Autor: Roberto Neves

  • Aston Martin coloca nome no mercado: direitos de marca são vendidos para salvar divisão de carros

    Aston Martin coloca nome no mercado: direitos de marca são vendidos para salvar divisão de carros

    A Aston Martin, icônica marca britânica conhecida por seus esportivos de luxo e participação na Fórmula 1, adotou uma medida drástica para sobreviver às suas dificuldades financeiras: vendeu o controle dos direitos de seu nome para uso em produtos que vão além dos automóveis.

    Na sexta-feira, 7 de agosto de 2026, a empresa anunciou a transferência de 50,1% dos direitos de sua marca para o grupo americano Authentic Brands, como parte de um pacote de financiamento liderado pela HPS Investment Partners. O acordo, no valor de £ 550 milhões (US$ 738 milhões), foi estruturado para evitar a insolvência, mas já acendeu alertas entre os credores, que alegam violação de cláusulas contratuais e redução de garantias.

    Divisão artificial: o nome Aston Martin agora tem duas faces

    O movimento cria uma separação estratégica na marca: de um lado, permanecem os carros de rua e a participação na Fórmula 1; do outro, produtos de lifestyle, merchandising e licenciamento passam a ser geridos pela Authentic Brands. Os credores, aos quais a Aston Martin deve cerca de £ 1,3 bilhão (US$ 1,75 bilhão), acusam a manobra de fragilizar suas garantias e já enviaram uma advertência jurídica formal ao conselho da empresa.

    Financiamento de sobrevivência ou armadilha para credores?

    O empréstimo de £ 550 milhões, garantido por um prazo determinado de £ 450 milhões, foi negociado como uma tábua de salvação para a Aston Martin, que enfrentava pressões crescentes devido a dívidas acumuladas. No entanto, a transferência de propriedade intelectual para uma nova estrutura jurídica — parte do acordo com a HPS Investment Partners — é vista como um risco pelos credores, que temem perder ativos valiosos caso a empresa não consiga honrar seus compromissos.

    O que muda para os fãs e o mercado?

    Para os entusiastas da marca, a mudança pode significar uma ampliação da presença da Aston Martin em produtos como roupas, acessórios e até experiências, sob o guarda-chuva da Authentic Brands. Contudo, a saúde financeira da fabricante de carros — já afetada por prejuízos recorrentes e dificuldades na gestão de custos — agora depende crucialmente do sucesso desse modelo híbrido, que separa o negócio automotivo do licenciamento de marca.

  • Omoda & Jaecoo mira vendas diretas no Brasil: expansão chega após 20 mil unidades vendidas em 2026

    Omoda & Jaecoo mira vendas diretas no Brasil: expansão chega após 20 mil unidades vendidas em 2026

    Estratégia de vendas diretas como novo pilar de crescimento

    A Omoda & Jaecoo, divisão chinesa do grupo Chery que opera no Brasil desde 2025, anunciou na última quarta-feira (5) a implementação de um canal de vendas diretas no mercado nacional. O plano foi revelado durante evento fechado da Chery International Brasil em São Paulo, voltado a concessionários e veículos de imprensa selecionados. A medida integra uma estratégia mais ampla de expansão, após a marca atingir a marca de 20 mil unidades comercializadas em 2026 — um recorde para o período de pouco mais de um ano no país.

    Expansão além do varejo tradicional

    A nova modalidade de vendas promete alcançar segmentos específicos, complementando as operações convencionais em concessionárias. Embora a empresa não tenha detalhado prazos, modelos ou públicos-alvo iniciais, a iniciativa sinaliza uma busca por maior controle sobre políticas comerciais e margens de lucro, além de potencial redução de custos operacionais. Até o momento, os modelos comercializados incluem o Omoda 5 (e sua versão elétrica E5) e os médios Omoda 7 e Jaecoo 7.

    Contexto: Chery acelera no Brasil com foco em 2027

    O anúncio da Omoda & Jaecoo ocorre em paralelo a outra notícia revelada no mesmo evento: a antecipação da chegada da iCAUR ao Brasil, prevista para 2027. A estratégia reforça o compromisso do grupo Chery em consolidar sua presença no mercado brasileiro, onde já atua com outras marcas como a Chery e a Troller. A expansão das vendas diretas, ainda que sem cronograma definido, representa um movimento ousado em um setor dominado por concessionárias independentes, onde a maioria das montadoras ainda depende de modelos híbridos de comercialização.

  • Projeto na Câmara amplia isenção de IPI para carros de até R$ 250 mil para PcD e autistas

    Projeto na Câmara amplia isenção de IPI para carros de até R$ 250 mil para PcD e autistas

    A Câmara dos Deputados analisa uma proposta que pode beneficiar pessoas com deficiência (PcD) e aquelas com transtorno do espectro autista (TEA) com a ampliação do teto de preço para aquisição de veículos novos com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

    Limite atual pode subir de R$ 200 mil para R$ 250 mil

    O Projeto de Lei 2079/2026, apresentado pela deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), sugere elevar o valor máximo de R$ 200 mil para R$ 250 mil, um reajuste de 25% que, segundo a relatora Silvia Cristina (PP-RO), já obteve parecer favorável na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. O texto aguarda inclusão na pauta do colegiado para votação, mas ainda não foi aprovado.

    Mudança não amplia beneficiários, mas amplia opções de compra

    A proposta mantém as mesmas regras de elegibilidade, sem criar novas categorias ou aumentar o público-alvo. A principal diferença está na faixa de preço dos veículos, que passaria a incluir modelos e versões mais caros, atualmente excluídos da isenção. Caso seja aprovada, a lei obrigará o governo federal a monitorar os impactos da medida nos cofres públicos.

    Isenção já existe desde 1995, mas teto não era reajustado há anos

    A Lei 8.989/1995, que rege a isenção do IPI para PcD e autistas, não sofria reajustes significativos desde sua criação. A defasagem do teto atual, somada à inflação dos últimos anos, reduziu o poder de compra dos beneficiários, que hoje enfrentam dificuldades para adquirir veículos com tecnologias mais recentes ou adaptações necessárias.

  • Nissan recupera fôlego: lucro volta após dois anos de prejuízos bilionários

    Nissan recupera fôlego: lucro volta após dois anos de prejuízos bilionários

    A fabricante japonesa Nissan registrou lucro pela primeira vez desde 2024, interrompendo uma sequência de dois anos de prejuízos que somaram US$ 3,4 bilhões no ano anterior. No primeiro trimestre do ano fiscal 2026-2027, a empresa obteve um lucro operacional de US$ 492,2 milhões (R$ 2,51 bilhões), com lucro líquido de US$ 24,1 milhões (R$ 123 milhões).

    Reestruturação sob pressão: a estratégia de Espinosa começa a dar resultados

    O retorno ao azul marca uma virada estratégica liderada pelo CEO Ivan Espinosa, que assumiu o comando há pouco mais de um ano. O plano incluiu cortes de custos, reorganização de operações e foco em modelos com maior margem de lucro, como o X-Trail e-Power, que chega ao Brasil neste ano. No entanto, a empresa ainda precisa lidar com a queda nas vendas globais e a crescente concorrência das marcas chinesas, que ganham espaço com preços agressivos.

    Cenário desafiador: vendas em queda e batalha internacional

    Ainda que o lucro tenha sido recuperado, a Nissan enfrenta um mercado global enfraquecido. As vendas de veículos caíram em várias regiões, enquanto fabricantes chinesas como BYD e Geely avançam com modelos elétricos e híbridos a preços competitivos. A chegada do X-Trail e-Power ao Brasil, previsto para os próximos meses, será um teste para a estratégia da marca no país, onde a preferência por SUVs de grande porte ainda é forte.

    O que esperar daqui para frente?

    Com o plano de reestruturação em andamento, a expectativa é que a Nissan mantenha trajetória positiva, mas a sustentabilidade do lucro dependerá da capacidade de inovação e adaptação ao mercado. A empresa também precisa equilibrar a produção para não cair na armadilha de estoques excessivos, um erro que contribuiu para as perdas anteriores.

  • Camping Barretos 2026: mais de 35 shows exclusivos com Nattan, Teló e Turma do Pagode

    Camping Barretos 2026: mais de 35 shows exclusivos com Nattan, Teló e Turma do Pagode

    A programação do Camping Barretos 2026 já está definida e deve atrair os amantes da música com mais de 35 apresentações exclusivas para quem optar pela hospedagem oficial no Parque do Peão. A agenda, que roda entre 20 e 30 de agosto, traz atrações variadas como sertanejo, pagode, forró e música eletrônica, garantindo diversão em tempo integral.

    Palco Camping: a festa continua além dos shows principais

    O Palco Camping foi criado como uma extensão da programação tradicional, oferecendo shows em horários alternativos para os hóspedes. Enquanto o público geral acompanha as atrações principais, os campistas têm acesso a apresentações exclusivas, mantendo a energia do evento mesmo durante a madrugada.

    Nattan e Michel Teló comandam atrações especiais

    No dia 22 de agosto, o primeiro sábado da festa, Nattan no Camping promete ser um dos momentos mais aguardados. Já em 29 de agosto, Michel Teló sobe ao palco no projeto Sertanejinho do Teló, com início marcado para 16h30. Ambos os shows são restritos aos detentores do passaporte oficial do camping, reforçando o caráter exclusivo da experiência.

  • Cotia Rodeio Fest 2026: Leonardo, Alok e Bruno & Marrone prometem agito de sertanejo, piseiro e eletrônico nos dias 21 e 29 de agosto

    Cotia Rodeio Fest 2026: Leonardo, Alok e Bruno & Marrone prometem agito de sertanejo, piseiro e eletrônico nos dias 21 e 29 de agosto

    O Cotia Rodeio Fest 2026 promete ser um dos destaques do inverno paulista com uma programação que mistura três gêneros musicais em dois fins de semana. Entre os dias 21 e 29 de agosto — a menos de três semanas da estreia —, o evento no Aeródromo Nascimento, em Cotia (SP), já tem ingressos disponíveis pela plataforma Eventim, com opções para noites avulsas ou passaporte para os quatro dias.

    Do sertanejo romântico ao piseiro e ao eletrônico: a diversidade que move o festival

    A grade artística do evento foi pensada para agradar públicos distintos. No primeiro fim de semana (21 e 22 de agosto), as atenções ficam divididas entre o sertanejo romântico, com apresentações de Natanzinho Lima, Leonardo e Matheus Fernandes, e o piseiro, que traz Filho do Piseiro e Lucylla & Lucyana como destaques. Já no segundo fim de semana (28 e 29 de agosto), a música eletrônica chega com força total graças ao DJ Alok, enquanto o sertanejo contemporâneo é representado por Zé Neto & Cristiano, Gustavo Mioto e Simone Mendes. Para fechar com chave de ouro, o tradicionalismo sertanejo ganha as vozes de Bruno & Marrone no dia 29.

    Rodeio, gastronomia e experiências: além da música

    Além dos palcos musicais, o Cotia Rodeio Fest mantém a tradição do rodeio, atração que complementa a proposta do festival. Os frequentadores também poderão aproveitar barracas de alimentação típica e espaços para interação social, transformando o evento em uma experiência completa. As apresentações começam a partir das 19h, ideal para quem busca fugir do frio paulistano com música ao vivo e diversão até altas horas.

    Ingressos: como garantir a sua vaga

    Os valores variam conforme a data escolhida, mas a organização já sinaliza preços promocionais para quem adquirir o passaporte antecipado. A compra deve ser feita exclusivamente pela Eventim, plataforma indicada pelos canais oficiais do festival. A falta de ingressos para edições anteriores de rodeios em Cotia reforça a importância de garantir o seu lugar com antecedência, especialmente para quem não quer perder os shows de Leonardo ou Alok, dois dos nomes mais aguardados.

  • Geely EX2 chega à Europa com bateria maior e autonomia superior à versão brasileira: o que muda?

    Geely EX2 chega à Europa com bateria maior e autonomia superior à versão brasileira: o que muda?

    O hatch elétrico Geely EX2 iniciou sua pré-venda na Europa com uma configuração inédita: uma bateria de 47 kWh, que eleva sua autonomia para 345 km — um salto significativo em relação aos 39,4 kWh e cerca de 280 km de alcance estimado da versão brasileira. O modelo, lançado na Bélgica por 19.490 euros (R$ 120 mil na cotação atual), chega ao mercado europeu como um concorrente direto do BYD Dolphin Mini e do Renault 5 E-Tech, apostando em tecnologia e preço competitivo para conquistar espaço.

    Bateria maior e autonomia estendida: o que a Europa ganha de diferente?

    A principal inovação do EX2 europeu está no pacote energético. Enquanto a versão brasileira, ainda em fase de testes no Paraná, deve manter a bateria de 39,4 kWh, o modelo exportado oferece uma capacidade superior, resultando em uma autonomia 23% maior. Essa diferença pode ser decisiva em um mercado onde a infraestrutura de recarga ainda é desigual entre os países. Além disso, o EX2 europeu já chega com grade ativa e faróis full-LED, itens que ainda não foram confirmados para a linha nacional.

    Produção local no Brasil: quando o EX2 vai nivelar as tecnologias?

    Enquanto o EX2 europeu já está em fase de pré-venda, a produção local do modelo no Brasil está prevista para iniciar no último trimestre de 2026. O veículo, que já emplacou mais de 20 mil unidades no país em 2024, deve receber atualizações para se alinhar às versões internacionais, mas ainda não há confirmação de quando a bateria de 47 kWh será incorporada ao mercado brasileiro. Até lá, a Europa manterá vantagem em autonomia e tecnologia embarcada.

    Estratégia de preços: como o EX2 se posiciona contra rivais?

    Com um preço promocional de 19.490 euros, o Geely EX2 chega à Europa com um valor agressivo, especialmente quando comparado a modelos como o BYD Dolphin Mini (a partir de 22.000 euros) e o Renault 5 E-Tech (a partir de 23.000 euros). O apelo do hatch compacto, somado à autonomia estendida, pode atrair consumidores que buscam um elétrico acessível, mas com desempenho superior. No entanto, a concorrência no segmento ainda é acirrada, com marcas chinesas e europeias disputando cada ponto de participação de mercado.

  • Chevrolet abandona China: GM prioriza Buick e Cadillac com joint venture até 2047

    Chevrolet abandona China: GM prioriza Buick e Cadillac com joint venture até 2047

    A General Motors (GM) anunciou ontem a descontinuação das operações da Chevrolet na China, marcando o fim de mais de um século de presença da marca no maior mercado automotivo do mundo. A decisão foi oficializada no comunicado sobre a renovação da joint venture com a SAIC (Shanghai Automotive Industry Corporation) por mais 20 anos, estendendo a parceria até 2047.

    Fim de uma era: Chevrolet cede espaço para Buick e Cadillac

    Em 6 de agosto de 2026, a GM revelou que, a partir de agora, seus investimentos no país asiático se concentrarão exclusivamente nas marcas Buick e Cadillac. A mudança reflete uma estratégia de longo prazo para fortalecer as duas divisões no mercado chinês, que já são líderes em vendas de veículos premium na região. A produção de modelos Chevrolet fabricados na China, no entanto, será mantida, mas com foco exclusivo na exportação para outros mercados globais.

    Joint venture SAIC-GM: estratégia elétrica e novos modelos

    A parceria renovada prevê um plano ambicioso: até 2030, a SAIC-GM lançará 30 novos modelos elétricos e híbridos. A decisão de abandonar a Chevrolet na China não afeta a produção local, mas redireciona os recursos para inovações tecnológicas sob as marcas Buick e Cadillac. A reestruturação, iniciada ainda em 2025, ganhou contornos definitivos com a confirmação da Reuters e de relatórios internos.

    Impacto no mercado global e perspectivas

    A saída da Chevrolet da China representa um divisor de águas para a GM, que enfrenta desafios crescentes no país asiático. Enquanto Buick e Cadillac ganham prioridade, a produção de veículos Chevrolet no território chinês será reorientada para abastecer outros continentes, especialmente América Latina e Oriente Médio. Especialistas avaliam que a medida sinaliza uma adaptação às dinâmicas locais, onde marcas estrangeiras enfrentam cada vez mais concorrência de fabricantes chineses.

  • GWM Haval H6 PHEV35 2027 estreia câmbio híbrido de 4 marchas e promete performance radical

    GWM Haval H6 PHEV35 2027 estreia câmbio híbrido de 4 marchas e promete performance radical

    Transmissão híbrida 4 marchas redefine performance do Haval H6 PHEV35

    A GWM introduziu na linha 2027 do Haval H6 PHEV35 Flex um câmbio híbrido dedicado (DHT-3) com quatro marchas reais, substituindo a configuração anterior de duas marchas. Essa mudança otimiza a distribuição de força entre os motores térmico (1.5 turboflex) e elétricos, garantindo arrancadas mais ágeis — de 0 a 100 km/h em apenas 4,8 segundos — e maior eficiência energética.

    Autonomia elétrica e consumo: ganhos expressivos na prática

    A nova transmissão, combinada ao sistema híbrido plug-in, eleva a autonomia elétrica para 126 km, um salto significativo frente aos modelos anteriores. Além disso, o conjunto mecânico consome até 4,7% menos combustível, compensando o peso adicional dos componentes híbridos. A estratégia da marca é clara: equilibrar potência e sustentabilidade sem abrir mão de performance.

    Detalhes que fazem a diferença: suspensão e interior high-tech

    Além das melhorias técnicas, a versão 2027 do Haval H6 PHEV35 Flex recebe atualizações na suspensão para maior conforto e estabilidade, além de um interior redesenhado com o sistema Coffee OS 3. O painel digital, interfaces aprimoradas e materiais premium reforçam a proposta de um SUV moderno e conectado, alinhado ao preço de R$ 290 mil — um investimento que posiciona o modelo como alternativa premium no segmento de híbridos flex.

  • Chery mira liderança no Brasil com cinco marcas até 2028: iCAUR, Exeed e Luxeed chegam com foco em eletrificação e luxo

    Chery mira liderança no Brasil com cinco marcas até 2028: iCAUR, Exeed e Luxeed chegam com foco em eletrificação e luxo

    Estratégia de expansão agressiva

    Na última quarta-feira (6 de agosto de 2026), o Grupo Chery revelou seus planos para consolidar a liderança no mercado automotivo brasileiro até 2031. A aposta inclui o lançamento de cinco novas marcas até 2028: iCAUR e Lepas — com foco em SUVs eletrificados — além de Exeed, Luxeed e Freelander, direcionadas ao segmento premium e alta tecnologia. A operação será gerenciada pela Chery International, que já atua no Brasil com as marcas Omoda e Jaecoo, além da Jetour.

    Metas ambiciosas até 2031

    As projeções da Chery incluem a abertura de mais de 1 mil lojas e a venda de 500 mil veículos por ano até o final da década. A estratégia reflete uma ofensiva para disputar espaço com gigantes como Volkswagen, Toyota e Renault, apostando em diversificação de portfólio e inovação tecnológica. A chegada das marcas premium Exeed, Luxeed e Freelander deve elevar a oferta de veículos de luxo no mercado brasileiro, atualmente dominado por modelos importados.

    Diferenciais das novas marcas

    A iCAUR e a Lepas, programadas para estrear em 2027, prometem trazer ao Brasil a expertise da Chery em veículos elétricos e híbridos, alinhados à crescente demanda por mobilidade sustentável. Enquanto isso, as marcas de luxo Exeed, Luxeed e Freelander devem competir diretamente com modelos como BMW, Mercedes-Benz e Audi, com foco em design arrojado e tecnologias avançadas, como conectividade e sistemas de direção autônoma.