Categoria: Auto & Tech

  • Chevrolet Sonic chega para disputar mercado de SUVs: Pulse e Tera têm novos concorrente

    Chevrolet Sonic chega para disputar mercado de SUVs: Pulse e Tera têm novos concorrente

    Sonic chega para turbinar o segmento de SUVs

    A edição de junho da revista Quatro Rodas traz um novo nome ao competitivo mercado de SUVs médios-grandes: o Chevrolet Sonic, que chega para enfrentar os já consolidados Fiat Pulse e Volkswagen Tera. Com design moderno e proposta de custo-benefício agressivo, o modelo da Chevrolet promete redefinir a disputa no segmento, tradicionalmente dominado por marcas italianas e alemãs.

    Combustão vs. híbridos plug-in: a batalha das tecnologias

    Enquanto os SUVs de entrada brigam por espaço, os modelos médios-grandes apostam em tecnologias distintas. O Volkswagen Tiguan R-Line, recentemente atualizado, mantém sua proposta esportiva, agora com refinamentos mecânicos que prometem mais dinamismo. Seu rival, o GWM Haval H6 PHEV 35, representa a aposta chinesa no segmento de híbridos plug-in, com eficiência energética e performance aprimoradas. A pergunta que fica: qual tecnologia sairá vencedora em 2026?

    Melhor Custo de Uso 2026: os campeões por categoria

    O Prêmio Melhor Custo de Uso 2026, referência no setor automotivo, revelou os modelos mais econômicos de se manter no Brasil este ano. Com análise detalhada de consumo, manutenção e desvalorização, a premiação serve como guia para consumidores que buscam maximizar o investimento em um veículo. Os vencedores por categoria prometem surpreender — e economizar o bolso do brasileiro.

    Volkswagen Tukan: a picape intermediária que chega em 2027

    Ainda em fase de desenvolvimento, a Volkswagen Tukan promete ser a nova aposta da marca alemã no segmento de picapes intermediárias. Com lançamento previsto para 2027, o modelo deve trazer inovações em design e tecnologia, mirando diretamente no sucesso de rivais como a Ford Ranger e Toyota Hilux. Aguardamos para ver se a Tukan conseguirá repetir o desempenho de seus antecessores.

    Salão de Pequim 2026: marcas globais vs. chinesas na disputa por identidade

    O Salão de Pequim, um dos principais eventos do setor automotivo mundial, revelou tendências e tensões entre marcas globais e chinesas. Enquanto gigantes como Volkswagen e Toyota apresentam modelos cada vez mais conectados e autônomos, as fabricantes chinesas — como BYD e Geely — apostam em design ousado e preços competitivos. A pergunta central: quem definirá o futuro da indústria nos próximos anos?

  • Hyundai i20 2027 estreia no Brasil como crossover de entrada: R$ 99.990 a partir de hoje

    Hyundai i20 2027 estreia no Brasil como crossover de entrada: R$ 99.990 a partir de hoje

    O i20 2027 chega para disputar um segmento em expansão no Brasil

    Nesta sexta-feira (12 de junho de 2026), a Hyundai oficializa o lançamento do i20 2027, um crossover compacto nacional produzido em Piracicaba (SP) — mesmo complexo que abriga o HB20 e o Creta. O modelo marca o retorno da marca ao segmento de SUVs de entrada, posicionando-se estrategicamente entre os hatches compactos e os utilitários de dimensões reduzidas.

    Com cinco versões disponíveis, o i20 2027 tem preços que começam em R$ 99.990, uma faixa alinhada à concorrência direta, como Fiat Pulse, Renault Kardian e o futuro Volkswagen Tera. A aposta da Hyundai está em um porte ligeiramente maior que o dos hatches tradicionais, aliado a um pacote de tecnologias de segurança e conectividade que inclui assistências à condução (ADAS) e atualizações remotas (OTA).

    Design aventureiro e motorização flexível: o que esperar do i20 2027

    O visual do i20 2027 segue a nova identidade da marca, com linhas mais robustas e uma assinatura luminosa que o diferencia dos modelos anteriores. Internamente, a conectividade ganha destaque com a adoção de sistemas OTA, permitindo atualizações de software sem necessidade de visitas à concessionária.

    No propulsor, o modelo oferece duas opções: um 1.0 aspirado e um 1.0 Turbo GDI flex capaz de gerar 115 cv. Essa configuração busca equilibrar desempenho e eficiência, atendendo tanto ao uso urbano quanto a viagens mais longas. A estreia do i20 2027 reforça a estratégia da Hyundai de diversificar sua linha no Brasil, apostando em um segmento que tem ganhado cada vez mais adeptos entre os consumidores.

    Onde o i20 2027 pode fazer a diferença no mercado

    Ao entrar no segmento de SUVs de entrada, o i20 2027 terá que enfrentar rivais já consolidados, como o Fiat Pulse e o Renault Kardian. No entanto, a Hyundai aposta em diferenciais como a garantia de fábrica estendida e o apelo de um design que mistura robustez e modernidade. Com a produção nacional, a marca também reforça seu compromisso com o mercado brasileiro, que tem buscado cada vez mais veículos produzidos localmente.

  • Hyundai i20 2027 chega ao Brasil como SUV subcompacto para disputar com Pulse, Tera e Sonic

    Hyundai i20 2027 chega ao Brasil como SUV subcompacto para disputar com Pulse, Tera e Sonic

    Um ‘irmão’ do HB20 reinventado para o Brasil

    O Hyundai i20 2027 chega ao Brasil na sexta-feira, 12 de junho de 2026, com uma proposta diferente de sua versão europeia: em vez de um hatch compacto, o modelo assume o formato de SUV subcompacto, alinhando-se ao acirrado segmento que já conta com Fiat Pulse, Volkswagen Tera, Renault Kardian e Chevrolet Sonic. A estratégia da marca é clara: aproveitar a popularidade dos compactos com visual elevado no Brasil, mesmo que o design interno e a dirigibilidade ainda remetam a um hatch tradicional.

    Design global, produção local e exportação para a América Latina

    O i20 2027 estreia como uma geração completamente nova, mas sua produção será feita em Piracicaba (SP), ao lado do HB20 e do Creta, consolidando o Brasil como um dos principais hubs da Hyundai na América Latina. O modelo, que também poderá ser exportado para países vizinhos, traz uma linguagem visual moderna, com linhas mais agressivas e um interior que, segundo a marca, prioriza personalidade. No entanto, a versão Ultimate, topo de linha, já chama atenção pela quantidade de itens de segurança e tecnologia embarcada.

    Tecnologia e refinamento: os pontos fortes e fracos

    A Hyundai não economizou em equipamentos para o i20 2027. A versão Ultimate chega recheada de recursos como assistente de manutenção de faixa, câmera 360°, tela de 10,25 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de conectividade 5G. Por outro lado, o acabamento interno ainda enfrenta críticas: plásticos rígidos e falta de refinamento em alguns pontos podem decepcionar quem busca um visual premium. A dirigibilidade, por sua vez, mantém a agilidade típica de hatchs compactos, oferecendo estabilidade em curvas mas sem o conforto de uma suspensão mais macia.

    Uma aposta arriscada em um segmento cada vez mais disputado

    Ao trazer o i20 2027 como SUV subcompacto para o Brasil, a Hyundai assume um risco calculado. O segmento de pequenos SUVs já é um dos mais concorridos do mercado, com modelos consolidados como Pulse e Tera dominando vendas. A marca aposta na força do nome i20 — que, em outros mercados, é sinônimo de eficiência e estilo — e na flexibilidade de produzir localmente para reduzir custos. Resta saber se os consumidores brasileiros, acostumados a modelos como o HB20, vão abraçar essa nova identidade do i20 ou preferirão manter a fidelidade aos compactos tradicionais.

  • Haval H6 dispara nas vendas e ameaça liderança do Jeep Compass em maio

    Haval H6 dispara nas vendas e ameaça liderança do Jeep Compass em maio

    O mercado de SUVs e crossovers no Brasil registrou um crescimento expressivo em maio de 2026, com 44.370 unidades emplacadas – um salto de 41% em relação ao mesmo período de 2025. Os dados da Fenabrave revelam que os modelos representaram 17% dos 264.043 veículos registrados no país, consolidando sua expansão mesmo em um cenário de alta concorrência.

    O avanço do Haval H6: do 4º lugar ao recorde histórico

    Com 4.328 unidades vendidas, o GWM Haval H6 não apenas bateu seu recorde mensal como superou marcas históricas, como as 3.373 unidades de outubro de 2025. O desempenho representa um crescimento de 78% em relação a maio de 2025, quando haviam sido emplacadas 2.430 unidades. Essa performance permitiu ao modelo ultrapassar o Toyota Corolla Cross (3.495 unidades), que ocupava a 4ª posição no acumulado do ano.

    Jeep Compass mantém liderança, mas com queda significativa

    O Jeep Compass, líder há 8 meses consecutivos, emplacou 4.584 unidades em maio – uma queda de 19% em relação ao mesmo período de 2025 (5.660 unidades). Apesar da redução, o modelo manteve a primeira posição entre os SUVs médios, mas viu sua margem de vantagem encolher diante do avanço agressivo do Haval H6.

    BYD Song Pro domina o pódio, enquanto disputa acirrada define o top 5

    Com 3.565 emplacamentos, o BYD Song Pro dobrou suas vendas em relação a maio de 2025, garantindo a 2ª posição no ranking. Na briga pela 5ª colocação, o Caoa Chery Tiggo 7 (2.883 unidades) superou o BYD Song Plus (2.742), enquanto o VW Taos (1.670) e Omoda 5 (1.562) fecharam a lista dos dez mais vendidos. O Jaecoo 7, agora com versão abaixo de R$ 180 mil, começa a ganhar tração no mercado.

    Impacto no setor e perspectivas para os próximos meses

    A aceleração do Haval H6 sinaliza uma mudança no equilíbrio de forças entre os SUVs médios, com modelos chineses ganhando espaço frente aos tradicionais. A estratégia de preços competitivos e a oferta de versões híbridas (como o HEV e PHEV do Haval H6 2027) devem continuar influenciando as vendas nos próximos meses, pressionando concorrentes como o Jeep Compass e o Toyota Corolla Cross a reforçarem suas campanhas comerciais.

  • BYD Dolphin Mini GS é eleito o carro mais barato de manter no Brasil em 2026

    BYD Dolphin Mini GS é eleito o carro mais barato de manter no Brasil em 2026

    Revolução na mobilidade: BYD domina o ranking de menor custo

    Em um mercado automotivo cada vez mais competitivo, o BYD Dolphin Mini GS se consolidou como a opção mais econômica para os brasileiros em 2026, segundo o prêmio ‘Menor Custo de Uso 2026’, divulgado pela Editora Abril. O estudo, que analisou mais de 100 modelos lançados recentemente, considerou não apenas o preço de compra, mas também despesas recorrentes como seguro, primeira revisão (até 12 meses), IPVA e combustível ao longo de um ano de uso.

    O Dolphin Mini GS superou concorrentes tradicionais em todas as categorias avaliadas, incluindo hatches, sedãs, SUVs compactos, picapes (flex e diesel) e SUVs médios. A vitória reforça a tendência de veículos elétricos e híbridos ocuparem espaços antes dominados por modelos a combustão, especialmente em um contexto de alta nos preços dos combustíveis e manutenção.

    Metodologia rigorosa: como o prêmio calcula o custo real

    O prêmio ‘Menor Custo de Uso’ adota uma abordagem inédita ao integrar dados de mercado e projeções para 2026. Além do preço de tabela, a equipe da Editora Abril considerou:

    • Custo médio do seguro para cada modelo;
    • Valor da primeira revisão (até 15.000 km ou 12 meses);
    • IPVA proporcional ao valor venal do veículo nos estados;
    • Consumo médio de combustível (ou energia, no caso de elétricos) em trajetos urbanos e rodoviários;
    • Depreciação estimada para o primeiro ano.

    O resultado é uma média ponderada que reflete o gasto total anual de cada carro, permitindo comparações objetivas entre tecnologias distintas — como o BYD Dolphin (elétrico) e modelos a gasolina ou etanol.

    Outros vencedores: quem completa o pódio

    Além do BYD Dolphin Mini GS, o estudo destacou os seguintes modelos como os de menor custo em suas categorias:

    • Hatches: Volkswagen Gol 1.0 (Flex) – R$ 4.200/ano;
    • Sedãs: Chevrolet Onix Plus 1.0 Turbo (Flex) – R$ 5.100/ano;
    • SUVs Compactos: Hyundai Creta 1.0 Turbo (Flex) – R$ 5.800/ano;
    • Picapes (Flex): Fiat Strada 1.4 Firefly (Flex) – R$ 6.300/ano;
    • Picapes (Diesel): Toyota Hilux 2.8 SR (Diesel) – R$ 9.200/ano;
    • SUVs Médios: Toyota Corolla Cross 2.0 (Flex) – R$ 7.500/ano.

    Os valores refletem uma média nacional, mas podem variar conforme o estado e perfil de uso do veículo. Em estados com IPVA mais alto, como São Paulo, o custo total pode subir até 20% em relação a regiões como Goiás ou Paraná.

    O que muda para o consumidor em 2026?

    O prêmio chega em um momento crítico para o mercado automotivo brasileiro. Com a entrada de novos players chineses (como BYD, Chery e GWM) e a retomada da produção de modelos compactos com motores turboflex, a guerra por preços está redefinindo o acesso à mobilidade. Além disso, a eletrificação avança mesmo em segmentos populares: o Dolphin Mini GS, por exemplo, custa cerca de R$ 110.000 na versão básica, mas seu custo de energia (R$ 0,30/km) é 70% menor que o de um carro a gasolina.

    Para Max Ferreira, especialista em mobilidade da ClickNews, ‘o estudo mostra que a economia não está mais apenas no preço de compra, mas na gestão dos custos ocultos. Um carro barato na concessionária pode se tornar caro no longo prazo se o seguro ou a manutenção forem elevados’.

    Como usar o ranking a seu favor

    Se você está em busca de um veículo para 2026, especialistas recomendam:

    • Priorize modelos elétricos ou híbridos: Apesar do investimento inicial maior, a economia em combustível compensa em até 3 anos de uso;
    • Verifique o custo do seguro: Em estados como Rio de Janeiro, o seguro pode representar até 15% do valor do carro;
    • Considere o IPVA: Veículos com valor venal acima de R$ 120.000 pagam alíquotas mais altas em estados como SP e MG;
    • Pesquise revisões independentes: Algumas marcas cobram até R$ 5.000 pela primeira revisão, enquanto outras incluem garantia estendida.

    O prêmio ‘Menor Custo de Uso 2026’ está disponível na íntegra na edição de junho da Quatro Rodas, com planilhas comparativas e depoimentos de proprietários dos modelos campeões.

  • BYD Dolphin G: híbrido com 1.040 km de autonomia chega à Europa em setembro por menos de R$ 136 mil

    BYD Dolphin G: híbrido com 1.040 km de autonomia chega à Europa em setembro por menos de R$ 136 mil

    O lanche híbrido que promete revolucionar o segmento compacto

    Na última quarta-feira (4 de junho), a BYD oficializou na Europa o Dolphin G DM-i, um hatch híbrido que chega ao mercado com números que desafiam a concorrência. O modelo, revelado em maio, será produzido em Budapeste (Hungria) e entregue a partir de setembro, com preço inicial estimado em menos de 20 mil euros — cerca de R$ 136 mil na conversão direta.

    Autonomia recorde e motorização eficiente

    O destaque fica por conta da autonomia total de até 1.040 km, graças à combinação de um motor 1.5L a combustão com até 212 cv e um sistema elétrico capaz de percorrer 105 km sem emitir CO₂. A aceleração de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos coloca o Dolphin G em pé de igualdade com rivais como Renault Clio, Volkswagen Polo e Toyota Yaris, mas com a vantagem de ser um híbrido não plug-in — ou seja, sem a necessidade de recarregar na tomada.

    Tecnologia e versões para agradar diferentes perfis

    O interior do modelo traz recursos premium, como tela multimídia de até 12,8 polegadas e acabamentos modernos. A BYD oferecerá quatro versões no mercado europeu: Active, Boost, Comfort e Sport, permitindo que o consumidor escolha entre praticidade, performance ou luxo. A estratégia da fabricante chinesa é clara: disputar o segmento dos compactos sem abrir mão da inovação — e sem depender de subsídios governamentais para híbridos plug-in, como ocorre em alguns países.

    O que esperar do Brasil?

    Ainda não há confirmação oficial sobre a chegada do Dolphin G ao Brasil, mas o preço competitivo e a autonomia atraente já acendem expectativas. Se a BYD mantiver o ritmo de expansão global, é provável que o modelo seja avaliado para o mercado nacional, onde os híbridos sem plug-in ganham força diante dos altos custos de importação de elétricos puros. Por enquanto, a Europa será o primeiro laboratório para testar a aceitação deste novo conceito de mobilidade.

  • Chevrolet Montana 2027 estreia com painel mais macio e sensores traseiros de série

    Chevrolet Montana 2027 estreia com painel mais macio e sensores traseiros de série

    A Chevrolet apresentou a Montana 2027 com mudanças estratégicas para elevar a percepção de qualidade do modelo, tradicionalmente criticado pelo acabamento simples em comparação aos rivais. A principal inovação está no interior, onde o painel agora conta com revestimento macio ao toque, antes restrito a veículos premium da marca.

    Mais equipamentos de série e ajustes discretos

    Outra novidade é a inclusão de sensores de estacionamento traseiros de série em toda a gama, facilitando manobras. Nas versões Premier e RS, a picape ganha ainda sensor de chuva com ajuste automático dos limpadores, enquanto os retrovisores com função tilt-down — que se inclinam durante ré para melhorar a visibilidade — passam a ser opcionais.

    Mecânica permanece inalterada

    As atualizações não incluem mudanças no conjunto mecânico, que já havia recebido melhorias recentes. A estratégia da Chevrolet foca em aprimorar a experiência do usuário sem alterar o desempenho, mantendo o motor 1.2 como opção padrão. Com isso, a marca busca aproximar a Montana de concorrentes como a Ford Ranger e a Volkswagen Saveiro.

  • Chevrolet Montana 2027 chega com acabamento premium e mais equipamentos de série

    Chevrolet Montana 2027 chega com acabamento premium e mais equipamentos de série

    Acabamento interno ganha toque premium

    A Chevrolet Montana 2027 chega às concessionárias com melhorias significativas no interior, especialmente no acabamento. A picape abandona os plásticos rígidos predominantes nas versões anteriores e adota materiais macios ao toque no painel e nas portas, aproximando a cabine do refinamento típico de SUVs. Até então, a Montana utilizava plástico duro em grande parte do painel, com apenas uma peça emborrachada na área do motorista.

    Mais equipamentos de série e tecnologias

    A nova edição 2027 da Montana apresenta uma lista ampliada de itens de série, incluindo sensor de estacionamento e sensor de chuva — recursos antes restritos a versões superiores. A picape mantém o motor 1.2 turbo flex e as tecnologias OnStar, garantindo continuidade na proposta de mobilidade conectada.

    Preços sobem para todas as versões em 2026

    Os valores da linha 2027 da Chevrolet Montana, já ajustados para o mercado brasileiro, foram divulgados nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026. A tabela a seguir detalha os preços para cada configuração:

    • Montana MT: R$ 133.090
    • Montana LT: R$ 139.390
    • Montana LTZ: R$ 156.090
    • Montana Premier: R$ 164.190
    • Montana RS: R$ 171.390

    Design sutilmente atualizado e novas cores

    Além das melhorias internas, a Montana 2027 recebe alterações sutis na estética externa, com foco em detalhes que reforçam sua identidade visual. A paleta de cores também foi ampliada, oferecendo opções mais alinhadas às tendências do segmento de picapes compactas.

  • Hyundai aposta no i20 para brigar entre HB20 e Creta: conheça os detalhes do novo compacto que chega ainda em 2026

    Hyundai aposta no i20 para brigar entre HB20 e Creta: conheça os detalhes do novo compacto que chega ainda em 2026

    A Hyundai está intensificando a estratégia de lançamento do i20 no Brasil, com o objetivo de preencher um gap entre os modelos HB20 e Creta na linha nacional. Na última quarta-feira (10/06/2026), a marca revelou novos detalhes do compacto, que será fabricado na unidade de Piracicaba (SP) — mesmo local que produz os dois modelos com os quais o i20 competirá diretamente.

    Design moderno com assinatura Hyundai: faróis em formato de seta e linhas retas

    O vídeo promocional, lançado em meio aos jogos da Copa do Mundo 2026 — da qual a Hyundai é patrocinadora global —, mostra os primeiros traços do design do i20. Os faróis dianteiros, com formato de seta e assinatura luminosa diurna (DRL) de traços angulares, reforçam a proposta moderna do modelo, alinhada aos novos lançamentos internacionais da marca.

    A lanterna traseira também segue a tendência de linhas retas e formato de seta, integrando-se a uma barra horizontal no porta-malas que lembra a do HB20 hatch atual. A estratégia de design busca unificar a identidade visual da marca no Brasil, ao mesmo tempo em que diferencia o i20 dos concorrentes.

    Fabricação local e timing estratégico para enfrentar a concorrência

    Com produção prevista para começar ainda em 2026, o i20 chega ao mercado brasileiro em um momento de alta competição no segmento de compactos. A Hyundai aposta em um preço agressivo e tecnologia embarcada para conquistar consumidores que buscam um modelo entre o HB20 (mais compacto) e o Creta (mais robusto). A linha de Piracicaba, que já é referência em qualidade e eficiência, deve garantir custos competitivos para o novo lançamento.

    Copa do Mundo 2026 como palco para o lançamento

    A escolha do timing não é casual: ao vincular o lançamento do i20 aos jogos do Mundial, a Hyundai busca alavancar a visibilidade do modelo, associando-o ao prestígio e ao apelo emocional do evento esportivo. Além disso, a empresa aproveita o momento para reforçar sua presença no mercado brasileiro, onde já domina com modelos como o HB20 e o Tucson.

  • Subaru aposta em câmbio manual: WRX, BRZ e hatch inédito chegam até 2027 com DNA esportivo

    Subaru aposta em câmbio manual: WRX, BRZ e hatch inédito chegam até 2027 com DNA esportivo

    Três modelos com DNA esportivo e câmbio manual

    A Subaru revelou na última quarta-feira, durante a coletiva de imprensa da 24 Horas de Fuji — terceira etapa do Campeonato Japonês de Automobilismo (Super Taikyu Series) — que lançará até 2027 três novos carros equipados com câmbio manual. Entre eles estão uma nova versão do WRX, uma edição especial do BRZ e um hatch de cinco portas inédito, este último derivado do conceito “Performance-B STI”.

    Tecnologia do automobilismo a serviço do prazer de dirigir

    A montadora japonesa destacou que os novos modelos incorporam inovações diretamente do automobilismo, visando tornar a condução mais dinâmica e acessível. A transmissão manual TY85, já consagrada em modelos como o WRX, será mantida nos lançamentos, reforçando a aposta da marca no engajamento dos motoristas com a direção.

    Silêncio sobre datas e mercados externos

    Apesar do anúncio, a Subaru não divulgou prazos exatos para os lançamentos nem especificou quais mercados receberão os novos modelos fora do Japão. A empresa limitou-se a afirmar que as apresentações oficiais ocorrerão em breve, mantendo o mistério sobre a estreia global dos veículos.