Categoria: Auto & Tech

  • Asus Zenbook A16 chega ao Brasil com Snapdragon X2 Elite Extreme: tela OLED 120 Hz, 1,2 kg e R$ 20.699 à vista

    Asus Zenbook A16 chega ao Brasil com Snapdragon X2 Elite Extreme: tela OLED 120 Hz, 1,2 kg e R$ 20.699 à vista

    A Asus trouxe ao mercado brasileiro o Zenbook A16 (UX3607OA), um notebook ultrafino de 16 polegadas que chega com o processador Snapdragon X2 Elite Extreme, da Qualcomm — a plataforma ARM mais avançada para PCs até julho de 2026. O lançamento, oficializado em 30 de julho, marca a estreia no país de um chip que promete alto desempenho aliado à eficiência energética, além de selo Copilot+ PC.

    Especificações técnicas: OLED, 120 Hz e autonomia recorde

    O modelo se destaca pela tela ASUS Lumina OLED de 16 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, certificação VESA DisplayHDR True Black e suporte a inteligência artificial nativa. Com peso de 1,2 kg, o Zenbook A16 promete até 21 horas de autonomia de bateria, graças ao processador otimizado para consumo reduzido. O carregamento rápido via USB-C, com adaptador de 130 W, completa o pacote de recursos.

    Preço e disponibilidade: R$ 20.699 à vista ou parcelado

    O notebook está à venda no Brasil por R$ 22.999, com uma promoção de lançamento que reduz o valor à vista para R$ 20.699,10. O modelo, anunciado inicialmente no exterior em abril, chega ao país com suporte local a ferramentas de IA e design portátil, posicionando-se como uma opção para quem busca performance sem abrir mão da mobilidade.

  • Galaxy S26 FE chega em semanas com preço inflado e chip Exynos 2500

    Galaxy S26 FE chega em semanas com preço inflado e chip Exynos 2500

    Na última quarta-feira, executivos da Samsung revelaram detalhes sobre o aguardado Galaxy S26 FE, que deve ser lançado em algumas semanas — possivelmente ainda em julho de 2026. A confirmação veio de duas frentes: Justin Hume, representante da fabricante na África do Sul, e Daniel Araujo, vice-presidente da divisão mobile, que mencionou o novo integrante da linha Fan Edition durante a divulgação de resultados financeiros da empresa.

    Preço em alta: o que mudou em relação ao S25 FE?

    O maior choque não está nas especificações, mas no valor. Vazamentos europeus indicam que o S26 FE chegará ao mercado com preço inicial de 799 euros — cerca de R$ 4.400 —, superando o custo do modelo anterior. A decisão quebra uma sequência de duas gerações com preços estáveis, alinhando-se ao reajuste já aplicado na linha principal de topo de linha da Samsung.

    Especificações confirmadas: tela grande e chip Exynos

    As informações vazadas detalham um aparelho com tela Dynamic AMOLED de 6,7 polegadas, 8 GB de RAM e carregamento de 45 W. O processador Exynos 2500 promete desempenho robusto, embora ainda não haja testes independentes que comprovem sua eficiência em comparação ao Snapdragon 8 Gen 4, esperado em outros modelos da marca. A estratégia sugere uma aposta da Samsung em manter a linha FE como opção mais acessível, mas com upgrades técnicos que justifiquem o novo patamar de preço.

    O que esperar do lançamento?

    Com a confirmação oficial, a expectativa é que o anúncio do Galaxy S26 FE ocorra ainda neste mês, possivelmente antes do final de julho de 2026. A dúvida que permanece é se o reajuste de preço impactará as vendas, especialmente em um mercado onde consumidores buscam alternativas mais econômicas sem abrir mão de recursos premium. A Samsung, contudo, parece apostar que os upgrades — como a tela de alta qualidade e o novo chipset — serão suficientes para compensar o aumento.

  • Fortnite volta ao iPhone: passo a passo para instalar via Epic Games após decisão do Cade

    Fortnite volta ao iPhone: passo a passo para instalar via Epic Games após decisão do Cade

    Epic Games Store é a porta de entrada para o Fortnite no iOS

    Após dois anos de proibição imposta pela Apple, o Fortnite retorna ao iPhone por meio da Epic Games Store, uma alternativa ao App Store. A mudança foi viabilizada após determinação do Cade, que obrigou a empresa a abrir o ecossistema do iOS para lojas de terceiros. O processo, no entanto, exige alguns passos adicionais para garantir a instalação segura e funcional do jogo.

    Primeiro passo: ativar a instalação de apps externos

    Para baixar a Epic Games Store, o usuário deve acessar o site oficial da loja (store.epicgames.com/download/ios) e tocar em “Instalar”. Ao aparecer o aviso do iOS sobre a instalação de apps não verificados, selecione “Ajustes”.

    Autorização e configuração no iPhone

    No menu de Ajustes, vá até “Gerenciar instalação de apps” e permita a instalação da Epic Games Store. O sistema pedirá confirmação adicional: pressione duas vezes o botão lateral do dispositivo para autorizar. Essa etapa é crucial para evitar bloqueios durante a instalação.

    Login e acesso ao Fortnite

    Abra a Epic Games Store, toque em “Primeiros passos” e faça login com a conta vinculada ao Fortnite. Após a autenticação, o jogo estará disponível para download e atualização. Vale ressaltar que a versão para iOS mantém os mesmos recursos dos demais dispositivos, incluindo gráficos, modos de jogo e microtransações.

    Riscos e considerações

    Embora a Epic Games Store ofereça mais liberdade, especialistas recomendam atenção a possíveis limitações impostas pela Apple, como restrições em atualizações automáticas ou compatibilidade com versões futuras do iOS. Jogadores devem monitorar atualizações do jogo e do sistema para evitar problemas de desempenho.

  • Chrome abandona reinicializações obrigatórias: Google revoluciona segurança com atualizações sem interrupções

    Chrome abandona reinicializações obrigatórias: Google revoluciona segurança com atualizações sem interrupções

    Atualizações contínuas sem interrompem sua navegação

    A partir de agora, o Google Chrome poderá atualizar suas estruturas de segurança sem obrigar os usuários a reiniciarem o navegador — um processo que, embora rápido, costumava expor brechas temporárias durante a transição. A novidade, já em fase de testes no sistema operacional macOS, marca uma virada na forma como o navegador lida com correções críticas. Até então, as atualizações eram aplicadas em segundo plano, mas só entravam em vigor após o usuário fechar e reabrir o Chrome, criando uma janela de risco.

    Segurança acelerada pela IA

    O projeto, que ganhou força no início de 2026, utiliza agentes de inteligência artificial alimentados pelo Gemini para varrer a base de código do navegador em busca de vulnerabilidades. Segundo a empresa, a abordagem já permitiu identificar e corrigir falhas antes que fossem exploradas por cibercriminosos — um salto em relação aos métodos tradicionais de detecção. A frequência das atualizações também deve aumentar: além das versões a cada duas semanas, o Chrome poderá lançar pacotes de segurança semanais, garantindo resposta mais ágil a novas ameaças.

    O que muda para o usuário?

    Para o usuário final, a principal diferença será a ausência de interrupções abruptas para aplicar atualizações. Enquanto o Chrome continua atualizando automaticamente, o processo agora ocorre de forma mais transparente, sem exigir reinicialização imediata. No entanto, a empresa ainda não anunciou quando a funcionalidade chegará ao Windows ou Linux, plataforma onde a maioria dos usuários do navegador está concentrada. Especialistas destacam que a mudança reforça a postura do Google em priorizar a segurança sem sacrificar a experiência do usuário, um equilíbrio cada vez mais difícil em um cenário de ameaças cibernéticas em constante evolução.

  • Toque duvidoso? Veja como testar a tela do celular em 4 passos

    Toque duvidoso? Veja como testar a tela do celular em 4 passos

    Na última quinta-feira, 30 de julho de 2026, cerca de 68% dos brasileiros com smartphones relataram ter enfrentado algum tipo de problema com a tela tátil, segundo dados do setor de manutenção. Desde falhas pontuais até a inatividade total de regiões do display, esses defeitos podem ser causados por danos físicos, software corrompido ou até mesmo películas mal instaladas. Enquanto a garantia cobre grande parte dos casos em aparelhos novos, quem busca um celular usado precisa de métodos confiáveis para identificar problemas ocultos antes da compra.

    Diagnóstico rápido: quando o touchscreen está com defeito?

    Antes de recorrer a técnicas avançadas, é preciso descartar soluções simples. Especialistas da área de tecnologia recomendam remover películas grossas ou protetores de vidro que possam estar atrapalhando a sensibilidade da tela. Em seguida, uma limpeza com pano de microfibra e álcool isopropílico (70%) pode eliminar resíduos de gordura ou poeira responsáveis por toques fantasmas. Reiniciar o dispositivo também é uma etapa crucial, pois bugs temporários no sistema podem simular falhas no painel.

    Teste nativo no Android: Samsung Members e além

    Para usuários de smartphones Samsung, o aplicativo Samsung Members oferece uma ferramenta integrada de diagnóstico. Basta abrir o app, acessar a aba “Diagnóstico do telefone” e selecionar a opção “Tela de Toque”. O sistema exibirá uma grade de pontos que devem ser pressionados sequencialmente — qualquer falha na resposta indica um possível defeito no sensor. Outros fabricantes, como Motorola ou Xiaomi, também incluem testes similares em seus apps de suporte ou nas configurações do sistema (geralmente em “Sobre o telefone” > “Teste de hardware”).

    iPhones e apps terceiros: alternativas para todos os sistemas

    Donos de iPhone não ficam para trás. O aplicativo Apple Diagnostics (instalado em modelos recentes) ou a ferramenta online Touchscreen Tester (disponível na App Store) permitem mapear a sensibilidade da tela com precisão. Para quem prefere soluções multiplataforma, apps como Touchscreen Test ou Display Tester oferecem testes em tempo real, identificando áreas com baixa resposta ou falhas intermitentes. Esses programas são especialmente úteis para quem avalia aparelhos usados em marketplaces como OLX ou Mercado Livre.

    O que fazer se o teste acusar defeito?

    Caso o diagnóstico confirme problemas no touchscreen, a recomendação é clara: evite forçar o uso do aparelho. Em casos de defeitos físicos — como rachaduras internas ou danos nos sensores — a substituição do display pode ser inevitável. Para smartphones ainda na garantia, o ideal é acionar o fabricante. Já em aparelhos fora do período de cobertura, o custo da reparação pode superar 30% do valor de mercado do dispositivo, segundo levantamentos de assistências técnicas. Em último caso, especialistas sugerem negociar o preço de revenda com base nos defeitos encontrados, caso o vendedor não tenha informado previamente sobre os problemas.

  • Volkswagen renova a lenda dos Golfs radicais: o ‘Mega Golf’ de 1.000 cv que desafiou os limites

    Volkswagen renova a lenda dos Golfs radicais: o ‘Mega Golf’ de 1.000 cv que desafiou os limites

    A Volkswagen provou, mais uma vez, que a engenharia alemã não tem limites quando o assunto é criar carros de corrida radicais. Na última quarta-feira, 30 de julho de 2026, a marca revelou um projeto ousado: um Golf GTI modificado para provas de subida, equipado com um motor de 2,5 litros e cinco cilindros em linha da Audi — o mesmo que equipa o Audi RS3.

    Do sedã esportivo ao monstro de 1.000 cv

    O que começou como um simples GTI ganhou uma identidade completamente nova. O motor original de 2.0 turbo deu lugar a um propulsor de cinco cilindros, que recebeu upgrades radicais: turbocompressor maior, pressão de sobrealimentação elevada, componentes internos forjados, admissão de ar em carbono e escapamento com saída frontal. O resultado? Uma potência estratosférica de 986 cavalos, distribuídos às quatro rodas.

    A ambição que não vingou

    Construído pela Volkswagen Motorsport e pela equipe de Michael Allers, o ‘Mega Golf’ foi projetado para dominar provas de subida de montanha. No entanto, a história não teve um final feliz. O carro, que prometia ser o mais potente da linha Golf, não chegou a disputar nenhuma competição antes de ser engavetado. A combinação de um projeto extremamente caro e a falta de regulamentações que permitissem seu uso em provas oficiais selou seu destino.

    Legado dos Golfs radicais

    Esta não é a primeira vez que a Volkswagen brinca com a ideia de Golfs fora do comum. Na era de Ferdinand Piëch, a marca criou verdadeiras aberrações de engenharia, como um Golf com motor W12 e outro com V6 biturbo e teto removível. O ‘Mega Golf’ de 1.000 cv, no entanto, representa uma nova era: a busca por performance extrema em um modelo compacto, mesmo que o preço seja a inviabilidade prática.

  • Samsung registra primeiro prejuízo com celulares em 30 anos: chips de memória sufocam divisão móvel

    Samsung registra primeiro prejuízo com celulares em 30 anos: chips de memória sufocam divisão móvel

    Fim de uma era: lucro com celulares chega ao zero pela primeira vez

    A Samsung Electronics registrou, no segundo trimestre de 2026, o primeiro prejuízo operacional de sua divisão de dispositivos móveis desde a criação do segmento, há três décadas. O resultado negativo de 800 bilhões de wons (cerca de R$ 2,8 bilhões) encerra uma trajetória de lucros históricos no setor mobile, diretamente impactada pela escalada nos custos de produção.

    Crise de custos: chips de memória esmagam margens do mercado

    O principal vetor do prejuízo foi o aumento exponencial nos preços dos semicondutores, especialmente os chips de memória DRAM e NAND. A demanda global por componentes para servidores de IA — que consomem até 40% mais memória do que soluções tradicionais — reduziu drasticamente a oferta disponível para fabricantes de smartphones. Segundo relatórios internos da Samsung, os custos de produção por unidade subiram 28% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto os preços médios dos celulares permaneceram estáveis ou até recuaram 5% devido à concorrência agressiva.

    Contradição do balanço: semicondutores salvam, mas móveis afundam

    Apesar do tombo na divisão mobile, a Samsung manteve o crescimento em outros segmentos. A área de semicondutores atingiu recorde de faturamento no trimestre, com receitas de US$ 22,3 bilhões — alta de 12% em relação ao primeiro trimestre de 2026. O paradoxo evidencia uma reestruturação forçada no modelo de negócios da empresa, que agora prioriza chips para data centers em detrimento de componentes para smartphones, onde as margens já não justificam mais os investimentos.

    O que esperar dos próximos trimestres?

    Analistas do setor projetam que a pressão sobre a divisão móvel da Samsung deve persistir até pelo menos o primeiro semestre de 2027, quando se espera um reequilíbrio entre oferta e demanda de chips. A empresa já anunciou medidas como cortes de 15% na produção de modelos intermediários e realocação de R$ 5 bilhões em P&D para soluções de IA embarcada — estratégia que pode, no longo prazo, reverter a dependência dos custos de memória. Enquanto isso, concorrentes como Apple e Xiaomi aproveitam a brecha para ampliar market share com aparelhos mais baratos e componentes alternativos.

  • Google Earth ganha IA para criar imagens de lugares reais a partir de mapas 3D

    Google Earth ganha IA para criar imagens de lugares reais a partir de mapas 3D

    Ferramenta de IA transforma mapas 3D em imagens realistas

    O Google Earth agora permite que usuários criem imagens personalizadas a partir de estruturas tridimensionais reais, graças à integração do modelo Nano Banana 2. A funcionalidade, anunciada em 30 de julho de 2026, possibilita aplicações como simulações urbanísticas, reconstruções históricas e infográficos diretamente na interface do serviço.

    Disponibilidade e custos da nova função

    A geração de imagens por IA já está acessível globalmente, com limites variando conforme o plano escolhido. O pacote Pro Avançado, que oferece acesso ilimitado, tem custo de US$ 150 (aproximadamente R$ 760). A novidade reforça os investimentos da empresa na versão web do Google Earth, enquanto a versão para desktop será descontinuada em 2027.

    Impacto na plataforma e futuro do Earth

    A adição da ferramenta “Criar imagem” alinha-se à estratégia do Google de priorizar a versão online da plataforma. Especialistas destacam que a integração de IA pode expandir o uso do Google Earth além da visualização de mapas, tornando-se uma ferramenta poderosa para profissionais de arquitetura, história e planejamento urbano.

  • LinkedIn lança botão para combater a ‘poluição’ de posts gerados por IA

    LinkedIn lança botão para combater a ‘poluição’ de posts gerados por IA

    A rede profissional LinkedIn implementou, desde a última quarta-feira (30/07/2026), um novo recurso para combater a crescente presença de conteúdos automatizados na plataforma. Um botão de denúncia específico, identificado como “Seems Like AI slop” (ou “parece conteúdo de IA”, em tradução livre), foi integrado ao menu de reportes de posts, permitindo que usuários marquem publicações suspeitas de terem sido geradas por ferramentas de inteligência artificial.

    Como funciona o novo sistema de denúncias

    O recurso não remove automaticamente os posts denunciados, mas atua como um sinalizador para a equipe de moderação da plataforma. Ao receber múltiplas denúncias, o LinkedIn avalia o conteúdo e pode restringir seu alcance ou removê-lo, caso seja confirmado que se trata de material gerado por IA sem valor real. A descrição do botão deixa claro que o objetivo é combater o que a plataforma classifica como “AI slop” — publicações repetitivas, genéricas ou de baixa qualidade produzidas em massa por algoritmos.

    Lançamento gradual e abrangência global

    Segundo informações obtidas pela plataforma, o novo sistema já está em fase de implementação em todo o mundo, incluindo o Brasil. A disponibilização ocorre de forma gradual, sem data exata para todos os usuários. A rede social não detalhou critérios específicos para a identificação de conteúdos gerados por IA, mas reforçou que o recurso visa priorizar a qualidade das interações profissionais na plataforma.

  • Spotify Premium estreia Modo Corrida com IA: playlists personalizadas para treinos

    Spotify Premium estreia Modo Corrida com IA: playlists personalizadas para treinos

    O Spotify lançou oficialmente nesta quinta-feira (30/07) o Modo Corrida, uma funcionalidade exclusiva para assinantes Premium que promete transformar a experiência de treinos com trilhas sonoras personalizadas via inteligência artificial. A ferramenta, já disponível em sete mercados — incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Austrália —, utiliza algoritmos para ajustar playlists ao tipo de exercício, ritmo do usuário e até preferências musicais individuais.

    Um passo além da simples playlist esportiva

    Diferente das listas estáticas do aplicativo, o Modo Corrida analisa dados biométricos (como velocidade ou frequência cardíaca, quando vinculado a apps de fitness) e sugere canções que otimizam o desempenho. Segundo a empresa, a novidade visa reduzir o tempo gasto pelos usuários na busca por músicas motivacionais, direcionando o foco integralmente para a atividade física. Até o momento, a funcionalidade está restrita a dispositivos iPhone, com previsão de expansão para Android em data não divulgada.

    Brasil fora da primeira onda — e sem data para entrar

    Apesar da abrangência em sete países, o lançamento do Modo Corrida não contempla o mercado brasileiro, tampouco há estimativa oficial para a chegada da ferramenta por aqui. A limitação geográfica temporária pode ser um reflexo de estratégias de priorização de mercados ou ajustes técnicos para adaptação a diferentes culturas musicais e contextos esportivos locais.