Autor: Roberto Neves

  • Feicorte 2026 debate como transformar a pecuária brasileira em lucro diante de crises globais

    Feicorte 2026 debate como transformar a pecuária brasileira em lucro diante de crises globais

    Da vocação à rentabilidade: Feicorte 2026 conecta pecuaristas ao mercado em crise

    A Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, realizada em Presidente Prudente (SP), deu início nesta última quarta-feira (24) à sua programação com um recado claro: a pecuária brasileira precisa virar não só produção, mas também resultado financeiro. O tema central da edição 2026 — “O Boi Brasileiro: Um Mundo de Oportunidades” — reflete a urgência de transformar a vocação nacional em lucro, em um momento em que guerras, oscilações climáticas e instabilidades no mercado global ameaçam a estabilidade do setor.

    Estratégias para enfrentar o caos: do pânico à informação

    Diede Loureiro, curador do eixo Pecuária, destacou que o evento foi pensado para reduzir a incerteza do produtor. “Vivemos um período de muita instabilidade, com guerras, mudanças no sistema de produção e efeitos climáticos que afetam diretamente a atividade. Por isso, iniciamos a programação tratando de mercado, para ajudar o produtor a entender o cenário, reduzir o pânico e ampliar a informação”, afirmou. A abordagem, segundo ele, é essencial para que a produtividade não seja apenas uma métrica, mas um caminho para a eficiência econômica.

    O Brasil no tabuleiro global: como o boi brasileiro pode se destacar

    Com a Feicorte 2026, o país tem a chance de mostrar que sua cadeia produtiva da carne não é apenas uma das maiores do mundo, mas também uma das mais resilientes. O evento, que reúne especialistas e pecuaristas, serve como um laboratório para discutir desde inovações tecnológicas até a gestão de riscos, passando pela adaptação às novas demandas do consumidor internacional. Afinal, em um mercado cada vez mais competitivo, a rentabilidade depende não só de produzir mais, mas de produzir melhor e com estratégia.

  • JD.com anuncia substituição de 700 mil entregadores por robôs até 2026: automação avança na China

    JD.com anuncia substituição de 700 mil entregadores por robôs até 2026: automação avança na China

    A gigante chinesa do e-commerce JD.com revelou que a substituição de entregadores humanos por robôs de delivery é inevitável. Segundo o fundador e conselheiro da empresa, Richard Liu, a automação deve ocorrer mais cedo ou mais tarde, em um movimento que reflete a aceleração tecnológica no setor logístico.

    Planos de transição e preocupações sociais

    Para mitigar os impactos da substituição, a JD.com anunciou parcerias com cerca de 120 escolas para oferecer treinamentos aos trabalhadores afetados. A estratégia busca realocar esses profissionais em novas áreas, embora a escala da mudança — 700 mil postos de trabalho — levante questionamentos sobre a viabilidade de recolocação em massa.

    Automação em um mercado em transformação

    Liu fez o anúncio durante o Fórum de CEOs da APEC, realizado em junho de 2026, destacando que a China já conta com 320 milhões de trabalhadores autônomos, incluindo entregadores, motoristas de aplicativo e temporários. A automação, no entanto, não se limita ao delivery: fábricas e centros de distribuição também têm adotado robôs para otimizar operações.

    Consequências para o mercado de trabalho

    A fala de Liu ecoa um debate global sobre os efeitos da automação. Enquanto empresas buscam eficiência, governos e sociedade precisam lidar com a redução de empregos tradicionais. A JD.com, embora promova a transição, não detalhou prazos específicos para a substituição total dos entregadores.

  • TIM inova na América do Sul: transferência de eSIM entre Android e iPhone vira realidade

    TIM inova na América do Sul: transferência de eSIM entre Android e iPhone vira realidade

    Liberdade sem limites para trocar de celular

    A TIM anunciou nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, uma revolução nos planos de telefonia móvel: pela primeira vez na América do Sul, os usuários podem transferir perfis de eSIM entre dispositivos Android e iPhone sem barreiras. Até então, as operadoras brasileiras restringiam essa funcionalidade a migrações dentro do mesmo ecossistema — como de iPhone antigo para novo ou de Android velho para um modelo mais recente.

    Tecnologia aberta e pioneira

    A solução utiliza o Entitlement Server como plataforma orquestradora, alinhada aos padrões da GSMA para Android e a uma especificação proprietária da Apple nos iPhones. Segundo a TIM, a inovação foi validada em parceria com fabricantes e visa dar autonomia aos consumidores na hora de trocar de aparelho, independentemente do sistema operacional. Por enquanto, a funcionalidade está restrita a iPhones (desde iOS 16.5) e smartphones da Motorola, mas a operadora não descarta ampliações futuras.

    O que muda para o usuário?

    Quem optava por trocar de iPhone para Android — ou vice-versa — precisava recorrer a soluções alternativas, como a conversão física do chip ou a contratação de um novo plano. Agora, basta acessar a página oficial da TIM dedicada à transferência de eSIM, seguir os passos e concluir o processo em minutos. A medida reforça a tendência de integração entre plataformas, mesmo em um mercado historicamente fragmentado como o brasileiro.

  • Agência Embrapa de Notícias consolida liderança no agro: tricampeonato no + Admirados da Imprensa

    Agência Embrapa de Notícias consolida liderança no agro: tricampeonato no + Admirados da Imprensa

    Três títulos em sequência reforçam credibilidade do veículo especializado

    A Agência Embrapa de Notícias consolidou sua posição como referência em comunicação agropecuária ao ser tricampeã do prêmio + Admirados da Imprensa do Agronegócio, categoria Agência de Notícias. A cerimônia, realizada em São Paulo na data de referência, destacou o reconhecimento do mercado ao trabalho jornalístico da equipe liderada por Fernanda Diniz (coordenadora) e Marita Cardillo (editora).

    Embrapa supera concorrentes de peso

    O prêmio colocou lado a lado três veículos de comunicação: a Agência Embrapa de Notícias, a Agência Brasil (da Empresa Brasil de Comunicação, vinculada ao Governo Federal) e o Broadcast Agro, do Estadão. A vitória da Embrapa sinaliza, segundo analistas, a preferência do setor agropecuário por fontes especializadas e isentas em meio a discussões regulatórias sobre o uso de antimicrobianos na produção animal — tema que tem movimentado o segmento nos últimos meses.

    Impacto além do prêmio: alcance e periodicidade

    Além do reconhecimento simbólico, a Agência Embrapa de Notícias atua como pilar da disseminação científica no agro, publicando boletins semanais (toda terça-feira) para profissionais e veículos de imprensa em todo o Brasil. Para o público internacional, a Embrapa mantém uma versão mensal do boletim, ampliando o alcance de suas pesquisas e inovações para além das fronteiras nacionais. A periodicidade e a qualidade editorial do veículo são apontadas como diferenciais que justificam sua hegemonia no setor.

  • Inadimplência no agro e guerra no Irã derrubam previsão de vendas de fertilizantes no Brasil para 2026

    Inadimplência no agro e guerra no Irã derrubam previsão de vendas de fertilizantes no Brasil para 2026

    A incerteza no campo brasileiro nunca foi tão alta. Em relatório divulgado na última quarta-feira (24 de junho de 2026), o Rabobank reduziu ainda mais suas expectativas para o mercado de fertilizantes no país, projetando uma queda de 8,2% nas vendas em 2026 em comparação ao recorde de 2025. A previsão, que já era negativa em abril, agora aponta para um volume de 45,1 milhões de toneladas — o menor desde 2022, quando a invasão russa à Ucrânia desestabilizou o mercado global de insumos agrícolas.

    Crédito escasso e preços inflados: o peso da inadimplência no agro

    A principal justificativa para a revisão é a inadimplência recorde entre os agricultores brasileiros, que limita o acesso a financiamentos e reduz a capacidade de compra de insumos. O cenário é agravado pela alta dos preços dos fertilizantes, impulsionada pela guerra no Irã, que fechou o Estreito de Ormuz — rota crítica para o transporte de petróleo e, indiretamente, de insumos agrícolas. A escalada de preços do combustível, por sua vez, encarece toda a cadeia logística, desde a produção até a distribuição dos adubos.

    De 47,2 para 45,1 milhões de toneladas: o que mudou desde abril

    Em abril de 2026, o Rabobank já havia ajustado suas projeções para baixo, estimando uma demanda de 47,2 milhões de toneladas em 2026, considerando os efeitos da guerra no Irã. Na ocasião, a redução de 2 milhões de toneladas refletia o cenário de preços elevados e incerteza geopolítica. Agora, a empresa reconhece que a situação piorou: a inadimplência no agro brasileiro — setor já fragilizado por safras anteriores com margens apertadas — tornou-se um fator decisivo para a queda adicional nas vendas.

    Consequências para o campo e a economia brasileira

    A redução no consumo de fertilizantes não é apenas um dado de mercado: ela sinaliza um ciclo de menor produtividade para as próximas safras, especialmente em culturas dependentes de insumos intensivos, como soja e milho. Além disso, a pressão sobre os preços dos alimentos pode se agravar, afetando desde o bolso do consumidor até as exportações brasileiras, já que o país é um dos maiores fornecedores globais de commodities agrícolas. Para o Rabobank, o desafio agora é monitorar se os agricultores conseguirão acessar linhas de crédito alternativas ou se a crise de inadimplência se aprofundará, comprometendo ainda mais a safra de 2027.

  • MT apostará em rota Bolívia-Pacífico para escoar produção agro até a Ásia

    MT apostará em rota Bolívia-Pacífico para escoar produção agro até a Ásia

    O estado de Mato Grosso, líder na produção agropecuária do Centro-Oeste e vizinho da Bolívia, acaba de ganhar um aliado estratégico para escoar sua safra com mais eficiência: o Programa de Integração Produtiva e Logística Brasil-Bolívia-Pacífico, criado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A portaria que oficializou a iniciativa foi publicada na última terça-feira (24/06/2026), assinada pelo ministro André de Paula em Brasília.

    Do Cerrado ao Pacífico: como a nova rota reduz custos e abre mercados

    A proposta do programa é fortalecer a integração entre Brasil e Bolívia, criando uma ponte logística direta até os portos do Oceano Pacífico — como os chilenos de Antofagasta e Iquique. Para Mato Grosso, isso significa uma alternativa aos gargalos tradicionais do escoamento via Santos ou Paranaguá, que encarecem o frete e aumentam o tempo de entrega. Com a redução de distância e burocracia, a expectativa é que os produtores locais ganhem vantagem competitiva, especialmente no mercado asiático, onde a demanda por soja, milho e carne brasileira deve seguir em alta.

    Famato vê oportunidade, mas cobra agilidade em regulamentação

    A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), representada pelo presidente Vilmondes Tomain, classificou a iniciativa como “decisiva” para o setor. “A integração com a Bolívia pode encurtar em até 30% os custos logísticos para quem exporta para a Ásia”, afirmou. No entanto, a entidade já sinalizou que acompanhará de perto a implementação das medidas, sobretudo em relação a possíveis entraves regulatórios — como a harmonização de normas sanitárias e aduaneiras entre os dois países.

    O que falta para tornar a rota uma realidade?

    Embora o programa seja um avanço, especialistas apontam que a efetividade dependerá de investimentos em infraestrutura, como a modernização de postos fronteiriços e a construção de armazéns estratégicos. Além disso, acordos bilaterais para facilitar o trânsito de cargas precisam ser firmados rapidamente, já que o calendário agrícola não espera. Com a colheita de inverno se aproximando, a pressão por soluções concretas deve aumentar nos próximos meses.

  • Bi-quelato de zinco na ração de frangos reduz condenações de carcaça e eleva lucro do produtor, aponta estudo com 8 milhões de aves

    Bi-quelato de zinco na ração de frangos reduz condenações de carcaça e eleva lucro do produtor, aponta estudo com 8 milhões de aves

    Na última quarta-feira (24 de junho de 2026), um estudo inédito sobre nutrição animal revelou que a qualidade da ração impacta diretamente a rentabilidade dos produtores de frango de corte. A pesquisa, que avaliou oito milhões de aves em condições comerciais, comprovou que a substituição do sulfato de zinco por bi-quelato de zinco com análogo hidroxilado de metionina na dieta das aves reduz problemas de pele e melhora a qualidade das carcaças, diminuindo as condenações em abatedouros.

    Metodologia rigorosa: 8 milhões de frangos e parcerias estratégicas

    O estudo intitulado *Zn–Methionine Hydroxy-Analogue Chelate supplementation improves carcass quality in broilers under commercial conditions* foi desenvolvido pela pesquisadora Ana C. Ferreira em parceria com a NOVUS, UFRGS e Bello Alimentos. Durante quatro meses, uma granja localizada na região Centro-Oeste do Brasil serviu como ambiente de testes, onde os pesquisadores monitoraram o desempenho das aves submetidas à nova formulação nutricional.

    Impacto econômico: menos condenações, mais lucro

    Os resultados indicaram que as aves alimentadas com bi-quelato de zinco apresentaram menor incidência de problemas tegumentares e musculares, condições que frequentemente levam à condenação de carcaças. Essa melhoria na qualidade do lote não apenas reduz perdas para os produtores como também pode elevar o valor de mercado da carne, devido à sua maior aceitação por parte das indústrias processadoras e consumidores finais.

    Regulamentação e tendências no setor avícola

    O estudo ganha relevância em um momento de crescente debate sobre o uso de antimicrobianos na produção animal. Com restrições cada vez mais rígidas à utilização de aditivos químicos, alternativas como os bi-quelatos surgem como soluções alinhadas às demandas por sustentabilidade e segurança alimentar. A pesquisa reforça a importância da inovação nutricional em um setor que movimenta bilhões e responde por cerca de 1,5% do PIB brasileiro.

  • YouTube evita julgamento milionário ao fechar acordo sobre saúde mental de jovens nos EUA

    YouTube evita julgamento milionário ao fechar acordo sobre saúde mental de jovens nos EUA

    O YouTube evitou um julgamento marcado para 27 de julho nos Estados Unidos ao fechar um acordo confidencial com um grupo de famílias que o acusava de prejudicar a saúde mental de menores. O caso, que envolvia um jovem de 15 anos identificado como R.K.C, foi encerrado sem a necessidade de uma decisão judicial, poupando a plataforma de um novo escrutínio público sobre seus algoritmos e design.

    Acusações que não se limitam ao Google

    O processo fazia parte de uma onda de ações judiciais movidas contra gigantes da tecnologia, alegando que recursos como autoplay e rolagem infinita foram projetados para criar vícios em crianças e adolescentes. Enquanto o YouTube e o Google fechavam as portas para um acordo, outras plataformas — Meta (dona do Facebook e Instagram), TikTok e Snap — permanecem no alvo dos processos, com julgamentos ainda em andamento.

    Precedente de indenização bilionária

    Este não é o primeiro caso em que o Google enfrenta consequências por supostos danos à saúde mental de jovens. Em uma ação anterior, a empresa e a Meta foram condenadas a pagar US$ 6 milhões em indenizações a uma jovem de 20 anos que alegou ter desenvolvido dependência dos aplicativos ainda na infância. A decisão, que reforça a pressão sobre os modelos de negócios baseados em engajamento compulsivo, serve como alerta para outras plataformas em situações semelhantes.

    Alvos em movimento: as plataformas ainda na mira

    Embora o YouTube tenha se livrado de mais um processo, a batalha judicial contra as concorrentes continua. Meta, TikTok e Snap enfrentam acusações semelhantes, com críticas concentradas em seus algoritmos de recomendação e mecanismos de retenção de usuários. Especialistas em direito digital e saúde mental argumentam que a indústria ainda não adotou mudanças estruturais suficientes para conter os danos causados a menores, mantendo o debate sobre regulação e responsabilidade corporativa vivo.

  • Henry Freitas incendeia Petrolina: 70 mil cantam em noite que virou marco da ascensão sertaneja

    Henry Freitas incendeia Petrolina: 70 mil cantam em noite que virou marco da ascensão sertaneja

    Um palco transformado em maratona sertaneja

    O São João de Petrolina ganhou um dos seus capítulos mais eletrizantes na noite de 23 de junho de 2026, quando Henry Freitas subiu ao palco e levou cerca de 70 mil fãs ao delírio. O show não foi apenas mais uma apresentação na agenda do artista — foi um marco na consolidação de sua trajetória, que hoje rivaliza com os grandes nomes do sertanejo nacional.

    De promessa a fenômeno: a escalada de Henry Freitas

    Em menos de dois anos, Henry Freitas deixou de ser uma aposta do forró para se tornar um dos artistas mais cobiçados dos festejos juninos. Sua maratona de 64 shows pelo Brasil, incluindo paradas em Campina Grande e Caruaru, já é considerada uma das mais intensas do ano. Em Petrolina, o público não apenas lotou o evento, mas também cantou cada verso em coro, comprovando que o sucesso de Freitas vai além das plataformas digitais.

    Petrolina no radar do sertanejo: por que a cidade virou parada obrigatória?

    A cidade, tradicionalmente conhecida por suas festas populares, se tornou um termômetro para artistas em ascensão. O show de Henry Freitas na região não foi mera coincidência: foi uma estratégia que deu certo. O contato direto com multidões apaixonadas tem sido a fórmula que alavancou sua carreira, e Petrolina, com seu público fiel, foi o cenário perfeito para mostrar que o sertanejo está mais vivo do que nunca — e Henry Freitas é seu novo porta-estandarte.

  • Steam Machine chega com 16 GB de RAM: Valve denuncia hostilidade dos fabricantes de memória

    Steam Machine chega com 16 GB de RAM: Valve denuncia hostilidade dos fabricantes de memória

    A Valve está enfrentando um cenário desafiador para lançar sua nova Steam Machine. Segundo a empresa, os fabricantes de memória RAM passaram a priorizar clientes de inteligência artificial, deixando de lado acordos de longo prazo com fabricantes de PCs. A estratégia atual é clara: cotas mensais de componentes e preços fixos, sem margem para negociação.

    O impacto nas Steam Machines

    Os primeiros lotes do equipamento chegarão com apenas 16 GB de RAM em um único módulo, uma configuração que reflete a escassez de componentes para projetos convencionais. Em entrevista ao Gamers Nexus, um representante da Valve descreveu a dinâmica como “pegar ou largar”: “É sim ou não. E se dissermos não, eles nunca mais falam com a gente”.

    Por que os fabricantes mudaram de estratégia?

    A guinada dos fornecedores está diretamente ligada ao boom da IA. Projetos como servidores para machine learning e data centers exigem volumes massivos de memória, tornando os contratos com fabricantes de PCs menos atrativos. Sem contratos estáveis, a Valve e outras empresas do setor precisam se adaptar a um mercado cada vez mais instável.

    Consequências para o consumidor

    O reflexo dessa situação pode ser sentido pelo usuário final, que pode enfrentar preços mais altos ou especificações reduzidas em novos lançamentos. A Valve, conhecida por inovar no hardware, agora precisa lidar com uma cadeia de suprimentos que privilegia a tecnologia emergente em detrimento do mercado tradicional de PCs.