Autor: Roberto Neves

  • Galaxy Unpacked 2026: Samsung revela Galaxy Z Fold 8 com Snapdragon 8 Elite e mais novidades em evento histórico

    Galaxy Unpacked 2026: Samsung revela Galaxy Z Fold 8 com Snapdragon 8 Elite e mais novidades em evento histórico

    Nova geração de dobráveis Samsung chega com promessas de inovação

    Às 10h de Brasília desta quarta-feira (22/07), a Samsung inaugura o Galaxy Unpacked 2026 em Londres, evento que promete redefinir os padrões dos smartphones dobráveis. Entre os destaques confirmados, o Galaxy Z Fold 8 surge como o carro-chefe, equipado com o recém-lançado Snapdragon 8 Elite de 5ª geração e uma bateria de 4.800 mAh, com expectativa de autonomia aprimorada em até 20% em relação às versões anteriores.

    Transmissão ao vivo: como acompanhar o evento?

    A apresentação será transmitida simultaneamente no canal oficial da Samsung no YouTube e no site da fabricante. Não é necessário cadastro prévio: basta acessar as plataformas no horário marcado para conferir as novidades em primeira mão, incluindo possíveis lançamentos de smartwatches e atualizações em inteligência artificial integrada aos dispositivos.

    O que esperar além do Z Fold 8?

    Apesar do foco nos dobráveis, sinais indicam que a Samsung também pode revelar novos modelos da linha Galaxy Watch, com sensores avançados para monitoramento de saúde, e recursos de IA aplicados à fotografia e produtividade. A estratégia da empresa segue a tendência de consolidar ecossistemas interligados, onde hardware e software atuam em sinergia para atrair tanto consumidores finais quanto empresas.

  • Setor de máquinas rechaça retaliação aos EUA e busca solução diplomática para evitar prejuízos de US$ 2 bilhões

    Setor de máquinas rechaça retaliação aos EUA e busca solução diplomática para evitar prejuízos de US$ 2 bilhões

    A entrada em vigor da tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros — incluindo máquinas e equipamentos — acendeu um alerta no setor industrial. Com potencial de gerar prejuízos anuais de até US$ 2 bilhões, a medida pressiona a competitividade das exportações nacionais no principal mercado externo do segmento.

    Diplomacia em vez de retaliação: estratégia da Abimaq contra a barreira tarifária

    Em reunião realizada na última segunda-feira (21), representantes da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) apresentaram ao vice-presidente Geraldo Alckmin um pacote de medidas para minimizar os danos. Entre as propostas, destacam-se a ampliação de linhas de crédito para exportadores, alívio tributário temporário e o fortalecimento de políticas de promoção comercial, sem recorrer a medidas de reciprocidade.

    Exportações em risco: setor depende de 20% das vendas ao mercado americano

    O setor, que responde por 20% das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos, enfrenta queda imediata na demanda. Segundo dados da Abimaq, os Estados Unidos são o principal destino dessas vendas, e a tarifa pode reduzir em até 15% o volume exportado em 2026. A entidade argumenta que a estratégia de retaliação — como a aplicação de barreiras similares a produtos americanos — poderia agravar a situação, gerando um ciclo de sanções prejudicial a ambos os países.

    Crédito e tributação: as armas para sustentar a indústria nacional

    As propostas entregues ao governo incluem a criação de um fundo de garantia para exportações, com juros subsidiados, e a redução de impostos sobre insumos importados usados na fabricação de máquinas. Além disso, a Abimaq pediu a manutenção de acordos comerciais bilaterais e a aceleração de negociações em fóruns como a OMC para reverter a medida americana. “A retaliação não é solução; precisamos de canais de diálogo e políticas que preservem empregos e investimentos”, afirmou um diretor da entidade, que preferiu não ser identificado.

    Consequências além das máquinas: impacto na cadeia produtiva

    Os reflexos da tarifa vão além do setor de máquinas. A redução nas exportações afeta fornecedores de aço, componentes eletrônicos e serviços logísticos, que já registram queda nos pedidos. Analistas do mercado projetam que, se a medida não for revista, o PIB industrial pode encolher até 0,3% em 2026, com reflexos no emprego formal — especialmente em estados como São Paulo, Santa Catarina e Paraná, polos da indústria de máquinas.

  • Alckmin define Lei da Reciprocidade como resposta a ‘injustiças’ contra o Brasil, não como retaliação

    Alckmin define Lei da Reciprocidade como resposta a ‘injustiças’ contra o Brasil, não como retaliação

    Lei da Reciprocidade: instrumento de equilíbrio, não de revanche

    Em entrevista concedida na noite desta terça-feira (21), o vice-presidente Geraldo Alckmin reafirmou que a Lei da Reciprocidade não deve ser interpretada como uma medida retaliatória, mas como um mecanismo para repor condições justas no comércio internacional. Segundo ele, a legislação, aprovada por unanimidade no Congresso em 2025, oferece ferramentas para respostas institucionais em situações de desequilíbrio comercial.

    Críticas ao ‘olho por olho’ e defesa da reciprocidade

    Alckmin recorreu à metáfora clássica para afastar a ideia de que a medida configuraria uma escalada de retaliações. “A ideia não é retaliação. A reciprocidade é: nós estamos sendo injustiçados e queremos corrigir isso”, declarou, destacando que a lei busca evitar que ambos os lados sofram prejuízos em uma espiral de ações hostis.

    Impacto das tarifas americanas e reação empresarial

    A entrevista ocorreu após uma reunião com representantes de setores brasileiros afetados pelo aumento de tarifas imposto pelo governo de Donald Trump nos últimos dias. Diversas associações de empresários haviam manifestado preocupação com possíveis retaliações unilaterais, o que levou o governo a reforçar que a Lei da Reciprocidade atua como um escudo institucional, não como uma provocação.

  • Frente fria derruba temperaturas e traz tempestades: alerta de chuva extrema no Sul e Mato Grosso do Sul

    Frente fria derruba temperaturas e traz tempestades: alerta de chuva extrema no Sul e Mato Grosso do Sul

    A partir desta terça-feira (21), uma frente fria avança pelo Brasil, trazendo mudanças bruscas no tempo e colocando estados do Sul e do Centro-Oeste em estado de alerta. O sistema deve provocar tempestades intensas entre a noite desta terça e a sexta-feira (24), com acumulados de chuva que podem superar os 200 mm em áreas do Rio Grande do Sul.

    Temporais com potencial destrutivo

    As regiões mais afetadas incluem o Sul do Brasil — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul — além de Mato Grosso do Sul. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) alerta para volumes expressivos de chuva, queda de granizo e rajadas de vento que podem superar os 100 km/h. A Climatempo destaca que a frente fria concentrará os maiores volumes de precipitação no país nesse período, com risco de alagamentos e deslizamentos.

    Baixa umidade mantém alerta no Centro-Oeste e Sudeste

    Enquanto o Sul enfrenta a instabilidade, o Centro-Oeste, grande parte do Sudeste e o interior do Nordeste continuam sob condição crítica de seca. A baixa umidade relativa do ar, que já atinge níveis preocupantes, eleva o risco de queimadas e incêndios florestais. O contraste entre as regiões reforça a instabilidade climática que afeta o país nesta semana.

  • Feno próprio: pecuaristas reduzem custos e criam nova renda com autonomia alimentar

    Feno próprio: pecuaristas reduzem custos e criam nova renda com autonomia alimentar

    A pecuária brasileira vive um momento de reinvenção. Com os custos de produção pressionados por fatores como variações climáticas e preços voláteis no mercado de volumosos, a produção própria de feno emerge como uma estratégia-chave para gestão rural. A prática, que já era comum em regiões com tradição forrageira, ganha força como ferramenta de redução de custos e até de geração de renda complementar para os pecuaristas.

    Autossuficiência alimentar: o principal atrativo do feno caseiro

    O maior benefício apontado por especialistas está na autonomia. Quando produzido na própria fazenda, o feno elimina a dependência de fornecedores externos, reduzindo riscos associados à escassez sazonal ou à alta nos fretes. Além disso, o produtor passa a ter total controle sobre a qualidade do volumoso, ajustando cortesia, umidade e até a composição nutricional de acordo com as necessidades do rebanho. Segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a alimentação representa cerca de 60% dos custos operacionais na pecuária de corte e 50% na de leite — margens que justificam investimentos em técnicas mais precisas.

    Planejamento estratégico para tempos incertos

    O cenário atual, marcado por eventos climáticos extremos e oscilações nos preços internacionais de commodities, reforça a importância do planejamento forrageiro. A produção de feno na propriedade permite estocar alimento nos períodos de safra, quando os custos são menores, e utilizá-lo nos meses de entressafra ou durante secas prolongadas. Técnicas como o feno pré-secado ou a fenação em sistema rotativo ainda possibilitam uma melhor distribuição da mão de obra, otimizando o uso de equipamentos e mão de obra durante o ano.

    O feno como negócio: quando a prática vira receita extra

    O que começou como uma estratégia de redução de custos pode se tornar uma nova fonte de lucro. Em regiões com alta demanda por volumosos de qualidade, como o Centro-Oeste e partes do Sudeste, pecuaristas já comercializam excedentes de feno — especialmente para produtores leiteiros ou criadores de gado de corte com menor capacidade de armazenamento. A comercialização, quando bem estruturada, pode agregar até 20% à renda mensal da propriedade, segundo estimativas de cooperativas agropecuárias.

    Para especialistas, o investimento inicial em maquinário para fenação (como segadora, ancinho e enfardadeira) é compensado em até três safras, dependendo da escala. A técnica, no entanto, exige conhecimento técnico: a colheita deve ocorrer no momento ideal de maturidade da planta, e o processo de secagem precisa evitar umidade excessiva ou fermentação. A adoção de tecnologias como sensores de umidade e drones para monitoramento de pastagens também tem se tornado comum entre produtores que buscam maximizar os resultados.

  • Arco mira inclusão de pequenos produtores no Programa de Lã Certificada em evento-chave no RS

    Arco mira inclusão de pequenos produtores no Programa de Lã Certificada em evento-chave no RS

    Cinco anos de certificação e novos desafios

    O Programa de Lã Certificada da Arco, que completa cinco anos em julho de 2026, enfrenta agora o desafio de aumentar a participação de pequenos produtores. A iniciativa, lançada durante a pandemia em meio à retração do comércio internacional de lã, já consolidou a certificação como modelo de qualidade para o setor.

    Evento reúne setor para debater logística e mercado

    O 3º Dia da Lã, agendado para 30 de julho de 2026 na Associação e Sindicato Rural de Sant’Ana do Livramento (RS), será palco de discussões sobre gargalos como logística, mão de obra qualificada e integração com a indústria. O encontro reunirá produtores, técnicos, pesquisadores e representantes do setor para avaliar os rumos do programa.

    Legado e perspectivas da certificação

    Segundo o coordenador do programa, Sérgio Muñoz, a certificação nasceu de uma necessidade estratégica: “Mesmo em um dos piores momentos do comércio de lãs, não havia alternativa senão certificar nossas fibras”. A experiência acumulada ao longo de décadas em países como Uruguai e Argentina será ponto de partida para consolidar o programa no Brasil.

  • Meta lança terceira geração de óculos inteligentes no Brasil: entenda o que muda

    Meta lança terceira geração de óculos inteligentes no Brasil: entenda o que muda

    A terceira geração dos óculos inteligentes da Meta conquistou homologação da Anatel no dia 16 de julho, abrindo caminho para vendas no Brasil. Os dispositivos, desenvolvidos em parceria com a EssilorLuxottica, incluem câmeras de 12 megapixels, conectividade Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3.

    Modelos aprovados e fabricação chinesa

    A lista homologada contempla os Meta Adventurer (duas versões), Meta Fury, Meta Starfire Kylie Edition e dois modelos ainda não anunciados oficialmente. Todos são produzidos pela Goertek, com fábricas no Vietnã e na China, reforçando a estratégia global da marca.

    Incertezas sobre preços e lançamento

    Embora a certificação da Anatel permita a comercialização, a Meta não divulgou preços ou data de estreia no país. A empresa também não se pronunciou sobre os novos dispositivos quando procurada por veículos especializados.

  • Stellantis lança STLA One para enfrentar a ofensiva chinesa no mercado de elétricos

    Stellantis lança STLA One para enfrentar a ofensiva chinesa no mercado de elétricos

    Plataforma STLA One: a virada da Stellantis contra a China

    Em comemoração aos 50 anos da Fiat no Brasil, o CEO global da Stellantis, Antonio Filosa, revelou que a empresa apostará na plataforma modular STLA One como pilar de sua estratégia para competir com as fabricantes chinesas no mercado de veículos elétricos. Segundo o executivo, a arquitetura será a base técnica para todas as marcas do grupo na América Latina e em outras regiões, combinando eficiência de custos e tecnologia avançada para enfrentar a concorrência.

    Dois caminhos distintos: o legado chinês e a resposta ocidental

    Filosa reconheceu a China como uma referência no setor de elétricos, mas destacou que o avanço do país foi resultado de 20 anos de investimentos planejados — incluindo incentivos à demanda, infraestrutura robusta e atualização de fornecedores. No entanto, a Stellantis promete uma resposta rápida, especialmente na Europa, com a STLA One como uma das plataformas-chave para o futuro do grupo.

    A plataforma, já competitiva frente às fabricantes chinesas produzidas na Europa, será adaptada também ao mercado brasileiro, onde a Fiat e outras marcas do grupo atuam. A estratégia busca reduzir a dependência de modelos estrangeiros e consolidar a presença local com tecnologia própria.

    O que torna a STLA One diferente?

    A STLA One é uma arquitetura modular projetada para ser escalável, permitindo a produção de veículos elétricos de diferentes segmentos — desde compactos até utilitários — com menor custo e maior flexibilidade. Sua implementação marca um passo decisivo na estratégia da Stellantis para acelerar a transição elétrica sem perder competitividade em mercados emergentes como o Brasil.

  • Hyundai i20 Comfort estreia por R$ 99,99 mil: visual retrô, motor 1.0 e concorrência direta ao HB20

    Hyundai i20 Comfort estreia por R$ 99,99 mil: visual retrô, motor 1.0 e concorrência direta ao HB20

    Preço agressivo e público alvo

    O Hyundai i20 Comfort chega ao mercado brasileiro no dia 21 de julho de 2026 com preço inicial de R$ 99.990, posicionando-se como uma opção econômica para quem busca um hatch compacto no segmento dominado pelo HB20. A configuração de entrada prioriza custo-benefício, com motorização 1.0 aspirada e acabamento simplificado.

    Design nostálgico e mecânica tradicional

    O visual do i20 Comfort foge dos padrões modernos, incorporando elementos retrô que remetem à década de 1990. A motorização limita-se a um 1.0 aspirado (80/75 cv) acoplado a câmbio manual de cinco marchas, focado no uso urbano, sem pretensões esportivas ou de alta performance.

    Equipamentos básicos mas funcionais

    Apesar do preço acessível, o modelo mantém itens essenciais como 6 airbags, faróis full LED, central multimídia de 10,25 polegadas e chave presencial. No entanto, abre mão de sistemas avançados de assistência à direção (ADAS), alinhando-se ao perfil de entrada do segmento.

    Espaço interno e capacidade de carga

    Com 346 litros de porta-malas e suspensão calibrada para conforto, o i20 Comfort busca equilibrar praticidade e suavidade em trajetos diários. A estratégia da Hyundai de lançar inicialmente apenas a versão top de linha (Ultimate) em junho refletiu um movimento comum de exposição, enquanto a configuração básica ganha destaque agora.

  • Apple Upgrade: programa de assinatura de iPhones e Macs chega em 28 de julho com financiamento de até 36 meses

    Apple Upgrade: programa de assinatura de iPhones e Macs chega em 28 de julho com financiamento de até 36 meses

    A gigante tecnológica deve anunciar em 28 de julho de 2026, nos Estados Unidos, o Apple Upgrade, um novo modelo de negócio que transforma a compra de dispositivos da marca em um sistema de assinatura ou leasing. O programa, ainda não confirmado oficialmente, promete financiar aparelhos como iPhones, MacBooks, iPads e até o Apple Watch em até 36 meses.

    Flexibilidade e atualização constante

    Após o pagamento integral das parcelas, o consumidor passa a ser proprietário do equipamento. Alternativamente, pode liquidar a dívida antes do prazo final ou, ao término do contrato, optar por trocar o dispositivo por uma versão mais recente. A estratégia visa fidelizar clientes e manter a atualização constante da base de usuários.

    Estratégia alinhada ao mercado

    A iniciativa reflete uma tendência crescente no setor de tecnologia, onde modelos de assinatura e financiamento flexível ganham espaço frente à venda tradicional. Especialistas avaliam que a medida pode reduzir a resistência de consumidores em adquirir produtos de alto valor, ao diluir o custo em parcelas mensais.