Categoria: Auto & Tech

  • Jovi X300 Ultra chega ao Brasil como ‘melhor smartphone fotográfico do mundo’ por US$ 4 mil

    Jovi X300 Ultra chega ao Brasil como ‘melhor smartphone fotográfico do mundo’ por US$ 4 mil

    A Jovi, fabricante chinesa de smartphones, oficializou nesta terça-feira, dia 4 de agosto de 2026, o lançamento de três novos produtos no Brasil: o Jovi X300 Ultra — eleito pela revista The Verge como o ‘melhor smartphone para fotografia do planeta’ —, o X300 Fashion Edition e os fones Jovi Buds Pro. O evento de apresentação, realizado em São Paulo com a presença do Tecnoblog, marcou a estreia da marca no mercado nacional com uma aposta clara em inovação e design.

    Especificações do X300 Ultra: potência fotográfica a R$ 20 mil

    O modelo topo de linha, o X300 Ultra, chega ao Brasil com preço sugerido de R$ 19.999 nas cores Verde Sálvia e Preto Volcano. Seu destaque é o conjunto óptico assinado pela Zeiss: uma câmera principal de 200 MP (equivalente a 35 mm), uma ultra-wide de 50 MP (14 mm) e uma teleobjetiva de 200 MP (85 mm) com estabilização em gimbal e zoom óptico de 3,7x. A tela AMOLED de 6,82 polegadas oferece resolução QHD+, taxa de atualização de até 144 Hz e brilho máximo de 4.500 nits, ideal para ambientes externos.

    Linhas e acessórios: variedade para todos os bolsos

    A linha X300 ganha ainda a versão Fashion Edition, com preço de R$ 7.999 nas cores Preto Ônix e Lilás Boreal, além de um kit de acessórios fotográficos exclusivo para esta edição, vendido por R$ 1.499. Para os entusiastas de áudio, os Jovi Buds Pro chegam ao mercado por R$ 599 na cor preta, prometendo som imersivo e cancelamento de ruído.

    Estratégia de mercado: Jovi mira o nicho premium

    Com o lançamento, a Jovi posiciona-se como uma alternativa premium no segmento de smartphones, competindo diretamente com marcas estabelecidas no Brasil. O preço elevado do X300 Ultra — cerca de US$ 4 mil na cotação do dia — reflete a aposta em um público disposto a investir em tecnologia de ponta, especialmente para fotografia móvel. A presença em evento com cobertura da mídia especializada reforça a estratégia de visibilidade da marca no país.

  • RAM 1500 Bighorn: a picape full-size mais rápida do Brasil chega por R$ 449.990 com motor biturbo de 426 cv

    RAM 1500 Bighorn: a picape full-size mais rápida do Brasil chega por R$ 449.990 com motor biturbo de 426 cv

    A RAM consolidou sua aposta no segmento de picapes full-size no Brasil com o lançamento da 1500 Bighorn, modelo que chega ao mercado nacional por R$ 449.990. A estreia não é apenas uma ampliação de portfólio, mas uma estratégia agressiva para disputar espaço com veículos tradicionalmente associados à performance extrema, como a Ford Ranger Raptor.

    Performance recorde: de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos

    O coração da Bighorn é o motor Hurricane 3.0 de seis cilindros em linha biturbo a gasolina, que entrega 426 cavalos de potência e 64,7 kgfm de torque. Acoplado a uma transmissão automática de oito velocidades, o conjunto oferece uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,3 segundos — um desempenho inédito entre as picapes full-size disponíveis no Brasil. Essa configuração supera os antigos motores V8 aspirados da marca, além de reduzir emissões e consumo em comparação aos modelos anteriores.

    Equipamentos de série e versatilidade como diferenciais

    A Bighorn chega ao mercado brasileiro com uma lista generosa de itens de série, que incluem teto solar panorâmico, sistema de som premium Harman Kardon com 19 alto-falantes, assentos em couro com aquecimento e ventilação, e tela de 12 polegadas com compatibilidade para Apple CarPlay e Android Auto sem fio. O modelo também oferece capacidade de reboque de até 3,5 toneladas e tanque de combustível de 102 litros, reforçando seu apelo tanto para uso profissional quanto para quem busca um veículo de luxo e alto desempenho.

    Estratégia de mercado: entre o trabalho e o esportivo

    A RAM posiciona a 1500 Bighorn como uma “porta de entrada” para sua linha full-size no Brasil, mas o pacote técnico e os equipamentos deixam claro que a marca não quer apenas competir com picapes utilitárias. Ao apostar em um motor biturbo de alta performance e um visual agressivo, a fabricante mira também compradores que tradicionalmente optam por modelos esportivos — uma jogada ousada em um segmento dominado por utilitários robustos e pick-ups com foco em torque.

  • Ram 1500 Big Horn 2026 chega ao Brasil com preço agressivo: R$ 450 mil desafia rivais

    Ram 1500 Big Horn 2026 chega ao Brasil com preço agressivo: R$ 450 mil desafia rivais

    Preço agressivo para reconquistar mercado

    A Ram 1500 Big Horn 2026 chega ao Brasil com uma estratégia clara: reduzir preços para até R$ 150 mil abaixo de versões como a Laramie Night Edition (R$ 599.990) e se tornar mais competitiva que rivais como a Chevrolet Silverado (R$ 483.990) e a Ford F-150 (a partir de R$ 560 mil). A marca, que emplacou apenas 29 unidades em 2026, tenta reverter um cenário de queda no segmento de picapes grandes.

    Tecnologia e desempenho sem excessos

    A nova configuração aborda a picape com um design simplificado e menos equipamentos para atingir o valor promocional. No entanto, mantém itens essenciais como motor Hurricane 6 3.0 biturbo (426 cv) e suspensão traseira com molas helicoidais, garantindo conforto. O interior conta com central multimídia de 12 polegadas e seis airbags, alinhando praticidade e segurança.

  • Ferrari Luce supera meta anual de vendas em dois meses e reforça virada elétrica da marca

    Ferrari Luce supera meta anual de vendas em dois meses e reforça virada elétrica da marca

    A Ferrari alcançou em julho de 2026 a meta total de vendas prevista para seu primeiro modelo elétrico, a Luce, menos de dois meses após seu lançamento em 25 de maio. Segundo fontes ouvidas pelo Financial Times, a cota inicial de cerca de 500 unidades para o primeiro ano de comercialização já foi integralmente preenchida, antecipando em mais de cinco meses o objetivo originalmente traçado para 2026.

    A Luce como termômetro da estratégia elétrica da Ferrari

    O desempenho da Luce não apenas valida a aposta da montadora italiana na eletrificação — mesmo que ainda em volumes reduzidos — como também reforça sua estratégia de exclusividade. Com preço inicial de € 550 mil na Europa (equivalente a R$ 3,3 milhões na cotação direta), o modelo mantém a tradição da marca de oferecer produtos de altíssimo valor agregado, mesmo em sua versão elétrica.

    Impacto no volume global da Ferrari

    Para contextualizar, a Luce representará entre 3% e 4% das 13.640 unidades vendidas pela Ferrari em 2025, ano anterior ao lançamento do modelo. Embora ainda seja um percentual modesto, o ritmo de vendas da Luce sugere que a marca pode revisar suas metas para os próximos anos, especialmente se a demanda por veículos elétricos de luxo continuar em ascensão. A estratégia da Ferrari, contudo, segue calcada na manutenção de sua identidade tradicional, mesmo diante da transição tecnológica.

  • Polícia se camufla de arbusto para multar motoristas no celular: a guerra contra a distração ao volante ganha novos métodos

    Polícia se camufla de arbusto para multar motoristas no celular: a guerra contra a distração ao volante ganha novos métodos

    Fiscalização criativa contra a distração digital

    Uma abordagem inusitada marcou a fiscalização de trânsito em Dunellen, nos Estados Unidos, na última quinta-feira, 31 de julho de 2026. Para combater o uso do celular ao volante, que cresce com a popularização de sistemas multimídia nos carros modernos, a polícia local adotou um método pouco convencional: vestiu trajes de camuflagem militar — conhecidos como ghillie suits — para se misturar à vegetação das vias e flagrar condutores distraídos.

    74 autuações em seis horas de operação

    A estratégia, que durou cerca de seis horas, resultou em 74 multas emitidas. O método evidencia a dificuldade das autoridades em conter o problema, especialmente diante de leis brandas e da falsa sensação de segurança proporcionada por tecnologias como sistemas de assistência à condução. Motoristas que dividem atenção entre telas e o trânsito muitas vezes não percebem a presença de viaturas tradicionais, forçando as forças de segurança a inovar.

    Tecnologia no volante: aliada ou inimiga?

    O caso de Dunellen reflete uma tendência global. A integração de centrais multimídia, conectividade e recursos de automação em veículos modernos, embora ofereçam conforto e entretenimento, também ampliam as distrações ao dirigir. Além disso, sistemas como controle de cruzeiro adaptativo ou alerta de colisão podem criar uma ilusão de controle, levando condutores a subestimar os riscos de manusear o celular. A fiscalização com métodos não convencionais surge como resposta a essa realidade.

  • Mitsubishi despeja R$ 2,6 bilhões na Tailândia para transformar Triton em híbrida até 2030

    Mitsubishi despeja R$ 2,6 bilhões na Tailândia para transformar Triton em híbrida até 2030

    A Mitsubishi confirmou, nesta terça-feira (4 de agosto de 2026), um aporte de 16 bilhões de baht tailandeses — o equivalente a cerca de R$ 2,6 bilhões — em sua fábrica na Tailândia até 2030. O objetivo é transformar o país no principal centro de produção e exportação de veículos eletrificados da marca, incluindo as futuras versões híbridas da picape Triton e do jipe Pajero.

    Híbridos na dianteira, elétricos em segundo plano

    A estratégia da montadora japonesa prioriza, inicialmente, o desenvolvimento de sistemas híbridos para a atual plataforma da Triton, conforme havia sido antecipado em 2023. Na ocasião, Hiroshi Nagaoka, então diretor global de engenharia da Mitsubishi, afirmou que a adoção de um conjunto híbrido — em vez de elétrico puro — permitiria manter a compatibilidade com a arquitetura existente da picape. Segundo ele, esse passo seria fundamental antes de avançar para variantes totalmente movidas a bateria.

    Incertezas sobre a tecnologia e próximos passos

    Apesar do anúncio oficial, a Mitsubishi ainda não especificou qual tipo de sistema híbrido será empregado nos novos modelos. Documentos governamentais tailandeses mencionam a possibilidade de produção de veículos 100% elétricos no futuro, mas a fabricante não detalhou prazos ou configurações técnicas para essa transição. A decisão deve considerar fatores como custo de produção, demanda do mercado e a infraestrutura local de recarga.

  • Toyota Yaris Cross domina vendas na Argentina, mas mercado recua pelo 4º mês seguido

    Toyota Yaris Cross domina vendas na Argentina, mas mercado recua pelo 4º mês seguido

    Vendas em queda: Argentina enfrenta 4º mês de retração no setor automotivo

    O mercado argentino de veículos novos fechou julho de 2026 com 41.057 unidades vendidas, uma queda de 31,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Em relação a junho (44.546 unidades), a retração foi de 7,8%. Os dados, divulgados pela Acara — entidade que representa as concessionárias —, mostram que o acumulado de janeiro a julho de 2026 atingiu 319.453 unidades, 13,5% inferior ao registrado em 2025.

    Redução de impostos não reverte o cenário, e expectativas são revistas

    Desde abril de 2026, o governo argentino aprovou uma redução de impostos sobre veículos novos na tentativa de estimular o mercado. No entanto, os resultados ainda não refletem a melhora esperada. Analistas já indicam que dificilmente o setor atingirá as 700 mil unidades projetadas no início do ano, com previsões mais conservadoras apontando para um teto de 600 mil registros anuais.

    Toyota lidera pelo 5º mês seguido, enquanto Renault despenca e Jeep resiste

    A Toyota manteve a liderança em julho de 2026, com 7.102 unidades comercializadas, consolidando sua posição pelo quinto mês consecutivo. Todas as dez principais marcas do mercado registraram quedas em relação a 2025. A Renault foi a mais afetada, com uma retração de quase 62% (2.425 unidades vendidas), enquanto a Jeep, embora também em queda, apresentou o melhor desempenho relativo entre as líderes, com recuo de apenas 1,8% (1.086 unidades).

  • Caoa Chery reduz preços do Tiggo 5X em até R$ 5 mil após vender 100 mil unidades no Brasil

    Caoa Chery reduz preços do Tiggo 5X em até R$ 5 mil após vender 100 mil unidades no Brasil

    Sucesso de vendas impulsiona corte de preços

    A Caoa Chery anunciou nesta segunda-feira (3 de agosto de 2026) reduções de até R$ 5 mil nos preços de tabela do Caoa Chery Tiggo 5X, após o SUV atingir a marca de 100 mil unidades produzidas e vendidas no Brasil. A decisão reflete o desempenho comercial do modelo, que agora compete mais diretamente com rivais como Chevrolet Tracker e VW T-Cross em sua faixa de entrada.

    Descontos variam conforme a versão

    A versão de entrada Sport 2027 teve seu preço reduzido de R$ 126.990 para R$ 124.990, uma queda de R$ 2 mil. Já a configuração PRO, mais equipada, passou de R$ 144.990 para R$ 139.990, com um desconto de R$ 5 mil. A estratégia visa atrair compradores interessados em pacotes completos sem migrar para categorias superiores.

    Impacto no mercado e estratégia da montadora

    A redução de preços posiciona o Tiggo 5X em patamar semelhante ao de concorrentes diretos, que já haviam ajustado suas tabelas em função da demanda enfraquecida no segmento. Para a Caoa Chery, a medida pode ajudar a impulsionar vendas em um momento de retração do mercado automotivo, além de escoar estoques de modelos 2027 com a aproximação do lançamento de versões atualizadas.

  • Google amplia realidade aumentada: veja animais, dinossauros e até células em 3D no seu espaço

    Google amplia realidade aumentada: veja animais, dinossauros e até células em 3D no seu espaço

    Desde esta segunda-feira (3 de agosto de 2026), o Google expandiu seu catálogo de realidade aumentada, permitindo que usuários projetem modelos 3D de animais, dinossauros e estruturas biológicas diretamente no chão da sala. A funcionalidade, acessível via navegadores móveis ou aplicativo do Google, transforma a busca por espécies como ‘tigre’, ‘tubarão’ ou ‘T-Rex’ em uma experiência imersiva sem necessidade de aplicativos adicionais.

    Como ativar a ferramenta de realidade aumentada na busca do Google

    O processo exige apenas um smartphone compatível com ARCore (Android) ou ARKit (iPhone). Ao digitar o nome de um animal, célula ou dinossauro na busca, o usuário deve localizar o card interativo na página de resultados. Selecionando ‘Veja em 3D’, a opção ‘Veja no seu espaço’ projeta o modelo no ambiente real, permitindo ajustes de escala e interação com gestos.

    Além da fauna: células e anatomia humana entram no catálogo

    O recurso, inicialmente focado em animais, agora inclui estruturas anatômicas humanas e células microscópicas, como hemácias ou mitocôndrias. Essa ampliação atende não só ao público geral — interessado em visualizar um esqueleto de dinossauro em tamanho real — mas também a estudantes e professores, que podem utilizar a ferramenta como suporte didático para aulas de biologia.

    Limitações técnicas e futuro da ferramenta

    Embora a realidade aumentada do Google não exija hardware específico além de um smartphone moderno, a qualidade da projeção depende da câmera do dispositivo e do espaço físico disponível. A empresa não anunciou previsão para expandir o catálogo a outros domínios, como arte ou objetos históricos, mas especialistas apostam que a tendência de integração entre busca e AR deve se consolidar nos próximos anos.

  • Google amplia realidade aumentada: veja tigres, tubarões e células em 3D no seu quarto

    Google amplia realidade aumentada: veja tigres, tubarões e células em 3D no seu quarto

    Do sofá para a savana: como transformar o chão da sua casa em habitat de animais

    O recurso de realidade aumentada do Google, lançado oficialmente em 2024, chega ao Brasil com um catálogo expandido que permite visualizar desde animais selvagens até estruturas microscópicas diretamente no ambiente do usuário. Basta digitar o nome de uma espécie — como tigre, tubarão ou panda — no buscador do celular ou tablet, selecionar a opção “Veja em 3D” e, em seguida, “Veja no seu espaço” para projetar o modelo em escala real sobre o chão da sala.

    Mais do que animais: uma aula de biologia na palma da mão

    O sistema não se limita à fauna. O catálogo inclui pets, criaturas aquáticas e, surpreendentemente, estruturas anatômicas do corpo humano — como ossos ou células — que podem ser manipuladas em 3D para fins educativos. A funcionalidade é compatível com navegadores Chrome (Android) e Safari (iPhone), dispensando apps adicionais.

    Precisão e interatividade: como ajustar o modelo ao seu espaço

    Após ativar a realidade aumentada, o usuário pode redimensionar o animal ou estrutura para adequá-lo ao ambiente, girar o modelo com gestos ou até mesmo capturar fotos e vídeos do resultado. A ferramenta já foi testada por educadores para simular dissecações virtuais em aulas de ciências, segundo relatos de instituições que adotaram a tecnologia.