Desde esta segunda-feira (3 de agosto de 2026), o Google expandiu seu catálogo de realidade aumentada, permitindo que usuários projetem modelos 3D de animais, dinossauros e estruturas biológicas diretamente no chão da sala. A funcionalidade, acessível via navegadores móveis ou aplicativo do Google, transforma a busca por espécies como ‘tigre’, ‘tubarão’ ou ‘T-Rex’ em uma experiência imersiva sem necessidade de aplicativos adicionais.
Como ativar a ferramenta de realidade aumentada na busca do Google
O processo exige apenas um smartphone compatível com ARCore (Android) ou ARKit (iPhone). Ao digitar o nome de um animal, célula ou dinossauro na busca, o usuário deve localizar o card interativo na página de resultados. Selecionando ‘Veja em 3D’, a opção ‘Veja no seu espaço’ projeta o modelo no ambiente real, permitindo ajustes de escala e interação com gestos.
Além da fauna: células e anatomia humana entram no catálogo
O recurso, inicialmente focado em animais, agora inclui estruturas anatômicas humanas e células microscópicas, como hemácias ou mitocôndrias. Essa ampliação atende não só ao público geral — interessado em visualizar um esqueleto de dinossauro em tamanho real — mas também a estudantes e professores, que podem utilizar a ferramenta como suporte didático para aulas de biologia.
Limitações técnicas e futuro da ferramenta
Embora a realidade aumentada do Google não exija hardware específico além de um smartphone moderno, a qualidade da projeção depende da câmera do dispositivo e do espaço físico disponível. A empresa não anunciou previsão para expandir o catálogo a outros domínios, como arte ou objetos históricos, mas especialistas apostam que a tendência de integração entre busca e AR deve se consolidar nos próximos anos.

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