK. Ele é fornecido mediante verificação de dados cadastrais.

    4. Após inserir o PUK, o chip será desbloqueado e você poderá resetar o PIN para um novo código de sua preferência.

    Dicas para evitar transtornos futuros

    – Anote o PIN e o PUK em um local seguro, como um bloco de notas cifrado no celular ou em um documento protegido por senha.

    – Evite usar sequências óbvias (1234, 0000) como PIN definitivo. Prefira combinações menos previsíveis, como datas significativas, mas que não sejam fáceis de adivinhar.

    – Faça backup constante dos contatos e dados do chip, pois o bloqueio do SIM pode limitar temporariamente o acesso a serviços vinculados ao número.

  • Volkswagen Tera dispara no ranking: SUV de entrada é 3º carro mais vendido do Brasil em julho

    Volkswagen Tera dispara no ranking: SUV de entrada é 3º carro mais vendido do Brasil em julho

    O mercado automotivo brasileiro registrou crescimento de 2,1% em julho na comparação com junho, impulsionado por lançamentos e estratégias comerciais agressivas. Nesse cenário, o Volkswagen Tera se destacou como o terceiro carro mais vendido do país, emplacando 10.165 unidades — apenas 175 unidades atrás do VW Polo, vice-líder, e atrás da líder absoluta, a Fiat Strada, com 14.912 unidades.

    Geely EX2: o elétrico quebrou barreiras e entrou no top 10

    O Geely EX2, modelo 100% elétrico, surpreendeu ao ocupar a 9ª posição no ranking, com 5.898 emplacamentos. Em junho, o veículo estava na 17ª colocação, demonstrando um salto expressivo que o coloca à frente do tradicional Hyundai Creta em vendas. O desempenho reforça a tendência de aceleração dos elétricos no Brasil, mesmo com os desafios de infraestrutura e preços ainda elevados.

    BYD avança: Dolphin Mini supera T-Cross e Dolphin recupera fôlego

    A BYD consolidou sua presença no mercado com dois modelos entre os dez mais vendidos. O BYD Dolphin Mini subiu da 8ª para a 6ª posição, com 7.265 unidades emplacadas, superando o VW T-Cross (7.070 unidades). Já o BYD Dolphin, em 8º lugar, registrou 6.492 vendas, recuperando espaço após quedas recentes. A marca chinesa segue como principal referência no segmento elétrico no país.

    Hatchs e sedãs: Hyundai i20 e Chevrolet Sonic surpreendem com alta

    Enquanto os SUVs e elétricos dominam as mancheiras, os compactos também deram show. O Hyundai i20 e o Chevrolet Sonic apresentaram saltos significativos nas vendas, indicando um movimento de reposição de frota e interesse por modelos mais acessíveis em um cenário de juros ainda pressionados.

  • Spotify Web trava e deixa usuários sem acesso na tarde de hoje

    Spotify Web trava e deixa usuários sem acesso na tarde de hoje

    Falha pontual afeta apenas a versão web

    A plataforma de streaming Spotify apresentou uma intermitência nesta quarta-feira (5 de agosto de 2026), às 14h45, com relatos indicando que a versão web não carregava adequadamente. Segundo usuários, ao acessar o serviço por meio de navegadores como Chrome ou Firefox, uma mensagem de erro surgia, sugerindo a recarga da página. No entanto, mesmo após seguir a orientação, o player não exibia o conteúdo.

    Aplicativos móveis e desktop sem alterações

    O problema não se estendeu às versões para desktop nem aos aplicativos para Android e iOS, que seguiram operando normalmente. A instabilidade, aparentemente localizada, não foi oficialmente reconhecida pela plataforma até o momento da apuração.

    Impacto limitado e possíveis causas

    Embora a falha tenha gerado transtornos pontuais para quem depende da versão web — seja por limitações de dispositivos ou preferência de uso —, não há indícios de que o problema represente uma pane generalizada. Especialistas em tecnologia sugerem que a instabilidade possa estar relacionada a atualizações recentes ou sobrecarga em servidores específicos, mas até o fechamento desta matéria, a Spotify não havia divulgado comunicado oficial.

  • Microsoft corta gastos com IA: engenheiros terão limites rígidos de tokens

    Microsoft corta gastos com IA: engenheiros terão limites rígidos de tokens

    Orçamento apertado para IA no ambiente corporativo

    A Microsoft anunciou, na última quarta-feira (5 de agosto de 2026), que engenheiros da empresa agora operarão sob rígidos limites de consumo de tokens de IA em seus fluxos de trabalho. A decisão visa conter o fenômeno do tokenmaxxing, prática que consiste no uso excessivo de ferramentas como o GitHub Copilot para gerar grandes volumes de código, muitas vezes com custos superiores aos salários dos próprios desenvolvedores.

    O custo oculto da produtividade artificial

    Nos últimos meses, o mercado tecnológico observou uma escalada nos gastos com IA corporativa, sem que houvesse um retorno proporcional em eficiência. Segundo o comunicado interno obtido por fontes especializadas, a Microsoft busca reequilibrar suas despesas, direcionando recursos para projetos com maior impacto estratégico. Jay Parikh, vice-presidente executivo da empresa, destacou a necessidade de otimizar o uso de ferramentas para evitar desperdícios.

    Tendência global ou ajuste pontual?

    A medida da Microsoft segue um movimento crescente entre gigantes do setor, que buscam conter gastos com IA diante de orçamentos cada vez mais pressionados. Enquanto algumas empresas ainda apostam na automação como solução para mão de obra, outras já sinalizam que o custo dos tokens pode se tornar insustentável sem uma revisão profunda de seu uso corporativo.

  • Chrome exige 20 GB livres para ativar IA local — e explicou por quê

    Chrome exige 20 GB livres para ativar IA local — e explicou por quê

    Nova política de armazenamento do Chrome para IA local

    Desde o dia 5 de agosto de 2026, a documentação oficial do Google Chrome passou a detalhar um requisito mínimo de 20 GB de espaço livre no disco rígido para ativar funcionalidades de inteligência artificial processadas localmente. A medida, implementada após reclamações de usuários sobre ocupação silenciosa de espaço, visa evitar colapsos de desempenho em dispositivos com armazenamento limitado.

    Gemini Nano e a controvérsia de maio

    Em maio de 2026, usuários relataram que o Chrome havia baixado automaticamente uma versão do modelo Gemini Nano, consumindo 4 GB no disco sem aviso prévio. Na época, a prática gerou críticas por parte da comunidade, que questionou a falta de transparência do navegador. A atualização da documentação, agora, deixa claro que o download só ocorrerá se houver condições técnicas para o funcionamento adequado das ferramentas de IA.

    Impacto para usuários e desenvolvedores

    A exigência de 20 GB reflete uma tendência crescente de aplicações de IA que dependem de modelos locais para reduzir dependência de servidores externos. Para usuários com dispositivos modestos, a restrição pode limitar o acesso a recursos avançados, enquanto desenvolvedores precisarão ajustar estratégias de distribuição de modelos para evitar surpresas no armazenamento. O Google não anunciou planos de reduzir o tamanho dos modelos ou oferecer opções de nuvem como alternativa imediata.

  • Carros conectados: o novo modelo de negócio que transforma seu automóvel em uma ‘assinatura obrigatória’

    Carros conectados: o novo modelo de negócio que transforma seu automóvel em uma ‘assinatura obrigatória’

    Da compra à recorrência: o carro como serviço

    Na última quarta-feira, 5 de agosto de 2026, o mercado automobilístico reforçou um modelo de negócio que já mostra sinais de esgotamento em outros setores: vender o produto principal — caro por si só — e faturar em cima de funcionalidades que deveriam ser intrínsecas ao veículo. O exemplo mais recente vem do novo Mercedes-Benz Classe C, cujas telas digitais não apenas exibem informações do carro, mas se transformam em vitrines de aplicativos pagos, desde atualizações de software até recursos de entretenimento.

    O custo oculto dos veículos conectados

    Computadores de bordo, câmeras, sensores e conexão permanente à internet não são mais luxos: são pré-requisitos nos carros modernos. Essa infraestrutura permite às montadoras corrigir falhas remotamente, empurrar atualizações sem que o proprietário precise ir à concessionária e, acima de tudo, monetizar cada clique no painel. O resultado? Um carro que, além de consumir combustível ou eletricidade, passa a exigir assinaturas mensais para funções que, em tese, já deveriam estar inclusas no preço de tabela.

    O precedente perigoso: lições da TV a cabo

    O streaming nasceu prometendo liberdade em relação aos pacotes caros e engessados da TV a cabo. Hoje, o consumidor paga por dezenas de assinaturas para assistir a um único filme ou série, fragmentando ainda mais o entretenimento. A indústria automobilística parece disposta a repetir o mesmo erro, mas em um produto cuja depreciação já é acelerada: o carro. Se o atual cenário persistir, a compra de um veículo pode se tornar apenas o primeiro passo de uma relação financeira contínua, onde cada nova funcionalidade — desde mapas atualizados até controles de clima — virá com um custo adicional.

    O que esperar do futuro?

    Regulamentações mais rígidas podem frear essa tendência, obrigando as fabricantes a incluir recursos básicos sem cobranças extras. Até lá, o consumidor precisará pesar não apenas o preço de compra, mas também o custo total de propriedade ao longo dos anos — onde, ironicamente, o carro pode se tornar tão caro quanto um pacote de TV a cabo.

  • Henry Diniz, filho de Simone Mendes, expõe coleção milionária de perfumes: ‘Tenho 86 fragrâncias e prefiro o Althaïr’

    Henry Diniz, filho de Simone Mendes, expõe coleção milionária de perfumes: ‘Tenho 86 fragrâncias e prefiro o Althaïr’

    O gosto refinado não é exclusividade de adultos. Em meio a um bate-papo descontraído com o criador de conteúdo Erik Wangz, Henry Diniz, de 11 anos e filho da cantora Simone Mendes, desfilou parte de sua coleção particular de perfumes — um acervo que já soma 86 fragrâncias de marcas de luxo, com valores que chegam a R$ 3,5 mil por unidade.

    Do Blue Sapphire ao Althaïr: as joias do menino perfumista

    A estrela da coleção é o Blue Sapphire, da britânica Boadicea the Victorious, uma das fragrâncias mais cobiçadas por colecionadores e avaliada em aproximadamente R$ 3,5 mil. Com frasco marcante e um perfil sofisticado, o perfume se destaca pela complexidade de notas cítricas e florais que o tornam referência no mercado de perfumaria de alto padrão.

    Mas quando o assunto é uso diário, Henry não hesitou: seu Althaïr, da Parfums de Marly, foi eleito o favorito. Embora o valor exato não tenha sido divulgado na conversa, a marca francesa é conhecida por lançamentos que combinam exclusividade e preços elevados, alinhados ao padrão da coleção do jovem.

    Sinais de um futuro perfumista — ou colecionador de luxo?

    O interesse de Henry pela perfumaria não se limita a guardar os frascos. Durante o diálogo, ele demonstrou familiaridade com marcas internacionais e até revelou preferências sazonais, como o uso de fragrâncias mais frescas em dias quentes e opções amadeiradas para ocasiões especiais. Seus elogios — especialmente ao Althaïr — também chamaram atenção, sugerindo que o menino não apenas coleciona, mas também desenvolve um paladar apurado para aromas.

    Aos 11 anos, Henry Diniz já mostra que, além do DNA artístico herdado da mãe, pode ter um futuro promissor no universo dos cheiros — seja como colecionador, influenciador mirim ou, quem sabe, até mesmo como criador de fragrâncias. Por enquanto, seu acervo segue em expansão, com direito a reviews detalhados e preferências cada vez mais definidas.